“Fireflies” é o segundo CD da cantora mineira Gabriela Pepino, totalmente autoral e com canções inéditas, o novo trabalho é fortemente influenciado pelo jazz, blues e soul music norte-americano. As composições trazem batidas modernas, letras marcantes e muita energia.
“Foram mais de dois anos no processo de produção do CD gravado em Belo Horizonte e São Paulo. É um trabalho que traz vigor e alma, com melodias exigentes, que mostram minhas influências. Desde criança gosto do soul, pop e funk norte-americano”, conta Gabriela. O álbum traz dez faixas em inglês que mesclam o pop dos EUA, das décadas de 60 e 90, com batidas mais atuais.
Em 2012, Gabriela Pepino lançou seu primeiro álbum autoral: "Let me do it", pelo selo Ultra Music. Esteve presente em turnê pelos estados de Minas Gerais, Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Em 2013, lançou um novo single, “I just wanna make love to you”, e realizou sua primeira turnê internacional, com passagens pelos festivais CMJ em Nova York e MeowCon em Austin/Tx, nos Estados Unidos.
Em 2014 e 2015, Gabriela continuou a realizar suas turnês já visando a produção e lançamento de seu segundo CD. Neste período lançou dois singles um para a copa do mundo, “Ole, Ole”, e o outro chamado “baby, baby, baby”, uma balada eternizada na voz de Aretha Franklin.
Preço – R$28,00
Faixas:
01 - I'll Work It Out
02 - Let's Get Moving
03 - Gime Some Love
04 - Spread The Love
05 - Like An Arrow
06 - Chu Cha
07 - I Ain't Gonna Take The Blame
08 - I'll Stay
09 - Fireflies
10 - What If
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quarta-feira, 16 de maio de 2018
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Affonsinho – Bluesing (2015)
Em seus shows, Affonsinho sempre guarda um momento para flertar com o estilo musical pelo qual é apaixonado, o blues. “Mesmo gravando bossa nova ou MPB, na hora do solo, eu sempre toco a escala do blues, a pentatônica”, diz o músico, que, após 15 anos dedicados a outros gêneros, materializou essa paixão pelo blues em forma de disco.
“Bluesing”, como foi batizado o álbum, veio como um desafio bom para Affonsinho. “Não tive dificuldade em produzir este disco porque é como se todas essas canções estivessem guardadas numa gaveta durante estes 15 anos”.
O disco traz 11 faixas autorais, compostas em inglês. Apesar de ter morado um tempo nos EUA e ter facilidade com a língua na hora de conversar, Affonsinho – que é mestre em brincar com as palavras –, teve um certo trabalho para colocar as letras no papel. “‘Filosofar’ ou escrever letras é bem mais difícil”, revela.
Repleto de referências aos seus ídolos na música, como B.B. King, Jimi Hendrix, Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan e Roy Buchanan, “Bluesing” carrega a essência do blues repleto de balanço. Affonsinho destaca três músicas: “I Love To Love You”, balada ao estilo de Eric Clapton; “Blues For Riley”, um caloroso tributo ao mestre B. B. King; e “Jimi’s Vibe”, uma faixa instrumental composta em homenagem a Jimi Hendrix.
Questionado sobre a cena blues na atualidade, ele não titubeia. “Nos EUA e Inglaterra, continua cada vez mais forte... Ginásios lotados e rostos felizes ouvindo tanta música de qualidade. No Brasil, claro, não estamos assim, mas vejo um fortíssimo movimento do blues acontecendo, principalmente em BH”, analisa.
Como nos discos anteriores, Affonsinho convidou “amigos musicais” para participar desse trabalho: Gustavo Andrade, Auder Júnior, Péricles Garcia, Márcio Durães e Alexandre da Mata. “Já tenho parcerias com eles e foram os caras que me estimularam a voltar ao blues. Não posso me esquecer de Alexei Michailowsky. Esse foi o que mais falou na minha cabeça: Você tem que gravar blues!”.
por Vanessa Perroni - Hoje em Dia
Preço – R$28,00
Faixas:
01 –I Love To Love You – Affonsinho
02 – Just Stay – Affonsinho
03 – Love’s Philosophy – Affonsinho sobre poema de Percy Shelley, adaptado por Fábio Leite
04 – Jimi’s Vibe – Affonsinho
05 – Elvislike – Affonsinho e Kiko Ferreira
06 – Blues For Rilley – Affonsinho
07 – Set Me Free – Affonsinho
08 – Take Care – Affonsinho
09 – Where? – Affonsinho
10 – It Happens That – Affonsinho
11 – Aff’s Shuffle – Affonsinho
“Bluesing”, como foi batizado o álbum, veio como um desafio bom para Affonsinho. “Não tive dificuldade em produzir este disco porque é como se todas essas canções estivessem guardadas numa gaveta durante estes 15 anos”.
O disco traz 11 faixas autorais, compostas em inglês. Apesar de ter morado um tempo nos EUA e ter facilidade com a língua na hora de conversar, Affonsinho – que é mestre em brincar com as palavras –, teve um certo trabalho para colocar as letras no papel. “‘Filosofar’ ou escrever letras é bem mais difícil”, revela.
Repleto de referências aos seus ídolos na música, como B.B. King, Jimi Hendrix, Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan e Roy Buchanan, “Bluesing” carrega a essência do blues repleto de balanço. Affonsinho destaca três músicas: “I Love To Love You”, balada ao estilo de Eric Clapton; “Blues For Riley”, um caloroso tributo ao mestre B. B. King; e “Jimi’s Vibe”, uma faixa instrumental composta em homenagem a Jimi Hendrix.
Questionado sobre a cena blues na atualidade, ele não titubeia. “Nos EUA e Inglaterra, continua cada vez mais forte... Ginásios lotados e rostos felizes ouvindo tanta música de qualidade. No Brasil, claro, não estamos assim, mas vejo um fortíssimo movimento do blues acontecendo, principalmente em BH”, analisa.
Como nos discos anteriores, Affonsinho convidou “amigos musicais” para participar desse trabalho: Gustavo Andrade, Auder Júnior, Péricles Garcia, Márcio Durães e Alexandre da Mata. “Já tenho parcerias com eles e foram os caras que me estimularam a voltar ao blues. Não posso me esquecer de Alexei Michailowsky. Esse foi o que mais falou na minha cabeça: Você tem que gravar blues!”.
por Vanessa Perroni - Hoje em Dia
Preço – R$28,00
Faixas:
01 –I Love To Love You – Affonsinho
02 – Just Stay – Affonsinho
03 – Love’s Philosophy – Affonsinho sobre poema de Percy Shelley, adaptado por Fábio Leite
04 – Jimi’s Vibe – Affonsinho
05 – Elvislike – Affonsinho e Kiko Ferreira
06 – Blues For Rilley – Affonsinho
07 – Set Me Free – Affonsinho
08 – Take Care – Affonsinho
09 – Where? – Affonsinho
10 – It Happens That – Affonsinho
11 – Aff’s Shuffle – Affonsinho
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Gabriela Pepino – Let Me Do It (2012)
"I wanted to sing a jazzy song / But they wouldn't let me do it / Let me do it, hum, let me do it", suplica, com sua voz quente, Gabriela Pepino no refrão de Let me Do It, música de autoria da artista mineira que batiza e abre seu primeiro disco, lançado pelo selo Ultra Music. Basta ouvir a primorosa gravação desta composição para não restar dúvidas de que Gabriela Pepino pede no refrão para fazer o que sabe. Let me Do It, o álbum, apresenta uma cantora e compositora no domínio pleno e precoce de sua Arte. Uma intérprete hábil no canto de temas de jazz (já defendidos por ela em festivais dedicados ao gênero), blues, soul e pop. Ritmos que sintetizam as influências musicais desta cantora diplomada na Escola de Canto Babaya - em Belo Horizonte (MG) - e pós-graduada na Berklee College of Music, a escola de música mais conceituada dos Estados Unidos, para onde Gabriela Pepino rumou em 2004, quando ainda contabilizava 17 anos.
Impressiona em Let me Do It - disco idealizado e produzido pela própria Gabriela Pepino sob a direção musical do guitarrista Gilvan de Oliveira, autor dos arranjos - a técnica da cantora. A maestria com que suinga e atinge as notas com leveza é típica de veteranos. Contudo, a essa técnica lapidada na última década, o CD alia o requinte instrumental da gravação. Músicos como o baterista Lincoln Cheib, o baixista Adriano Campagnani e o citado Gilvan de Oliveira fazem a cama para que Gabriela Pepino deite e role no canto deste repertório soa absolutamente natural em sua voz. "Fiz neste disco o que eu sempre quis fazer. Eu me preparei muito para gravá-lo e cheguei pronta, sabendo o que queria. A influência do jazz, do blues e do soul é natural. Desde pequena, eu canto em inglês e escuto esses gêneros no meu cotidiano", frisa Gabriela Pepino.
Sim, a veia norte-americana da artista pulsa em Let me Do It de forma natural. O uso recorrente de backing-vocals - todos em fina sintonia com o canto da artista em If I Lived in France, outro tema da lavra de Gabriela Pepino, que cita na letra símbolos do país que abriga a Torre Eiffell - evoca a alma da música norteamericana de outros tempos. Com sua textura orgânica, Let me Do It tem um clima vintage, reverenciando com frescor o som de outras eras em seu repertório essencialmente autoral. My Dream Is You, uma das baladas do disco, exemplifica o apuro dos arranjos - em especial na disposição das cordas da Orquestra de Cordas Sesi-Minas - e a pegada pop de algumas faixas. "O pop também é forte em mim. Mas é pop dos anos 70. Eu deveria ter nascido em outra época", brinca Gabriela Pepino.
De outra época - e do repertório de um ícone feminino do universo pop - vem I Don't Wanna Fight, sucesso de Tina Turner. O tema de Lulu Lawrie (a cantora britânica Lulu, do hit To Sir, With Love), Billy Lawrie e Steve DuBarry foi gravado pela cantora em 1993 no álbum What's Love Got to Do with It, trilha sonora do homônimo filme. Trata-se do último grande sucesso de Tina, rebobinado com habilidade por Gabriela Pepino, sem cair na imitação do registro original da música. Ainda fora da seara autoral que domina Let me Do It, o disco fecha com Someone to Light Up my Life, versão em inglês de Se Todos Fossem Iguais a Você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes), marco inaugural que abriu em 1956 a monumental parceria de Tom com Vinicius.
A música soberana de Jobim tem seu sotaque universal realçado por Pepino num disco que dialoga com as tradições do soul e do rhythm and blues em temas cantados em inglês como Change e Headache, outras duas inéditas autorais da artista. Tradições abordadas com um feeling orgânico, sem os timbres artificiais e mecânicos das gravações atuais. Mérito potencializado pela mixagem (capitaneada por Henrique Soares Martins no Ultra Estúdio, em Belo Horizonte, onde o disco foi gravado de agosto a outubro de 2011) e pela masterização feita pelo conceituado engenheiro de som Tom Coyne no Sterling Sound, o não menos conceituado estúdio de Nova York (EUA). O apuro técnico na finalização do disco faz com que os sons e instrumentos estejam bem delineados - são perceptíveis as linhas do baixo, por exemplo - sem que a voz de Gabriela Pepino saia jamais do primeiro plano.
É espantosa a naturalidade com que a artista encara um blues como Dose of Scotch (Gabriela Pepino), como se estivesse ambientada em um cabaré dos anos 20 ou 30. O senso rítmico da intérprete também salta aos ouvidos nas interpretações de músicas como Baby (Gabriela Pepino) mais uma prova da inspiração e do talento natural da artista como compositora. A extensão da voz lapidada em aulas de canto é perceptível nas passagens mais altas da balada Unexpected (Gabriela Pepino).
Outra balada do repertório autoral, Deepest Shadow (Gabriela Pepino), chama atenção e se diferencia no disco por trazer a participação de Marina Machado, cantora cultuada no universo pop mineiro. O dueto de Marina com Gabriela resulta harmonioso e valoriza uma canção cheia de vida, pronta para ganhar as paradas.
Como a iniciação de Gabriela Pepino na música, a opção por cantar e compor em inglês acabou sendo natural. "Foi maior do que eu! Essas músicas, que já venho compondo há quatro anos, foram saindo em inglês e já chegaram praticamente com melodia e harmonia prontas", relata Gabriela Pepino.
Em tempos de músicas e cantoras estéreis, programadas para seguir o ritmo do momento, Let me Do It aplica injeção de vitalidade e honestidade no mercado viciado. Gabriela Pepino é uma cantora de verdade que faz música de verdade. Como nos velhos tempos. A História - e o sucesso da saudosa Amy Winehouse (1983 ?? 2011) corrobora a tese - tem sido favorável a quem segue essa trilha retrô com alma. Let Gabriela Pepino Do It!
*por Mauro Ferreira
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Let Me Do it – Gabriela Pepino
02 – If I Lived In France – Gabriela Pepino
03 – My Dream Is You – Gabriela Pepino
04 – Headache – Gabriela Pepino
05 – Dose Of Scotch – Gabriela Pepino
06 – Baby – Gabriela Pepino
07 – I Don’t Wanna Fight – Lulu Lawrie, Billy Lawrie e Steve DuBerry
08 – Unexpected – Gabriela Pepino
09 – Deepest Shadow – Gabriela Pepino
10 – Change – Gabriela Pepino
11 – I Can’t Wait – Gabriela Pepino
12 – My Blues – Gabriela Pepino
13 – Someone To Light Up My Life – Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Gene Lees
Impressiona em Let me Do It - disco idealizado e produzido pela própria Gabriela Pepino sob a direção musical do guitarrista Gilvan de Oliveira, autor dos arranjos - a técnica da cantora. A maestria com que suinga e atinge as notas com leveza é típica de veteranos. Contudo, a essa técnica lapidada na última década, o CD alia o requinte instrumental da gravação. Músicos como o baterista Lincoln Cheib, o baixista Adriano Campagnani e o citado Gilvan de Oliveira fazem a cama para que Gabriela Pepino deite e role no canto deste repertório soa absolutamente natural em sua voz. "Fiz neste disco o que eu sempre quis fazer. Eu me preparei muito para gravá-lo e cheguei pronta, sabendo o que queria. A influência do jazz, do blues e do soul é natural. Desde pequena, eu canto em inglês e escuto esses gêneros no meu cotidiano", frisa Gabriela Pepino.
Sim, a veia norte-americana da artista pulsa em Let me Do It de forma natural. O uso recorrente de backing-vocals - todos em fina sintonia com o canto da artista em If I Lived in France, outro tema da lavra de Gabriela Pepino, que cita na letra símbolos do país que abriga a Torre Eiffell - evoca a alma da música norteamericana de outros tempos. Com sua textura orgânica, Let me Do It tem um clima vintage, reverenciando com frescor o som de outras eras em seu repertório essencialmente autoral. My Dream Is You, uma das baladas do disco, exemplifica o apuro dos arranjos - em especial na disposição das cordas da Orquestra de Cordas Sesi-Minas - e a pegada pop de algumas faixas. "O pop também é forte em mim. Mas é pop dos anos 70. Eu deveria ter nascido em outra época", brinca Gabriela Pepino.
De outra época - e do repertório de um ícone feminino do universo pop - vem I Don't Wanna Fight, sucesso de Tina Turner. O tema de Lulu Lawrie (a cantora britânica Lulu, do hit To Sir, With Love), Billy Lawrie e Steve DuBarry foi gravado pela cantora em 1993 no álbum What's Love Got to Do with It, trilha sonora do homônimo filme. Trata-se do último grande sucesso de Tina, rebobinado com habilidade por Gabriela Pepino, sem cair na imitação do registro original da música. Ainda fora da seara autoral que domina Let me Do It, o disco fecha com Someone to Light Up my Life, versão em inglês de Se Todos Fossem Iguais a Você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes), marco inaugural que abriu em 1956 a monumental parceria de Tom com Vinicius.
A música soberana de Jobim tem seu sotaque universal realçado por Pepino num disco que dialoga com as tradições do soul e do rhythm and blues em temas cantados em inglês como Change e Headache, outras duas inéditas autorais da artista. Tradições abordadas com um feeling orgânico, sem os timbres artificiais e mecânicos das gravações atuais. Mérito potencializado pela mixagem (capitaneada por Henrique Soares Martins no Ultra Estúdio, em Belo Horizonte, onde o disco foi gravado de agosto a outubro de 2011) e pela masterização feita pelo conceituado engenheiro de som Tom Coyne no Sterling Sound, o não menos conceituado estúdio de Nova York (EUA). O apuro técnico na finalização do disco faz com que os sons e instrumentos estejam bem delineados - são perceptíveis as linhas do baixo, por exemplo - sem que a voz de Gabriela Pepino saia jamais do primeiro plano.
É espantosa a naturalidade com que a artista encara um blues como Dose of Scotch (Gabriela Pepino), como se estivesse ambientada em um cabaré dos anos 20 ou 30. O senso rítmico da intérprete também salta aos ouvidos nas interpretações de músicas como Baby (Gabriela Pepino) mais uma prova da inspiração e do talento natural da artista como compositora. A extensão da voz lapidada em aulas de canto é perceptível nas passagens mais altas da balada Unexpected (Gabriela Pepino).
Outra balada do repertório autoral, Deepest Shadow (Gabriela Pepino), chama atenção e se diferencia no disco por trazer a participação de Marina Machado, cantora cultuada no universo pop mineiro. O dueto de Marina com Gabriela resulta harmonioso e valoriza uma canção cheia de vida, pronta para ganhar as paradas.
Como a iniciação de Gabriela Pepino na música, a opção por cantar e compor em inglês acabou sendo natural. "Foi maior do que eu! Essas músicas, que já venho compondo há quatro anos, foram saindo em inglês e já chegaram praticamente com melodia e harmonia prontas", relata Gabriela Pepino.
Em tempos de músicas e cantoras estéreis, programadas para seguir o ritmo do momento, Let me Do It aplica injeção de vitalidade e honestidade no mercado viciado. Gabriela Pepino é uma cantora de verdade que faz música de verdade. Como nos velhos tempos. A História - e o sucesso da saudosa Amy Winehouse (1983 ?? 2011) corrobora a tese - tem sido favorável a quem segue essa trilha retrô com alma. Let Gabriela Pepino Do It!
*por Mauro Ferreira
Preço – R$20,00
Faixas:
01 – Let Me Do it – Gabriela Pepino
02 – If I Lived In France – Gabriela Pepino
03 – My Dream Is You – Gabriela Pepino
04 – Headache – Gabriela Pepino
05 – Dose Of Scotch – Gabriela Pepino
06 – Baby – Gabriela Pepino
07 – I Don’t Wanna Fight – Lulu Lawrie, Billy Lawrie e Steve DuBerry
08 – Unexpected – Gabriela Pepino
09 – Deepest Shadow – Gabriela Pepino
10 – Change – Gabriela Pepino
11 – I Can’t Wait – Gabriela Pepino
12 – My Blues – Gabriela Pepino
13 – Someone To Light Up My Life – Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Gene Lees
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Hot Spot Blues Band - Feeling Alright (2008)
A música visceral e moderna do trio belo-horizontino Hot Spot comporta o que há de mais essencial no Blues somado às mais diversas referências musicais.
Atuando juntos desde 1990, o grupo incorpora influências do rock, jazz, soul, funk, da música latina e brasileira.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Spooky
02 - Set Your Soul Free
03 - I´m Ready
04 - I Got the Blues
05 - Who´s been Talking
06 - Born under a Bad Sign
07 - Use Me
08 - I´ll play the Blues for You
09 - Rollin´ and Tumblin´
10 - Feeling Alright
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Rodrigo Nézio e Duocondé Blues (2009)
A banda do interior de Minas Gerais, Rodrigo Nézio & Duocondé Blues, lança seu primeiro CD. Com quatorze faixas inéditas, o disco mostra todas as faces do blues, desde as já conhecidas baladas choradas, até um boogie woogie com uma batida meio tribal, passando claro pelo não tão velho mais sempre bom rock 'n' roll, com a cozinha no chão, recheado de solos de guitarra e com um vocal bem pesado, como exige o estilo.
O disco ainda conta com uma 15º música, uma versão no estilo Robert Johnson de "The Jump" (Faixa 05 do disco) que nos manda uma mensagem "Hurry up man, because the train just passes once and doesn't wait...".
Preço – R$20,00
Faixas
01 - No more Chance – Rodrigo Nézio
02 - Do Something – Rodrigo Nézio
03 - Tell me you can´t live without me – Rodrigo Nézio
04 - It´s a question of… - Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
05 - The Jump – Rodrigo Nézio
06 - Almost There – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
07 - Longing Blues – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
08 - Dusty Ride – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
09 - Inner – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
10 - Get yourself a Life – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
11 - Leave this reckless Life – Getúlio Torres e Rodrigo nézio
12 - Stop – Rodrigo Nézio
13 - I´m gonna take the next Train – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
14 - The Jump – Rodrigo Nézio
15 - Lost Time – Rodrigo Nézio
O disco ainda conta com uma 15º música, uma versão no estilo Robert Johnson de "The Jump" (Faixa 05 do disco) que nos manda uma mensagem "Hurry up man, because the train just passes once and doesn't wait...".
Preço – R$20,00
Faixas
01 - No more Chance – Rodrigo Nézio
02 - Do Something – Rodrigo Nézio
03 - Tell me you can´t live without me – Rodrigo Nézio
04 - It´s a question of… - Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
05 - The Jump – Rodrigo Nézio
06 - Almost There – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
07 - Longing Blues – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
08 - Dusty Ride – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
09 - Inner – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
10 - Get yourself a Life – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
11 - Leave this reckless Life – Getúlio Torres e Rodrigo nézio
12 - Stop – Rodrigo Nézio
13 - I´m gonna take the next Train – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
14 - The Jump – Rodrigo Nézio
15 - Lost Time – Rodrigo Nézio
quarta-feira, 23 de março de 2011
Rodica Blues - Do Mississipi ao São Francisco (2009)
O título do disco remete ao “encontro” entre dois países, representado por dois rios de muito significado: O Rio Mississipi e o Rio São Francisco. Ambos são rios que atravessam território nacional e representam, de certa forma, a identidade coletiva de um povo. O Rio Mississipi remete à origem do Blues. Trago para o CD – o blues de raiz, o blues que originou das canções de trabalho, cantadas pelos escravos nas plantações de algodão no sul dos Estados Unidos.
A intenção é valorizar a relevância destes precursores que contribuíram para criar o gênero blues e que tem uma ligação direta com a África. E tento mostrar também que o som, a linha melódica do blues remete às canções mais antigas do povo afro-brasileiro: o congado, principalmente. Assim, nesta viagem que ultrapassa as fronteiras culturais, chegamos ao São Francisco. (Rodica Blues)
O primeiro disco da artista norte-americana, radicada no Brasil há 11 anos, traz canções de Rodica e parceiros, além de canções tradicionais afro-americanas chamadas de “spirituals”, a expressão mais originária do blues. Com concepção e direção artística de Rodica Blues e Sérgio Pererê e direção musical e arranjos de Rogério Delayon, o álbum conta com participações especiais do gaitista e cantor paulista Vasco Faé, do cantor e percussionista Sérgio Pererê (MG) e da cantora Titane (MG).
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Death Letter – Son House
02 - Queen Bee – Taj Mahal
03 - Variante – Edvaldo Santana
04 - Wade in the Weather - Vinheta
05 - Testimony / Corre o Rio – Ségio Pererê
06 - Oração para Oxum - Traditional
07 - Kothbiro – Ayub Ogada
08 - Seven Days – Rodica Blues
09 - Niger Blues – Marku Ribas
10 - Wade in the Weather - Traditional
11 - Swing low, Sweet Chariot - Traditional
12 - People get Ready – Curtis Mayfield
13 - I´m a Motherless Child – Rodica Blues
14 - Hard Working Blues / Come on in my Kitchen – Vasco Faé
A intenção é valorizar a relevância destes precursores que contribuíram para criar o gênero blues e que tem uma ligação direta com a África. E tento mostrar também que o som, a linha melódica do blues remete às canções mais antigas do povo afro-brasileiro: o congado, principalmente. Assim, nesta viagem que ultrapassa as fronteiras culturais, chegamos ao São Francisco. (Rodica Blues)
O primeiro disco da artista norte-americana, radicada no Brasil há 11 anos, traz canções de Rodica e parceiros, além de canções tradicionais afro-americanas chamadas de “spirituals”, a expressão mais originária do blues. Com concepção e direção artística de Rodica Blues e Sérgio Pererê e direção musical e arranjos de Rogério Delayon, o álbum conta com participações especiais do gaitista e cantor paulista Vasco Faé, do cantor e percussionista Sérgio Pererê (MG) e da cantora Titane (MG).
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Death Letter – Son House
02 - Queen Bee – Taj Mahal
03 - Variante – Edvaldo Santana
04 - Wade in the Weather - Vinheta
05 - Testimony / Corre o Rio – Ségio Pererê
06 - Oração para Oxum - Traditional
07 - Kothbiro – Ayub Ogada
08 - Seven Days – Rodica Blues
09 - Niger Blues – Marku Ribas
10 - Wade in the Weather - Traditional
11 - Swing low, Sweet Chariot - Traditional
12 - People get Ready – Curtis Mayfield
13 - I´m a Motherless Child – Rodica Blues
14 - Hard Working Blues / Come on in my Kitchen – Vasco Faé
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