quarta-feira, 16 de março de 2011

Tambolelê - Tambolelê (2001) e Kianda (2004)

Faixas
01 - Caminhando Só - Sérgio Pererê
02 - Fogo de Boi - Sérgio Pererê
03 - Onde Qué - Sérgio Pererê
04 - Panela Velha – D.P. Adaptação Geovanne Sassá
05 - Aiero - Tambolelê
06 - Bicho Tamanduá – D.P. Adaptação Geovanne Sassá
07 - Costura da Vida - Sérgio Pererê
08 - Sino de Ouro - Sérgio Pererê
09 - Curi-Curi Tum-Tum - Sérgio Pererê
10 - Batuca – D.P. Adaptação Sérgio Pererê
11 - Pato – D.P. Adaptação Tambolelê
12 - Carijós com Paraná – Tambolelê

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Costura da vida – Sérgio Pererê
02 - Desatando o nó - Sérgio Pererê
03 - Avoeira - Sérgio Pererê
04 - Vinheta Kivôa - Sérgio Pererê
05 – Kivôa - Sérgio Pererê
06 – Madeira - Sérgio Pererê
07 – Tambor de Reinado - Sérgio Pererê
08 – Estrela Natal - Sérgio Pererê
09 – Corre o Rio - Sérgio Pererê
10 – Ponto de Oxum - Sérgio Pererê
11 – Chuva do Mistério - Sérgio Pererê
12 – Kianda - Sérgio Pererê
13 – O Padre – Autor Desconhecido

Preço – R$20,00

A inspiração vem da cultura afro-mineira; a sonoridade, da poesia sagrada e contemporânea dos tambores. Assim, o Grupo Tambolelê, formado por Santonne Lobato, Geovane Sassá e Sérgio Pererê, percorre o Brasil e vem conquistando espaço em outros países, com apresentações que remetem à herança negra das nossas raízes culturais. Com ritmos fortes e vibrantes, que vão do Moçambique ao Congo, passando pelo Boi de Reis, Zé Pereira, Cacuriá, Batuque, Lundu, Serra Abaixo e Congo Quebrado, a arte da música mineira é levada aos quatro cantos do mundo.

Tendo como foco central a emoção, o Tambolelê sempre leva ao palco, além de muito entusiasmo, a magia dos elementos das congadas e uma mistura de ritmos ancestrais com pitadas de sons contemporâneos, como blues, rock'n roll, funk e black music.

Nos shows, os tambores e as vozes do trio recebem a companhia do baixo de Luizinho Horta . O que se ouve é um som novo, que passeia com competência entre claras inspirações de raízes, do pop e, ao mesmo tempo, da música erudita. Paixão, cores e cheiros fazem parte de um show em que o público pode curtir uma boa música, dançar ao som dos batuques, apreciar um espetáculo cênico-musical e se conectar com o universo da cultura afro-mineira.

Nas apresentações, o trio conta com diversos tipos de instrumentos, como caixa de folia e de bateria; pandeiro; bumbo; tacos; atabaque, pandeirão e os inusitados djembés; bombona; tama; balafon; patangome; xequerê; caxixi; kalimba e cowbels. E para o Tambolelê vale tudo, até improvisar com panelas e bandeja de inox; xícaras de café; pilão de madeira; pratos e garfos; cilindros de ferro; moringa; jornal picado; latas e até unhas de capivara.

O resultado do esforço pela divulgação da arte musical de Minas Gerais não poderia ser outro: dois CDs de sucesso. O primeiro que levou o nome do grupo, Tambolelê, trouxe as músicas ‘Costura da Vida’ e ‘Ondequé’, que já são bastante conhecidas do público. Já o ‘Kianda’, mescla a sonoridade de raiz africana ao som gostoso da música pós-contemporânea. O terceiro disco, que ainda não tem título, está previsto para ser lançado este ano, com mais riqueza no quesito musicalidade. Sax, trombone, sanfona, rabeca, unidos a um repertório que inclui canções inéditas e novas releituras de músicas já gravadas, formam o universo mágico do novo trabalho.

O primeiro cd – “Tambolelê”, com direção de Ivan Corrêa foi lançado em 2001, sendo um apanhado do trabalho apresentado pelo grupo durante os shows de enorme sucesso nos palcos de Minas.

Sob o comando de Gabriel Villela, o Tambolelê apresentou em 2002, o show “Kianda”, sucesso de crítica e público. “Kianda” é também o nome dado ao segundo cd do grupo, que conta com participações mais que especiais de Chico César e Maurício Tizumba e foi lançado em junho de 2004.

Origem do nome
Tambolelê, Tambolelê, Tambolelê... A sonoridade sempre foi uma preocupação do trio ao escolher o nome do grupo. Em princípio, a idéia era fazer referência a um instrumento chamado Tabuletê. Porém o radical ‘tabu’ não agradava. Decidiram usar a palavra tambor, pelo caráter lúdico do instrumento. ‘Lelê’ foi um complemento que fechou bem a sonoridade da palavra. Por fim, o grupo foi batizado como Tambolelê - que também é o nome de um instrumento de corda japonês.

Um comentário:

  1. este primeiro CD foi lançado nos dias 20 e 21 de março de 2001 é isso aí 2 0 0 1

    não sei exatamente como este trio de BANDIDOS irá fazer para manter a HISTORIA em sua forma ORIGINAL

    O Trio de BANDIDOS TAMBOLELÊ não respeita DIREITO AUTORAL

    Tavez não saiba a importancia da HISTORIA para nos NEGROS

    NAO saiba que a LEI 10639 é do ANO de 2003

    e que o lançamento do CD TambolelÊ tem um convite onde são citados nomes de pessoas que trabalharam e até mesmo REGISTRO por parte do SESC Nansen Araújo

    E TALVEZ o MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO BH
    não saiba que estes promovem e promoveram vários momentos de agressões ao meu atelier alem de ROUBAREM a AUTORIA da LOGOMARCA

    Eu sempre fui convicto que estes CANALHAS e IRRESPONSAVEIS um dia iriam SABER o que é REGISTRO e agora fazem parte dos que se beneficiaram com a CORRUPÇÃO apartir de BH e certamente serão identificados um dia pelo MPF onde os REPRESENTEI em TERMO.

    VIVA a LEI 10639
    VIVA a ANCESTRALIDADE com a BENÇÃO dos VELHOS e dos NOVOS

    VIVA a LEI 10639 contra a INTOLERANCIA e a VIOLENCIA RACIAL!

    TRIO comunique ao SR. SIlvio Aleixo tudo que venho publicando!!

    VIVA a LEI 10639!!!

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