segunda-feira, 17 de junho de 2013

Telo Borges - O Que Me Consola (CD/DVD) – 2013 - Sem Estoque

Era noite de maio e a vista dava para um Belo Horizonte. Num casarão do Bairro Mangabeiras, o cantor e compositor Telo Borges reuniu amigos, parceiros e família para a gravação de seu novo disco, O que me consola. “O clima foi maravilhoso. Conseguir reunir em uma única noite todas aquelas pessoas tão bacanas e de várias gerações, e gravei 16 canções inéditas e antigas”, conta Telo.

Entre os convidados estão Chico Amaral, Wilson Sideral, o irmão Lô Borges, Trio Amaranto, Luiza Lara, Renato Saldanha, Beto Guedes, Cláudio Venturini, Vander Lee, Toninho Horta, Jane Duboc e ainda a banda formada por Beto Lopes (guitarra), Enéias Xavier (baixo) e André Queiroz (Limão batera).

Além de sucessos como Vento de maio, Voa bicho e Tristesse – que lhe rendeu, em 2003, o Grammy Latino na categoria melhor canção brasileira –, o disco tem faixas como Um dia comum, com Chico Amaral; O poder mágico, dele e do pai, Salomão Borges; e a que dá nome ao projeto, O que me consola, composta com o jovem poeta paulista Denis Campos, de 18 anos.

“Conheci o Denis em um show numa igreja em São Paulo e fiquei encantando com o trabalho e a voz dele. Ficamos amigos e passamos a trocar figurinhas e a compor”, conta Telo. “Já em O poder mágico, decidi fazer uma dobradinha de Salomões, já que reúne meu pai e o Lô, meu irmão. É uma música que mostra a visão do papai sobre o amor, sobre Deus, e tem uma letra maravilhosa”, completa o artista, que iniciou sua carreira aos 11 anos tocando piano e cantando com Milton Nascimento.

Fonte inspiradora

Aliás, o patriarca Salomão Borges rouba a cena do DVD que acompanha o disco e traz também o making of do show, três faixas bônus – O que me consola, Vou pro céu (dueto com Wilson Sideral) e Tristesse (com Luiza Lara e Renato Saldanha). Em depoimento, ele relembra várias histórias, conta causos e derrete-se em elogios ao filho. “Fiz questão de deixá-lo bem à vontade, porque afinal ele é a principal fonte inspiradora da nossa família. E além de ser meu pai, é meu parceiro”, ressalta Telo Borges.

Os irmãos Márcio, Marilton e Yé Borges, a mulher Bete, os amigos Toninho Horta, Luiza Lara, Chico Amaral e Cláudio Venturini são alguns dos que também falam no vídeo e prestam homenagem a Telo. Uma das curiosidades reveladas é o talento de Telo não só para a música, mas para o futebol. O cantor e compositor brinca que até ele mesmo se surpreendeu como as pessoas exaltaram suas qualidades dentro dos gramados e que parecia que ela era um verdadeiro craque.

“Comecei a chamar a atenção dentro da minha família pelo futebol”, vangloria-se. “Todo mundo ficava encantado comigo quando jogava. Depois é que começaram a prestar atenção na minha música. Sempre fui artilheiro e jogava direitinho mesmo. Até hoje, o futebol é uma coisa muito importante pra mim e jogo duas vezes por semana”, revela.
*por Ana Clara Brant - EM Cultura

Preço – R$40,00

Faixas:
01 - Voa Bicho - Telo Borges e Márcio Borges
02 - Vento de Maio - Telo Borges e Márcio Borges
03 - Tanta Graça - Telo Borges e Vander Lee
04 - Vou Pro Céu - Telo Borges
05 - Tristesse - Telo Borges e Milton Nascimento
06 - Teatro - Telo Borges e Antenor Pimenta
07 - O Que Me Consola - Telo Borges e Dênis Campos
08 - O Poder Mágico - Telo Borges e Salomão Borges
09 - Meu Amor Por Você - Telo Borges
10 - Desejo - Telo Borges e Antenor Pimenta
11 - Alma de Borracha - Telo Borges e Márcio Borges
12 - Gota do Céu - Telo Borges e Charles Melo
13 - O Amor Acabou de Chegar - Telo Borges, Flávio Henrique e Murilo Antunes
14 - Em Família - Yé Borges e Márcio Borges
15 - Um Dia Comum - Telo Borges e Chico Amaral
16 - Por Mim Agora - Telo Borges e Cláudio Venturini 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais - Sinfonia nº 9 em Dó maior, D. 944, "A Grande" (2013)

O regente paulistano Fabio Mechetti, de 55 anos, é o principal responsável por colocar Minas Gerais no mapa da música erudita nacional e internacional. Sob sua batuta, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, apenas cinco anos após sua fundação, estreou sua primeira turnê internacional na Argentina e no Uruguai no ano passado. Ao todo, foram realizados cinco concertos, alguns com ingressos esgotados, que ganharam grande repercussão na América Latina.

O nome de Mechetti é um dos mais citados em apresentações no exterior como maestro convidado atualmente. Sua relação com o cenário da música erudita internacional é antiga. Desde 1981, Mechetti se dedica a reger sinfônicas nos Estados Unidos, em especial a Orquestra Sinfônica de Jacksonville.

Em 2008, o maestro aceitou dividir seu tempo entre a orquestra americana e a mineira. Para Minas Gerais, o paulistano trouxe toda a sua bagagem internacional e a capacidade de gestão que lhe é peculiar, ingredientes fundamentais que transformaram a cena da música erudita no Estado.

De contrato renovado até 2017, o regente quer elevar a Orquestra Filarmônica a um novo patamar de excelência. Em entrevista à Agência Minas, Mechetti fala sobre a receptividade do público, os planos para 2013 e o apoio do Governo de Minas.

Quais são os motivos que levaram a este reconhecimento da Orquestra Filarmônica no cenário da música clássica?

Não é milagre. É a somatória de várias coisas que deram certo. Primeiro, a vontade política e o continuado apoio do Governo de Minas em se ter uma orquestra de excelência. Segundo, a confiança em se adotar uma diretriz artística consistente sem desvirtuar de uma ideia original que está sendo, pouco a pouco, realizada. Isso, aliado a um modelo de gestão que permite a flexibilidade e a constante busca de qualidade, que é nosso objetivo maior. Nada disso seria possível, entretanto, não fosse a qualidade e a dedicação de nossos músicos que sabem que estão fazendo música e história.

Como é apresentar-se no interior, para público que não está acostumado com grandes espetáculos de música erudita?

Uma das experiências mais marcantes que eu tive na minha vida profissional foi um concerto realizado em Tupaciguara, no Triângulo Mineiro, para um público estimado em duas mil pessoas, praticamente um terço da população. Após o concerto, numa noite estrelada e fria, centenas de pessoas esperaram em fila para agradecer aos músicos e a mim pela presença naquela cidade. Ao cumprimentar as pessoas, muitas delas com mãos calejadas pela enxada e pele ressecada pelo sol, e ao ver seus olhos expressando lágrimas de felicidade, sentimos de perto o que a música representa na vida das pessoas, mesmo as mais humildes, e quão importante é o investimento que se faz em instrumentos culturais de excelência como a Filarmônica.

Quais são as expectativas e planos para a Orquestra em 2013?

2013 está a todo o vapor, com recordes de vendas de assinaturas e de público em geral. Estaremos presentes no festival de Campos do Jordão e de Juiz de Fora, assim como nas séries de concertos em Paulínia e na da Osesp, com uma semana de concertos na Sala São Paulo. Além disso, acabamos de gravar nosso segundo CD com obras de Villa-Lobos para o selo Naxos, o mais importante no campo da música clássica internacional.

Qual é a expectativa para 2015, quando for entregue a Sala Minas Gerais?

Ela certamente será um divisor de águas. Primeiramente, porque a Filarmônica poderá, pela primeira vez em sua história, ensaiar e tocar os concertos no mesmo espaço. Poderá também construir uma agenda de concertos mais racional, ampla e diversificada, aproximando-se ainda mais do público mineiro. Além da qualidade acústica que todos almejamos, a Sala Minas Gerais passará a ser um novo polo de produção cultural na cidade e no estado e gerará inúmeros benefícios para todos nós. Planos para ela não nos faltam.
Fonte: Agência Minas

Preço – R$25,00

Faixa: Sinfonia nº 9 em Dó Maior, D. 944, "A Grande" - Franz Schubert

terça-feira, 11 de junho de 2013

Festenkois – SMD (2013)

Formada no ano de 2008 em Belo Horizonte por Rafael Menezi (guitarra e voz), Patricia Yegros (baixo e voz), Rafael Dantas (guitarra e voz) e Luiz Garcia (bateria), a banda sempre se dedicou ao trabalho autoral, investindo em composições com letras em inglês que mesclam andamentos variados, dissonâncias e dinâmicas inusitadas.

Atuante na cena de BH em parceria com diversas iniciativas e com uma agenda intensa e sempre movimentada desde sua fundação, a banda já fez alguns shows que merecem destaque:

- Banda de abertura para Black Drawing Chalks (GO) - Belo Horizonte (MG) - 2008
- Banda de abertura para Wry (Londres/SP) - Belo Horizonte (MG) - 2009
- Grito Rock Sabará (MG) - 2010
- Noite Fora do Eixo ao Extremo - Montes Claros (MG) - 2010
- Festival Pá na Pedra - Ribeirão das Neves (MG) - 2010
- Prévias do festival Demo Sul - Londrina (PR) - 2010
- Prévias Grito Rock Belo Horizonte (MG) - banda de encerramento - 2011
- Noite Independente - Poços de Caldas (MG) - 2011
- Grito Rock Vespasiano (MG) - 2011
- IX Festival Rock Feminino - Rio Claro (SP) - 2011
- 10 Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe - BH - 2011

O disco de estreia, entitulado apenas como FESTENKOIS, apresenta 9 rocks fortes e com personalidades distintas, caracterizando bem a mescla de estilos propostos pela banda.

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Soap Highway
02 – Nero’s Relative
03 – What Now
04 – Rubi
05 – Seattle Silhouette
06 – Hiding To Surf With Sharks
07 – Bye
08 – Time Out of Space
09 – Disconnect

Todas as músicas de Festenkois

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Coletivo Dinamite (2013)

O grupo musical mineiro Coletivo Dinamite surgiu depois de muitas jam sessions. Desde 2006 a banda vem unindo a estilística vocal do rap, a alegria rítmica do funk, o peso do rock e a psicodelia espacial do dub, sem nunca se bastar nisso. É difícil descrever as influências do grupo, um coletivo que aprende na prática e no improviso, sempre em busca do que se mostre útil para se fazer expressar.

A primeira leva de músicas do Coletivo Dinamite foi registrada em home studio - um processo lento, feito "na tora", fruto do grande compartilhamento de interesses, recursos e possibilidades dos integrantes da banda. O resultado dessa caminhada foi a compilação “Mil Fita – 2006/2009”.

Ao longo de mais de seis anos de atuação o Coletivo Dinamite tocou em importantes eventos da cena musical belorizontina, como o Hip Hop In Concert, Duelo de Mc’s, Bienal Internacional de Grafitti, Festival de Arte Negra – FAN, e em 2012 lançou seu primeiro EP, que leva o mesmo nome da banda. Mesclando composições de várias fases do grupo, o EP reúne sons mais antigos como “Eu Vou Lá” e “Tá na Cabeça” e músicas da safra mais recente, quando a cantora Zaika dos Santos assumiu um dos microfones da banda. Exemplos são as músicas “O Que Dizer” e “Silêncio Ensurdecedor”.

Com uma qualidade inegável, o disco foi gravado e mixado por Sérgio Giffoni e masterizado por Fabrício Galvani, no Estudio Giffoni. O trabalho, que reúne a diversidade de influências e a potente mistura do Coletivo Dinamite, teve participação especial de DJ Giffoni nos toca-discos e do trio de metais formado por Henrique Staino (Fusile, Electrophone), Jonatah Max (Pequena Morte) e Victor Silva (Iconili).

A arte gráfica ficou a cargo do Coletivo Azucrina e Dereco Machado (um dos vocalistas do grupo).

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Silêncio Ensurdecedor
02 – Tá Na Cabeça
03 – Eu Vou Lá
04 – Etnocêntrico
05 – O Que Dizer?
06 – Maicou

Todas as músicas de Coletivo Dinamite

Bona Fortuna (2012)

É uma tarefa difícil encontrar grupos brasileiros que representam perfeitamente o espírito contador de histórias e aconchegante do folk rock. Bom, pelo menos era pra ser assim. Mas não é isso que a Bona Fortuna demonstra em seu primeiro disco. De Mariana, interior de Minas Gerais, o quarteto não se preocupou com o tamanho da responsabilidade e, em sua estreia, produziu um dos melhores álbuns do ano, quiçá da nova geração do folk rock nacional.

Sem serem músicos muito técnicos, o triunfo dos integrantes está na capacidade de aproveitar os melhores clichês da música contemporânea e transformá-los num único e vibrante trabalho. Com esta facilidade em mente, fica fácil de entender porque os amantes da música tendem a valorizar tanto o trabalho desses garotos.

Desde a acolhedora “O Que Você Vê”, canção que abre o maravilhoso disco homônimo, permanece claro que a Bona Fortuna procura se aventurar num território tão pouco aproveitado – e valorizado – no Brasil: o folk contemporâneo.

As composições de Filipe Oliveira são intimamente pessoais, encantadoras e evocam memórias de relacionamentos. A atmosfera sedutora de “Tormenta” e de “Privilégio” compõe um equilíbrio primoroso em pérolas como “Parece Que Perdi a Fé” e “O Duelo”.

Preço – R$10,00

Faixas:
01 – O Que Você Vê 
02 – Tormenta
03 – Privilégio
04 – Ornamentos
05 – Parece Que Perdi A Fé
06 – Memento Mori
07 – O Duelo
08 – De Mala e Cuia
09 – No Bar
10 – Inquietação

Dead Lover’s Twisted Heart – Lóvi (2012)

A Dead Lover's Twisted Heart assume de vez suas raízes românticas no novo EP  "Lóvi". Nas cinco músicas, cantam em bom português suas angústias e alegrias com um convidado para lá de especial. Odair José participa da segunda faixa do disco, "Eu tenho", de refrão demolidor: "Eu tenho a solidão maior do mundo / Uma saudade que me adora / E não me deixa sossegar / Eu tenho tanta vontade de chorar / uma tristeza permanente / Eu tenho tanto amor pra dar".

Com quase seis anos de estrada, o Dead Lovers conta com Ivan (guitarra e voz), Guto (guitarra), Vinikov (piano e baixo) e Pat (bateria). Eles já têm um EP lançado em 2007 um disco completo de 2010. Os dois com canções em inglês, graças às influências comuns da banda no ínício da carreira; uma delas, o músico americano Daniel Johnston. Foi de uma música dele que tiraram o nome do grupo.

– Quando a gente começou, queria fazer música muito naturalmente. E o Johnston foi um artista importante para todos na banda, pela forma de compor, a simplicidade, o fomato da canção quase crua. Ele foi um divisor de águas para nós – explica o guitarrista Guto.

 
Desde o primeiro disco, gravado na casa do baixista Vinikov, até o atual EP, os músicos percorreram juntos um longo caminho. Nessa estrada, não se afastaram de suas origens, mas acrescentaram referências novas e resgataram influências antigas, que muitas vezes passavam despercebidas por eles mesmos. O impulso inicial de escrever em inglês vinha da influência imediata da música americana, do folk e do rockabilly tão presentes nas primeiras composições. Mas a biografia do grupo, escrita por Thiago Pereira no Facebook, já entrega outras referências no título: "Obrigado Roberto!”.

– No primeiro EP, Thiago já reconhece um romantismo subterrâneo. Conforme viajamos pelo país, relembramos influências nacionais que estavam submersas – afirma Guto – Nesses cinco anos a gente já andou um bocado, passou por vários lugares do Brasil. Conheceu muita gente, muito artista.

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Apocalipse do Amor
02 – Eu Tenho
03 – Sei
04 – Bandida
05 – Meu Coração

Todas as músicas de Dead Lover’s Twisted Heart
 

Falcatrua – Valendo (2013)

A banda Falcatrua lança seu segundo DVD, "Valendo", dirigido por Alexandre Pires.
Média-metragem composto por dez canções que marcaram a trajetória do grupo costuradas por cenas externas em um movimento de deslocamento do making of para dentro do próprio DVD.

O trabalho reúne apresentações gravadas no estúdio com cenas da turnê Minas para o Mundo, que transmitiu quatro shows do Falcatrua, ao vivo, para a internet.
Os extras são recheados de conteúdo inédito. O videoclipe Urbano, música tema do último CD, também está no projeto.

Formado em 2000 o grupo Falcatrua já trabalhou com nomes como Chico Neves, Nelson Motta, John Ulhoa, Arnaldo Baptista e o grupo de teatro Armatrux. A banda é composta por André Miglio, Danilo Guimarães, Francesco Napoli e Fred Corrêa.

Preço – R$20,00

01 – Intro
02 – Não Quero Ser Só
03 – Menina
04 – Pedras Rolando
05 – Tudo Termina em Nada
06 – Eu Vou Pra Você
07 – Viagem
08 – Homem.Com
09 – Inspiração
Vídeo Clip (Urbano)
Todas as músicas de Falcatrua  

Verso Venenoso (2013)

VERSO VENENOSO: No ano de 2009 , o vocalista Bruno Felipe (Venenoso) teve a idéia inicial de fazer um projeto de musica industrial e experimental com bases eletrônicas, samples e vocais de hip hop e heavy metal, intitulado como Verso Venenoso, em julho de 2010 , Bruno chama Rafael PenaForte baterista para montar a banda Verso Venenoso, depois de alguns testes com outros musicos, o guitarrista João Vitor entra para a banda trazendo novas idéias, em setembro de 2010 entra o baixista Pedro Ladeira para banda trazendo tambem sua experiência de vários projetos antigos.

Com influencias de varias vertentes da musica alternativa como hardcore , rock n roll , maracatu , soul e hip hop latino , a banda Verso Venenoso tem o propósito de acabar com o pré conceito na musica alternativa e mostrar a arte das ruas, e possui um grupo no facebook para divulgação da arte alternativa em geral, o Verso Venenoso aborda em suas letras nosso cotidiano, cultura das ruas, protesto e critica social.

Em 2011 a banda tem a idéia nunca antes realizada de gravar um DVD demo ensaio e bio release com 5 musicas, nesse mesmo ano a banda lançou esse dvd , e fez vários shows.

Em 2012 a banda Verso Venenoso mudou de formação, com a entrada de Nino Nunes no baixo e Bill Brandão na guitarra e começou a compor novas musicas.

Atualmente a banda Verso Venenoso esta em estúdio para a gravação do seu primeiro álbum que contará com varias participações entre elas , o percussionista Babilak Bah, DJs e Mcs.

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Verso Venenoso
02 – Coliseu do Esporte
03 – Aliados de Fato
04 – Ladeira dos Ventos
05 – Começo do Fim
06 – Cultura de Rua
07 – A Direção
08 – O Que Eu Mais Quero
09 – Na Real
10 – Cerco das Falhas

Todas as músicas de Bruno Felipe Diniz e Verso Venenoso

Nobat – Disco Arranhado (2013)

Iniciando seu projeto no ano de 2010, Nobat tem como referência os trabalhos de bandas de rock da década de 60 e 70 mesclado com as novas tendências ditadas pelo indie rock dos anos 2000.

Acompanhado por Sérgio Ribeiro (baixo), Thiago Fernandes (bateria) e Eduardo Curi (guitarra), Nobat começou o ano de 2012 lançando seu primeiro trabalho em carreira solo. Com 10 faixas produzidas por Eduardo Curi, o álbum "Disco Arranhado" reúne composições de características peculiares: ao mesmo tempo em que tece abstrações e considerações sobre a situação humana ou sobre questões universais, sua música sugere reflexões subjetivas com uma dose excessiva de realidade, marcadas por um ritmo pulsante, guitarras eletrizantes e por um vocal enérgico e agressivo.

Propondo ao respeitadíssimo cenário mineiro uma nova estética, Nobat se apresenta para Belo Horizonte, Minas Gerais e para o Brasil levando muita energia aos palcos por onde passa...

Preço – R$15,00

Faixas:
01 – Disco Arranhado – Luan Nobat
02 – Sem Roupa – Luan Nobat
03 – Maurício – Luan Nobat
04 – Ancorar – Luan Nobat
05 – Urb’Ana – Luan Nobat
06 – O Que Pe(r)di – Luan Nobat e Tony Gamaliel
07 – Eu Não Sei O Que é Viver – Luan Nobat e Bruno Bettini
08 – Aquele Rapaz – Luan Nobat
09 – Polícia & Ladrão – Luan Nobat
10 – Condição – Luan Nobat

Aldan – Uma Nova Humilhação (2013)


Há seis anos em atividade, o Aldan tem notórias participações em festivais e eventos da cena independente de Minas, como o Circuito Conexão Vivo (BH), Alternativo Rock Fest (Itabirito), Grito Rock (Poços de Caldas, Andradas e Sabará), Festival Mamute (Lagoa Santa), OutroRock (BH), Festival Fora do Eixo (BH) e Transborda – Festival de Artes Transversais (BH).

Seguindo o EP Você Já Roubou Hoje?, de 2010, a banda apresenta agora o disco Uma Nova Humilhação, produzido e gravado por Fabrício Galvani, do estúdio Estúdio Casa Antiga.

O trabalho conta com faixas de natureza diversa, mas sempre passeando por um rock de construção única. Necessidades Sentimentais, por exemplo, tem ao mesmo tempo uma estética setentista e uma pegada inglesa, na linha de Arctic Monkeys. Praça 7, em seguida, já incorpora o humor peculiar do grupo. A faixa título Uma Nova Humilhação, por sua vez, coloca à frente uma série de riffs e uma linha de guitarra matadora.

Como um todo, o disco se constrói como uma sequência de músicas singulares. É dinâmico e heterogêneo.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – A Casa Cai – Marcus Vinícius Evaristo
02 – Necessidades Sentimentais – Marcus Vinícius Evaristo
03 – Praça 7 – Marcus Vinícius Evaristo e André Brito
04 – Azar O Meu – Marcus Vinícius Evaristo
05 – Euforia – Marcus Vinícius Evaristo
06 – Uma Nova Humilhção – Marcus Vinícius Evaristo
07 – 27º C – Marcus Vinícius Evaristo
08 – O Que Fizeram Com O Calor Que Eu Sentia Ao Abraçar O Meu Amor? – Marcus Vinícius Evaristo
09 – A Quinta Formação (Dos Engenheiros do Hawaii) – Marcus Vinícius Evaristo        

Marcos Frederico – Entoando Loas (2013)

A sensação é da mais pura poesia, já na primeira audição. Como sugere o próprio título, 'Entoando loas' (cantigas populares em honra de santos), o terceiro álbum do bandolinista Marcos Frederico é um convite ao que de melhor um sarau pode oferecer, com um pé na tradição e outro na contemporaneidade.

Da envolvente 'Lira ceciliana' à 'Valsa sem fim', são oito faixas autorais, com versões instrumentais de parcerias com Flávio Henrique e Brisa Marques, que abre o disco, à que o encerra, com o poeta Murilo Antunes. Tudo isso, vale ressaltar, com direito à participação dos indispensáveis violão (Carlos Walter), violoncelo (Felipe José), flauta (Dado Prates), acordeom (Flávio Henrique) e bateria/percussão (Felipe Bastos). Esses músicos vão dar canja hoje à noite.

Ao estúdio ainda compareceram Rafael Martini (piano), Thiago Delegado (violão) e o francês radicado em terras cariocas Nicolas Krassik (violino), entre outros. Integrante do Grupo Siricotico, que está de férias, Frederico vem contribuindo para a renovação da cena instrumental belo-horizontina e marca presença em projetos como o BDMG Instrumental.

Com o parceiro de geração Thiago Delegado, ele assina faixa-título do CD, que tem duas músicas ('Persides' e 'Valsa sem fim') gravadas ao vivo no Teatro da Biblioteca Pública Estadual.
Por Ailton Magioli - EM Cultura

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Lira Ceciliana – Marcos Frederico e Flávio Henrique
02 – Entoando Loas – Marcos Frederico e Thiago Delegado
03 – Albertina – Marcos Frederico
04 – Mirian – Marcos Frederico
05 – Ave Lira – Marcos Frederico, Flávio Henrique e Brisa Marques
06 – Carola – Marcos Frederico
07 – Persides – Marcos Frederico
08- Valsa Sem Fim – Marcos Frederico e Murilo Antunes

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Irene Bertachini – Irene Preta, Irene Boa (2013)

A intérprete e compositora Irene Bertachini inicia carreira solo com o lançamento do disco "Irene Preta, Irene Boa". O álbum apresenta um repertório concebido entre canções autorais, parcerias e composições de jovens artistas de Belo Horizonte.

Em seu disco de estréia, Irene Bertachini revela um diversificado ambiente musical, onde a voz suave e expansiva da cantora nos envolve e conduz momentos de intensidade e rara sensibilidade, diluídos na amálgama de ritmos e linguagens da música popular e contemporânea brasileira.

O álbum reforça traço marcante no trabalho da artista: a composição. Oito das treze faixas do disco têm a autoria da compositora. Canções criativas, repletas de referências imagéticas. Aspectos potencializados pela instrumentação inusitada e inventiva concebida pelo construtor musical Leandro César. Uma brincadeira de timbres, marimba de angelim, vidro, porcelanato, entre outros instrumentos. O disco é enredado por vinhetas, como uma caixinha de música repleta de sutilezas e surpresas.

Destaque para as faixas "Rosa"; de autoria da própria cantora; um samba-choro delicado e cheio de saudade. "Aos Pés do Mar", parceria de Irene com Leandro César e "Dia Bom"; parceria com Gustavito; e recorda o universo fantástico da infância.

"Com humor e delicadeza, "Irene preta, Irene boa", é um feliz encontro artístico entre a poesia e a musicalidade. Ele traça contornos para um mundo imaginário, do mar ao céu, onde o ponto de chegada é a canção", revela Irene.

O título do CD é inspirado no poema "Irene no céu", de Manuel Bandeira. Na música “Licença”, a compositora dialoga com o escritor e traz à tona as possibilidades e significados do fazer poético. O disco também reúne composições de novos talentos da música contemporânea de Belo Horizonte, como Luiza Brina e César Lacerda (Casa na Areia), Alexandre Andrés e Bernardo Maranhão (Canto da Formiga), Gustavito (Caverna do Sapato), Makely Ka e Rafael Pimenta (Síntese) e Açude Verde dos aclamados Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro.

O trabalho foi dirigido e produzido pelo compositor Felipe José e contou com arranjos de Rafael Martini, Rodrigo Lana, Leandro César e Gustavito. Participaram das gravações o percussionista do Grupo UAKTI, Décio Ramos, Kristoff Silva e o fagotista Romeu Rabello.

“A sensação que tive ao ouvir o primeiro disco de Irene Bertachini, foi como se provasse uma fruta diferente e saborosa, tendo que estar atento a todas as nuances desse sabor. O disco é riquíssimo por muitos motivos: pelas composições, pelos arranjos, pela sinceridade e pela verdade da intérprete. Originalidade é tudo, e Irene em seu primeiro passo já mostra o que procura. Que nunca deixe de procurar!” por Sérgio Santos, compositor.
A realização desse disco contou com recursos do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura.

Preço – R$20,00

Faixas: 
01 – Não Precisa Pedir Licença – Irene Bertachini e Felipe José
02 – Para Seu Amor, Rosa – Irene Bertachini e Marco Anhopoci
03 – Dia Bom – Irene Bertachini e Gustavo Amaral
04 – Açude Verde – Sérgio Santos e Paulo Cesar Pinheiro
05 – Casa Na Areia – Luiza Brina e César Macedo
06 – O Canto da Formiga – Alexandre Andrés e Bernardo Maranhão
07 – Caverna do Sapato – Gustavo Amaral
08 – Erê – Irene Bertachini
09 – Síntese – Rafael Pimenta e Makely Ka
10 – Aos Pés do Mar – Irene Bertachini e Leandro César
11 – Caberia? – Irene Bertachini e Leandro César
12 – Oração – Felipe José
13 – O Mergulho – Irene Bertachini
14 – Licença – Irene Bertachini  

Daniela Borela (2013)

Daniela Borela e banda apresentam um disco que perpassa a delicadeza do canto grave, do lirismo e da concepção de arranjos de base influenciados por gêneros como jazz, bossa nova e tropicalismo.

O CD tem a produção de Enzo Banzo, da banda Porcas Borboletas, e foi gravado ao vivo, no Estúdio El Rocha [São Paulo], em sistema analógico. Lançado em 2011, ele conta com patrocínio do Instituto Alair Martins (IAMAR), por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia/MG.

A concepção do disco se traduz em um ano de leitura de poemas que atravessam o espaço homônimo da cantora. Enzo Banzo, que já musicou textos de Arnaldo Antunes e Clarah Averbuck apresenta, nesse disco, uma versão para o soneto de Luís de Camões, “Tanto de meu estado me acho incerto”.

A formação desse objeto sonoro conta com 12 faixas inéditas. Elas se alteram entre canções passionais [“Asa Norte”, “Voltando Atrás” e “Bem Obrigado”], o rock-samba-groove [“Deleites” e “Folhas pelo Cabelo”] e o som rural-psicodélico [“Cá pra Mim”].

Devota de João Bosco e dos baianos [Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Nana Caymmi, Novos Baianos], Daniela percorre a sintaxe musical de seus precursores com a simplicidade de quem, também, vive música. A antiga relação Bahia-Minas é revisitada dentro de um tempo em que não mais os trens nos movimentam, mas os aviões.

Os músicos, por terem um longo tempo de convívio, articularam esse encontro de forma espontânea. A banda é composta pelo violão de Enzo Banzo, o baixo de Xande Tannus e a bateria de Jack Will.

Um dos destaques do álbum é a canção “Ontem Nós”. Essa melodia abriga um contraste de forças entre o presente solitário de um indivíduo e o seu entorno. A possibilidade do poema passear pelas margens do encontro amoroso ou do exílio, levou a música a fazer parte do filme francês “Lucia Venice”, dirigido por Mayanna von Ledebur, que produziu “Janelas da Alma” [2001].

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – Poética – Daniela Borela e Cleusa Bernardes
02 – Asa Norte –Enzo Banzo e Cleusa Bernardes
03 – Bem No Quintal – Eder Jorge e George Thomaz
04 – Deleites – Eder Jorge e George Thomaz
05 – Bem, Obrigado – Rodrigo Santiago e Virgílio Azevedo
06 – Tanto de Meu Estado Me Acho Incerto – Enzo Banzo e Luís de Camões
07 – Folhas Pelo Cabelo – Marco Aurélio Querubim
08 – Um Só – Eder Jorge e George Thomaz
09 – Voltando Atrás – Daniela Borela
10 – Ontem Nós – Enzo Banzo
11 – Ícaro – Marco Aurélio Querubim
12 – Cá Pra Mim – Daniela Borela

Refinaria – Nineties ´n Bossa (2013)



Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Tropicália – Beck
02 – Learn to Fly – Foo Fighters
03 – No Rain – Blind Melon
04 – She – Green Day
05 – In Bloom – Nirvana
06 – Black Hole Sun – Soundgarden
07 – Never There – Cake
08 – Strange Currencies – REM
09 – Tonight, Tnight – Smashing Pumpkins

Marku Ribas – Marku 50 (Batuki Parda Pele Atavu)/CD e DVD (2013)

Marco Antônio Ribas, ou Marku Ribas, como é conhecido, é mineiro de Pirapora. Dito
isso, vale também lembrar que é músico de primeiríssima grandeza. Cantor, compositor,
instrumentista e ator. E o único brasileiro a gravar com o Rolling Stones! “Um dos
verdadeiros arquitetos da Música Brasileira”: é assim que a nova geração se refere ao
grande músico e compositor Marku Ribas.

Marku viveu quatro anos no Caribe, dois anos na Ilha de Martinica e dois anos na Ilha de
Santa Lúcia, onde se encontrou pela primeira vez com Bob Marley ainda conhecido como
Robert, cantor do conjunto The Wailers. Gravou seu primeiro disco em 1966 com o
conjunto Flamingo, na gravadora Musidisc no Rio de Janeiro.

Em 1977, gravou pela Philips o LP Barrankeiro, onde registrou de sua autoria "Ô
Mulher", "Cruzeiro do Sol" e "A lua e o rio", entre outras, além de "Colcha de retalhos",
clássico de Raul Torres, e "Kelé", parceria com João Donato e Djalma Correia e a
sanfona de Sivuca.

Em 1979, gravou pela Philips o LP "Cavalo das alegrias", com destaque para "Beira
D'Água", parceria com Erasmo Carlos. Na música "Maria Mariá", com Walter Queiroz,
"Galopando" com Luizão Maia.

Já em 1980, gravou o LP "Mente e coração" também pela Philips, com participação
especial de João Donato, Ed Maciel e Hélcio Vilella. Destacam-se no disco as
composições "Choro verde", de sua autoria, "Olha a brecha”.

Com Mick Jagger, participou do videoclipe da música “Just another night” (Rio de
Janeiro, 1984), e com os Rolling Stones, no disco “Dirty Work” (Paris, 1985, na faixa
“Back to Zero”), abriu o show de James Brown em Barbados (1974), do contrabaixista
Ron Carter na Ilha de Martinica (1971) e foi o único brasileiro a se apresentar durante as
comemorações da Independência da Namíbia (África), em 1990.
Tem história esse Marku...

Preço – R$70,00

Faixas CD 1:
01 – São Salvador – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes
02 – Musseke – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes
03 – Vem, Eu Vou Lhe Encontrar – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes
04 – Mucama – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes
05 – O Adeus, Segundo Maria – Marku Ribas, Wilson Sá Brito e Mané Gomes
06 – N’biri n’biri – Domínio Público do folclore angolano
07 – Kalunga (Reza Por Mim, Teresa) – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes
08 – Cateretê – Marku Ribas, Wilson Sá Brito, Mário Clington e Mané Gomes

Faixas CD 2:
01 – Arreia – Marku Ribas
02 – Canto dos Pássaros (Onomatocanto) – Marku Ribas
03 – Cirandando – Marku Ribas
04 – De Binóculo em Istambul – Marku Ribas e Sinésio Filho
05 – Karranca Groove – Marku Ribas
06 – Onomatojazz – Marku Ribas
07 – Moreninha – Marku Ribas
08 – Embolacumba – Domínio Público

DVD:
01 – Documentário ATAVU – Carlos França

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Luiz Rocha – Ar (2013)

Luiz Rocha é Cantor, compositor, ator e multi-instrumentista. Trabalha compondo trilhas sonoras pra teatro, cinema e dança além de trilhar uma carreira com suas canções autorais. Premio Usiminas/Sinparc 2010 de melhor trilha sonora para o espetáculo 180 Dias de Inverno e Premio Usiminas/Sinparc 2011 de melhor trilha sonora para o espetáculo Acontecimento em Vila Feliz. Interpretou por 8 anos o compositor carioca Noel Rosa no musical Chico Rosa além de premiado como ator. Faz parte do elenco do Grupo Galpão no espetáculo “Os Gigantes da Montanha” com direção de Gabriel Villela. Junto com a cantora Julia Branco é um dos idealizadores da banda Todos os Caetanos do Mundo.

Preço – R$7,00

Faixas
01 - Pássara poesia (Luiz Rocha e Luna Castell) com Julia Branco e Matéria Prima
02 - É tudo que eu tenho (Luiz Rocha)
03 - Oración (Luiz Rocha e César Lacerda) com César Lacerda
04 - Outras partes (Luiz Rocha)
05 - Do seu amor (Luiz Rocha)
06 - Pressa (Luiz Rocha)
07 - E era só dizer sim (Luiz Rocha)
08 - Ela (Luiz Rocha)
09 - Enquanto você dorme (Luiz Rocha)
10 - Até o fim (Luiz Rocha)
11 - Cigarro (Luiz Rocha)