"Através de belas canções, com arranjos sofisticados, unindo a viola caipira a instrumentos como piano, flugelhorn, bateria, baixo, percussão ou violão, Rodrigo Delage convida a todos para desfrutar de uma inusitada viagem musical.
Disco em que se destacam belas composições, dentre as quais, canção onde o violeiro cria música para versos do grande poeta Manoel de Barros. Destaque também para parcerias com João Evangelista Rodrigues, Mourão Martinez, Rafa Duarte e participações especiais de Fernando Sodré e João Araújo."
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Périplo - Rodrigo Delage e João Evangelista Rodrigues
02 – Pianê, Pianá – Domínio Público
03 – Correnteza – Tom Jobim e Luiz Bonfá
04 – Tratado Geral das Grandezas do Íntimo - Rodrigo Delage e Manoel de Barros
05 – Carinhanha - Rodrigo Delage
06 – Mais um entre Tantos - Rodrigo Delage e Mourão Martinez
07 – Amanhecer - Rodrigo Delage e Rafa Duarte
08 – Voltado - Domínio Público
09 – É Assim que o Povo Diz - Rodrigo Delage e João Evangelista Rodrigues
10 – Al outro Lado del Rio – Jorge Drexler
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Dudu Nicácio – Coisa de Louco (2014)
Dudu Nicácio lança o álbum “Coisa de Louco”, seu quarto trabalho e o primeiro dedicado totalmente ao Carnaval.O disco passa por diferentes ritmos carnavalescos (samba, frevo, axé) e marca uma parceria inusitada e frutífera. Os músicos que acompanham Dudu na empreitada são os integrantes da banda de rock A Fase Rosa. A produção ficou com Leo Moraes, que já havia co-produzido o álbum “Pra Cidade Cantar”, lançado no ano passado.
“Enviei as canções para os músicos com um pequeno relato sobre o que pensava de cada música. A partir daí, dei total liberdade para eles construírem os arranjos da maneira que a banda trabalha. Nem aos ensaios eu fui. Eles ensaiavam, montavam os arranjos e me retornavam”, conta Dudu Nicácio. “Foi o disco mais ligeiro que fiz até hoje”.
Memória afetiva
Segundo ele, o desenvolvimento do disco contou com uma memória afetiva de tudo que vivenciou em universos carnavalescos. “Eu já senti muito o carnaval na pele. De ficar doente de folia, rouco, machucado, sem rumo no salão. As recordações não param de vir à cabeça. Tudo isso é referência afetiva, é memória presente e revivida dessa paixão. Todos os autores que dedicaram seu tempo a esse tema também me influenciaram muito”, diz o artista, que tomou como referências Braguinha, Lamartine Babo, Caetano Veloso, Sérgio Sampaio, Gal Costa, Elba Ramalho, Pepeu Gomes e Luiz Caldas.
A ideia de unir Dudu com o quarteto d’A Fase Rosa foi do produtor Leo Moraes. Depois de uma produção tradicional nos outros trabalhos do sambista, ficou claro que poderia ser interessante ter uma parceria em que o processo de criação fosse compartilhado.
“Acreditei que se colocássemos na equação uma banda entrosada e coesa, com um trabalho próprio de identidade forte, e déssemos a ela a liberdade para interferir ativamente nos arranjos, somando às belas composições de Dudu, chegaríamos a um resultado inovador”, explica Moraes.
A Fase Rosa foi a escolhida pelas características de seu som, que mistura rock com sons brasileiros. “A proposta estética da banda, aliando uma brasilidade acentuada com uma contemporaneidade mais universal, me pareceu ser a escolha perfeita”, completa Moraes.
Cinthya Oliveira - Hoje em Dia
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Alegria Real – Dudu Nicácio
02 – Manda – Dudu Nicácio
03 – Coisa de Louco – Dudu Nicácio e Fernando Limoeiro
04 – As Meninas – Dudu Nicácio e Camila Nicácio
05 – Festeretê – Dudu Nicácio
06 – Manifesta – Dudu Nicácio
07 – Utopia ou Ilusão? – Dudu Nicácio
08 – Suavemente – Dudu Nicácio
09 – Tô no Bloco da Cidade – Dudu Nicácio e Doneliza
Coral Trovadores do Vale – Ainda bem não Cheguei (relançamento)
Preço – R$20,00
Faixas:
01 - Ainda bem não Cheguei
02 – A Beira do Calhauzinho
03 – Sá Mariquita
04 – Folia dos Santos Reis
05 – Bendito do Rosário
06 – Dois Cantos de Louvor de Anjo
07 – Beira-Mar Novo
08 – Tropeiro
09 – Chora Boiadeiro
10 –Canoeiro
11 – Dois Cantos de Machadeiros
12 – Amiga Ema
13 – OH! Vida Triste
Frei Chico – Fundador do Coral
Faixas:
01 - Ainda bem não Cheguei
02 – A Beira do Calhauzinho
03 – Sá Mariquita
04 – Folia dos Santos Reis
05 – Bendito do Rosário
06 – Dois Cantos de Louvor de Anjo
07 – Beira-Mar Novo
08 – Tropeiro
09 – Chora Boiadeiro
10 –Canoeiro
11 – Dois Cantos de Machadeiros
12 – Amiga Ema
13 – OH! Vida Triste
Frei Chico – Fundador do Coral
Coral Trovadores do Vale – Beira Mar Novo (relançamento)
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Boia Boiadeiro
02 – Beira-mar da Leonor
03 – Paulista das Meninas de Salinas
04 – Tirana do Limoeiro
05 – Vilão
06 – Roda da Margarida
07 – Beira-mar dos Canoeiros da Lira
08 – Batuques do Presépio
09 – Bendito de São José
10 – Incelências
11 – Roda de Valentino
12 – Galo Cantou
13 – Oi, pescador
14 – Saudade de Taperoá
15 – Você diz que eu tou doido
16 – Eu Não sou Daqui
17 – Dança da Tecedeira
18 – Cadê meu dedo
19 – Côco da Velha
20 – Roda da Carambola
Direção Musical – Ivan Vilela
Direção e Produção – Guilardo Veloso
Faixas:
01 – Boia Boiadeiro
02 – Beira-mar da Leonor
03 – Paulista das Meninas de Salinas
04 – Tirana do Limoeiro
05 – Vilão
06 – Roda da Margarida
07 – Beira-mar dos Canoeiros da Lira
08 – Batuques do Presépio
09 – Bendito de São José
10 – Incelências
11 – Roda de Valentino
12 – Galo Cantou
13 – Oi, pescador
14 – Saudade de Taperoá
15 – Você diz que eu tou doido
16 – Eu Não sou Daqui
17 – Dança da Tecedeira
18 – Cadê meu dedo
19 – Côco da Velha
20 – Roda da Carambola
Direção Musical – Ivan Vilela
Direção e Produção – Guilardo Veloso
Ceumar – Silencia (2014)
Traz composições de Ceumar e de artistas como Vitor Ramil, Kiko Dinucci, Miltinho Edilberto, Gildes Bezerra, Déa Trancoso, entre outros.
Um repertório reunindo canções marcadas pela dinâmica entre som e silêncio, delicadezas, movimentos sutis, com uma sonoridade ao mesmo tempo lírica e popular.
O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal, profundo conhecedor da música brasileira.
No estúdio, a cantora contou com músicos velhos conhecidos como Webster Santos, Ari Colares, Swami Júnior, Zezinho Pitoco, Olívio Filho, Ivan Vilela e Ricardo Mosca.
Preço – R$30,00
Faixas:
01 – Rio Verde – Ceumar e Gildes Bezerra
02 – Liberdade - Ceumar e Gildes Bezerra
03 – Encantos de Sereia – Osvaldo Borgez
04 – Chora Cavaquinho – Ceumar e Sérgio Pererê
05 – Penhor - – Ceumar e Gildes Bezerra
06 – Levitando – Ceumar e Déa Trancoso
07 – Engasga Gato – Kiko Dinicci e Fabiano Ramos Torres
08 – Justo – Ceumar, Tatá Fernandes e Kléber Albuquerque
09 – Segura o Coco – Di Freitas e Ceumar
10 – Quem é Ninguém – Vitor Ramil e Roger Scarton
11 – Navegador – Ceumar e Nando Távora
12 – Turbilhão – Miltinho Edilberto
13 – Silencia – Ceumar
Um repertório reunindo canções marcadas pela dinâmica entre som e silêncio, delicadezas, movimentos sutis, com uma sonoridade ao mesmo tempo lírica e popular.
O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal, profundo conhecedor da música brasileira.
No estúdio, a cantora contou com músicos velhos conhecidos como Webster Santos, Ari Colares, Swami Júnior, Zezinho Pitoco, Olívio Filho, Ivan Vilela e Ricardo Mosca.
Preço – R$30,00
Faixas:
01 – Rio Verde – Ceumar e Gildes Bezerra
02 – Liberdade - Ceumar e Gildes Bezerra
03 – Encantos de Sereia – Osvaldo Borgez
04 – Chora Cavaquinho – Ceumar e Sérgio Pererê
05 – Penhor - – Ceumar e Gildes Bezerra
06 – Levitando – Ceumar e Déa Trancoso
07 – Engasga Gato – Kiko Dinicci e Fabiano Ramos Torres
08 – Justo – Ceumar, Tatá Fernandes e Kléber Albuquerque
09 – Segura o Coco – Di Freitas e Ceumar
10 – Quem é Ninguém – Vitor Ramil e Roger Scarton
11 – Navegador – Ceumar e Nando Távora
12 – Turbilhão – Miltinho Edilberto
13 – Silencia – Ceumar
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Raquel Coutinho – Mineral (2014)
Grooves e ritmos brasileiros dão um tom autoral e singular ao trabalho da cantora.
Reconhecida por suas criações que exploram o universo percussivo e eletrônico, Raquel Coutinho está lançando seu segundo álbum Mineral. Inspirado na fusão da natureza com a cidade, o disco traz os timbres da música afro-brasileira, mesclados à percussão corporal e texturas de voz. A cantora se apresenta ao lado do percussionista Marcos Suzano, o tecladista Sacha Amback e o guitarrista André Valle.
Suas composições transitam pelos tambores de Minas mesclados a linguagem digital contemporânea. Os arranjos utilizam a voz da cantora como percussão e harmonia, que brincam com pedais de loops, distorções e samplers. O resultado é um som autoral, difícil de ser rotulado, faz parte do que se chama de MUB (Música Universal Brasileira).
Com grande carisma performático, Raquel lançou seu primeiro CD “Olho D’Água” no Montreux Jazz Festival, em 2011. A crítica especializada da revista escandinava Lira Musikmakasin considerou o álbum como “de tirar o fôlego, falando diretamente com o seu corpo e fazendo você dançar, bem como ouvir as letras e grooves”. A cantora já se apresentou, também, no Canadian Music Festival – CMW (2012), Collors os Percussion (2013) e Midem (2014).
Conheça os músicos que participaram da gravação de MINERAL
*Marcos Suzano (Produção musical e percussão)
O músico iniciou a sua carreira tocando surdo, cuíca e pandeiro. Marcos já acompanhou Zizi Possi, Marisa Monte, Gilberto Gil, Zékéti, Lenine e Ney Matogrosso. Em 1993, sua parceria com o músico pernambucano lenine se transformou no disco "olho de peixe". Marcos Suzano integra o grupo Pife Muderno e o Suzano Trio.
*Maurício Negão (Produção Musical e Guitarra)
Maurício já excursionou pelo país ao lado de Frejat, Pitty, Cláudio Zoli, Rodrigo Amarante, B. Negão e os Seletores de Frequência, Planet Hemp, Ney Matogrosso, TajMahal e Marcelo D2.
*Sacha Amback (Tecladista)
Considerado referência como produtor musical, Sacha Amback já produziu álbuns de Zeca Baleiro, Leo Leobons, Adriana Calcanhoto e Ney Matogrosso. Neste último, foi premiado como melhor arranjo no álbum “Atento aos Sinais”. Como tecladista, acompanhou Lulu Santos, Paulinho Moska, Caetano Veloso e Lenine.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Me Leva – Raquel Coutinho, Mauricio Negão e Sebastian Motini
02 – Estranho Jardim - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
03 – Gris – Iara Rennó
04 – Hoje Pode Ser – Raquel Coutinho, Kiko Klaus e Mauricio Negão
05 – O Que não Se Vê - Raquel Coutinho
06 – Tão Perto - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
07 – Sigo Cantando - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
08 – A Volta do Vagabundo - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
09 – Sigo Cantando – Remix
10 – Underground Demais pra Cidade – Alisson Vaz
Reconhecida por suas criações que exploram o universo percussivo e eletrônico, Raquel Coutinho está lançando seu segundo álbum Mineral. Inspirado na fusão da natureza com a cidade, o disco traz os timbres da música afro-brasileira, mesclados à percussão corporal e texturas de voz. A cantora se apresenta ao lado do percussionista Marcos Suzano, o tecladista Sacha Amback e o guitarrista André Valle.
Suas composições transitam pelos tambores de Minas mesclados a linguagem digital contemporânea. Os arranjos utilizam a voz da cantora como percussão e harmonia, que brincam com pedais de loops, distorções e samplers. O resultado é um som autoral, difícil de ser rotulado, faz parte do que se chama de MUB (Música Universal Brasileira).
Com grande carisma performático, Raquel lançou seu primeiro CD “Olho D’Água” no Montreux Jazz Festival, em 2011. A crítica especializada da revista escandinava Lira Musikmakasin considerou o álbum como “de tirar o fôlego, falando diretamente com o seu corpo e fazendo você dançar, bem como ouvir as letras e grooves”. A cantora já se apresentou, também, no Canadian Music Festival – CMW (2012), Collors os Percussion (2013) e Midem (2014).
Conheça os músicos que participaram da gravação de MINERAL
*Marcos Suzano (Produção musical e percussão)
O músico iniciou a sua carreira tocando surdo, cuíca e pandeiro. Marcos já acompanhou Zizi Possi, Marisa Monte, Gilberto Gil, Zékéti, Lenine e Ney Matogrosso. Em 1993, sua parceria com o músico pernambucano lenine se transformou no disco "olho de peixe". Marcos Suzano integra o grupo Pife Muderno e o Suzano Trio.
*Maurício Negão (Produção Musical e Guitarra)
Maurício já excursionou pelo país ao lado de Frejat, Pitty, Cláudio Zoli, Rodrigo Amarante, B. Negão e os Seletores de Frequência, Planet Hemp, Ney Matogrosso, TajMahal e Marcelo D2.
*Sacha Amback (Tecladista)
Considerado referência como produtor musical, Sacha Amback já produziu álbuns de Zeca Baleiro, Leo Leobons, Adriana Calcanhoto e Ney Matogrosso. Neste último, foi premiado como melhor arranjo no álbum “Atento aos Sinais”. Como tecladista, acompanhou Lulu Santos, Paulinho Moska, Caetano Veloso e Lenine.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Me Leva – Raquel Coutinho, Mauricio Negão e Sebastian Motini
02 – Estranho Jardim - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
03 – Gris – Iara Rennó
04 – Hoje Pode Ser – Raquel Coutinho, Kiko Klaus e Mauricio Negão
05 – O Que não Se Vê - Raquel Coutinho
06 – Tão Perto - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
07 – Sigo Cantando - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
08 – A Volta do Vagabundo - Raquel Coutinho e Mauricio Negão
09 – Sigo Cantando – Remix
10 – Underground Demais pra Cidade – Alisson Vaz
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Tulio Araujo – East (2014)
Intitulado “East”, o CD propõe ao ouvinte uma viagem ao leste do mundo, observando seus sons e suas diferenças. Além da viagem para o “East”, assistir este artista ao vivo é uma experiência marcante para o amante da música. A direção musical do álbum ficou a cargo de Felipe Vilas Boas, produção de Deangelo Silva. O disco contou com as participações do baixista Enéas Xavier, Quarteto de Cordas da Sinfônica de Minas Gerais.
O disco tem nove faixas compostas por Felipe Vilas Boas, Deangelo Silva, Tiago Araújo, Marcos Danilo e Túlio Araújo. As faixas Luciane e Minas ganhou a voz de Dani Gurgel. Túlio afirma que o disco é “uma viagem de ida e volta. Uma ida com uma bagagem e uma volta com outra, não necessariamente maior nem melhor, apenas diferente”.
O disco “East” é o segundo trabalho de Túlio Araújo. O primeiro disco, intitulado Manguêra, foi lançado em 2012 e lhe rendeu muitos resultados positivos, com destaque para a indicação ao Prêmio da Música Brasileira e alguns shows em Nova Iorque, ambos em 2013. Agora Túlio apresenta uma sonoridade muito diferente. “Tenho até medo dos amigos e fãs do Manguêra, porque são concepções muito distintas. O Manguêra foi um CD muito visceral, muito ‘na tora’, entramos no estúdio e escolhemos as melhores que tocávamos, além de pegar composições de alguns parceiros. Já em ‘East’, a coisa foi muito bem trabalhada. Tivemos três meses só de ensaio, Deangelo Silva, Felipe Vilas Boas e eu”, conta.
“East” é inspirado e influenciado pela atual sonoridade oriental. Depois de assistir ao show do pianista israelense Shai Maestro, Túlio ‘descobriu’ um novo caminho do som. “Eu relutei em ir ao show do Shai Maestro, porque ia assistir a outro show no mesmo horário. Fui com um amigo e sentei numa cadeira no corredor, pra ouvir só a primeira música e sair correndo pro outro show. Do jeito que eu fiquei sentado permaneci, parecia que eu tinha tomado uma surra de música, sabe? Tudo era absurdamente complexo pro meu entendimento, mas estranhamente, eu sentia que se eu pegasse o pandeiro e começasse a tocar, conseguiria,” afirma. A partir daí, Túlio começou a estudar a sonoridade oriental e os nomes do jazz dessa região.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Trovoada – Felipe Vilas Boas
02 – Nilo - Felipe Vilas Boas
03 – Desert Run - Felipe Vilas Boas
04 – Atlantida - Felipe Vilas Boas
05 – Jerusalém - Felipe Vilas Boas
06 – Viena – Deangelo Silva
07 – Istanbul - Felipe Vilas Boas
08 – Minas – Tiago Araujo
09 – Luciane – Tulio Araujo e Marcos Danilo
O disco tem nove faixas compostas por Felipe Vilas Boas, Deangelo Silva, Tiago Araújo, Marcos Danilo e Túlio Araújo. As faixas Luciane e Minas ganhou a voz de Dani Gurgel. Túlio afirma que o disco é “uma viagem de ida e volta. Uma ida com uma bagagem e uma volta com outra, não necessariamente maior nem melhor, apenas diferente”.
O disco “East” é o segundo trabalho de Túlio Araújo. O primeiro disco, intitulado Manguêra, foi lançado em 2012 e lhe rendeu muitos resultados positivos, com destaque para a indicação ao Prêmio da Música Brasileira e alguns shows em Nova Iorque, ambos em 2013. Agora Túlio apresenta uma sonoridade muito diferente. “Tenho até medo dos amigos e fãs do Manguêra, porque são concepções muito distintas. O Manguêra foi um CD muito visceral, muito ‘na tora’, entramos no estúdio e escolhemos as melhores que tocávamos, além de pegar composições de alguns parceiros. Já em ‘East’, a coisa foi muito bem trabalhada. Tivemos três meses só de ensaio, Deangelo Silva, Felipe Vilas Boas e eu”, conta.
“East” é inspirado e influenciado pela atual sonoridade oriental. Depois de assistir ao show do pianista israelense Shai Maestro, Túlio ‘descobriu’ um novo caminho do som. “Eu relutei em ir ao show do Shai Maestro, porque ia assistir a outro show no mesmo horário. Fui com um amigo e sentei numa cadeira no corredor, pra ouvir só a primeira música e sair correndo pro outro show. Do jeito que eu fiquei sentado permaneci, parecia que eu tinha tomado uma surra de música, sabe? Tudo era absurdamente complexo pro meu entendimento, mas estranhamente, eu sentia que se eu pegasse o pandeiro e começasse a tocar, conseguiria,” afirma. A partir daí, Túlio começou a estudar a sonoridade oriental e os nomes do jazz dessa região.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Trovoada – Felipe Vilas Boas
02 – Nilo - Felipe Vilas Boas
03 – Desert Run - Felipe Vilas Boas
04 – Atlantida - Felipe Vilas Boas
05 – Jerusalém - Felipe Vilas Boas
06 – Viena – Deangelo Silva
07 – Istanbul - Felipe Vilas Boas
08 – Minas – Tiago Araujo
09 – Luciane – Tulio Araujo e Marcos Danilo
Angu Stereo Club (2014)
Banda formada por Deco Lima, do bar Pastel de Angu, e amigos investe mais em releituras e menos em canções autorais no trabalho atual.
Deco Lima tornou-se conhecido em Belo Horizonte como o homem à frente do Pastel de Angu, bar da cena cult que teve quatro “encarnações” pela cidade desde 1992, sendo a última na Serra, entre 2010 e 2012. Paralelamente, ele nunca deixou de lado sua atuação como músico: encontros informais com outros instrumentistas sempre foram feitos em suas casas e, a partir disso, consolidou estilo próprio, baseado em jazz, rock e MPB.
Se levados em conta os outros trabalhos que lançou em fita cassete e CD, este é o terceiro, disponível também em vinil (300 cópias). Essa é a primeira vez que o artista optou por não gravar álbum totalmente autoral. Das nove faixas, assina 'Sangue', 'Essa garota', 'Bela princesa' e 'Balada para Tom Waits'. Completam o repertório releituras de Ataulfo Alves ('Laranja madura'), Kraftwerk ('The model'), Nelson Cavaquinho ('Juízo final', com Élcio Soares), Itamar Assumpção ('Fico louco') e Sérgio Sampaio ('Que loucura').
Apesar de Lima ser o “dono” do disco, o trabalho é assinado por Angu Stereo Club, nome que deu ao projeto surgido nas jams em seu extinto bar. “Fazíamos isso sempre às quintas, como se fosse uma pelada. O bar sempre esteve ligado a uma atmosfera mais cool, de jazz, rock e samba. Algo bem despretensioso”, lembra. Para os arranjos de músicas de terceiros, explica o artista, ele usou pitadas de suas influências, que vão do punk a Ray Conniff, passando por jazz, rockabilly e “malditos”, como Jards Macalé.
No palco, Deco (voz e guitarra) contará com a mesma formação que teve em estúdio: Leonardo Brasilino (trombone), Renato Carvalho (saxofone), Bruno Pimenta (flauta), Daniel Saavedra (baixo), Analu Braga (percussão) e Bráulio Mangualde (bateria). Estão previstas para hoje as participações especiais de Sylvia Klein (voz) e Anderson Guerra (guitarra).
Uma das particularidades do novo disco é a forma de gravação, feita praticamente ao vivo e por meio de processos analógicos no recém-inaugurado estúdio Bunker (especializado nesse tipo de sonoridade), em Nova Lima. Foram empregados equipamentos como gravadores de rolo, microfones clássicos e amplificadores valvulados, entre outros. Certos trechos foram gravados e reproduzidos em sala com acústica especial apenas para ganhar novo efeito na segunda gravação.
“Hoje, tudo é muito editado com computador e os músicos acabam ficando menos tempo em estúdio. O som fica certinho, linear, repetitivo, maquiado à perfeição. No modo analógico, a coisa fica mais orgânica, mais quente, com os músicos correndo risco com a música. Só tivemos um pouquinho de edição nos vocais. De resto, foi tudo num take só”, justifica Deco.
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura
Preço – R$28,00
Faixas:
01 – Laranja Madura – Ataulfo Alves
02 – Sangue – Deco Lima
03 – Que Loucura – Sérgio Sampaio
04 – Essa Garota – Deco Lima
05 – The Model - Kraftwerk
06 – Juizo Final – Élcio Soares e Nelson Cavaquinho
07 – Bela Princesa – Deco Lima
08 – Fico Louco – Itamar Assumpção
09 – Balada para Tom Waits – Deco Lima
Deco Lima tornou-se conhecido em Belo Horizonte como o homem à frente do Pastel de Angu, bar da cena cult que teve quatro “encarnações” pela cidade desde 1992, sendo a última na Serra, entre 2010 e 2012. Paralelamente, ele nunca deixou de lado sua atuação como músico: encontros informais com outros instrumentistas sempre foram feitos em suas casas e, a partir disso, consolidou estilo próprio, baseado em jazz, rock e MPB.
Se levados em conta os outros trabalhos que lançou em fita cassete e CD, este é o terceiro, disponível também em vinil (300 cópias). Essa é a primeira vez que o artista optou por não gravar álbum totalmente autoral. Das nove faixas, assina 'Sangue', 'Essa garota', 'Bela princesa' e 'Balada para Tom Waits'. Completam o repertório releituras de Ataulfo Alves ('Laranja madura'), Kraftwerk ('The model'), Nelson Cavaquinho ('Juízo final', com Élcio Soares), Itamar Assumpção ('Fico louco') e Sérgio Sampaio ('Que loucura').
Apesar de Lima ser o “dono” do disco, o trabalho é assinado por Angu Stereo Club, nome que deu ao projeto surgido nas jams em seu extinto bar. “Fazíamos isso sempre às quintas, como se fosse uma pelada. O bar sempre esteve ligado a uma atmosfera mais cool, de jazz, rock e samba. Algo bem despretensioso”, lembra. Para os arranjos de músicas de terceiros, explica o artista, ele usou pitadas de suas influências, que vão do punk a Ray Conniff, passando por jazz, rockabilly e “malditos”, como Jards Macalé.
No palco, Deco (voz e guitarra) contará com a mesma formação que teve em estúdio: Leonardo Brasilino (trombone), Renato Carvalho (saxofone), Bruno Pimenta (flauta), Daniel Saavedra (baixo), Analu Braga (percussão) e Bráulio Mangualde (bateria). Estão previstas para hoje as participações especiais de Sylvia Klein (voz) e Anderson Guerra (guitarra).
Uma das particularidades do novo disco é a forma de gravação, feita praticamente ao vivo e por meio de processos analógicos no recém-inaugurado estúdio Bunker (especializado nesse tipo de sonoridade), em Nova Lima. Foram empregados equipamentos como gravadores de rolo, microfones clássicos e amplificadores valvulados, entre outros. Certos trechos foram gravados e reproduzidos em sala com acústica especial apenas para ganhar novo efeito na segunda gravação.
“Hoje, tudo é muito editado com computador e os músicos acabam ficando menos tempo em estúdio. O som fica certinho, linear, repetitivo, maquiado à perfeição. No modo analógico, a coisa fica mais orgânica, mais quente, com os músicos correndo risco com a música. Só tivemos um pouquinho de edição nos vocais. De resto, foi tudo num take só”, justifica Deco.
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura
Preço – R$28,00
Faixas:
01 – Laranja Madura – Ataulfo Alves
02 – Sangue – Deco Lima
03 – Que Loucura – Sérgio Sampaio
04 – Essa Garota – Deco Lima
05 – The Model - Kraftwerk
06 – Juizo Final – Élcio Soares e Nelson Cavaquinho
07 – Bela Princesa – Deco Lima
08 – Fico Louco – Itamar Assumpção
09 – Balada para Tom Waits – Deco Lima
Gustavo Figueiredo Trio (2014)
Gustavo Figueiredo é pianista, compositor e arranjador, trabalhou com importantes músicos pelo país e tem levado sua música a importantes festivais.
Tocou no Instrumental SESC Brasil (SESC Paulista), SESC Conçolação, Teatro da Fundação de Educação Artística (BH), Joinville Jazz Festival, Savassi Jazz (BH), Conexão Vivo (BH), Quarta Jazz (Sesc Palladium), Mostra de Cinema de Tiradentes 2014, Festival de Inverno de Itabira 2014, Savassi Jazz 2014 (lançamento do CD “Trio”).
O CD “Gustavo Figueiredo Trio” tem um repertório quase inteiramente autoral e conta também com um arranjo inédito de “Canção do Sal” de Milton Nascimento.
Formação
Gustavo Figueiredo – piano e teclados
Marcio Bahia – bateria
Pablo Souza – baixo acústico
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Brasil Fest
02 – Manuela
03 - Intro Mark
04 - Mark 1
05 - Thelonious Groove
06 – Emily
07 – canção do Sal
08 – 2011
09 – Passeio no Parque
Todas as composições de Gustavo Figueiredo exceto Canção do Sal de Milton Nascimento
Tocou no Instrumental SESC Brasil (SESC Paulista), SESC Conçolação, Teatro da Fundação de Educação Artística (BH), Joinville Jazz Festival, Savassi Jazz (BH), Conexão Vivo (BH), Quarta Jazz (Sesc Palladium), Mostra de Cinema de Tiradentes 2014, Festival de Inverno de Itabira 2014, Savassi Jazz 2014 (lançamento do CD “Trio”).
O CD “Gustavo Figueiredo Trio” tem um repertório quase inteiramente autoral e conta também com um arranjo inédito de “Canção do Sal” de Milton Nascimento.
Formação
Gustavo Figueiredo – piano e teclados
Marcio Bahia – bateria
Pablo Souza – baixo acústico
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Brasil Fest
02 – Manuela
03 - Intro Mark
04 - Mark 1
05 - Thelonious Groove
06 – Emily
07 – canção do Sal
08 – 2011
09 – Passeio no Parque
Todas as composições de Gustavo Figueiredo exceto Canção do Sal de Milton Nascimento
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Rafael Dutra – Oásis de Vidro (2014)
Misturar é a essência do som de Rafael Dutra.
A música brasileira aponta o norte, mas é da fusão da MPB com o Rock, o Jazz, a Black Music e experimentações que se alimenta o compositor.
Cantor e instrumentista talentoso, apresenta junto ao seu grupo canções fortes e bem trabalhadas, com arranjos que não se prendem a rótulos e criam uma sonoridade muito própria e criativa.
Pra dar a liga à mistura, sua a banda conta com Fernando Delgado na bateria, Christiano de Souza na percussão, Ricardo Campos no baixo e Pedro Delgado na guitarra.
Em seu primeiro disco, reuniu participações de importantes músicos da cena mineira, como Sérgio Pererê, Felipe José, Leandro César, Irene Bertachini, Gustavito, Eduardo Delgado, Adriano Goyatá, João Machala, Edson Fernando, Rafael Pimenta, Marcelo Fonseca, Bruno Paiva e o tablista inglês Mendi Mohinder Singh.
Rock, jazz, maracatu, samba, groove, psicodelias, congas e guitarras elétricas, cordas e metais, tensões e sutilezas dão vida à esse mosaico sonoro que é o Oásis de Vidro. Um som inventivo e de pegada intensa.
Preço – R$20,00
Faixas
01. Peixe que não morde anzol (Rafael Dutra)
02. Seca estação (Rafael Dutra)
03. Oásis de Vidro (Rafael Dutra)
04. Já passa da hora (Rafael Dutra)
05. Menino (Rafael Dutra)
06. Aurora de Mil tons (Rafael Dutra)
07. O Leviatã (Rafael Dutra)
08. Universo Par (Rafael Dutra)
09. O tempo é uma prisão (Rafael Dutra)
10. Errante adeus (Rafael Dutra)
A música brasileira aponta o norte, mas é da fusão da MPB com o Rock, o Jazz, a Black Music e experimentações que se alimenta o compositor.
Cantor e instrumentista talentoso, apresenta junto ao seu grupo canções fortes e bem trabalhadas, com arranjos que não se prendem a rótulos e criam uma sonoridade muito própria e criativa.
Pra dar a liga à mistura, sua a banda conta com Fernando Delgado na bateria, Christiano de Souza na percussão, Ricardo Campos no baixo e Pedro Delgado na guitarra.
Em seu primeiro disco, reuniu participações de importantes músicos da cena mineira, como Sérgio Pererê, Felipe José, Leandro César, Irene Bertachini, Gustavito, Eduardo Delgado, Adriano Goyatá, João Machala, Edson Fernando, Rafael Pimenta, Marcelo Fonseca, Bruno Paiva e o tablista inglês Mendi Mohinder Singh.
Rock, jazz, maracatu, samba, groove, psicodelias, congas e guitarras elétricas, cordas e metais, tensões e sutilezas dão vida à esse mosaico sonoro que é o Oásis de Vidro. Um som inventivo e de pegada intensa.
Preço – R$20,00
Faixas
01. Peixe que não morde anzol (Rafael Dutra)
02. Seca estação (Rafael Dutra)
03. Oásis de Vidro (Rafael Dutra)
04. Já passa da hora (Rafael Dutra)
05. Menino (Rafael Dutra)
06. Aurora de Mil tons (Rafael Dutra)
07. O Leviatã (Rafael Dutra)
08. Universo Par (Rafael Dutra)
09. O tempo é uma prisão (Rafael Dutra)
10. Errante adeus (Rafael Dutra)
domingo, 19 de outubro de 2014
Marcos Catarina - Entre Canções (2014)
Marcos Catarina é cantautor, estudou na Bituca Universidade de Música Popular.
Em 2011 estreou o espetáculo As rosas de Noel, apresentando canções do mestre, acompanhado pelo grupo de samba Bandolerê. Apresentou-se no Projeto 12:30 da UFMG, no Projeto Acústica Gente nos Centros Culturais e teatros da cidade de Belo Horizonte.
Participou do CD Sambarroco de Vander Lee, tem suas músicas registradas em diversos CDS de festivais de música como Sesc Tom Jobim, Fenac.
Marcos Catarina apresenta o álbum Entre Canções com uma sonoridade intimista, o artista busca mesclar entre diferentes gêneros da música popular brasileira fusões sonoras, que passeiam pelos regionalismos da canção mineira às influencias da música pop, com referencias em ritmos de matrizes africanas, seu trabalho dialoga com canção popular urbana e seus hibridismos.
No repertório Marcos apresenta canções autorais inéditas em parcerias com: Vander Lee , Mario Wamser e Marília Abduani.
Preço – R$20,00
Faixas:
01 - Alma Estradeira - Marcos Catarina
02 - Saúde e sorte - Marcos Catarina e Marília Abduani
03 - Livro de Magia - Vander Lee
04 - O cais - Marcos Catarina
05 – Cinema - Marcos Catarina
06 - Voz da Atriz - Marcos Catarina e Mario Wamser
07 - Ode ao Compositor - Marcos Catarina e Mario Wamser
08 - Samba da lua - Marcos Catarina
09 - Um grito Malê - Marcos Catarina
10 - Caixeiro viajante - Marcos Catarina
11 - Quem é ela? - Marcos Catarina
Em 2011 estreou o espetáculo As rosas de Noel, apresentando canções do mestre, acompanhado pelo grupo de samba Bandolerê. Apresentou-se no Projeto 12:30 da UFMG, no Projeto Acústica Gente nos Centros Culturais e teatros da cidade de Belo Horizonte.
Participou do CD Sambarroco de Vander Lee, tem suas músicas registradas em diversos CDS de festivais de música como Sesc Tom Jobim, Fenac.
Marcos Catarina apresenta o álbum Entre Canções com uma sonoridade intimista, o artista busca mesclar entre diferentes gêneros da música popular brasileira fusões sonoras, que passeiam pelos regionalismos da canção mineira às influencias da música pop, com referencias em ritmos de matrizes africanas, seu trabalho dialoga com canção popular urbana e seus hibridismos.
No repertório Marcos apresenta canções autorais inéditas em parcerias com: Vander Lee , Mario Wamser e Marília Abduani.
Preço – R$20,00
Faixas:
01 - Alma Estradeira - Marcos Catarina
02 - Saúde e sorte - Marcos Catarina e Marília Abduani
03 - Livro de Magia - Vander Lee
04 - O cais - Marcos Catarina
05 – Cinema - Marcos Catarina
06 - Voz da Atriz - Marcos Catarina e Mario Wamser
07 - Ode ao Compositor - Marcos Catarina e Mario Wamser
08 - Samba da lua - Marcos Catarina
09 - Um grito Malê - Marcos Catarina
10 - Caixeiro viajante - Marcos Catarina
11 - Quem é ela? - Marcos Catarina
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Graveola – Ao Vivo no Palácio das Artes / DVD (2012)
Preço – R$35,00
Faixas:
01 – Pra Parar de Vez
02 – Desdenha
03 – Dois Lados da Canção
04 – Desagrados e Flores
05 – Desmantelado
06 – Inverno
07 – Canção para um Cão Qualquer
08 – Nesse Instante Só
09 – Lindo Toque
10 – Rua A
11 – Antes do Azul
12 – Insensatez
13 – O Cão e a Ciência
14 - Babulina’s Trip
Faixas:
01 – Pra Parar de Vez
02 – Desdenha
03 – Dois Lados da Canção
04 – Desagrados e Flores
05 – Desmantelado
06 – Inverno
07 – Canção para um Cão Qualquer
08 – Nesse Instante Só
09 – Lindo Toque
10 – Rua A
11 – Antes do Azul
12 – Insensatez
13 – O Cão e a Ciência
14 - Babulina’s Trip
Vitor Santana, João Pires e Marcos Suzano – Coladera (2013)
Interseção de diferentes perfis, 'Coladera', disco que os músicos Vitor Santana (voz e violão), João Pires (voz e violão) e Marcos Suzano (percussão) acabam de pôr na praça, é curiosa e bem-feita mistura de elementos brasileiros, cabo-verdianos e ibéricos. Ao longo de 11 faixas (quase todas autorais), o trio explora as pouco óbvias possibilidades de conexão entre samba, coladera (característico de Cabo Verde), flamenco e fado, entre outros ritmos atlânticos.
“Esse disco é fruto do trabalho de internacionalização que faço desde 2008 com minha carreira e como integrante do Fórum da Música de Minas Gerais. Conheci o João, que é português, na feira estrangeira Womex e quando ele veio para o Brasil, morou um ano lá em casa. Viramos praticamente irmãos e passamos a compor muito juntos. Pensamos em chamar o Suzano, que havia gravado no meu disco Beirut, e deu liga ”, lembra o mineiro Vitor Santana.
Gravado em Belo Horizonte, o disco é aberto com 'Nha cancera ka tem medida' (Manuel Novas/domínio popular), tradicional no repertório da cantora Cesaria Evora, nome maior da música de Cabo Verde. Na sequência, a faixa que dá nome ao disco constitui interessante exemplo de como a mesma música pode ser ouvida como samba ou coladera, dependendo do perfil do ouvinte.
“Há muita similaridade em termos rítmicos, melódicos e harmônicos entre as músicas brasileira e cabo-verdiana”, observa João Pires. O músico, habituado a passar férias no arquipélago africano desde criança, morou lá por pouco mais de um ano, período durante o qual tocou com músicos expressivos do país. “Acho que esse intercâmbio entre Brasil e Cabo Verde só vai se fortalecer. Moçambique e Angola também tem música popular muito forte, são mundos a conhecer”, completa.
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Nha Kancera Ka Tem Medida – Manuel Novas / Popular de Cabo Verde
02 – Coladera – Vitor Santana e João Pires
03 – Antropologia da Malandragem – Vitor Santana, Flavio Henrique e Marcelo Alberti
04 – Céu Vermelho - Vitor Santana, João Pires e Brisa Marques
05 – Nada Além de Você – Vitor Santana e Murilo Antunes
06 – Navega – João Pires e Brisa Marques
07 – Rutina – Thiakov, Vitor Santana e Flavio Henrique
08 – Ambos Mundos - Vitor Santana e Flavio Henrique
09 – Beirute - Thiakov, Vitor Santana e Flavio Henrique
10 – Tambor de Aboio - Vitor Santana, João Pires e Marcelo Alberti
11 – Valsa para Socorro - João Pires e Brisa Marques
“Esse disco é fruto do trabalho de internacionalização que faço desde 2008 com minha carreira e como integrante do Fórum da Música de Minas Gerais. Conheci o João, que é português, na feira estrangeira Womex e quando ele veio para o Brasil, morou um ano lá em casa. Viramos praticamente irmãos e passamos a compor muito juntos. Pensamos em chamar o Suzano, que havia gravado no meu disco Beirut, e deu liga ”, lembra o mineiro Vitor Santana.
Gravado em Belo Horizonte, o disco é aberto com 'Nha cancera ka tem medida' (Manuel Novas/domínio popular), tradicional no repertório da cantora Cesaria Evora, nome maior da música de Cabo Verde. Na sequência, a faixa que dá nome ao disco constitui interessante exemplo de como a mesma música pode ser ouvida como samba ou coladera, dependendo do perfil do ouvinte.
“Há muita similaridade em termos rítmicos, melódicos e harmônicos entre as músicas brasileira e cabo-verdiana”, observa João Pires. O músico, habituado a passar férias no arquipélago africano desde criança, morou lá por pouco mais de um ano, período durante o qual tocou com músicos expressivos do país. “Acho que esse intercâmbio entre Brasil e Cabo Verde só vai se fortalecer. Moçambique e Angola também tem música popular muito forte, são mundos a conhecer”, completa.
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Nha Kancera Ka Tem Medida – Manuel Novas / Popular de Cabo Verde
02 – Coladera – Vitor Santana e João Pires
03 – Antropologia da Malandragem – Vitor Santana, Flavio Henrique e Marcelo Alberti
04 – Céu Vermelho - Vitor Santana, João Pires e Brisa Marques
05 – Nada Além de Você – Vitor Santana e Murilo Antunes
06 – Navega – João Pires e Brisa Marques
07 – Rutina – Thiakov, Vitor Santana e Flavio Henrique
08 – Ambos Mundos - Vitor Santana e Flavio Henrique
09 – Beirute - Thiakov, Vitor Santana e Flavio Henrique
10 – Tambor de Aboio - Vitor Santana, João Pires e Marcelo Alberti
11 – Valsa para Socorro - João Pires e Brisa Marques
R-47 – Caminho (2014)
Vontade, determinação, entrosamento, superação e entrega de seus integrantes. Assim pode ser definida a história do R-47, uma banda que definitivamente vem se consolidando no cenário musical, vencendo seus obstáculos e crescendo cada vez mais.
Com história iniciada na formação de uma extinta banda no longínquo ano de 2003, o R-47, hoje formado por Marcelo Sant’Ana (guitarrista), Marcus Sant’Ana (baixista) e Elberth Quinoca (baterista), novos companheiros de Cacá Srbeck (vocalista) e Beto Brant (guitarrista), remanescentes do projeto desde o início, está lançando seu primeiro cd, intitulado “Caminho”, que tem como produtor e engenheiro de áudio o renomado Marcos Gauguin, músico competente e com grande experiência no ramo, com grandes trabalhos realizados.
Nesse cd o R-47 acredita ter conseguido captar e transparecer boa parte de sua história e amadurecimento seja na parte musical, com riffs, arranjos e melodias bem trabalhados, quanto em suas letras, que relatam situações pessoais e do cotidiano de seus integrantes para chegar até aqui.
Tendo como vertente o Rock, porém sem se limitar ao rótulo, as várias influências de cada um dos membros se associam e se completam de forma bem natural e original, e é no palco, local em que os integrantes melhor expressam sua amizade, entrosamento e afinidades musicais vivenciadas no dia a dia em ensaios, encontros e reuniões, que o público tem a oportunidade de legitimar o potencial da banda e participar de toda a energia presente em cada uma das apresentações, acreditando sempre que o prazer, a verdade e a dedicação no que se faz são a chave para alçar vôos mais altos.
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Sem Seus Olhos – Beto Brant e Cacá Srbek
02 – Todos os Dias - Beto Brant e Cacá Srbek
03 – Amanhã - Beto Brant e Cacá Srbek
04 – Indecifrável - Beto Brant e Cacá Srbek
05 – Céu Azul - Beto Brant
06 – Lembranças - Beto Brant e Cacá Srbek
07 – Caminho – Beto Brant
08 – O Preço do Sonho - Beto Brant e Cacá Srbek
09 – Sem Medo de Errar - Beto Brant e Cacá Srbek
10 – Sem Controle - Beto Brant e Cacá Srbek
11 – Nós Dois - Beto Brant e Cacá Srbek
12 – Solidão - Beto Brant e Cacá Srbek
Com história iniciada na formação de uma extinta banda no longínquo ano de 2003, o R-47, hoje formado por Marcelo Sant’Ana (guitarrista), Marcus Sant’Ana (baixista) e Elberth Quinoca (baterista), novos companheiros de Cacá Srbeck (vocalista) e Beto Brant (guitarrista), remanescentes do projeto desde o início, está lançando seu primeiro cd, intitulado “Caminho”, que tem como produtor e engenheiro de áudio o renomado Marcos Gauguin, músico competente e com grande experiência no ramo, com grandes trabalhos realizados.
Nesse cd o R-47 acredita ter conseguido captar e transparecer boa parte de sua história e amadurecimento seja na parte musical, com riffs, arranjos e melodias bem trabalhados, quanto em suas letras, que relatam situações pessoais e do cotidiano de seus integrantes para chegar até aqui.
Tendo como vertente o Rock, porém sem se limitar ao rótulo, as várias influências de cada um dos membros se associam e se completam de forma bem natural e original, e é no palco, local em que os integrantes melhor expressam sua amizade, entrosamento e afinidades musicais vivenciadas no dia a dia em ensaios, encontros e reuniões, que o público tem a oportunidade de legitimar o potencial da banda e participar de toda a energia presente em cada uma das apresentações, acreditando sempre que o prazer, a verdade e a dedicação no que se faz são a chave para alçar vôos mais altos.
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Sem Seus Olhos – Beto Brant e Cacá Srbek
02 – Todos os Dias - Beto Brant e Cacá Srbek
03 – Amanhã - Beto Brant e Cacá Srbek
04 – Indecifrável - Beto Brant e Cacá Srbek
05 – Céu Azul - Beto Brant
06 – Lembranças - Beto Brant e Cacá Srbek
07 – Caminho – Beto Brant
08 – O Preço do Sonho - Beto Brant e Cacá Srbek
09 – Sem Medo de Errar - Beto Brant e Cacá Srbek
10 – Sem Controle - Beto Brant e Cacá Srbek
11 – Nós Dois - Beto Brant e Cacá Srbek
12 – Solidão - Beto Brant e Cacá Srbek
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Antonio Gomes Neto e Sidney Porto – Tempo de Desenredo (2012)
“Tempo de Desenredo” de Antonio Gomes Neto e Sidney Porto é resultado de uma seleção minuciosa das canções nascidas da parceria entre os dois autores ao longo de 30 anos. Pode-se dizer que o disco, com 13 faixas, é um mosaico de ritmos brasileiros. Do samba ao rock e o pop, passando pela bossa-nova e choro-canção, “Tempo de Desenredo” apresenta um vasto e versátil repertório de diferentes fontes e estilos da MPB.
A faixa título do disco conta com a participação especial do cantor, compositor, cineasta e artista plástico Sérgio Ricardo. Segundo ele, o trabalho além de um repertório bonito e inteligente, tem enfoque cultural exato para o momento. “Estamos vivendo uma época de falta de enredo. É hora de surgir na música brasileira um novo movimento cultural forte como foi a bossa nova. A música brasileira entrou numa esteira comercial e é muito bom ver gente nova, tanto aqui no Rio de Janeiro quanto em Minas, que tem uma memória musical presente e quer resgata-la”.
A idealização, produção, direção musical e parte dos arranjos do disco são assinados por Marcos Braccini, que a partir de 2001 realizou um trabalho de resgate destas canções junto aos dois autores. Canções escritas em 1970, como “De madrugada”, estão ao lado de outras de composição recente, como “Primeira Valsa” e “Tempo de Desenredo”.
Também participam como convidados o percussionista Robertinho Silva e a cantora Carla Villar. Os músicos Rafael Martini (piano e sanfona), Felipe José (violoncelo), Thiakov (baixo e viola), Cícero Gonzaga (acordeom), Alaécio Martins (trombone), Flávio Fonseca (bandolim), Mateus Oliveira (percussão) entre outros completam o time que deu vida ao disco.
Sobre os autores
Antonio Gomes Neto desde muito jovem dedica-se à poesia e à música. Possui uma gama de parceiros de várias gerações como, Pedro Paulo Cava e Vitor Santana e teve suas músicas gravadas por diferentes artistas, como Leopoldina, Marcos Braccini, Marcus Bolívar e Cinthia Martins.
Sidney Porto atuou profissionalmente na composição e gravação de jingles publicitários a partir dos anos 70. Suas composições concorreram e venceram festivais de música de diferentes cidades do interior de Minas como Boa Esperança, Cruzilha, Mariana, entre outras.
Preço – R$28,00
Faixas:
01 – Sacré-Coeur - Sidney Porto
02 – Paraopeba - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
03 – Tempo de Desenredo - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
04 – O Cego - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
05 – Olhos Negros - Antonio Gomes Neto
06 – Camisola e Pegnoir - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
07 – Primeira Valsa - Antonio Gomes Neto, Marcos Braccini e Sidney Porto
08 – Verso Triste - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
09 – De Madrugada - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
10 – Estrangeiro - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
11 – Dúvidas - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
12 – Marcha da Volta - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
A faixa título do disco conta com a participação especial do cantor, compositor, cineasta e artista plástico Sérgio Ricardo. Segundo ele, o trabalho além de um repertório bonito e inteligente, tem enfoque cultural exato para o momento. “Estamos vivendo uma época de falta de enredo. É hora de surgir na música brasileira um novo movimento cultural forte como foi a bossa nova. A música brasileira entrou numa esteira comercial e é muito bom ver gente nova, tanto aqui no Rio de Janeiro quanto em Minas, que tem uma memória musical presente e quer resgata-la”.
A idealização, produção, direção musical e parte dos arranjos do disco são assinados por Marcos Braccini, que a partir de 2001 realizou um trabalho de resgate destas canções junto aos dois autores. Canções escritas em 1970, como “De madrugada”, estão ao lado de outras de composição recente, como “Primeira Valsa” e “Tempo de Desenredo”.
Também participam como convidados o percussionista Robertinho Silva e a cantora Carla Villar. Os músicos Rafael Martini (piano e sanfona), Felipe José (violoncelo), Thiakov (baixo e viola), Cícero Gonzaga (acordeom), Alaécio Martins (trombone), Flávio Fonseca (bandolim), Mateus Oliveira (percussão) entre outros completam o time que deu vida ao disco.
Sobre os autores
Antonio Gomes Neto desde muito jovem dedica-se à poesia e à música. Possui uma gama de parceiros de várias gerações como, Pedro Paulo Cava e Vitor Santana e teve suas músicas gravadas por diferentes artistas, como Leopoldina, Marcos Braccini, Marcus Bolívar e Cinthia Martins.
Sidney Porto atuou profissionalmente na composição e gravação de jingles publicitários a partir dos anos 70. Suas composições concorreram e venceram festivais de música de diferentes cidades do interior de Minas como Boa Esperança, Cruzilha, Mariana, entre outras.
Preço – R$28,00
Faixas:
01 – Sacré-Coeur - Sidney Porto
02 – Paraopeba - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
03 – Tempo de Desenredo - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
04 – O Cego - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
05 – Olhos Negros - Antonio Gomes Neto
06 – Camisola e Pegnoir - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
07 – Primeira Valsa - Antonio Gomes Neto, Marcos Braccini e Sidney Porto
08 – Verso Triste - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
09 – De Madrugada - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
10 – Estrangeiro - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
11 – Dúvidas - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
12 – Marcha da Volta - Antonio Gomes Neto e Sidney Porto
Marcos Braccini – NOTURNO (2014)
Eis aí um trabalho que lembra uma nave espacial chegada de volta a um planeta triste, como a devolver-lhe retalhos de um tempo de sua história autêntica, plena de um lirismo perdido, engolido pela mediocridade desagregadora em decadentes e progressivos naufrágios, diluindo gradativamente seu colorido humano, poético e agregador que construía uma cultura e identidade de um povo rico e esbanjador de beleza.
O jovem Marcos Braccini, que além de escolado músico e amante do atavismo musical brasileiro, com este trabalho reúne as formas da música popular brasileira mais rica, descendo às profundezas de suas origens melódicas, harmônicas e rítmicas, com a ajuda da elaboração dos arranjos entremeados de erudição na medida comedida, sem extrapolar a periferia das canções, alcançando a grandeza transcendental de nosso lirismo poético, e consegue trazer, na companhia de seus parceiros poetas, em incrível sintonia, um trabalho ímpar para os dias de hoje.
Parece que uma nave pilotada por Villa-Lobos tendo Tom Jobim, Vinicius, Pixinguinha, Noel, Orestes Barbosa e outros como comissários de bordo andou pousando em Belo Horizonte e desembarcando seus discípulos Marcos Braccini, seus parceiros e o arranjador Rafael Martini, com a missão de recompor os caminhos verdadeiros de nossa música. Missão praticamente impossível, mas que os ventos das transformações possam levar este belo trabalho aos ouvidos de nossa gente, servindo de exemplo para os novos talentos brasileiros retomarem o verdadeiro universo de nossa cultura.
É um trabalho a ser aplaudido de pé.
Por Sérgio Ricardo
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Noturno – Sidney Porto, Marcos Braccini e Pedro Braccini
02 – Moto-Contínuo – Marcos Braccini, Flávio Henrique e Brisa Marques
03 – Espera – Vitor Santana, Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
04 – The Bay - Marcos Braccini
05 – Lua Incerta - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
06 – Última Paisagem - Marcos Braccini e Luiz Gabriel Lopes
07 – Samba do Perdão - Marcos Braccini e Antonio Gomes Neto
08 – Mãos Vazias - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
09 – Pra não Chorar - Vitor Santana, Marcos Braccini, Hélder Quiroga e Murilo Antunes
10 – Canto Vazio - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
O jovem Marcos Braccini, que além de escolado músico e amante do atavismo musical brasileiro, com este trabalho reúne as formas da música popular brasileira mais rica, descendo às profundezas de suas origens melódicas, harmônicas e rítmicas, com a ajuda da elaboração dos arranjos entremeados de erudição na medida comedida, sem extrapolar a periferia das canções, alcançando a grandeza transcendental de nosso lirismo poético, e consegue trazer, na companhia de seus parceiros poetas, em incrível sintonia, um trabalho ímpar para os dias de hoje.
Parece que uma nave pilotada por Villa-Lobos tendo Tom Jobim, Vinicius, Pixinguinha, Noel, Orestes Barbosa e outros como comissários de bordo andou pousando em Belo Horizonte e desembarcando seus discípulos Marcos Braccini, seus parceiros e o arranjador Rafael Martini, com a missão de recompor os caminhos verdadeiros de nossa música. Missão praticamente impossível, mas que os ventos das transformações possam levar este belo trabalho aos ouvidos de nossa gente, servindo de exemplo para os novos talentos brasileiros retomarem o verdadeiro universo de nossa cultura.
É um trabalho a ser aplaudido de pé.
Por Sérgio Ricardo
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Noturno – Sidney Porto, Marcos Braccini e Pedro Braccini
02 – Moto-Contínuo – Marcos Braccini, Flávio Henrique e Brisa Marques
03 – Espera – Vitor Santana, Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
04 – The Bay - Marcos Braccini
05 – Lua Incerta - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
06 – Última Paisagem - Marcos Braccini e Luiz Gabriel Lopes
07 – Samba do Perdão - Marcos Braccini e Antonio Gomes Neto
08 – Mãos Vazias - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
09 – Pra não Chorar - Vitor Santana, Marcos Braccini, Hélder Quiroga e Murilo Antunes
10 – Canto Vazio - Marcos Braccini, Antonio Gomes Neto e Pedro Braccini
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Pterodata - Ábaco – (2012)
Em setembro de 2012 João Diniz apresenta ´Ábaco’ novo cd do coletivo Perodata que nasce da ideia de criar uma versão sonora para o livro de poesia de mesmo nome lançado por ele e a editora ´Asa de Papel´ em 2011.
Neste trabalho JD e o Pterodata mantêm a proposta de realizar composições sonoras híbridas, incluindo poesia, música, espaços sônicos, falas, cantos e vídeo, alinhada com a ideia da ‘transArquitetura’ que propõe, através destas mídias diversas, a possibilidade de uma arquitetura expandida, na criação de ambientes performáticos e apresentações interdisciplinares.
O disco, bem como a apresentação multimídia de lançamento denominada ‘Ábaco suite multimídia’, propõe a criação de ambientes a partir de faixas instrumentais compostas em computador por João Diniz e que têm a participação de músicos e artistas colaboradores tais como: Rick Bolina na guitarra e/ou baixo em todas as faixas; do músico senegalês Zal Sissokho nos vocais e na kora, um tradicional instrumento africano; Ricardo Cheib na bateria e percussão; Leri Faria nos vocais e falas; Marilene Clara nos vocais; Maria Bragança no saxofone; e também das falas de Daniella Zupo e da arquiteta e poeta polonesa Dorota Wisniewska.
O ábaco é um instrumento ancestral de cálculo que há séculos vem formulando perguntas e dando respostas através de suas contas que sugerem números e seus significados. Neste trabalho livro e disco se integram numa soma suportes e sentidos onde ler/escrever e ouvir/tocar se complementam na busca de uma composição integrada e expandida.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 – Além
02 – Mote
03 – Milagre
04 – Azular
05 – Letal
06 – Maça
07 – Flor
08 – Sinal
09 – Remanso
10 – Liquido
João Diniz : composição, arranjo, seqüenciamento digital controller e textos.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Weber Lopes e Geovanne Sassá – Pé de Sonho (2014)
"Pé de sonho", primeiro álbum do duo formado por Weber Lopes (violão de nylon e de aço, viola caipira, ukelele, vocais e brinquedos) e Geovanne Sassá (percussão, voz e brinquedos), é pura imaginação, é fantasia. "É tudo que nasce da mente de uma criança. É criatividade, é invenção", completa Weber, autor das 13 faixas do CD.
"Criamos um nome bem significativo, pois a criança é um pé de sonho", explica o músico mineiro, que já levou os acordes de seu violão para países, como Austrália, Itália, França, Alemanha, Suíça, Finlândia e Nova Zelândia.
Animais, bruxas, florestas, família, medos e rimas. A temática escolhida para o disco representa o universo da garotada, a verdadeira fonte de inspiração para o projeto. "Os temas não vieram de mim", conta Weber. A dupla apostou na experiência acumulada em oficinas voltadas para a meninada. Isso explica o porquê de os adultos Adriano Goyatá (percussão e bateria), Ivan Corrêa (contrabaixo acústico e elétrico), Marcos Danilo (violão e guitarra), Sarah Lopes (percussão e voz) e Rebeca Lopes (voz) dividirem a cena com os pequenos Maria e David Almeida e Lia Lopes.
O que será ouvido segue a cartilha da diversidade de ritmos oferecidos pela Música Popular Brasileira. Tem muito xote, maracatu, congado, baião, barravento e afoxé. "Medo de quê?, "Não confunda" e "Um dia na fazenda" integram o repertório. O compositor garante que as criações surgiram com o objetivo de oferecer trabalhos de qualidade para o mundo infantil, que dispensa produtos que ignoram a sua inteligência. "Para comunicar com a criança, você não precisa empobrecer a informação, precisa adequá-la, o que é um pouco diferente. Existem exceções, mas, na maioria das vezes, quem produz para esse público, normalmente, empobrece a linguagem musical", adverte.
Preço – R$35,00
0
Faixas:
01 – Bicho de Bocão – Weber Lopes
02 – Urso - Weber Lopes
03 – Medo de Que? - Weber Lopes
04 – Cadê Clarisse? - Weber Lopes
05 – Bruxa de Verruga - Weber Lopes
06 – Mistérios da Floresta - Weber Lopes
07 – Joaninha - Weber Lopes
08 – Morcego - Weber Lopes
09 – Gosto do Meu Pai - Weber Lopes
10 – Rock da Barata - Weber Lopes
11 – Um Dia na Fazenda - Weber Lopes
12 – Lulu - Weber Lopes
13 – Não Confunda - Weber Lopes
"Criamos um nome bem significativo, pois a criança é um pé de sonho", explica o músico mineiro, que já levou os acordes de seu violão para países, como Austrália, Itália, França, Alemanha, Suíça, Finlândia e Nova Zelândia.
Animais, bruxas, florestas, família, medos e rimas. A temática escolhida para o disco representa o universo da garotada, a verdadeira fonte de inspiração para o projeto. "Os temas não vieram de mim", conta Weber. A dupla apostou na experiência acumulada em oficinas voltadas para a meninada. Isso explica o porquê de os adultos Adriano Goyatá (percussão e bateria), Ivan Corrêa (contrabaixo acústico e elétrico), Marcos Danilo (violão e guitarra), Sarah Lopes (percussão e voz) e Rebeca Lopes (voz) dividirem a cena com os pequenos Maria e David Almeida e Lia Lopes.
O que será ouvido segue a cartilha da diversidade de ritmos oferecidos pela Música Popular Brasileira. Tem muito xote, maracatu, congado, baião, barravento e afoxé. "Medo de quê?, "Não confunda" e "Um dia na fazenda" integram o repertório. O compositor garante que as criações surgiram com o objetivo de oferecer trabalhos de qualidade para o mundo infantil, que dispensa produtos que ignoram a sua inteligência. "Para comunicar com a criança, você não precisa empobrecer a informação, precisa adequá-la, o que é um pouco diferente. Existem exceções, mas, na maioria das vezes, quem produz para esse público, normalmente, empobrece a linguagem musical", adverte.
Preço – R$35,00
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Faixas:
01 – Bicho de Bocão – Weber Lopes
02 – Urso - Weber Lopes
03 – Medo de Que? - Weber Lopes
04 – Cadê Clarisse? - Weber Lopes
05 – Bruxa de Verruga - Weber Lopes
06 – Mistérios da Floresta - Weber Lopes
07 – Joaninha - Weber Lopes
08 – Morcego - Weber Lopes
09 – Gosto do Meu Pai - Weber Lopes
10 – Rock da Barata - Weber Lopes
11 – Um Dia na Fazenda - Weber Lopes
12 – Lulu - Weber Lopes
13 – Não Confunda - Weber Lopes
Tavinho Moura – Minhas Canções Inacabadas (2014)
Tavinho Moura volta aos estúdios para apresentar canções e versões que, por seu engenho e beleza, não poderiam ficar inéditas ao público.
Em voz e violão, o prestigiado cantor e compositor interpreta um repertório íntimo com originalidade e leveza. “Minhas Canções Inacabadas” é o disco de um mestre, ao mesmo tempo, inventivo e fiel a suas convicções artísticas.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 - Minhas Canções Inacabadas – Tavinho Moura e Ronaldo Bastos
02 – Como Vai Minha Aldeia - Tavinho Moura e Márcio Borges
03 – Ária No 3 – Heitor Villa-Lobos
04 – Oratório - Tavinho Moura
05 – Papo de Sapo - Tavinho Moura
06 – Bolero de Ana - Tavinho Moura, Murilo Antunes e Ama Amélia
07 – Corte Palavra - Tavinho Moura e Márcio Borges
08 – Ciranda Inhangatú - Tavinho Moura
09 – Confidências do Itabirano - Tavinho Moura e Carlos Drummond
10 – Porto das Flores - Tavinho Moura
11 – Peixe Vivo - Tavinho Moura e Fernando Brant
12 – Dói Dói Coração - Tavinho Moura
13 – Vai pra Casa Depressa – Noel Rosa e Francisco Mattoso
Em voz e violão, o prestigiado cantor e compositor interpreta um repertório íntimo com originalidade e leveza. “Minhas Canções Inacabadas” é o disco de um mestre, ao mesmo tempo, inventivo e fiel a suas convicções artísticas.
Preço – R$25,00
Faixas:
01 - Minhas Canções Inacabadas – Tavinho Moura e Ronaldo Bastos
02 – Como Vai Minha Aldeia - Tavinho Moura e Márcio Borges
03 – Ária No 3 – Heitor Villa-Lobos
04 – Oratório - Tavinho Moura
05 – Papo de Sapo - Tavinho Moura
06 – Bolero de Ana - Tavinho Moura, Murilo Antunes e Ama Amélia
07 – Corte Palavra - Tavinho Moura e Márcio Borges
08 – Ciranda Inhangatú - Tavinho Moura
09 – Confidências do Itabirano - Tavinho Moura e Carlos Drummond
10 – Porto das Flores - Tavinho Moura
11 – Peixe Vivo - Tavinho Moura e Fernando Brant
12 – Dói Dói Coração - Tavinho Moura
13 – Vai pra Casa Depressa – Noel Rosa e Francisco Mattoso
Ozome – A Grande Alma (2014)
Ao ouvir pela primeira vez o som da banda Ozome percebe-se um dos trabalhos mais criativos que foram garimpados ultimamente entre as novas bandas de pop/rock no Brasil.
O projeto, idealizado em Betim (MG) em meados de 2004 por Gustavo Buzelin (vocal), mostra preocupação com a poesia e a música para além do famoso ‘senso comum’. Indica que a arte não é um produto, mas pode ser consumida sem moderação.
Lucas Bolognani (guitarra), Thiago de Melo (baixo) e Álvaro Freitas (bateria) completam a banda que faz este som único e não está de brincadeira! Influenciados pelo som de Bach, Black Sabbath, etc...
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Outras Vidas – Thiago de Melo
02 – Tudo Veio da Lama - Thiago de Melo
03 – O Futuro - Thiago de Melo
04 – Nada é Impossível de Mudar – Bertold Brecht
05 – Ode à Mahler - Thiago de Melo
06 – Tire seus Sonhos da Geladeira - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
07 – A Grande Alma - Thiago de Melo
08 – Skalando - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
09 – Ajuste sua Orbita - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
10 – Pra que Voce Vive? - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
11 – Divina Comédia - Thiago de Melo, Alvaro Freitas e Lucas Bolognani
O projeto, idealizado em Betim (MG) em meados de 2004 por Gustavo Buzelin (vocal), mostra preocupação com a poesia e a música para além do famoso ‘senso comum’. Indica que a arte não é um produto, mas pode ser consumida sem moderação.
Lucas Bolognani (guitarra), Thiago de Melo (baixo) e Álvaro Freitas (bateria) completam a banda que faz este som único e não está de brincadeira! Influenciados pelo som de Bach, Black Sabbath, etc...
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Outras Vidas – Thiago de Melo
02 – Tudo Veio da Lama - Thiago de Melo
03 – O Futuro - Thiago de Melo
04 – Nada é Impossível de Mudar – Bertold Brecht
05 – Ode à Mahler - Thiago de Melo
06 – Tire seus Sonhos da Geladeira - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
07 – A Grande Alma - Thiago de Melo
08 – Skalando - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
09 – Ajuste sua Orbita - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
10 – Pra que Voce Vive? - Thiago de Melo e Matheus Fillippi
11 – Divina Comédia - Thiago de Melo, Alvaro Freitas e Lucas Bolognani
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