terça-feira, 26 de outubro de 2021

Aggeu Marques – 20 Anos / 2001-2021


 Comemorando 20 anos de carreira, o cantor e compositor Aggeu Marques lança um boxset comemorativo para a data. Em "20 Anos - 2001/2021", o artista compila seus 3 discos de estúdio, "Quer Saber" (2001), "AGGEU" (2004) e "Ultra-Som" (2006), além do inédito "Quatro" (2021) - que traz versões inéditas de canções de Aggeu Marques, que divide músicas e vocais com artistas como Flávio Venturini, Luiz Carlos Sá, Maurício Gasperini, sua filha Paula Marques, entre outros grandes nomes.


Box com 4 CDs – Preço / R$49,00

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Rafael Martini Sexteto – Suíte Onírica – 2020

Gravado entre Brasil e Venezuela pelo Rafael Martini Sexteto e a Orquestra Sinfônica da Venezuela e Coral, o disco traz uma música híbrida, que transita entre canção, música sinfônica, jazz e música instrumental brasileira.

Apresentando uma obra jazz-sinfônica composta e orquestrada por Martini, com textos do poeta Makely Ka inspirados no universo dos sonhos, o disco tem uma força raramente encontrada no panorama da música popular contemporânea.

Gravado entre Brasil e Venezuela pelo Rafael Martini Sexteto e a Orquestra Sinfônica da Venezuela e Coral, o disco traz uma música híbrida, que transita entre canção, música sinfônica, jazz e música instrumental brasileira.

Apresentando uma obra jazz-sinfônica composta e orquestrada por Martini, com textos do poeta Makely Ka inspirados no universo dos sonhos, o disco tem uma força raramente encontrada no panorama da música popular contemporânea.

Preço – R$49,00

Faixas:

01 – Pêndulo

02 – Éter (Sonhando com Pixinguinha)

03 – Dual

04 – Rapid Eye Movement (Sonhando com Stravinsky)         

05 – Loops

 

 


 

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Túlio Mourão – Barraco Barroco (2020)

 

Para comemorar suas cinco décadas de trajetória artística, o pianista e compositor Túlio Mourão lança o disco Barraco Barroco. “Ele tem a mecânica de voltar para a minha carreira, tentando não ser nostálgico, mas com misericórdia e paciência com os erros. É uma reflexão natural que todo mundo faz. Com 50 anos de carreira, tive muitas expectativas, erros, ilusões e outras milhares de coisas”, explica o mineiro.

Barraco Barroco conta com os convidados especiais Juarez Moreira, Chico Amaral e Toninho Horta. “Sou amigo de adolescência do Toninho, mas ainda não havia tido a oportunidade de tê-lo tocando comigo em um disco meu. Agora realizamos essa urgência musical”, comemora.

Preço – R$30,00

Faixas:

01 – A Saga Ibérica

02 – A Dois Passos do Nunca

03 – Baile Acabado

04 – A Última Montanha

05 – Tocata Poente das Araras

06 – Céu de Cacos de Vidro

07 – Serenata Sevilhana

08 – Jardim do Afeto

09 – Sonata Caipira

Composições de Túlio Mourão



segunda-feira, 5 de abril de 2021

Lô Borges – Muito Além do Fim – 2021

 

Lô Borges lança o novo álbum “Muito Além do Fim”, que marca a volta da parceria com o irmão Márcio Borges, com 10 canções inéditas, o disco ainda conta com a participação de Paulinho Moska na faixa-título.

Nas gravações, Lô Borges (violão) foi acompanhado por Henrique Matheus (guitarra) e Thiago Corrêa (contrabaixo, teclado e percussão), que também fazem a produção, além de Robinson Matos (bateria).

“A primeira sensação que experimentamos ao entrar em contato com esse álbum é de que tudo melhora quando a escuridão vai embora. A vida, o mundo, o tempo, os afetos, a viagem, os delírios. E o perfume que fica é essa dimensão grandiosa do muito e do além, que transmuta o fim em eterno, em infinito”, comenta Paulinho Moska sobre “Muito Além do Fim”.

Preço – 30,00

Faixas:

01 - Muito Além do Fim (Feat Paulinho Moska)

02 - Muito Querida

03 - Copo Cheio

04 - Vida Ribeirão

05 - Rainha

06 - Canções de Primavera

07 - Caos

08 - Melhor Assim

09 - Terra de Gado

10 - Piano Cigano

Letras de Márcio Borges

Lô Borges – Rio da Lua - 2019

 

“O processo de composição do Rio da Lua foi uma novidade em dois aspectos. Inicialmente, foi a primeira vez em que compus com Nelson Angelo e também foi a primeira vez que musiquei letras. Em geral trabalho previamente a composição, para depois o parceiro trabalhar na letra. Desta vez, foi o inverso. Outro aspecto inovador é que tudo foi feito através de troca dinâmica de mensagens digitais com o Nelson”, conta Lô.

Preço – 30,00

Faixas:

01 - Rio da Lua

02 - Em Outras Canções

03 - Além do Tempo

04 - Flecha Certeira

05 - Foto 3x4

06 - Inusitada

07 - Partimos

08 - Antes do Tempo

09 - No Caminho

10 - Profeta


Lô Borges – Dínamo – 2020

 

Esse é o sexto álbum de inéditas que Lô lança desde 2003. O disco foi composto em parceria com Makely Ka. Poeta, cantor e compositor, o piauiense já lançou álbuns como o temático “Cavalo Motor”, inspirado na obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa.

A parceria entre Makely e Lô começou, curiosamente, no primeiro dia da turnê do disco anterior do mineiro, “Rio da Lua” (Deck/2019): “sempre nos admiramos mutuamente mas sem nos conhecermos. Um dia, então, Makely Ka entrou em contato comigo após ouvir uma entrevista minha no rádio e convidei-o para o show de lançamento do álbum. No próprio teatro, durante a apresentação, ele escreveu a primeira letra de ‘Dínamo’”, comentou Lô sobre o começo da parceria.

Preço – 30,00

Faixas:

01 – O Mundo Gira Sobre Si

02 – Dínamo – Part. Especial Samuel Rosa

03 – Apontando o Norte

04 – Quantos Janeiros

05 – Lava do Vesúvio

06 – Desvario

07 – Altajuda

08 – Refúgio

09 – Outra Canção

10 – O Caos da Cidade


Lô Borges – Tênis + Clube – Ao Vivo no Circo Voador - 2018

 Preço – 50,00

Com apenas 20 anos de idade, Lô Borges apresentou dois álbuns que seriam clássicos da música brasileira. A estreia do Clube da Esquina e o seu primeiro disco solo, homônimo, mas que ficou conhecido como “disco do tênis”, ambos lançados em 1972. Mais de 40 anos depois, o cantor e compositor mineiro revisitou essas obras e saiu em turnê com o seu repertório. Devido ao grande sucesso de público e crítica, ele decidiu registrar esse momento especial em um DVD.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Beto Lopes – Miragem (2020) Original de 2003

 

Produção, direção musical e arranjos – Beto Lopes

Participações especiais – Chico Amaral, Samuel Rosa, Tavinho Moura e Toninho Horta


Preço – R$33,00


Faixas:

01 - Nem Nada - Beto Lopes e Murilo Antunes 

02 - Conversa Fora - Beto Lopes e Márcio Borges

03 - Amor Temporal - Beto Lopes e Murilo Antunes 

04 - Bicho Homem - Milton Nascimento e Fernando Brant

05 - Aqui, Ó! - Toninho Horta e Fernando Brant

06 - Mesmo Assim - Beto Lopes e Murilo Antunes 

07 - Viagem à Bauru - Beto Lopes e fernando Brant

08 - Miragem - Beto Lopes e Murilo Antunes 

09 - O Que Será de Nós - Tavinho Moura e Fernando Brant

10 - Serra do Ão - Beto Lopes e Tavinho Moura

11 - Chacone - Bach

       Cruzada - Tavinho Moura e márcio Borges

        Baião - Beto Lopes



Beto Lopes – Rua Hum (2020) Original de 1989

Todas as composições são de autoria de Beto Lopes
Direção e arranjos – Beto Lopes
Participações especiais – Uakti, Laércio Villar, Lô Borges, Toninhom Horta e Wilson Lopes.

Preço – R$33,00

Faixas:
01 – Baleias
02 – Esdra
03 – Floriano
04 – Tempos Atrás
05 – Fim de Tarde
06 – Rua Um
07 – Depois do Sono
08 – Inspetor sem Nome
09 – Escada
10 – J.M.
11 – Existe Calma

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Alexandre Lopes - Adirondack (2020)


"Adirondack" é o nome do CD instrumental do guitarrista, compositor e arranjador Alexandre Lopes.
Este disco é composto por 9 faixas, sendo 8 autorais e uma releitura de Diamond Dust que foi gravada,
pelo Guitarrista Jeff Beck no disco antológico “Blow by Blow” só que numa versão acústica.

Este CD tem a guitarra como protagonista dos temas, bem destacada, com melodias e solos que alternam
nos estilos; Fusion, Jazz Rock e Música Brasileira.

Este CD conta com várias participações de grandes músicos da cena musical mineira como: Ricardo Fiúza (teclados), Chico Amaral (sax), Wagner Souza (Trompete), Adriano Campagnani, Caio Valente, Enéias Xavier, Ivan Corrêa (Baixo), Arthur Rezende, Léo Pires (Bateria) e Gláucia Quites (Vocais).

ALEXANDRE LOPES - Guitarrista, compositor, arranjador e produtor.
Estudou música na Escola do Palácio das Artes (BH/MG), participou de workshops e seminários com Joe Diorio, Larry Carlton, Dori Caymmi, Nelson Faria e Toninho Horta.

Aprimorou seus estudos de guitarra na escola Aula de Música Moderna e Jazz - “AMMJ” em Barcelona. Há mais de 25 anos como guitarrista, atuando com grandes nomes da música brasileira em shows e em gravações de discos como: Beto Guedes, Flávio Venturini, Marcus Viana & Sagrado, Lô Borges, Tadeu Franco dentre outros e também com suas Bandas autorais como Agência Tass e Noivo da Lu.


Preço - 28,00

Faixas:
01. Phoneutria
02. Alma Leve
03. Adirondack
04. Modus Vivendi
05. Origami
06. Aura de Klimt
07. Califórnia 534
08. Sem Mais o Que Dizer
09. Diamond Dust

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Cláudio Faria - Paisagem Lunar (2018)

O músico Cláudio Faria, que faleceu em dezembro de 2017, aos 48 anos, vítima de toxoplasmose cerebral, gravou em meados de 2016 o disco “Paisagem Lunar”, com dez canções autorais, sob a produção de Barral Lima, pelo selo UNMUSIC. Infelizmente, não teve tempo para ver o seu terceiro trabalho autoral finalizado.

Cláudio Faria integrou por mais de 20 anos a banda de Beto Guedes – onde exercia também o papel de diretor musical – em shows pelo Brasil e exterior. Claudinho, como era conhecido pelos amigos, trabalhou também ao lado de artistas como Cláudia Cimbleris, Lô Borges, Paulinho Pedra Azul, Paulo Santos (UAKTI), Sá & Guarabyra, Toninho Horta, 14 Bis, entre outros – seja gravando em discos ou participando de shows.

Integrante da extinta banda Noivo da Lu, com a qual gravou dois discos, teve suas composições já gravadas por artistas consagrados.A canção “Sob o sol do Rio”, de sua autoria, foi gravada por Flávio Venturini no disco “Porque não tínhamos bicicleta” e ‘Vem ver o Sol’, também composta por Cláudio, integra o disco “Em Algum Lugar”, de Beto Guedes.

Preço – R$20,00  
Com frete grátis para todo o Brasil

Faixas:
01 - O Vôo da Ave
02 - Me Diga
03 - Acreditar
04 - Quarto Vazio
05 - Novo Mistério
06 - Amado
07 - Pra Tristeza Dormir Em Paz
08 - Na Rede da Casa Dela
09 - Sobre Nós Dois
10 - Ciranda

Canções de Cláudio Farias

Cadelas Magnéticas (2019)

Trupe se define como “pós-punk macumba noize” e traz influências que vão de Jim Morrison e Patti Smith a Renato Russo

“Botamos os pés no punk, nas raízes brasileiras e na cultura pop”, afirma Gilcevi. Agora, o Cadelas Magnéticas coloca na praça o seu primeiro álbum, dois anos depois do EP “Encruzilhada”, que também deu vazão ao videoclipe “I’m Not Gonna Crack”, com a participação do ativista Ed Marte.

O álbum enfileira dez faixas autorais que trazem as assinaturas dos integrantes César Gilcevi (vocais), Mauro Novaes (bateria), Vinícius França (baixo), Fábio Corrêa (guitarra e sintetizador), Kim Gomes (guitarras) e Francesco Napoli (guitarras). “Nossas músicas surgiram do improviso, não planejamos nada”, diz Gilcevi.

Com letras críticas e ácidas, as canções trazem referências políticas, mas não se restringem a elas. “Não queremos ser reféns do momento, a ideia é criar músicas que sejam atemporais, e não panfletárias”, avalia Gilcevi, que aponta Jim Morrison, Patti Smith e Renato Russo como influências.
Por RAPHAEL VIDIGAL

Preço – R$25,00

Faixas:
01 - Makumbhia
02 - Pin Up (About A Girl)
03 - Canto Para Oxossi e Oxum
04 - Eu Comi O Morrissey
05 - I'm Not Gonna Crack
06 - Suely
07 - Meus Amigos
08 - Tá Rolando
09 - Sangue Ruim
10 - Cidade Industrial

Todas as faixas de Cadelas Magnéticas

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Guanduo - Música Disfarçada de Gente (2019)


Gravado no Brasil e na Alemanha, "Música Disfarçada de Gente" (2019) traz novas matizes instrumentais à composição do Guanduo, com a participação de 16 instrumentistas do Brasil, Alemanha, Argentina, Venezuela e República Tcheca, dentre eles: Marcio Bahia, Martín Sued, Lucas Telles, Pedro Franco, Rafael Martini, Ian Guest, Alexandre Andrés e Arcomusical Brasil.

Sedimentado nas raízes da música popular brasileira, o repertório dialoga com o Frevo, o Samba, o Choro e a Capoeira, esta última na inédita Suíte Imaginária para 3 Berimbaus afinados e 2 violões.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Francamente - Eduardo Pinheiro
02 - Fluência - Ian Guest e Eduardo Pinheiro
03 - Samba Noturno - Juliano Camara
04 - Sabiá Cantor - Pedro Franco
05 - Lamento Sertanejo - Gilberto Gil e Dominguinhos
06-09 - Suite Imaginária Para Três Berimbaus Afinados e Dois Violões - Eduardo Pinheiro
06-I - Tema e Variação: Vem Jogar Mais Eu
07-II - Itauro de Luanda
08-III - Zulu
09-IV - Pega Esse Nego, Derruba No Chão
10 - Vibrações - Jacob do Bandolim
11 - Carrossel - Pedro Franco
12 - Sono - Rafael Martini
13 - Tarde de Carnaval - Juliano Camara

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Congadar - Retirante (2019)

Retirante é o primeiro álbum da banda setelagoana que mistura congado, rock e blues. Conta com as participações especiais de Lívia Itaborahy e do Coral Negras Vozes do Rosário, de Sete Lagoas/MG.

O repertório do disco traz releituras de marchas de congado atribuídas ao Quilombo de Palmares e à Guarda de Moçambique, além de composições próprias e versões de compositores mineiros como Maurício Tizumba, Flávio Henrique e Chico Amaral.

O grupo é recente, mas já coleciona apreciadores de peso como o produtor carioca Kassin que rendeu publicamente elogios à banda após as apresentações nos Festivais da Canção de Ouro Preto e Itabirito (MG) nos quais foi jurado.

Preço – R$ 28,00

Faixas:
01 - Marimbondo Amarelo - Domínio Público
02 - 13 de Maio - Domínio Público
03 - Branca Violência (Benção Nos Terreiros) - Marcão Avellar, Giuliano Fernandes, Saúva e Igor Félix
04 - Casa Aberta - Flávio Henrique e Chico Amaral
05 - Retirante - Marcão Avellar
06 - Batuque - Domínio Público
07 - Precata - Domínio Público
08 - Chico Rey - Bruno Melo
09 - Sá Rainha - Mauricio Tizumba
10 - Senda do Tesouro - Gui Ventura e LIvia Itaborahy

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Nath Rodrigues – Fractal (2019)

Nath Rodrigues ainda está na fase em que as palavras escapam quando fala sobre Fractal. Natural. Esse que é o primeiro disco da carreira acabou de sair. Chegou às plataformas de streaming no dia 9 de julho e, assim, ela que canta desde criança, experimenta aos 28 anos algo novo. Falar sobre o próprio disco é algo bem diferente de criar.

“O disco sintetiza o caminho todo. Ele vem sendo construído mesmo antes de eu me assumir como cantora e compositora”, conta. Já faz tempo que Nath navega pelas ondas da arte. Por isso ela usa o verbo “assumir” para falar de sua vertente cantora. E que cantora, viu!!! Explore o disco e rapidamente vai ser dar conta da potência dela. Uma voz límpida, afinada, que harmoniza perfeitamente com um repertório que associa ancestralidade com contemporaneidade, em letras e arranjos.

A música foi a expressão que sempre fez parte do núcleo familiar mais próximo de Nath. Mas foi a tia Alcione Ferreira quem fez o primeiro convite para que participasse do coral infantil em Sabará, onde vivem os pais. Aí nunca mais parou.

“A primeira coisa que fiz na vida foi cantar e não tocar um instrumento”, diz em um tom surpreso. Isso porque Nath Rodrigues a ainda não havia parado para pensar nas fronteiras das linguagens artísticas na vida dela. Bem, se é que essas fronteiras existem.

Para a mídia, o nome dela começou a aparecer como instrumentista. Um detalhe curioso: no teatro. Nath Rodrigues começou a carreira trabalhando com grandes nomes da arte negra com atuação em Minas Gerais, como João das Neves (1935-2018) e Maurício Tizumba, por exemplo. Fez parte do elenco de peças como Clara Negra, Zumbi, Dom Quixote e Madame Satã, essa dirigida por João com o Grupo dos Dez.

Sendo assim, o teatro acabou por proporcionar à Nath uma vivência mais ampla dos processos criativos. “Na prática isso foi abrindo meu pensamento para a música”, conta. Inicialmente canções que nasciam mais conectadas com a cena. “O teatro mudou a minha forma de escrever”.

A escolha de Fractal para dar nome ao primeiro disco tem a ver com o que a palavra significa. “São os vários pedacinhos que tem semelhança com uma matriz principal”, explica. Sendo assim, a Nath Rodrigues que hoje aparece no disco, vem do teatro, da militância cultural, da arte educação.

A carreira nos palcos já mantém desde 2010, quando se mudou de Sabará para Belo Horizonte para cursar Educação Musical na UEMG. Atualmente, além da carreira solo, a artista participa, por exemplo, do coletivo Negras Autoras, formado por Manu Ranilha, Júlia Tizumba, Elisa de Sena e Vi Coelho. Também é uma das responsáveis pela coluna Lugar de Mulher, que era veiculada na Rádio Inconfidência e agora se prepara para se tornar uma websérie.

A experiência junto a estes coletivos fez com que Nath Rodrigues amadurecesse o pensamento sobre o que é ser uma mulher, negra em 2019. “Eu queria subverter um pouco esse lugar do que se espera da mulher negra hoje. Quero falar de outras coisas que ampliassem essa visão”, diz.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Janaína - Nath Rodrigues
02 - Liquinha - Nath Rodrigues
03 - Tempo Breve - Nath Rodrigues
04 - Embolado, Engolido - Nath Rodrigues e Makena
05 - Cosme - Nath Rordigues e Laís Lacôrte
06 - Déjame - Nath Rodrigues e Renan Thai
07 - Minúcias - Nath Rodrigues
08 - Deságuo - Nath Rodrigues
09 - Menina dos Olhos - Nath Rodrigues
09 - Obirin - Guilherme Ventura e Nath Rodrigues
10 - Padê - Nath Rodrigues 

Karina Libânio - Nua Face (2019)

Nua Face
O álbum “Nua Face” foi concebido ao longo dos últimos cinco anos. As canções fazem uma síntese das principais influências musicais da artista e falam de sonhos, de entrega, de viver o momento presente, e também sobre perdas e cura. A natureza e seus elementos, o amor, a leveza, as cores e os seres vivos também servem como inspiração para a cantora neste novo trabalho.

“Nua Face” traz nove canções: Vida Segue, Nua Face, Mirabolante e Zé Preto (compostas por Karina Libânio e Léo Brasil); Navega em você e Já não tô cabendo mais (Karina Libânio, Léo Brasil e Marcílio Rosa); Inteira (Karina Libânio e Alysson Salvador); Mar Aberto e Altar (compostas por Karina Libânio).

Karina Libânio
Natural de Belo Horizonte, a cantora Karina Libânio começou na música como intérprete e estudou violão, percussão, teatro e yoga. Durante sua trajetória artística, participou de eventos musicais importantes ao lado de nomes expressivos da cena de BH, dentre os quais Aline Calixto, Maíra Baldaia, Pedro Morais, Dona Jandira, Thiago Delegado, Juliano Mourão, dentre outros.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Já Não Tô Cabendo Mais - Karina Libânio, Léo Brasil e Marcilio Rosa
02 - Zé Preto - Karina Libânio e Léo Brasil
03 - Inteira - Karina Libânio e Alysson Salvador
04 - Navega Em Você - Karina Libânio, Léo Brasil e Marcilio Rosa
05 - Altar - Karina Libânio
06 - Mar Aberto - Karina Libânio
07 - Vida Segue - Karina Libânio e Léo Brasil
08 - Nua Face - Karina Libânio e Léo Brasil
09 - Mirabolante - Karina Libânio e Léo Brasil

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Luiza Brina - Tenho Saudades Mas Já Passou (2019)



Existe uma leveza rara no som produzido por Luiza Brina. Coisa que só artista mineiro sabe como fazer. Melodias que parecem dançar pelo tempo, flutuando em meio a diferentes fases da nossa música, como um permanente resgate de sensações, vivências e memórias empoeiradas. Um misto de nostalgia e evidente desejo de transformação, estrutura que orienta de forma simples cada fragmento de voz, nota ou minucioso entalhe criativo que embala o terceiro e mais recente álbum de estúdio da cantora e compositora belo-horizontina, Tenho Saudade Mas Já Passou (2019, Matraca / YB).

Sequência ao também delicado Tão Tá (2017), obra que contou com produção de Chico Neves (Los Hermanos, Skank) e a interferência de um time seleto de instrumentistas mineiros, o novo álbum segue uma medida própria de tempo, sem pressa, envolvendo o ouvinte aos poucos. “Como será que a música começa?“, questiona logo nos primeiros minutos do trabalho, como se apontasse a direção curiosa que orienta a experiência do público até o último instante do álbum. São vozes cristalinas que se espalham em meio a melodias de pianos, como um permanente exercício de saudação e acolhimento sensorial.

Síntese desse profundo refinamento melódico e sentimental ecoa com naturalidade no encontro com Fernanda Takai, em Acorda Para Ver o Sol. “Eu te ver passar e você parar / Enfim / A mais linda flor estendeu a mão / Pra mim / Eu gostei do amor me encantou o amor / Assim / A manhã de sol quis morar no meu / Jardim“, segue a letra da canção enquanto vozes complementares, metais e fragmentos acústicos se revelam ao fundo da canção, reforçando a atmosfera acolhedora que segue até a derradeira Oração 11. Um lento desvendar de ideias e experiências, como um salto em relação ao último trabalho da cantora.

O mesmo comprometimento acaba se refletindo em De Cara, encontro entre Brina e o diretor artístico do disco, o também mineiro César Lacerda. São pianos atmosféricos e arranjos de corda que se espalham de forma detalhista, ocupando todas as brechas deixadas pela letra da canção. “Me odeio neste exato instante / Em que sou pêga te amando / E tento esconder minhas mãos mas já é tarde demais / Nem sei se sou tão capaz“, confessa em um evidente exercício de confissão romântica, delicadeza que vem sendo aprimorada pela artista desde os trabalhos como integrante do Graveola e o Lixo Polifônico.

Surgem ainda preciosidades como a acústica Queremos Saber, música originalmente lançada por Gilberto Gil em 1976, mas que lembra Caetano Veloso em Muito (Dentro da Estrela Azulada) (1978), obra que ecoa durante toda a execução do trabalho. Em Quero Cantar, colaboração com as irmãs Lay e Lio Soares, da Tuyo, um colorido jogo de vozes e versos que reflete a capacidade da cantora mineira em dialogar com a música pop. Nada que se compare ao regionalismo de Esmeralda, canção de essência ensolarada que naturalmente convida o ouvinte a dançar.

Marcado pelo encontro com nomes como Marcelo Jeneci, Ronaldo Bastos, Felipe Pacheco (Baleia) e Julia Branco, essa última, parceria da cantora desde a produção do também delicado Soltar os Cavalos (2018), Tenho Saudade Mas Já Passou mostra o profundo comprometimento estético e entrega de Luiza Brina, presente em cada fragmento da obra. São décadas de referências, ritmos e fórmulas instrumentais que se completam pela poesia sensível da artista mineira, como uma extensão natural de tudo aquilo que a multi-instrumentista vem produzindo desde o primeiro trabalho em carreira solo, A Toada Vem É Pelo Vento (2012).
Por Cleber Facchi

Preço – R$35,00

Faixas:
01 - Como Será Que A Música Começa - Luiza  Brina e Ceumar
02 - Quero Cantar - Luiza Brina e Julia Branco
03 - Queremos Saber - Gilberto Gil
04 - Acorda Para Ver O Sol - Luiza Brina e Ronaldo Bastos
05 - Esmeralda - Luiza Brina e Gustavito Amaral
06 - De Cara - Luiza Brina e César Lacerda
07 - Seu Dom - Luiza Brina
08 - Estrela Cega  da Turquia - Luiza Brina e Thiago Amud
09 - Oração 11 - Luiza Brina e Brisa Marques 

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Laura Catarina - Amor em Si (2019)

Foram 5 anos trabalhando no projeto, que resultou em 8 canções autorais e uma releitura de Beto Guedes e Ronaldo Bastos na canção “Amor de índio”.

Laura Catarina é mineira e tem a musica correndo nas veias, é filha do saudoso cantor e compositor Vander Lee, que conduziu seus primeiros passos para carreira musical.  Laura é violinista autodidata e estudou canto popular e  lírico. Participou de trabalhos de diversos cantores entre eles Maurício Tizumba, Luiz Gabriel Lopes, rapper Hot Apocalypse,  Kdu dos Anjos, banda Iconili e claro com seu pai Vander Lee. Em suas canções ela instiga o ouvinte  a fazer uma  reflexão sobre o amor singular, destacando as descoberta e crenças de cada ser humano.

“O processo de composição é interessante, passo a me conhecer melhor. Na elaboração e integração do conceito do CD, pude perceber que o amor é algo que construímos de dentro pra fora, mas também de fora pra dentro por meio das nossas relações com os outros e com a vida, que são espelhos da maneira como lidamos com nós mesmos. O que me propus em “Amor em si”, foi escutar a inspiração e os sentimentos que tinha e tentar traduzí-los em música, que é a minha melhor forma de expressão”, diz Laura.


Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Amor Em Si - Laura Catarina
02 - Encontro Nosso - Laura Catarina
03 - Conversa Entre Recém-Amigos - Dé de Freitas e Laura Catarina
04 - Desenho - Laura Catarina
05 - Adeus - Laura Catarina
06 - Internamente - Laura Catarina
07 - Deságua - Laura Catarina
08 - Amor de Índio - Beto Guedes e Ronaldo Bastos
09 - Jornada - Guilherme Borges
10 - Amanhecer - Laura Catarina
11 - Leve - Laura Catarina
12 - Ode À Prima - João Vitor Rocha e Laura Catarina

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Benjamin Taubkin e Ivan Vilela - Encontro (2019)


Dois artistas que se unem para criar um novo espetáculo, profundo, que transita por diferentes paisagens sonoras brasileiras, abordando tanto a música urbana, como as referências dos interiores do país.

O encontro propõe a união desses dois artistas com influências distintas para construírem um repertório inédito. Multifacetados, Taubkin e Vilela caminham juntos na relação similar que possuem com seus instrumentos. O espetáculo apresenta composições de Vilela e Taubkin, além de canções da obra de Milton Nascimento, dos anos 60 e 70.

Preço – R$35,00

Faixas:
01 – Sertão – Ivan Vilela
02 – A Lua Girou – Milton Nascimento
03 – Encontro – Benjamin Taubkin
04 – Cravo e Canela – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos
05 – Mantendo A Fé – Benjamin Taubkin
06 – A Força do Boi – Ivan Vilela
07 – Caipira – Benjamin Taubkin
08 – Castelo dos Homens – Ivan Vilela
09 – Milagre dos Peixes – Milton Nascimento e Fernando Brant   


Telo Borges (2019)


Quinto CD do cantor e compositor mineiro Telo Borges vencedor do Grammy latino, parceiro de Mílton Nascimento, irmão de Lô Borges, autor de clássicos do Clube da esquina como "Vento de Maio", “Voa bicho"e "Tristesse".

O CD conta com participações especiais de Samuel Rosa, Guilherme Arantes, integrantes do Roupa Nova, Beto Guedes, Lô Borges, Toninho Horta, Cláudio Venturini dentre outros.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 – Luz e Razão – Eduardo Maciel e André Aguiar
02 – Dentro do Amor – Telo Borges
03 – Trilha Segura – Telo Borges e Bê Roque
04 – Tatibitate – Antenor Pimenta
05 – Mundão Doidão – Telo Borges e Flávio Renegado
06 – Tanta Graça – Telo Borges e Vander Lee
07 – Passagem – Eduardo Maciel
08 – A Dona da Canção – Telo Borges
09 – Passando da Conta – Telo Borges
10 – Amor A Nossa Força – Telo Borges e Lô Borges
11 – Amor e Mais Nada – Telo Borges e Murilo Antunes
12 – Dia Maneiro – Telo Borges
13 – De Bem de Mal – Eduardo Maciel, Beto Lopes e Márcio Borges
14 – Surreal – Telo Borges e Antenor Pimenta
15 – Veredas – Telo Borges e Fernando Brant