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terça-feira, 23 de julho de 2019

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto – Suíte Masai (2019)

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto apresentam Suíte Masai, álbum que marca o encontro entre o rap e a música erudita.

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto brindam fãs e recém-chegados com conexões preciosas entre o erudito e o popular, música negra e europeia, sonoridades africanas, brasileiras e caribenhas. Em uma jornada musical que parte da periferia de Belo Horizonte, desbrava as ancestralidades do Quênia e regressa com orquestração impecável, assinada por Marcelo Ramos e regida por Rodrigo Toffolo.

“Os guerreiros mais fortes da tribo não são escolhidos de maneira violenta, mas sim entre aqueles que saltam mais alto.” Esta foi apenas uma das descobertas de Flávio Renegado durante suas pesquisas sobre a nação tribal Masai, que ocupa boa parte do território do Quênia. E estas buscas sobre ancestralidades, vivências e aprendizados do continente-mãe que inspiraram Flávio Renegado a se unir à Orquestra Ouro Preto na produção de Suíte Masai, o quarto álbum do artista mineiro.

Assim como os lideres Masai, o salto de Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto não foi pequeno. A gravação de Suíte Massai reuniu 35 músicos, entre componentes da banda do rapper e membros da orquestra. Além de dezenas de profissionais envolvidos na produção do espetáculo realizado em 04 de agosto de 2018, na comunidade na do Alto Vera Cruz, onde Renegado nasceu e hoje mantém seu projeto social Arebeldia, em Belo Horizonte.

Acostumado a navegar por diferentes sonoridades, o inquieto Flávio Renegado enxerga com naturalidade a parceria inédita com uma orquestra. “A troca das batidas eletrônicas por uma orquestra foi um caminho natural para minha música. Do rap ao rock, passando pelo eletrônico, já toco há muito tempo com uma banda. E agora vejo a conexão com a música erudita como um ponto alto de uma trajetória. Especialmente com uma orquestra como a Ouro Preto. Foi muito especial encontrar um grupo de músicos eruditos dispostos a colaborar com a musica popular de maneira aberta, generosa e verdadeira”.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Abertura - Flávio Renegado
02 - Conexão Alto Vera Cruz Havana - Flávio Renegado e Gil Amâncio
03 - Minha Tribo é O Mundo - Flávio Renegado
04 - Maracatu, Nação do Amor - Moacy Santos
05 - Do Oiapoque a Nova Yorque - Flávio Renegado
06 - A Coisa é Séria - Flávio Renegado
07 - Black Star - Flávio Renegado
08 - Sei quem Tá Comigo - Flávio Renegado e Funk Buia
09 - Tempo Bom - Flávio Renegado
10 - Românticos - Vander Lee
11 - Rotina - Flávio Renegado e Chico Amaral
12 - Sobre Peixe, Flores e Você - Flávio Renegado e Chico Amaral
13 - Sai Fora - Flávio Renegado
14 - Vera - Flávio Renegado
15 - Para Lennon e McCartney - Márcio Borges, Lô Borges e Fernando Brant 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Roger Deff – Etnografia Suburbana (2019)

Não há dúvidas de que Roger Deff é uma das figuras mais importantes da cena do rap de Belo Horizonte. O MC divide com o irmão Ricardo HD os vocais do Julgamento, uma das primeiras bandas a misturar rock e rap em Minas Gerais. Após mais de uma década de carreira junto à banda, o cantor prepara-se, agora, para lançar seu primeiro disco solo. Intitulado “Etnografia Suburbana”, o álbum está sendo gravado no estúdio Giffoni e tem previsão de lançamento para maio.

Viabilizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo que terminou na semana passada, o disco traz oito faixas inéditas, frutos da experiência do MC com diversos parceiros musicais. “Em 2014, o Julgamento entrou em um hiato e decidi que precisava continuar meus trabalhos.
Então, resolvi iniciar o trabalho solo. A ideia inicial era gravar um disco com o guitarrista Daniel Saavedra, mas aí uma galera veio somando”, relembra. “A banda que se formou tinha Gustavo Caetano na bateria, Daniel na guitarra, Flávio Machado como DJ e Celton Oliveira no baixo. Depois, vieram Ricardo Cunha (guitarra), Edgar Filho (bateria) e Michelle Oliveira (backing vocals)”, completa.

Deff conta que, a partir daí, o grupo foi criando músicas de uma forma muito orgânica. “Eu levava as letras e a galera desenvolvia as músicas em cima do meu. Passado um tempo, vi que já tinha um material legal e decidi registrar esse processo em um disco físico. Então, veio a ideia de ‘Etnografia Suburbana’”.
Para o MC, o nome do álbum traz dois sentidos que guardam relação direta com sua caminhada. “Se a gente fosse fazer um estudo etnográfico da população negra, ele seria essencialmente suburbano e periférico, porque a população negra está nesse lugar simbólico e geográfico. Além disso, é também um estudo meu, sonoro, sobre esses grupos periféricos que compõem a população negra. Uma etnografia suburbana a partir do som”, explica. “E um estudo feito por um sujeito periférico e urbano, um MC, sem a menor pretensão acadêmica”, completa.

Por esse recorte, Deff conta que o álbum passeia por estilos musicais de origem negra e periférica, tais como maracatu, samba, reggae, ska, funk e soul. O rap, matriz do trabalho com o Julgamento – cujo trabalho mais recente, “Boa Noite”, foi lançado em 2018 – serve como “ferramenta para a narrativa central”.

O MC conta ainda que o disco tem participações de nomes como Douglas Din e Richard Neves, e celebra o sucesso do crowdfunding. “O resultado foi satisfatório e o processo todo bem interessante. Afinal, o Julgamento tem público formado, mas eu não. Então, a campanha foi importante para envolver e me aproximar das pessoas”, finaliza.
Por Lucas Buzatti

Preço – R$25,00

Faixas:
01 - Etnografia Suburbana – Roger Deff e Celton Oliveira
02 – O Mesmo Processo - Roger Deff
03 – Corpo Estendido - Roger Deff e Douglas Din
04 – O Aspecto - Roger Deff
05 – Vida que Vem - Roger Deff e Celton Oliveira
06 – Bem pra Quem? - Roger Deff e Ricardo HD
07 – Ladeira - Roger Deff e Flávio Renegado
08 – Eu vi Zumbi nem Florescer - Roger Deff e Michelle Oliveira

quinta-feira, 1 de março de 2018

Julgamento – Boa noite (2018)

“Boa Noite” - terceiro álbum do Julgamento, importante nome do rap em Minas Gerais retrata o momento político do país com participações diversas

Considerado um dos mais icônicos trabalhos da seara do rap em Belo Horizonte o Julgamento chega ao terceiro álbum da carreira. Os primeiros são No Foco do CAOS (2008) e Muito Além (2011).  O novo disco intitulado Boa Noite foi lançado nas plataformas digitais no dia 12 de janeiro, e tem como base narrativa os acontecimentos políticos dos últimos anos, explorando através de rimas e samplers a construção midiática da realidade. O mito da Caverna de Platão é explorado de forma gráfica através da capa do álbum, fazendo alusão à construção social e, no caso, midiática da realidade.

O novo álbum cujo título é uma referência irônica ao “boa noite” dos tele-jornais que, de várias contribuíram para confundir a percepção do espectador em relação aos acontecimentos, indo além da questão informativa e claramente assumindo um lado ideológico no processo.

“Boa Noite” nasce no contexto da crise política, no momento em que o pensamento reacionário parece ganhar força no discurso cotidiano. É o rap assumindo o seu lugar de compromisso, como dizem os versos do Sabotage. O som denuncia, debate, mas também busca caminhos.

Mais do que abordar as mazelas do cotidiano, o trabalho trata das reações e das possibilidades de transformação que trazem o esforço coletivo. Essa visão do coletivo, da importância da representatividade e das múltiplas pautas, trouxe um time de peso para o novo trabalho, reunindo BNegão, Tamara Franklin, Kainná Tawá, Ohana, Monge MC, Michelle Oliveira (Cromossomo Africano), Marcelo Veronez, Dokttor Bhu, Shabê, Gurila Mangani, Igor Carpe Diem e X Câmbio Negro.

Julgamento é formado por: Roger Deff, Ricardo HD, e VOZ Khumalo (MCs), Helder Araújo (guitarra), Luiz Prestes (baixo), Giffoni e Tobias (toca-discos).

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – Controle
02 – A Tragédia Continua
03 – Enquanto Isso
04 – Velho Amigo
05 – 3 x 0
06 – Cada um Vale o que Tem?
07 – Pra Cachorro Ouvir
08 – Mundo Cinza
09 – Minha Voz e as Pick-Ups
10 – Invencíveis
11 – Um Novo Lugar
12 – Responsabilidade
13 – Boa noite


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Eazy CDA - Gol de Honra (2017)

Detentor de um estilo único, Eazy-CDA é um legitimo representante da Cultura Hip Hop Belo-Horizontina, da qual faz parte desde 1992. Como Mc e Produtor Eazy vêm deixando uma serie ilimitada de contribuições para a cena cultural da cidade, e em 2011 dá talvez o seu maior presente àqueles que há anos acompanham essa longa estrada, o lançamento do CD “Estamos Envolvidos (o gol de honra)”, que será lançado pela produtora idealizada e gerida pelo próprio, a Xeque Mate Produções.

Resultado de anos investidos no desenvolvimento de algo original e próprio, o Mc e Produtor Eazy CDA apresenta ao público a sua primeira compilação de trabalhos autorais, que notoriamente reflete a maturidade adquirida pelo artista no processo de produção daquele que é um dos CD’s mais esperados pelo público local, mas não só por esse, afinal após anos no Hip Hop Eazy CDA conquistou a simpatia e admiração de pessoas Brasil afora.

Preço – R$15,00

Faixas:
01 - Gol de Honra - Eazy CDA
02 - Eazy CDA - Eazy CDA
03 - 1 Pelo Outro - Eazy CDA e Marcelo LA
04 - Estrada da Vida - Eazy CDA
05 - Pra Colar Com Noiz - Eazy CDA e Pdrão
06 - Meu Hip Hop - Eazy CDA
07 - Life Street - Eazy CDA e Monge MC
08 - Comparar Nem Dá - Eazy CDA
09 - O Alvo - Eazy CDA, Ru e Thl (SMV)
10 - Rumo Ao Paraíso - Eazy CDA, Gordão e Brunão (UAISS)
11 - Meu Rap É Assim - Eazy CDA
12 - Livramente - Eazy CDA, Neghaum, Radu e Lord Pow Mx
13 - Tá Difícil Tá - Eazy CDA
14 - Necessidade Pura - Eazy CDA e Rodrigo da Silva Martins

terça-feira, 16 de maio de 2017

Matéria Prima - 2 Atos (2014)

O rapper se junta ao paulistano Gui Amabis e lança álbum para sair da zona de conforto.
O Matéria Prima está na música há miliduca, seja integrando o lendário grupo Quinto Andar, o Subsolo, a banda Zimun, ou em carreira solo. No ano passado, ele se aventurou em uma outra praia, um lance mais tranquilo, com bases diferentes, explorando outros ares com o lançamento do single "Feito de Barro/Porque", com produção do Gui Amabis.

Os dois sons na verdade fazem parte de um show/performance chamado 2 Atos,  dirigido por Gracê Passô e com direção artística do Rui Moreira. 2 Atos também é o nome do disco que conta com 10 faixas, que além de Matéria Prima e Gui Amabis, tem Edgard Dedig (guitarra), Ravel Veiga (baixo), Lenis Rino (bateria) e Barulhista (eletrônicos).

Preço – R$10,00

Faixas:
01 - Visita Onírica
02 - Sorriso Nu
03 - Festa de Barro
04 - A Dor do Outro
05 - Waiting For The Bus
06 - Sufoco (Interlúdio)
07 - Porque
08 - Mutação Fonética
09 - Sai Na Marra
10 - Quente

Todas as composições de Matéria Prima

Flávio Renegado - Outono Selvagem (2016)


Natural de Alto Vera Cruz (Belo Horizonte), Flávio Renegado apresenta um rap que bebe de diversas fontes para se engajar em um discurso ativamente social. Lançou em 2015 seu primeiro projeto pela Som Livre, o EP “Relatos de um Conflito Particular”. Disponibiliza agora, em formato de CD e Digital, o álbum “Outono Selvagem”.

O projeto revive canções antigas como “Rotina” (part. Especial Samuel Rosa) e “Só Mais Um Dia” (cujo clipe desfruta da tecnologia de 360º). Apresenta também as participações especiais de Diogo Nogueira e Alexandre Carlo (vocalista do Natiruts) em canções inéditas. Flávio Renegado justifica em “Outono Selvagem” o respeito que conquistou enquanto um transformador social, além do renome que carrega como a nova geração do rap nacional.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Blackstar - Flávio Renegado
02 - Outono Selvagem - Flávio Renegado
03 - Rotina - Flávio renegado e Gabriel Moura
04 - Corda Bamba - Flávio Renegado
05 - Pra Quê? - Flávio Renegado e Gustavo Maguá
06 - Luxo Só - Flávio Renegado, Marco Mattoli e Roberta Gomes
07 - Sobre Peixes, Flores e Você - Flávio Renegado e Chico Amaral
08 - Particulares - Flávio Renegado e Chico Amaral
09 - Além do Mal - Flávio Renegado e Alexandre Carlos
10 - Pão e Circo - Flávio Renegado
11 - Além do Mal - Flávio Renegado e Alexandre Carlos
12 - Colibri, O Pássaro do Tempo - Flávio Renegado
13 - Só Mais Um Dia - Flávio renegado e Makely Ka
14 - Redenção - Flávio Renegado

Renegado - Do Oiapoque a Nova York (2008)

Nascido e criado na comunidade do Alto Vera Cruz, em Belo Horizonte, Flávio Renegado enxergou na música um caminho que o faria voar alto. Ainda adolescente, fez as primeiras rimas influenciado por Racionais MC’s e outros nomes do rap. Aos poucos, desenvolveu uma carreira com personalidade, na qual mistura as rimas a outras referências musicais.

Em 2008, lançou o disco de estreia Do Oiapoque a Nova York, trabalho que o levou para shows na Europa, Oceania e todas as Américas.

A conclusão deste ciclo foi em um show memorável no Central Park, em Nova York.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Do Oiapoque A Nova York - Renegado
02 - Renegado - Renegado e Daniel Ganjaman
03 - Meu Canto - Renegado
04 - A Coisa É Séria - Renegado
05 - Mil Grau - Renegado
06 - Por Amor - Renegado e Daniel Ganjaman
07 - Sei Quem Tá Comigo - Renegado e Funk Buia
08 - Benção - Renegado
09 - Conexão Alto Vera Cruz/Havana - Renegado e Gil Amâncio
10 - Rebelde Soul - Renegado e Max Bo
11 - Santo Errado - Renegado
12 - Rola O Beat - Renegado
13 - Vera – Renegado

Dogtown - Mind Tricks (2017)

Com nove faixas, duas já lançadas e sete inéditas, chega às ruas o álbum “MIND TRICKS”, do grupo de Belo Horizonte, DOGTOWN – MC Mini, DJ Fernal e Cadu Andrade. O trampo começou a ser produzido em abril de 2016, após a volta do grupo de sua turnê em Portugal, e conta com participações de peso, como Djonga (DV Tribo), Menestrel e Chris.

A tradução do título do disco é “truques da mente”, mostrando que a mente é um filtro que utiliza das emoções para moldar nossa visão da vida. Assim, os artistas exploraram os próprios sentimentos como raiva, alívio, euforia, cobiça, desejo, entre outros, para criar o álbum, desde o projeto gráfico até as letras e instrumentais, inteiramente feitos pelos integrantes.

Preço – R$5,00

Faixas:
01 - O Preço
02 - Zica Sai Pra Lá
03 - Jeffrey
04 - O Preço (Pt. 2)
05 - Roshue Runs
06 - Dasfô
07 - Lasciva
08 - Tipo Zombie
09 - Agridoce

Todas as músicas de Mind Tricks

terça-feira, 12 de julho de 2016

Zimun – Pra Frente (2014)

Fundada em em 2009, a banda Zimun é uma verdadeira produtora de sensações. Criatividade e improviso são fontes de inspiração do grupo. Street jazz, rap, um pouco de rock, outro tanto de experimentalismo e muita poesia cantada. No pacote ainda tem ritmos brasileiros. Zimun é assim e, pra juntar tudo isso, juntaram-se os instrumentistas Fernando Castilho, Materia Prima, Ravel Veiga, Gabriel Bruce e Edgar Dedig.

Pra Frente é o segundo álbum da banda belo-horizontina Zimun, lançado em 2014. Um dos grandes lançamentos brasileiros do ano, o disco aponta o caminhar preciso e autêntico do grupo de street jazz.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – Intro
02 – Paraísos Artificiais
03 – Alcançando o Céu com os Pés no Chão
04 – Trilha Sonora
05 – Evolução
06 – R.V.
07 – Transeuntes
08 – Vida Saturada
09 – Simples Verdade
10 – Desconectar

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Coletivo Dinamite (2013)

O grupo musical mineiro Coletivo Dinamite surgiu depois de muitas jam sessions. Desde 2006 a banda vem unindo a estilística vocal do rap, a alegria rítmica do funk, o peso do rock e a psicodelia espacial do dub, sem nunca se bastar nisso. É difícil descrever as influências do grupo, um coletivo que aprende na prática e no improviso, sempre em busca do que se mostre útil para se fazer expressar.

A primeira leva de músicas do Coletivo Dinamite foi registrada em home studio - um processo lento, feito "na tora", fruto do grande compartilhamento de interesses, recursos e possibilidades dos integrantes da banda. O resultado dessa caminhada foi a compilação “Mil Fita – 2006/2009”.

Ao longo de mais de seis anos de atuação o Coletivo Dinamite tocou em importantes eventos da cena musical belorizontina, como o Hip Hop In Concert, Duelo de Mc’s, Bienal Internacional de Grafitti, Festival de Arte Negra – FAN, e em 2012 lançou seu primeiro EP, que leva o mesmo nome da banda. Mesclando composições de várias fases do grupo, o EP reúne sons mais antigos como “Eu Vou Lá” e “Tá na Cabeça” e músicas da safra mais recente, quando a cantora Zaika dos Santos assumiu um dos microfones da banda. Exemplos são as músicas “O Que Dizer” e “Silêncio Ensurdecedor”.

Com uma qualidade inegável, o disco foi gravado e mixado por Sérgio Giffoni e masterizado por Fabrício Galvani, no Estudio Giffoni. O trabalho, que reúne a diversidade de influências e a potente mistura do Coletivo Dinamite, teve participação especial de DJ Giffoni nos toca-discos e do trio de metais formado por Henrique Staino (Fusile, Electrophone), Jonatah Max (Pequena Morte) e Victor Silva (Iconili).

A arte gráfica ficou a cargo do Coletivo Azucrina e Dereco Machado (um dos vocalistas do grupo).

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Silêncio Ensurdecedor
02 – Tá Na Cabeça
03 – Eu Vou Lá
04 – Etnocêntrico
05 – O Que Dizer?
06 – Maicou

Todas as músicas de Coletivo Dinamite

Verso Venenoso (2013)

VERSO VENENOSO: No ano de 2009 , o vocalista Bruno Felipe (Venenoso) teve a idéia inicial de fazer um projeto de musica industrial e experimental com bases eletrônicas, samples e vocais de hip hop e heavy metal, intitulado como Verso Venenoso, em julho de 2010 , Bruno chama Rafael PenaForte baterista para montar a banda Verso Venenoso, depois de alguns testes com outros musicos, o guitarrista João Vitor entra para a banda trazendo novas idéias, em setembro de 2010 entra o baixista Pedro Ladeira para banda trazendo tambem sua experiência de vários projetos antigos.

Com influencias de varias vertentes da musica alternativa como hardcore , rock n roll , maracatu , soul e hip hop latino , a banda Verso Venenoso tem o propósito de acabar com o pré conceito na musica alternativa e mostrar a arte das ruas, e possui um grupo no facebook para divulgação da arte alternativa em geral, o Verso Venenoso aborda em suas letras nosso cotidiano, cultura das ruas, protesto e critica social.

Em 2011 a banda tem a idéia nunca antes realizada de gravar um DVD demo ensaio e bio release com 5 musicas, nesse mesmo ano a banda lançou esse dvd , e fez vários shows.

Em 2012 a banda Verso Venenoso mudou de formação, com a entrada de Nino Nunes no baixo e Bill Brandão na guitarra e começou a compor novas musicas.

Atualmente a banda Verso Venenoso esta em estúdio para a gravação do seu primeiro álbum que contará com varias participações entre elas , o percussionista Babilak Bah, DJs e Mcs.

Preço – R$7,00

Faixas:
01 – Verso Venenoso
02 – Coliseu do Esporte
03 – Aliados de Fato
04 – Ladeira dos Ventos
05 – Começo do Fim
06 – Cultura de Rua
07 – A Direção
08 – O Que Eu Mais Quero
09 – Na Real
10 – Cerco das Falhas

Todas as músicas de Bruno Felipe Diniz e Verso Venenoso

sexta-feira, 25 de maio de 2012

SOS Periferia - História Sem Fim

Preço - R$15,00

Faixas
01.Introdução – Luz que brilha (Mc Evandro)
02.Break (Mc Evandro)
03.Interludio – SOS (Mc Evandro)
04.Três pretos se um branco (Mc Evandro)
05.Percepção dos próprios erros (Mc Evandro)
06.História sem fim (Mc Evandro)
07.Interlúdio – se segura (Mc Evandro)
08.Se segura (Mc Evandro)
09.Break - Remix (Mc Evandro)
10.Break - instrumental

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Das Quebradas – Verdadeiro ou Falso (2011)

O cantor e compositor Das Quebradas “DQ” ganhou esse nome por morar em vários bairros da capital mineira. Tendo a infância e a adolescência influenciadas pelo RAP, “o som do gueto”, DQ vem dividindo palco com grandes nomes da música nacional e internacional como Mims, Mano Brow, Mv Bill, Dj technician (Jay-z) e Thaíde e surge como o mais novo fruto do Hip-Hop brasileiro.

Preço – R$5,00

Faixas:
01 – Rap VS Rep
02 – Verdadeiro ou Falso
03 – Ela Gosta de Dinheiro
04 – Mil Tracks
05 – Sei Que Você Gosta de Mim
06 – Biquíni
07 – Adoro
08 – Fala Fofoqueira
09 – Está Escrito
10 – Via Bluethooth
11 – Me Diz o Que Você Quer
12 – Eu Lembro
13 – Todo Ano é Assim (Remix)

Todas as músicas de autoria de DQ

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Som que vem das Ruas - CD/DVD (2011)

"O Som que Vem das Ruas" é um projeto realizado pelo coletivo Família de Rua.

Reúne em CD 13 faixas com a participação de 23 artistas (MCs e BeatMakers) que fazem parte da história do “Duelo de MCs”.

E conta também com um documentário sobre a história do MC de Hip Hop em Belo Horizonte.

Preço – R$15,00

Faixas
01 – Nós – Roger Dee, Monge, PDR Valentim, Oz, Brisaflow e Dmorô
02 – Por Onde Eu Ando – Coyote Beatz, Nil Rec
03 – O Som da Vida – Eazy CDA, Simpson Souza
04 – Vivência – Gurila Mangani e Digô
05 – Maturidade – Giffoni, Kiko Ianni e Digô
06 – Passo a Passo – Coyote, Beatz e Destro
07 – Vende-se – Enece e Fabrício FBC
08 – Ciclo (Amor-te) – Eazy CDA e Kdu dos Anjos
09 – Sinceramente – Gurila Mangani e Din
10 – Carapuça – Giffoni, Kiko Ianni e Vinição
11 – Tá Tudo Errado – Enece e Pedro Vuks
12 – O Som Que Vem das Ruas   

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Flávio Renegado – Minha Tribo é o Mundo (2011)

Desde sua estreia, em 2008, Flávio Renegado parecia prever que suas músicas percorreriam o mundo. Intitulado “Do Oiapoque a Nova York”, o CD foi lançado de forma independente, vendeu mais de 7 mil cópias e o levou a turnês por Cuba, França, Inglaterra, Espanha e Austrália, além de percorrer dezenas de cidades brasileiras. Esse processo foi crucial para o desenvolvimento de seu novo trabalho, “Minha tribo é o mundo”.

Produzido por Plínio Profeta - que já trabalhou com Lenine, Tiê e O Rappa - e gravado no Rio de Janeiro, o CD apresenta uma sonoridade mais urbana e influenciada pela multiplicidade dos movimentos sonoros contemporâneos. Sem se prender a limites geográficos, sua música dialoga com batidas africanas, ritmos caribenhos, texturas do hip hop norte-americano, a energia da música eletrônica e a malandragem do samba.

Uma prévia dessa diversidade pôde ser conferida na faixa-título, primeira música de trabalho do CD, com participações de artistas como Donatinho e Edu Krieger.
Enquanto a música transforma a vida de Flávio Renegado e o leva a circular por todo o Brasil e no exterior, também altera aqueles que são tocados por ela, restando a certeza de que gostando ou não, ninguém ficará indiferente às suas obras. Não por acaso, nos últimos anos Renegado esteve ao lado de alguns dos mais originais artistas da cena musical brasileira, do virtuosístico guitarrista Toninho Horta ao astro da MPB Lenine, assim como aclamados novos nomes da música brasileira como a cantora Aline Calixto e o vanguardista Fernando Catatau, do Cidadão Instigado.

Se a diversidade de parceiros aponta a inquietação de Flávio Renegado, sua extensa produção por outras áreas confirma sua vocação artística. Rapper, compositor, instrumentista, poeta, ator e líder comunitário, Flávio Renegado partiu dos estreitos becos do Alto Vera Cruz (comunidade carente da cidade de BH) para tomar o mundo de assalto com seu trabalho que tira o hip hop do gueto e abraça as mais diversas influências.

Ciente de sua capacidade de criação e movimentação por diferentes manifestações artísticas, ele parece ter noção de não pertencer a nenhum gênero específico, nenhuma classe artística definida, nenhuma região. Ao mesmo tempo, absorve todas elas. Um paradigma que explicita no título do novo CD e que deixa no ar as possibilidades que estão por vir ao dizer que “Minha tribo é o mundo”.

Preço – R$15,00

Faixas
01 – Minha tribo é o Mundo – Flávio Renegado
02 – Zica – Flávio Renegado
03 – Suave – Flávio Renegado
04 – Sai Fora – Flávio Renegado
05 – Qual o Nome Dela – Flávio Renegado 
06 – Pontos Cardeais – Flávio Renegado
07 – Eu Quero Saber – Flávio Renegado
08 – Evoluídos Pensamentos – Flávio Renegado
09 – A Massa Quer Dançar – Flávio Renegado e Gustavo Maguá
10 – Homens Maus – Flávio Renegado, Ozled, PDR, Monge, Das Quebradas e Zeloty
11 – Tempo Bom – Flávio Renegado    

domingo, 27 de novembro de 2011

Mente Fria - Castelo de Bandido (2007)

Grupo fundado em 99, da zona sul, morro do papagaio em belo horizonte, integrantes: nem favela, mano gu, dj liu.

Ganhador do premio bambaataa de hip hop do de 2005, como revelação do ano, primeira apresentação foi no calabolço no clube da rima.

Preço – R$15,00

Faixas
01 - Introdução
02 - Castelo de Bandido
03 - O Por do Sol
04 - Só os Verdadeiros
05 - Refém do Medo
06 - Zona Sul
07 - Pra Viver no Gueto
08 - Favelado Rimador
09 - Destino
10 - Cada um por Si
11 - Adeus Vagabundo
12 - Numa Onda
13 - Role
14 - Boa Sorte
15 - Berel
16 - Infelizmente

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Roger Dee e Acla – Malucofonia (2009)

O projeto Malucofonia, idealizado e produzido pelo DJ Roger Dee tem a idéia de misturar ritmos brasileiros e universais com scratchs e samplers, sob a “lei” da liberdade musical, amparada pela livre expressão típica do canto do rap.

O CD “Malucofonia” foi realizado através da lei estadual de incentivo à cultura e gravado com toda qualidade que oferece o estúdio da banda Jota Quest.

Todas as bases eletrônicas foram produzidas por Roger Dee, em beats que flertam e fazem fusões com samba, congado, afoxé, ritmos cubanos, jazz, música barroca e trip-hop.

Preço – R$15,00

Faixas
01 - Na Palma da Mão – NUC
02 - Linha do Tempo – Luciano e Sérgio Pererê
03 - Guinada Repentina – Ruibarbo
04 - Insônia – Divisão de Apoio
05 - Oryp – Roger Dee
06 - Eu quero uma Dama – Diamondog e Cubanito
07 - Beija-Flor e Carcará – Shabê
08 - Águas de Março Versão periferia – Julgamento
09 - Abominável mundo Novo – Matéria Prima
10 - Os Alto-Falantes – Roger Dee e Sérgio Scliar

terça-feira, 13 de setembro de 2011

RAÇA DMCS – Poetas da Favela (2010)

A poesia que desce dos morros
O grupo de Rap RAÇA DMCS surgiu em 1992 na cidade de Betim - MG, as letras são identificadas pelo forte apelo social, abordando temas poéticos, ecléticos e inusitados, e de estilo livre com muita criatividade e poesia, músicas aliadas á literatura e a diversidade Brasileira. Alem se levar para os palcos um verdadeiro espetáculo com os quatro elementos da cultura HIP HOP, chama muita atenção por se aventurar em estilos não muito comuns ao seu gênero, destaque no cenário artístico do estado.

Na bagagem diversas apresentações, e premiações alem de ser noticias nos principais meios de publicidade, grupo já participao em shows de grandes nomes da música brasileira e do Rap nacional, tais como Renegado, Racionais MCs, Gabriel o pensador, Marcelo D2, RZO, GOG, o Rappa, Elba Ramalho, Banda Berimbronw ...

Paralelamente ao trabalho musical, RAÇA DMCS participa de grandes eventos e trabalhos voluntários de abrangência cultural e social, que desenvolve nas comunidades por onde passa trabalhos com grandes com perspectivas de continuidade, alem de projetos sociais desenvolvidos em escolas, centros populares de cultura, igrejas, centros de recuperação, também desenvolvendo oficinas, palestras educativas e eventos beneficentes que causam grande impacto no desenvolvimento cultural do estado.
O grupo RAÇA DMCS é formado por: Tula J - Ben-Bum - Aliado Lú.

Preço – R$10,00

Faixas
01 – Introdução: a poesia que desce dos morros
02 – A Bola da Vez
03 – Deixa Rolar
04 – Negra Simpatia
05 – Perguntas sem Respostas
06 – Vamos mudar o Mundo
07 – A nossa Colonia Santa Izabel
08 – A Malandragem toma conta
09 – Impacto Fulminante
10 – Na Humildade
11 – Nunca diga Adeus
12 – Haja palavras para dizer
13 – Se trombar já era
14 – A Moda Antiga
15 – Hino de Betim rap
16 – Hino Nacional rap

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Julgamento – Muito Além (2011)

Adicione guitarra, baixo, batera, escaleta e dois DJs a poesia do rap made in BH: Assim é o Julgamento, cuja essência musical vai muito além e desconstrói o senso comum, para a sorte do público de festivais como Conexão Vivo, Eletrônika e Transborda, que já conhece bem o grupo.

O som tem peso e os versos, conceito. Para emitir um julgamento sobre algo ou alguém é necessário antes de tudo conhecimento, que se traduz no amplo universo de referências apresentado por Roger Deff, Voz Khumallo e Ricardo.

HD nos vocais, Luiz Prestes (baixo), Gusmão (bateria e escaleta), Helder (guitarra), Tobias e Giffoni (DJs).
O EP Muito Além, produzido por Sérgio Giffoni é o novo trabalho lançado na rede. As seis faixas que compõe o álbum trazem idéias que reverberam a comunicação como poder transformador até a trajetória de quem opta por deixar a arte correr nas veias e fazer dela uma história, como o grupo faz com propriedade.

Preço – R$7,00

Faixas
01 – Intro
02 – O poder da palavra
03 – Trajetória
04 – E como diz
05 – Desconstruindo
06 – Muito além

Todas as músicas compostas e arranjadas por Julgamento.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Kontrast - NA2R (2008)

O primeiro registro de um dos principais nomes do rap mineiro apresenta músicas construídas ao longo de mais de uma década de história. Produzido de forma totalmente independente, o disco com sete faixas traz sons que se tornaram verdadeiros clássicos entre os adeptos do rap em BH, como “Nadição”, “Kotidiano”, “A real” e “X 9”. As letras do grupo narram a realidade de quem vive de perto as restrições e até as alegrias, inerentes à vida na periferia. Trata-se de um trabalho acima de tudo sincero e não estereotipado cuja maior força reside na narrativa e a crueza dos textos. O disco conta com participações de artistas mineiros como Black Factor (Are. Zona), o ragga man Pow Mx, DJ Sense e Paulo baixista.

Preço – R$10,00

Faixas
01 - Intro - Kontrast
02 - Nadição - Neghaum
03 - Móimbaçado - Neghaum
04 - D´cão - Neghaum
05 - A Real - Neghaum
06 - X9 - Gibbi e Neghaum
07 - Kotidiano - Neghaum