terça-feira, 11 de abril de 2017

Luizinho Lopes – Falas Perdidas (2016)

Vibrante e poético, "Falas Perdidas" faz alusão às "balas perdidas" e aos efeitos irreversíveis causados após seu disparo. Destaque para a participação de Toninho Ferragutti (acordeon) e Quarteto Bessler (quarteto de cordas).

No quinto disco da carreira, o músico mineiro reflete acerca da criação poética, a crise cultural vivida no país, e ao lirismo, quando tangencia paixões e desilusões amorosas.

Em 2015, realizou turnê em Portugal (Lisboa, Porto e Amarante) e Espanha (Santiago de Compostela). Em abril de 2016, apresentou-se no 2º FIP LIMA (Festival Internacional de Poesia de Lima) no Peru.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Infinito Em Pé
02 – Falas Perdidas
03 – Céu de Lisboa
04 – O Sol Não Arreda do Sertão
05 – Na Palma da Minha Mãe
06 – Poesia Vaza
07 – A Cantora Sumiu
08 – Pontualmente Às 3
09 – Profetaria
10 – Meu Amor Quando Chegou
11 – Contando Estrelas
12 – Degelo
13 – Tudo Parte
14 – Lume

Todas as composições são de autoria de Luizinho Lopes

Para Márcio & Lô Borges – Túlio Mourão, Marcos Danilo, Pablo Barata e Gladson Braga (2016)

Este trabalho brinda a poesia e a música dos irmãos Borges, estrelas de todas as esquinas de Santa Tereza, de Minas e do Brasil, que brilham mais com o piano elegante e competente de Túlio Mourão.

Generosamente, ele apresenta à cena musical de Minas os talentos de Marcos Danilo (violão e voz), Gladson Braga (percussão) e Pablo Barata (contrabaixo), três jovens destacados na musicalidade incomum dos filhos de Montes Claros.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Tudo O Que Você Podia Ser
02 – O Caçador
03 – Não Se Apague Essa Noite
04 – Ruas da Cidade
05 – Faça Seu Jogo
06 – Trem de Doido
07 – Carnaval de Cor
08 – Ela
09 – Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor
10 – Um Girassol da Cor do Seu Cabelo

Todas as composições de Lô Borges e Márcio Borges

Helton Silva & Dudu Lima - Um Trem Pra Minas (2016)

O disco foi gravado em um só encontro, em que a motivação real para tal proposta está na projeção de um material que possa ser ouvido e sentido como numa experiência ao vivo.

Um discurso musical das curvas íngremes das montanhas mineiras, dentro de um enfoque jazzístico acentuado, inevitável e especialmente dedicado ao encontro entre músicos, está agora em interface com o público que poderá se apropriar do resultado do trabalho.

Participações: Marcio Bahia (percussão), Marcelo Martins (sax tenor), Fernando Rast (bateria), André Bolela (voz).

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Um Trem Pra Minas – Helton Silva
02 – Valsa Para Putson – Dudu Lima
03 – Anywhere – Helton Silva
04 – All Sky/Benito – Dudu Lima
05 – Entrelinhas – Helton Silva
06 – Belafonte – Dudu Lima
07 – Jeremi – Helton Silva
08 – Regina – Dudu Lima
09 – Carinhoso – Pixinguinha e João de Barro


Serginho Beagá – Meu Canto (2016)

Em 2016, Serginho Beagá presenteia o público com o álbum Meu Canto. Neste trabalho o sambista reúne sambas autorais; nove releituras e três sambas inéditos.

”Meu Canto” contempla sambas já conhecidos do grande público como; Me Leva (Serginho Beagá/Toninho Geraes) e Virou Mania (Serginho Beagá/Toninho Geraes) que foi gravado por Agepê. Não Sou Aprendiz(Serginho Beagá/Toninho Geraes/Acyr Marques) que foi gravado por Marquinhos Sathan, Reconquista (Serginho Beagá), Samba Guerreiro (Serginho Beagá/Toninho Geraes) que foi gravado por Jovelina Pérola Negra, Legítima Defesa (Serginho Beagá), Brilha Por Si (Serginho Beagá), Feito Anjo (Serginho Beagá) e O Dom que Deus deu (Serginho Beagá) que foi a primeira música do Serginho gravada nacionalmente por Neguinho da Beija Flor.

Além das releituras no “Meu Canto” Serginho Beagá gravou três sambas autorais inéditos: Bambuzal de Iansã (Serginho Beagá), Agridoce (Serginho Beagá) e Meu Canto(Marquinhos Ramos/Serginho Beagá).

A produção musical e os arranjos do Cd Meu Canto são assinados por Sergio Danilo e o coro de vozes Marquinhos Ramos, Cinara Ribeiro, Giselle Couto, Marina Gomes e Luiz Paulo Ramos. Em dois sambas, Agridoce e Reconquista, Serginho Beagá foi agraciado com a participação das cantoras Marina Gomes e Cinara Ribeiro, respectivamente. Já a saudação à Iansã foi feita por Giselle Couto no samba Bambuzal de Iansã. E, no samba Meu Canto Serginho teve a participação do irmão e parceiro da composição – Marquinhos Ramos.

Os músicos: Adrianinho da Cuíca (Efeitos de percussão e Cuíca) Fábio Martins (Congas), Samy Erick (Violão 6), Gustavo Monteiro (Violão 7), Luiz Paulo Ramos (Batera), Dudu Braga (Cavaco), Bruno Vellozo (Baixo), Leonardo Brasilino (Trambone), Christiano Caldas (Piano), Serginho Beagá (Afuché), Sergio Danilo (Sopro e percussão), Pedro Trigo Santana (Baixo Acústico) e Jayaram Márcio (Violoncelo).

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Me Leva – Serginho Beagá e Toninho Geraes
02 – Bambuzal de Iansã – Serginho Beagá
03 – Não Sou Aprendiz – Serginho Beagá e Toninho Geraes
04 – Samba Guerreiro – Serginho Beagá e Toninho Geraes
05 – Virou Mania – Serginho Beagá e Toninho Geraes
06 – O Dom Que Deus Deu – Serginho Beagá
07 – Reconquista – Serginho Beagá
08 – Agridoce – Serginho Beagá
09 – Brilha Por Si – Serginho Beagá
10 – Feito Anjo – Serginho Beagá
11 – Legítima Defesa – Serginho Beagá
12 – Meu Canto – Serginho Beagá

Zebeto Corrêa - Sotaque Brasileiro - 25 Anos de Festivais – (2015)

Com canções de Zebeto Corrêa e parceiros diversos, o álbum celebra a presença do artista em festivais brasileiros nos últimos 25 anos é um convite à sensibilidade para mergulhar no universo cultural brasileiro, com canções que venceram festivais de música de Norte a Sul do país.

O disco nasceu do desejo do artista de reunir em um só álbum, suas canções mais premiadas nos últimos 25 anos, tempo em que ele pode viajar pelo país e conhecer um pouco dessa nossa vasta cultura. Pode também constatar que a velha e boa MPB ainda tem muitos admiradores seja no Maranhão ou no Rio Grande do Sul.

Em SOTAQUE BRASILEIRO, temos a chance de contato com Zebeto Corrêa e sua incrível capacidade poética que traduz aspectos do cotidiano universal brasileiro, com notabilidade ímpar. Mergulhamos em melodias e letras que nos remetem a lugares, momentos e histórias, tonalizadas com sentimento de amor e delicadezas de alma, expressadas na suavidade de sua voz, cujo timbre vibra além da técnica, transbordando em emoção. Ouvir Zebeto Corrêa é sentir o Brasil pulsar, múltiplo, em seus sotaques.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Amores, A Canção – Zebeto Corrêa e Paulinho Andrade
02 – terra Santa – Zebeto Corrêa e Vânia Morais
03 – Sotaque Brasileiro – Zebeto Corrêa e Cláudia Chaves
04 – Dançando Com Os Leões – Zebeto Corrêa
05 – Junho de Todos Os Santos – Zebeto Corrêa
06 – Um Rio No Tempo – Zebeto Corrêa e Paulinho Andrade
07 – Marcha dos Esquecidos – Zebeto Corrêa
08 – Quase Feliz – Zebeto Corrêa e Paulinho Andrade
09 – Caminhos – Zebeto Corrêa e Manoel Gandra
10 – Morena de Granada – Zebeto Corrêa e Jorge Ferreira
11 – Soneto Em Meia Sola – Zebeto Corrêa e Caio Junqueira Maciel
12 – Banquete de Alegria – Zebeto Corrêa e Bartholomeu Mendonça
13 – Oriente Amazônico – Zebeto Corrêa e Caio Junqueira Maciel
14 – Outro Lado da Noite – Zebeto Corrêa    

Maria Bragança & Maria Teresa Madeira – Duas Marias (2016)

"Duas Marias" é o título do CD que Maria Bragança (saxofones) e Maria Teresa Madeira (piano) lançam em BH, no próximo fim de semana, em concertos promovidos na Fundação de Educação Artística.

Técnica e emoção a serviço da música, “Duas Marias” cria pontes entre a linguagem do erudito e do popular, interpretando compositores brasileiros, como Radamés Gnatalli, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, importantes compositores como Darius Milhauld e Astor Piazzolla e composições próprias.

Constroem, assim, vários planos sonoros, variações timbrísticas, uma rítmica surpreendente e um resultado camerístico de extrema originalidade.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Valsa da Dor – Heitor Villa Lobos
02 – Bach Te Vi – Jovino Santos Neto
03 – Oblivion – Astor Piazzolla
04 – Barro Oco – Maria Bragança e Caxi Rajão
05 – Mel – Maria Teresa Madeira e Márcio Dorneles
06 – Valsa Triste – Radamés Gnatalli
07 – Chorando de Alegria – Maria Teresa Madeira e Márcio Dorneles
08 – Rosa – Pixinguinha
09 – Suite Scaramouche – Darius Milhaud/Adaptação: Maria Bragança
10 – Odeon – Ernesto Nazareth


Leonardo Brant e Marcos Frederico - Mata Hari (2016)

Chamava-se Mata Hari a espiã holandesa que usava a música e a dança para seduzir os inimigos durante a 1ª Guerra Mundial. Essa mítica personagem inspirou o disco do cantor e letrista Leonardo Brant e do bandolinista Marcos Frederico.

A parceria deles, que completou um ano, é curiosa. No início da década de 1980, Leonardo Brant era vocalista da banda Tridente. “Sou do início do rock brasileiro. Contribuí modestamente”, conta. O grupo chegou a se apresentar ao lado da Sexo Explícito e da Pouso Alto – bandas que deram origem às aclamadas Pato Fu e Skank, respectivamente. Porém, o roqueiro abandonou a carreira para se dedicar ao direito. É professor da Universidade Federal de Minas Gerais e da PUC Minas. Marcos Frederico, por seu lado, abraçou a música profissionalmente. Bandolinista reconhecido, lançou três discos e foi premiado duas vezes no concurso BDMG Instrumental.

Há um ano, os dois se conheceram. “Foi um desses encontros maravilhosos que a vida reserva para a gente. Em janeiro de 2015, meu irmão me falou do concurso de marchinhas de carnaval Mestre Jonas. À noite, sonhei com uma música, ela veio inteiramente em sonho. Liguei para meu irmão, que me falou do Marcos. A partir daí, passei a compor e começamos a nos encontrar com frequência”, conta Brant.

A marchinha não ficou pronta dentro do prazo e não pôde ser inscrita no concurso. Quis o destino que ela virasse um choro, marcando o início da amizade. “Foi empatia mútua. O Leo era cantor nos anos 80 e estava afastado. Senti nele certa carência, a vontade de retomar, e o apoiei”, explica Marcos Frederico. A partir do primeiro encontro, Brant passou a gravar semanalmente. “Quando a gente viu, já tinha material, um disco. Fomos compondo sem muita pretensão, mas agora temos uma coletânea de canções nossas”, diz.

O disco, na verdade, é mais que simples coletânea. Há um quê de conceitual nas letras, que conversam entre si. “É uma história de amor, da perda de um amor. Por isso, há momentos de revolta, desejo e lembranças”, explica Leonardo Brant.

Preço - R$25,00

Faixas:
01 – Bem Bom – Leonardo Brant e Marcos Frederico
02 – Tous Les Matins – Leonardo Brant e Marcos Frederico
03 – Mata Hari – Leonardo Brant e Marcos Frederico
04 – Lamento Amargo – Leonardo Brant e Marcos Frederico
05 – Meu Corpo – Leonardo Brant e Marcos Frederico
06 – Nunca Bato A Porta – Leonardo Brant e Marcos Frederico
07 – A Letter To You – Leonardo Brant e Marcos Frederico
08 – Tempestade – Leonardo Brant e Marcos Frederico
09 – Manzana Del Amor – Leonardo Brant e Marcos Frederico
10 – Faça O Que Te Faz Feliz – Leonardo Brant e Marcos Frederico
11 – Choro dos Três Tios – Leonardo Brant

Fernando Kavera - Prelúdios, Sonatas e Serenatas Para Violão Solo (2016)

A obra é direcionada aos amantes da música instrumental, erudita e jazz, além de contar com músicos reconhecidos internacionalmente, como Juarez Moreira, Weber Lopes, Geraldo Vianna, Tabajara Belo e Gilvan de Oliveira.

“Prelúdios, Sonatas e Serenatas para Violão Solo”, foi concebido ao longo dos últimos 30 anos e apresenta harmonias sofisticadas, temas instigantes e variedade rítmica surpreendente, sempre com linguagem erudita. Questionado sobre a fonte de tanta inspiração, Kavera se mostra bem humorado. “Se soubesse iria lá o tempo todo! Mas tenho sempre um violão à mão, pois se ela surgir, eu já estarei pronto”, afirma.

A obra apresenta 16 faixas, peças instrumentais em forma de prelúdios, serenatas e sonatas, como em “Sonatina Villalobiana”, “Valsa do Lamento ao Luar”, “Serenata dos Insones ao Firmamento” e “Prelúdio Nº 2”.

Além de compositor, escritor e roteirista, é também multinstrumentista, arranjador e produtor de trilhas sonoras para filmes documentários. Ao todo, são 14 álbuns lançados no Brasil. Atualmente está roteirizando para cinema seu primeiro romance “Abaixo da Impiedosa Abóbada” para a Bananeira Filmes (Rio).

Fernando Kavera estudou no Conservatório de Música de Minas Gerais (UFMG), onde foi aluno do mestre de violão clássico José Lucena Vaz, a quem o CD é dedicado, e na Fundação de Educação Artística, de Marco Antônio Guimarães (Grupo Uakti). Em Londres, cursou Music dor Midia, na Stanton Music e Eletric Guitar na Denmark Street Music, além de trabalhar como busker, tocando composições próprias e de Villa Lobos nas estações de metrô. É formado em Engenharia Civil, com mestrado em Administração Financeira.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Lágrimas – Weber Lopes
02 – Por Quê? – Weber Lopes
03 – Mais Do Que Posso Dizer – Weber Lopes
04 – Meu Grande Amor – Juarez Moreira
05 – Seu Toque – Juarez Moreira
06 – Coppola – Juarez Moreira
07 – Mônica – Tabajara Bello
08 – Prelúdio No. 1 – Tabajara Belo
09 – Prelúdio No. 2 – Tabajara Belo
10 – Sonatina Villalobiana – Geraldo Viana
11 – Valsa do Lamento Ao Luar – Geraldo Viana
12 – Ancião Perdido – Geraldo Viana
13 – Serenata dos Insones Ao Firmamento – Gilvan de Oliveira
14 – Mesmo Quando Vou – Gilvan de Oliveira
15 – Minha Pura Endorfina – Gilvan de Oliveira
16 – Fadar – Weber Lopes