Trabalho ousado, Confissões – Um poema musical (Gvianna), é uma espécie de derivação em duas etapas, reunindo música do violonista mineiro Geraldo Vianna composta para os poemas que o frei espanhol Paulo Gabriel López Blanco produziu tendo como referência Confissões, obra clássica que Santo Agostinho escreveu no século 4.
“A pretensão não é a de que seja versão musicada do livro. Inicialmente, seria um disco instrumental, mas ficaria estranho num trabalho que é inspirado num mestre da retórica. Há musicalidade no texto dele. Inclusive, ele escreveu um livro sobre música no qual ainda não me aprofundei. Sempre associei muito a escrita ao exercício musical. O capítulo ‘O sertanejo’, do livro Os sertões, de Euclides da Cunha, para mim é uma sinfonia”, afirma Geraldo.
A princípio surpreso com o convite feito por ele, Paulo Gabriel escreveu rapidamente os poemas, tendo como ponto de partida um título e trechos previamente definidos pelo músico. “Cada nota foi escrita. Não há improvisos. Explorei o minimalismo e utilizei percussão com elementos eletrônicos”, conta Geraldo. Em estúdio, contou com a participação de Eduardo Campos (percussão), Graziela Cruz (voz), Sérgio Rabello (violoncelo), Ladston do Nascimento (voz), Regina Milagres (voz) e Renato Saldanha (violão).
O DVD, que tem cerca de 60 minutos de duração, tem imagens gravadas no Santuário do Caraça, localizado na Serra do Espinhaço, Região Central do estado. Além da bela igreja gótica, as câmeras registraram os movimentos do lobo-guará (cujas visitas ao local também são famosas), que “contracenou” com o cantor Ladston do Nascimento. “Quis um confronto entre profano e sagrado, bom e ruim, certo e errado. Isso é a luta, o questionamento de todo mundo”, explica o músico.
*por Eduardo Tristão Girão - EM Cultura
Preço – R$35,00
Faixas:
01 – Abertura
02 – A Procura
03 – Quero A Luz
04 – Cartago
05 – Tantas Lágrimas
06 – Sedução
07 – Rio do Esquecimento
08 – A Volta
09 – Saudades de Um Amigo
10 – Porto da Solidão
11 – Lágrimas de Dor
12 – Sobre Todas As Coisas
13 – Confissões
Violão: Geraldo Vianna / Poemas: Paulo Gabriel Lopez Blanco
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Wilmar Silva e Francesco Napoli - Neo Não (2010)
Em NEONÃO, o expectador é constantemente provocado a sair da clássica posição de “leitor confortavelmente entrincheirado atrás de suas mesas e cadeiras”, para construir, também a partir de suas próprias leituras, através de suas próprias referências, de suas vivências particulares, a percepção de que existe uma poética que não se traduz apenas por palavras de dado idioma, que independe de interpretações objetivas ou cartesianas do discurso linguístico que um poema poderia ou, segundo alguns, “deveria” encerrar.
A “poesia sonora”, embora há muito não seja exatamente uma novidade, tem suas raízes, ainda conforme Philadelpho Menezes, fixadas na “poesia fonética das vanguardas futuristas e dadaístas do início do século.” (MENEZES)
Mas não são apenas alguns ecos das vanguardas do início do século passado que podem ser percebidos em neonão. É fragrante sua aproximação, seu diálogo, com outros trabalhos de “poesia sonora” que tiveram, entre seus criadores e representantes mais significativos, nomes como Kurt Scwitters e Jaap Blonk. Aqui no Brasil, atualmente, vale destacar neste sentido os trabalhos de Márcio-André, Marcelo Sahea, Ricardo Aleixo, entre outros.
A primeira faixa de NEONÃO, “EE TU MAO”, demonstra o tom que permeia grande parte do trabalho: o esvaziamento do sentido semântico da palavra, uma desconstrução do léxico até sua transformação em pequenas unidades fonéticas fraturadas, fragmentadas. Tudo complementado pela melodia e pelo ritmo que, juntos, reconstroem significados alinhavados junto às palavras, então despidas de sua habitual carga de plurissignificações previamente codificadas.
“caracter”, cujo ritmo lembra o barulho cadenciado das linhas de montagem, deixa nas entrelinhas uma crítica não exatamente a pop-art em si, mas à pasteurização que foram submetidos certos segmentos da arte pós-moderna.
“atlas”, com um arranjo que parece misturar Bach e berimbau, nos atenta para o caráter de intertextualidade presente em NEONÃO. Intertextualidade que é levada a termo na medida em que tanto os elementos humanos, orgânicos, junto aos elementos eletrônicos, tecnológicos, dialogam entre si o tempo todo, construindo a si mesmo e ao outro, numa relação simbiótica. É o discurso poético agindo sobre a melodia da voz e do instrumento e vice-versa. Interação intertextual instantânea.
A coloquialidade, assim como na poesia contemporânea de maneira geral, está presente em NEONÃO. Mas, neste último, a coloquialidade não se faz presente apenas pelo uso de expressões tomadas ao léxico diário, cotidiano, e sim a alusão à situações que constroem o lócus de alguns poemas, como em “réquiem” ou “céu dos olhos”. Silviano Santigo, a propósito da coloquialidade em relação a literatura produzida no Brasil a partir de 1964 escreveu: “[...] prefere se insinuar como rachaduras em concreto, com voz baixa e divertida, em tom menor e coloquial” (SANTIAGO, 2002).
Conforme já mencionado anteriormente, a poética de neonão, do ponto de vista de execução, não traz nenhuma novidade que já não tenha sido devidamente investigada pelos movimentos de vanguarda. Todavia, tanto nos primórdios do “dada” como no contexto pós-moderno artístico atual, essa “poesia sonora”, ou conforme a própria definição de Wilmar Silva e Francesco Napoli, “poesia biossonora”, para fazer sentido enquanto manifestação artística, literária, necessita de algo mais que o suporte oferecido pelos livros.
À “poesia sonora” ou “biossonora” é necessário o elemento humano funcionando nem sempre como ser vivo racional, mas como um canal, uma via capaz de gerar sonoridade e sentido através da melodia dos instrumentos e do próprio idioma, na voz do intérprete. Além do mais, uma mera junção dos elementos acima enumerados, por si só, não poderia validar tal tarefa como artística ou poética. Ao ler os poemas no encarte e escutar o CD, ou ter a oportunidade de presenciar a performance da dupla ao vivo, fica a certeza de que a interpretação, a performance do trabalho é um dos pilares da “poesia biossonora”.
E tal performance só faz sentido, plenamente, quando executada ao vivo, para um coletivo de pessoas. Nisso, o conjunto de poemas em NEONÃO perde para uma performance ao vivo dos mesmos poemas. Não há dúvida de que o registro em CD é válido, mas se a proposta é fazer “poesia biossonora”, nada mais coerente que essa poética só possa ser apreciada em sua plenitude quando presenciada ao vivo.
Na faixa “iiii” (sim, é esse o título do poema!) que soa como um híbrido de mantra hindu e guitarras pós-punk-pinkfloydianas fantasmagóricas, há quase uma relação de simbiose entre os elementos do poema, em que cada uma das partes só sobrevive, só faz sentido, junto às outras. Ocidente e oriente entrelaçados. Tal simbiose fica ainda mais evidente e apreciável em “outono”, que traz uma melodia que também evoca ares orientais.
“Anu”, aqui presente sob a forma de um excerto do longo poema de Wilmar, ganha ritmo e melodia hipnóticos. A poesia de NEONÃO, para melhor ser apreciada, requer, exige a presença, enquanto performers, de seus criadores para ser apreciada plenamente.
O flerte com a etnopoesia, visível em alguns dos trabalhos de Wilmar Silva que também estão representados no CD, também dá as caras em NEONÃO através do “poemeto ecológico para a amazônia”, referência, reverência, homenagem aos índios, sistematicamente erradicados desde a chegada dos colonizadores portugueses em terras brasileiras, e a “chico mendes”, mártir da causa da floresta amazônica.
Enfim, pode ser dito que NEONÃO, de Wilmar Silva e Francesco Napoli, representa um passo interessante em busca de uma poesia, de um pensar e fazer poéticos que não se prendam exclusivamente aos limites impostos pelo branco da página, mas que consigam construir significados independentemente do sistema léxico em que são executados. É uma caminhada rumo a essência da poesia, forma de arte intrínseca à humanidade.
por Leonardo Morais
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – EE Tu Mão – Wilmar Silva
02 – Caracter – Wilmar Silva
03 – Réquiem – Wilmar Silva
04 – Atlas – Wilmar Silva
05 – Eu Te Blue – Wilmar Silva
06 – Céu dos Olhos – Wilmar Silva
07 – White – Wilmar Silva
08 – iiii – Wilmar Silva
09 – Estuário – Wilmar Silva
10 – Outono – Francesco Napoli
11 – Anu – Wilmar Silva
12 – Saudade Dada – Fernando Pessoa
13 – Chaparral – Wilmar Silva
14 – Poemeto Ecológico Para a Amazônia – Luiz Edmundo Alves
15 – Íris Retinas – Wilmar Silva
16 – X – Wilmar Silva
17 – Atilho – Wilmar Silva
A “poesia sonora”, embora há muito não seja exatamente uma novidade, tem suas raízes, ainda conforme Philadelpho Menezes, fixadas na “poesia fonética das vanguardas futuristas e dadaístas do início do século.” (MENEZES)
Mas não são apenas alguns ecos das vanguardas do início do século passado que podem ser percebidos em neonão. É fragrante sua aproximação, seu diálogo, com outros trabalhos de “poesia sonora” que tiveram, entre seus criadores e representantes mais significativos, nomes como Kurt Scwitters e Jaap Blonk. Aqui no Brasil, atualmente, vale destacar neste sentido os trabalhos de Márcio-André, Marcelo Sahea, Ricardo Aleixo, entre outros.
A primeira faixa de NEONÃO, “EE TU MAO”, demonstra o tom que permeia grande parte do trabalho: o esvaziamento do sentido semântico da palavra, uma desconstrução do léxico até sua transformação em pequenas unidades fonéticas fraturadas, fragmentadas. Tudo complementado pela melodia e pelo ritmo que, juntos, reconstroem significados alinhavados junto às palavras, então despidas de sua habitual carga de plurissignificações previamente codificadas.
“caracter”, cujo ritmo lembra o barulho cadenciado das linhas de montagem, deixa nas entrelinhas uma crítica não exatamente a pop-art em si, mas à pasteurização que foram submetidos certos segmentos da arte pós-moderna.
“atlas”, com um arranjo que parece misturar Bach e berimbau, nos atenta para o caráter de intertextualidade presente em NEONÃO. Intertextualidade que é levada a termo na medida em que tanto os elementos humanos, orgânicos, junto aos elementos eletrônicos, tecnológicos, dialogam entre si o tempo todo, construindo a si mesmo e ao outro, numa relação simbiótica. É o discurso poético agindo sobre a melodia da voz e do instrumento e vice-versa. Interação intertextual instantânea.
A coloquialidade, assim como na poesia contemporânea de maneira geral, está presente em NEONÃO. Mas, neste último, a coloquialidade não se faz presente apenas pelo uso de expressões tomadas ao léxico diário, cotidiano, e sim a alusão à situações que constroem o lócus de alguns poemas, como em “réquiem” ou “céu dos olhos”. Silviano Santigo, a propósito da coloquialidade em relação a literatura produzida no Brasil a partir de 1964 escreveu: “[...] prefere se insinuar como rachaduras em concreto, com voz baixa e divertida, em tom menor e coloquial” (SANTIAGO, 2002).
Conforme já mencionado anteriormente, a poética de neonão, do ponto de vista de execução, não traz nenhuma novidade que já não tenha sido devidamente investigada pelos movimentos de vanguarda. Todavia, tanto nos primórdios do “dada” como no contexto pós-moderno artístico atual, essa “poesia sonora”, ou conforme a própria definição de Wilmar Silva e Francesco Napoli, “poesia biossonora”, para fazer sentido enquanto manifestação artística, literária, necessita de algo mais que o suporte oferecido pelos livros.
À “poesia sonora” ou “biossonora” é necessário o elemento humano funcionando nem sempre como ser vivo racional, mas como um canal, uma via capaz de gerar sonoridade e sentido através da melodia dos instrumentos e do próprio idioma, na voz do intérprete. Além do mais, uma mera junção dos elementos acima enumerados, por si só, não poderia validar tal tarefa como artística ou poética. Ao ler os poemas no encarte e escutar o CD, ou ter a oportunidade de presenciar a performance da dupla ao vivo, fica a certeza de que a interpretação, a performance do trabalho é um dos pilares da “poesia biossonora”.
E tal performance só faz sentido, plenamente, quando executada ao vivo, para um coletivo de pessoas. Nisso, o conjunto de poemas em NEONÃO perde para uma performance ao vivo dos mesmos poemas. Não há dúvida de que o registro em CD é válido, mas se a proposta é fazer “poesia biossonora”, nada mais coerente que essa poética só possa ser apreciada em sua plenitude quando presenciada ao vivo.
Na faixa “iiii” (sim, é esse o título do poema!) que soa como um híbrido de mantra hindu e guitarras pós-punk-pinkfloydianas fantasmagóricas, há quase uma relação de simbiose entre os elementos do poema, em que cada uma das partes só sobrevive, só faz sentido, junto às outras. Ocidente e oriente entrelaçados. Tal simbiose fica ainda mais evidente e apreciável em “outono”, que traz uma melodia que também evoca ares orientais.
“Anu”, aqui presente sob a forma de um excerto do longo poema de Wilmar, ganha ritmo e melodia hipnóticos. A poesia de NEONÃO, para melhor ser apreciada, requer, exige a presença, enquanto performers, de seus criadores para ser apreciada plenamente.
O flerte com a etnopoesia, visível em alguns dos trabalhos de Wilmar Silva que também estão representados no CD, também dá as caras em NEONÃO através do “poemeto ecológico para a amazônia”, referência, reverência, homenagem aos índios, sistematicamente erradicados desde a chegada dos colonizadores portugueses em terras brasileiras, e a “chico mendes”, mártir da causa da floresta amazônica.
Enfim, pode ser dito que NEONÃO, de Wilmar Silva e Francesco Napoli, representa um passo interessante em busca de uma poesia, de um pensar e fazer poéticos que não se prendam exclusivamente aos limites impostos pelo branco da página, mas que consigam construir significados independentemente do sistema léxico em que são executados. É uma caminhada rumo a essência da poesia, forma de arte intrínseca à humanidade.
por Leonardo Morais
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – EE Tu Mão – Wilmar Silva
02 – Caracter – Wilmar Silva
03 – Réquiem – Wilmar Silva
04 – Atlas – Wilmar Silva
05 – Eu Te Blue – Wilmar Silva
06 – Céu dos Olhos – Wilmar Silva
07 – White – Wilmar Silva
08 – iiii – Wilmar Silva
09 – Estuário – Wilmar Silva
10 – Outono – Francesco Napoli
11 – Anu – Wilmar Silva
12 – Saudade Dada – Fernando Pessoa
13 – Chaparral – Wilmar Silva
14 – Poemeto Ecológico Para a Amazônia – Luiz Edmundo Alves
15 – Íris Retinas – Wilmar Silva
16 – X – Wilmar Silva
17 – Atilho – Wilmar Silva
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Marcus Viana e Leticia Sabatella - Poemas Místicos Do Oriente (2003)
“Poemas Místicos do Oriente” é uma seleção de poemas de três grandes filósofos orientais: o libanês Khalil Gibran e os persas e sufis Omar Khayyam e Rumi.
“Poemas Místicos do Oriente” é um tratado sobre Transcendência. Tanto música quanto poesia, insistem e apontam para a fugacidade dos sonhos humanos e os valores permanentes do Espírito. O resultado final para o ouvinte atento é uma grande transformação de consciência.
Os poemas são recitados por Letícia Sabatella e a música é de Marcus Viana.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Rubaiyat I
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua Da Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino Do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O Que Não Somos
09 - O Mundo Além Das Palavras
10 - Estou Partindo
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III/IV
13 - A Hora Da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
“Poemas Místicos do Oriente” é um tratado sobre Transcendência. Tanto música quanto poesia, insistem e apontam para a fugacidade dos sonhos humanos e os valores permanentes do Espírito. O resultado final para o ouvinte atento é uma grande transformação de consciência.
Os poemas são recitados por Letícia Sabatella e a música é de Marcus Viana.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Rubaiyat I
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua Da Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino Do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O Que Não Somos
09 - O Mundo Além Das Palavras
10 - Estou Partindo
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III/IV
13 - A Hora Da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Cacograma – Poesia (2001)
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Heidegger’s song 1 e 2 (Divergência Socialista)
02 - As lágrimas amargas da felicidade (Ana Gusmão, Emília Mendes e Maíra Buarque)
03 - À maneira de Raul de Leoni (Ana Gusmão e Marcelo Dolabela)
04 - O abismo & o abismo 9 (Divergência Socialista)
05 - Acaso incorporado – versão sinestésica 2 (Marcelo Dolabela)
06 - Heidegger’s song 4 (Cacofobia)
07 - No no nuke / Presuntos (Divergência Socialista)
08 - RuídoRuína – raga to Philadelpho Menezes 1 e 2 (Délio Esteves)
09 - O abismo e o abismo – tempo lógico (Marcelo Dolabela)
10 - Inútil (Ana Caetano)
11 - A vida tem cura? (Carlos Augusto Novais)
12 - O eu do eu não é o outro (Carlos Augusto Novais)
13 - Página 275: Nem todos (Carlos Augusto Novais)
14 - Onde o agora (Carlos Augusto Novais)
15 - “Por que não terão os anos o que tem o ano?” Outono/ Chora/ Andorinha/ Dezembro (Carlos Augusto Novais)
16 - 3M ME (Carlos Augusto Novais)
17 - Abracadabra (Ana Caetano e Rosana Caetano)
18 - A guerra acabou (Ana Caetano)
19 - Sem sentido 1 (Ana Caetano)
20 - Sem sentido 2 (Ana Caetano e Rosana Caetano)
21 - As sete visões do Gólem (Ana Caetano)
22 - Escritura e morte em W.B. (Ana Caetano)
23 - 80%piscina30M100C70BLK – blue rondo (Luciano Cortez)
24 - Entre abacial e intacta (Luciano Cortez)
25 - E pisei no cerrado (Luciano Cortez)
26 - O poema, o poeta e a urbe (Emília Mendes)
27 - Museu do mundo (Los Borrachos)
28 - Caderno de poesia do aluno Juca (Luciano Cortez)
Faixas
01 - Heidegger’s song 1 e 2 (Divergência Socialista)
02 - As lágrimas amargas da felicidade (Ana Gusmão, Emília Mendes e Maíra Buarque)
03 - À maneira de Raul de Leoni (Ana Gusmão e Marcelo Dolabela)
04 - O abismo & o abismo 9 (Divergência Socialista)
05 - Acaso incorporado – versão sinestésica 2 (Marcelo Dolabela)
06 - Heidegger’s song 4 (Cacofobia)
07 - No no nuke / Presuntos (Divergência Socialista)
08 - RuídoRuína – raga to Philadelpho Menezes 1 e 2 (Délio Esteves)
09 - O abismo e o abismo – tempo lógico (Marcelo Dolabela)
10 - Inútil (Ana Caetano)
11 - A vida tem cura? (Carlos Augusto Novais)
12 - O eu do eu não é o outro (Carlos Augusto Novais)
13 - Página 275: Nem todos (Carlos Augusto Novais)
14 - Onde o agora (Carlos Augusto Novais)
15 - “Por que não terão os anos o que tem o ano?” Outono/ Chora/ Andorinha/ Dezembro (Carlos Augusto Novais)
16 - 3M ME (Carlos Augusto Novais)
17 - Abracadabra (Ana Caetano e Rosana Caetano)
18 - A guerra acabou (Ana Caetano)
19 - Sem sentido 1 (Ana Caetano)
20 - Sem sentido 2 (Ana Caetano e Rosana Caetano)
21 - As sete visões do Gólem (Ana Caetano)
22 - Escritura e morte em W.B. (Ana Caetano)
23 - 80%piscina30M100C70BLK – blue rondo (Luciano Cortez)
24 - Entre abacial e intacta (Luciano Cortez)
25 - E pisei no cerrado (Luciano Cortez)
26 - O poema, o poeta e a urbe (Emília Mendes)
27 - Museu do mundo (Los Borrachos)
28 - Caderno de poesia do aluno Juca (Luciano Cortez)
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Adélia Prado - O Sempre Amor (2003)
Com roteiro assinado pela própria Adélia Prado, O Sempre Amor traz os poemas na voz da própria autora: Para cantar o saltério; Uma vez visto; A serenata; Amor; O amor no éter; Memória amorosa; Pranto para comover Jonathan; Os lugares comuns; Bilhete em papel rosa; Para o Zé; Casamento; Psicórdica; Um jeito; A meio pau; Corridinho; Amor Feinho; Bairro; A terceira via; Raiva de Jonathan; Mais uma vez; Amor violeta; Matéria; Formas; O encontro; A santa ceia; O conhecimento bíblico; O sacrifício; A batalha; O sempre amor – selecionados dos livros: Bagagem; Terra de Santa Cruz; O Pelicano; A faca no peito e Coração Disparado.
Os poemas foram gravados por Adélia Prado em abril de 2001. A trilha sonora surgiu após a inspiração trazida pela grandiosidade do texto. Convidado pelo selo Karmim, Mauro Rodrigues, também diretor musical da produção, compôs a trilha, especialmente para o disco.
O ‘Poema Orquestral’, gravado em setembro de 2002, é executado pela Orquestra de Câmara do Sesiminas e pelos músicos convidados: Carlos Ernest Dias (oboé), Fernando Rocha (vibrafone) e Mauro Rodrigues (flauta). O projeto gráfico do disco é assinado por Walter Santos e Júlio Conradi e vem acompanhado de libreto contendo todas as poesias nele gravadas.
Preço – R$40,00
Faixas
•Poema Orquestral
•Para cantar com saltério
•Uma vez visto
•A serenata
•Amor
•O amor no éter
•Memória amorosa
•Pranto para comover Jonathan
•Os lugares comuns
•Bilhete em papel rosa
•Poema Orquestral
•Para o Zé
•Casamento
•Psicórdica
•Um jeito
•A meio pau
•Corridinho
•Amor feinho
•Poema Orquestral
•Bairro
•A terceira via
•Raiva de Jonathan
•Mais uma vez
•Amor violeta
•Poema Orquestral
•Matéria
•Formas
•O encontro
•A santa ceia
•O conhecimento bíblico
•O sacrifício
•Poema Orquestral
•A batalha
•Poema Orquestral
•O Sempre Amor
Os poemas foram gravados por Adélia Prado em abril de 2001. A trilha sonora surgiu após a inspiração trazida pela grandiosidade do texto. Convidado pelo selo Karmim, Mauro Rodrigues, também diretor musical da produção, compôs a trilha, especialmente para o disco.
O ‘Poema Orquestral’, gravado em setembro de 2002, é executado pela Orquestra de Câmara do Sesiminas e pelos músicos convidados: Carlos Ernest Dias (oboé), Fernando Rocha (vibrafone) e Mauro Rodrigues (flauta). O projeto gráfico do disco é assinado por Walter Santos e Júlio Conradi e vem acompanhado de libreto contendo todas as poesias nele gravadas.
Preço – R$40,00
Faixas
•Poema Orquestral
•Para cantar com saltério
•Uma vez visto
•A serenata
•Amor
•O amor no éter
•Memória amorosa
•Pranto para comover Jonathan
•Os lugares comuns
•Bilhete em papel rosa
•Poema Orquestral
•Para o Zé
•Casamento
•Psicórdica
•Um jeito
•A meio pau
•Corridinho
•Amor feinho
•Poema Orquestral
•Bairro
•A terceira via
•Raiva de Jonathan
•Mais uma vez
•Amor violeta
•Poema Orquestral
•Matéria
•Formas
•O encontro
•A santa ceia
•O conhecimento bíblico
•O sacrifício
•Poema Orquestral
•A batalha
•Poema Orquestral
•O Sempre Amor
Adélia Prado - O Tom de Adélia Prado (2001)
Esta produção traz o refinamento da expressão poética de Adélia Prado. A essência é a intenção da fala ao coração. O disco une a riqueza da poesia à expressão musical e essência feminina, através de cinqüenta e seis poemas do livro “Oráculos de Maio”, interpretados pela autora.
No CD, Adélia Prado é acompanhada por um tema sonoro criado por Mauro Rodrigues e executado por Fernando Araújo (violão), Firmino Cavazza (violoncello), Carlos Ernest (oboé) e Mauro Rodrigues (flauta).
Preço – R$35,00
Faixas
•O poeta ficou cansado
•O ajudante de Deus
•Salve rainha
•O tesouro escondido
•Staccato
•Homilia
•Domus
•A boa morte
•Poema para menina-aprendiz
•Do amor
•Portunhol
•Sesta com flores
•Meditação à beira de um poema
•Mural
•Nossa Senhora da Conceição
•A rua da vida feliz
•Justiça
•Mater dolorosa
•Vaso noturno
•O intenso brilho
•Invitatório
•Paixão de Cristo
•História de Jó
•Pedido de adoção
•Mulher ao cair da tarde
•A discípula
•Meditação do rei no meio de sua tropa
•Argüição da soberba • Oficina
•Outubro
•Direitos humanos
•Tal qual um macho
•O santo
•A diva
•Ex-voto
•Amamnese
•O santo ícone
•Shopsi
•Neurolingüística
•Viação São Cristóvão
•Na terra como no céu
•Presença
•Filhinha
•No bater das pálpebras
•À mesa
•A convertida
•Arte
•Mitigação da pena
•Exercício espiritual
•Nossa Senhora das Flores
•Estação de maio
•Aura
•Sinal no céu
•Teologal
•Maria
•Neopelicano
No CD, Adélia Prado é acompanhada por um tema sonoro criado por Mauro Rodrigues e executado por Fernando Araújo (violão), Firmino Cavazza (violoncello), Carlos Ernest (oboé) e Mauro Rodrigues (flauta).
Preço – R$35,00
Faixas
•O poeta ficou cansado
•O ajudante de Deus
•Salve rainha
•O tesouro escondido
•Staccato
•Homilia
•Domus
•A boa morte
•Poema para menina-aprendiz
•Do amor
•Portunhol
•Sesta com flores
•Meditação à beira de um poema
•Mural
•Nossa Senhora da Conceição
•A rua da vida feliz
•Justiça
•Mater dolorosa
•Vaso noturno
•O intenso brilho
•Invitatório
•Paixão de Cristo
•História de Jó
•Pedido de adoção
•Mulher ao cair da tarde
•A discípula
•Meditação do rei no meio de sua tropa
•Argüição da soberba • Oficina
•Outubro
•Direitos humanos
•Tal qual um macho
•O santo
•A diva
•Ex-voto
•Amamnese
•O santo ícone
•Shopsi
•Neurolingüística
•Viação São Cristóvão
•Na terra como no céu
•Presença
•Filhinha
•No bater das pálpebras
•À mesa
•A convertida
•Arte
•Mitigação da pena
•Exercício espiritual
•Nossa Senhora das Flores
•Estação de maio
•Aura
•Sinal no céu
•Teologal
•Maria
•Neopelicano
Assinar:
Postagens (Atom)





