quarta-feira, 24 de julho de 2019

Djalma Não Entende de Política - Apesar da Crise (2016)

Definido pelos artistas mineiros como chave de uma “sucessão de reviravoltas que marcaram o ano de 2016”, o álbum foi finalizado graças à colaboração de mais de 200 pessoas, por meio de um crowdfunding. “Em tempos de crise e de salve-se quem puder, foi lindo ver as pessoas participando do projeto e na expectativa do resultado final”, destaca Drica Mitre, vocalista da banda.

Já para construir o conteúdo da obra, a coletividade - desta vez formada pelos cinco integrantes da banda - levou três anos misturando ritmos como samba, cumbia, frevo, rock - tudo regado a muito deboche e crítica segundo o próprio quinteto.

Merece destaque ainda na produção o toque do músico Di Souza, que, a convite da banda, finalizou e arrematou o setlist.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Assim Na Lama Como Na Fama - André Albernaz e Carlos Bolívia
02 - Figuras de Animais e Homens - Carlos Bolívia
03 - O Sol Não Dá Ré - André Albernaz e Terêncio de Oliveira
04 - Mundo A Rodar - André Albernaz e Terêncio de Oliveira
05 - Pedro II Afonso Pena - Carlos Bolívia
06 - Beagles - Carlos Bolívia
07 - Só Faltou O do Schweinsteiger - André Albernaz e Carlos Bolívia
08 - O Som e O Torresmo - André Albernaz, Carlos Bolívia e Lili Lara
09 - Sai Pra Lá (Capeta) - Carlos Bolívia
10 - Com Quantos Santos Se Faz Uma Cidade  - Terêncio de Oliveira 

Pequeno Céu - Praia Vermelha (2018)

Após dois anos gestando “Praia Vermelha” Pequeno Céu apresenta um disco com narrativa própria, nuances nada óbvias e revela seu amadurecimento. As doze faixas do álbum soam como uma única música. Indo de encontros matinais (em “Pão na Chapa”, a faixa faz referência ao criador do riff inicial, o ex-integrante da banda, Rafael Figueiredo) até a exaltação da beleza feminina (em “Jenny Lee” faixa que leva o nome da baixista de Warpaint).

Com nomes inusitados “Praia Vermelha” leva o seu ouvinte a encarar o material apresentado com atenção. Os metais e os solos de guitarra são uma marca muito forte dentro do disco.

A presença de Toninho Horta dá um tom ainda mais especial. Como contou Bernardo Bauer, em entrevista ao Monkeybuzz,  “O último a gravar foi o Toninho Horta, ele chegou lá, plugou a guitarra, ouviu a música umas três vezes e já saiu mandando brasa, o cara não tá no patamar que ele tá à toa, ele conhece demais, e quando eu ouvi o solo que ele faz na introdução de Paquistã percebi claramente o tanto que eu ainda tenho que estudar pra falar que sou guitarrista. Foi um sonho realizado ter o Toninho tocando com a gente.”
A álbum conta ainda com Lucas Freitas (sax barítono) e o Henrique Staino (sax alto e soprano). A banda é formada por Bernardo Bauer (baixo), Ciro Trevisan (bateria), Matheus Rocha (guitarra e metalofone), Manuel Horta (guitarra) e Renato Moura (percussão).

O disco foi gravado e mixado por Ygor Rajão (ex-integrante do Graveola e Fusile) e masterizado por Fernando Sanches no estúdio El Rocha, em São Paulo. É um lançamento do selo Quente, o coletivo mineiro que atuam com foco na música e em ações conceituais.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 - Pão Na Chapa
02 - Tokio/Berlim
03 - O Primeiro Louva-Deus A Pisar Na Lua
04 - Umsetecinco
05 - Paquistã
06 - Urtiga
07 - Sargaço
08 - Massa
09 - Irina Neblina
10 - Jenny Lee
11 - Sushi Camarão
12 - Praia Vermelha

Todas as músicas compostas por Pequeno Céu 

LG Lopes - O Fazedor de Rios (2015)

Na música 'Imaginação', André Abujamra canta: “o mundo de dentro da gente é maior do que o mundo de fora da gente”. No disco 'O fazedor de rios' , o compositor mineiro Luiz Gabriel Lopes tenta mostrar um pouco do seu mundo interior. Tenta, porque, como ele mesmo afirma, é difícil ter um distanciamento para explicar o significado de cada canção, ainda que elas falem muito sobre experiências pessoais. “Se reconhecer, olhar pra si mesmo, é um processo que dura a vida inteira”, ensina. “A riqueza da experiência humana é intraduzível, e acho que a música é uma das poucas coisas que conseguem chegar perto disso.”

O fazedor de rios é um disco que reúne composições de vários períodos, que acabaram não entrando no repertório nem do Graveola e nem do TiãoDuá, duas bandas das quais o músico faz parte. “É um repertório mais pessoal. Tem a ver com experiências particulares, de amor, de espiritualidade. Talvez por isso não tenham sido gravadas por nenhum dos dois grupos”, explica. Apesar de introspectivo, passa longe de ser um trabalho melancólico. “Meu principal objetivo é tentar usar a música como um veículo de emanação positiva”, conta.

Apaixonado pela literatura em língua portuguesa, Luiz Gabriel tirou do livro Terra sonâmbula, do moçambicano Mia Couto, o nome da faixa que abre e dá nome ao disco. Um dos personagens do romance é chamado de Fazedor de Rios, homem que decide cavar um grande buraco em uma região árida, acreditando que poderia criar um rio que alimentaria a região. Após uma chuva, o personagem é carregado pelas águas do rio que ele mesmo criou. “Acho que essa história tem muito a ver com ser artista. De viver e acreditar em uma coisa incerta, que não tem garantias do ponto de vista estrutural, financeiro.”

Entre os convidados especiais estão Rafael Martini, que fez o arranjo de 'Se minha mãe fosse um pássaro', e Felipe José, responsável por arranjar e tocar flauta, cello, chori, sanfona e kalimba em 'Oração a Nossa Senhora da Boa Viagem'. Dividindo os vocais, o parceiro Gustavito, em 'O homem que engoliu a própria voz'; a cantora Laura Catarina na faixa 'Pro sol sair', e Chico César na belíssima 'Maio de Isabel', gravada em homenagem à Guarda de Congo e Moçambique 13 de Maio de Nossa Senhora do Rosário e em memória de dona Isabel Casimira, morta em junho deste ano.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 - O Fazedor de Rios - LG Lopes, César Lacerda e Luiza Brina
02 - Enquanto Pisco - LG Lopes
03 - Maio de Isabel - LG Lopes
04 - Miúdo - LG Lopes
05 - Se Minha Mãe Fosse Um Pássaro - LG Lopes
06 - O Homem Que Engoliu A Própria Voz - LG Lopes e Gustavito
07 - Varanda - LG Lopes e José Luis Braga
08 - Resistir e Fraquejar - LG Lopes e Flávio Tris
09 - O Vôo do Papagaio - LG Lopes e Paulo César Anjinho
10 - Marinheiro Velho Menino - LG Lopes
11 - Pro Sol Sair - LG LOpes
12 - Oração À Nossa Senhora da Boa Viagem - LG Lopes

terça-feira, 23 de julho de 2019

Michelle Andreazzi – À Margem (2019)

Conhecida por sua atuação nos palcos e rodas de samba de Belo Horizonte, a cantora e compositora Michelle Andreazzi – ou Mia, como também é chamada, é ex integrante do Capim Seco, que lançou em 2011 o disco Semba, e com o qual concorreu ao 24º prêmio da Música Brasileira na categoria melhor grupo de samba. 

Atualmente ela integra o Coletivo ANA, primeiro coletivo brasileiro de mulheres compositoras, e também empresta sua voz à Banda Brilha, originária de um dos blocos de carnaval mais populares de Belo Horizonte, o “Então, Brilha!”.

À Margem é um disco de MPB. O Brasil é sua mátria, de onde reverberam os sons desse álbum. O mundo é sua pátria que traz a inspiração para outros ritmos que o tangem e para os timbres que ecoam no percurso de suas 10 faixas autorais, compostas por Michelle Andreazzi e alguns parceiros.
O álbum é uma reverência a voz e a poesia. Como diz Déa Trancoso na apresentação do cd: "Pela boca de Michelle Andreazzi escapa uma alma úmida cheia de vapores que gotejam a música e a gente ouve uma mandala. Michelle é do reino da alemã Ute Lemper (...) as duas se dilatam e se recolhem; gritam e sussurram"

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Poema Errado - César Lacerda, Gabriel Goulart, Luiz Lobo e Michelle Andreazzi
02 - Sobrenome Confusão - Di Souza
03 - Eu Fui À Feira - Michelle Andreazzi
04 - Ao Mar - Michelle Andreazzi
05 - Maracujá - Michelle Andreazzi
06 - Nem Nada - Michelle Andreazzi e Rafael Macedo
07 - No Limiar do Azul - Michelle Andreazzi e Rudá K. Andrade
08 - Barra de Cunhaú - Irene Bertachinni e Michelle Andreazzi
09 - Caboclo - Michelle Andreazzi
10 - Abre O Olho Malandragem - Gustavo Amaral

Sérgio Pererê - Cada Um (2019)

A ansiedade do multifacetado artista pode vir da aposta em um novo rumo para o trabalho. “É um álbum que tem um caráter mais íntimo, é mais uma conversa. Dessa vez eu trouxe um pouco menos dessa questão mais mística, de falar sobre e trazer elementos da cultura afro-brasileira e africana”, explica o músico.
Mas, marca registrada de Pererê, a temática não fica totalmente de fora do novo trabalho. “Ela aparece de forma mais subjetiva, quis dialogar com uma sonoridade que transcende um pouco tudo isso”, afirma o músico, que aposta em uma multiplicidade de sons. “O disco tem um traço eletrônico, com elementos que passam pelo Japão, pela Índia. Tem um baião meio eletrônico”, enumera, ressaltando ainda a presença de sons mais orgânicos, vindos de instrumentos como o violão, as percussões e o charango.

O rumo também é diferente nas composições, que contemplam vários momentos da vida de Pererê. “É uma seleção de músicas que venho escrevendo ao longo do tempo, até em momentos de outros discos e que não dialogavam com o que eu fazia naquele momento. Um disco é quase como um livro, tem que ter uma coerência no texto”, pontua o artista.

Reunindo as canções, ele notou algo em comum. “Os assuntos são pessoais, estou falando um pouco até da minha vida como músico. É criado um mito muito grande, de representatividade como se o artista fosse uma entidade”, diz. Aliás, é essa a abordagem que Pererê traz na canção que dá título ao álbum. “A música ‘Cada Um’ coloca isso. Ela vem quebrando esse mito, traz o lugar que é a pessoa artista falando de si mesma. E não o artista como tem se chamado muito hoje, de divos e divas. É uma coisa mais horizontal, falo de perto das pessoas”.

As composições exploram também coisas vividas por ele nos últimos anos. “Falo da partida de alguns amigos queridos, como o Luiz Melodia, o Vander Lee, e a minha mãe. Temos dificuldade em falar da morte na nossa cultura. No disco, o que mais parece com a cultura africana, é a forma como falo da partida de outras pessoas, sem toda a coisa da dor. E ao mesmo tempo resgatando também a beleza da vida, as buscas, a trajetória. Defino esse disco como um grande poema. As músicas vão levar para um lugar específico”, diz Pererê.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Silêncio Interior - Sérgio Pererê
02 - Casa de Flores - Sérgio Pererê
03 - Inseguro - Sérgio Pererê
04 - Caminho do Sol - Sérgio Pererê
05 - Cada Um - Sérgio Pererê
06 - Woman - Sérgio Pererê
07 - Guardiões da Memória - Sérgio Pererê
08 - Tudo Mudou - Sérgio Pererê
09 - É Leve - Sérgio Pererê e Richard Neves
10 - Mestre Samurai - Sérgio Pererê
11 - Sertão - Sérgio Pererê

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto – Suíte Masai (2019)

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto apresentam Suíte Masai, álbum que marca o encontro entre o rap e a música erudita.

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto brindam fãs e recém-chegados com conexões preciosas entre o erudito e o popular, música negra e europeia, sonoridades africanas, brasileiras e caribenhas. Em uma jornada musical que parte da periferia de Belo Horizonte, desbrava as ancestralidades do Quênia e regressa com orquestração impecável, assinada por Marcelo Ramos e regida por Rodrigo Toffolo.

“Os guerreiros mais fortes da tribo não são escolhidos de maneira violenta, mas sim entre aqueles que saltam mais alto.” Esta foi apenas uma das descobertas de Flávio Renegado durante suas pesquisas sobre a nação tribal Masai, que ocupa boa parte do território do Quênia. E estas buscas sobre ancestralidades, vivências e aprendizados do continente-mãe que inspiraram Flávio Renegado a se unir à Orquestra Ouro Preto na produção de Suíte Masai, o quarto álbum do artista mineiro.

Assim como os lideres Masai, o salto de Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto não foi pequeno. A gravação de Suíte Massai reuniu 35 músicos, entre componentes da banda do rapper e membros da orquestra. Além de dezenas de profissionais envolvidos na produção do espetáculo realizado em 04 de agosto de 2018, na comunidade na do Alto Vera Cruz, onde Renegado nasceu e hoje mantém seu projeto social Arebeldia, em Belo Horizonte.

Acostumado a navegar por diferentes sonoridades, o inquieto Flávio Renegado enxerga com naturalidade a parceria inédita com uma orquestra. “A troca das batidas eletrônicas por uma orquestra foi um caminho natural para minha música. Do rap ao rock, passando pelo eletrônico, já toco há muito tempo com uma banda. E agora vejo a conexão com a música erudita como um ponto alto de uma trajetória. Especialmente com uma orquestra como a Ouro Preto. Foi muito especial encontrar um grupo de músicos eruditos dispostos a colaborar com a musica popular de maneira aberta, generosa e verdadeira”.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Abertura - Flávio Renegado
02 - Conexão Alto Vera Cruz Havana - Flávio Renegado e Gil Amâncio
03 - Minha Tribo é O Mundo - Flávio Renegado
04 - Maracatu, Nação do Amor - Moacy Santos
05 - Do Oiapoque a Nova Yorque - Flávio Renegado
06 - A Coisa é Séria - Flávio Renegado
07 - Black Star - Flávio Renegado
08 - Sei quem Tá Comigo - Flávio Renegado e Funk Buia
09 - Tempo Bom - Flávio Renegado
10 - Românticos - Vander Lee
11 - Rotina - Flávio Renegado e Chico Amaral
12 - Sobre Peixe, Flores e Você - Flávio Renegado e Chico Amaral
13 - Sai Fora - Flávio Renegado
14 - Vera - Flávio Renegado
15 - Para Lennon e McCartney - Márcio Borges, Lô Borges e Fernando Brant 

60 Anos do Pagode de Viola Caipira No Brasil - Vários Artistas (2019)

O lançamento do álbum duplo “60 anos do Pagode de Viola Caipira no Brasil” mostra a produção de Téo Azevedo, com vários artistas da música caipira, e uma homenagem a Tião Carreiro, a maior referência da viola caipira no Brasil e é do Norte de Minas, pois morou em Juramento e ainda em Pajeú, perto de Monte Azul, antes de ir para São Paulo, onde se destacou. Na cidade de Catuti, foi criado o Museu Tião Carrero, na antiga Estação Ferroviária. O  álbum duplo tem 17 faixas em cada CD, sendo 32  cantadas e duas instrumentais todas de autoria de Téo Azevedo. 

Preço – R$60,00

Faixas CD 01:
01 - Três Mineiros da Viola - Mococa & Paraíso
02 - Resposta de Poeta Sertanejo - Leyde & Laura
03 - Raiz do Milênio - Rodrigo Mattos & Praiano
04 - No Repique da Viola, Na Toada Sertaneja - Marcelo Viola & Ricardo
05 - O Enfusado - João Mulato & Douradinho
06 - É No Peito da Viola - Adriana Farias
07 - Chama e Fala - Chico Lobo & Winson Santos/Pereira da Viola & Rubinho do Vale
08 - Santa Aparecida - Ariedson & Renan
09 - O Nosso Brasil Que Quero - Cacique & Pajé
10 - Viola & Paixão - Agreste & Pacco
11 - A Mulher Tá No Pagode - Juliana Andrade & Leyde
12 - Não Gosto, Gosto - Peão Dourado & Paraense
13 - A Viola do Crispim, Com Saudade do Goiá - Rodrigo Mattos & Praiano
14 - São Bento - Mateus Minas & Leandro
15 - Pé de Romã - Biro-Biro & Nilsinho
16 - Minha Vida de Vaqueiro - Téo Azevedo
17 - Degopa de Viola - Rodrigo Azevedo

Faixas CD 02:
01 - Arquivos de Lembranças - Leyde & Laura
02 - Meu Universo Caipira - Mococa & Paraíso
03 - Chama e Fala - Cacique & Pajé
04 - Viola, Trilha e Destino - Mococa & Paraíso
05 - Prosa de Valentão - Irmãs Barbosa
06 - Tá Na Hora de Acordar - João Mulato & Douradinho
07 - O Pagode de Viola - Marcelo Viola & Ricardo
08 - Coisas do Sertão - Ana Azevedo & Malu
09 - Requiém A Tião Carreiro - Peão Dourado & Praense
10 - Violeiro Bigodudo - Rodrigo Mattos & Praiano
11 - Caminhoneiro - Mateus Minas & Leandro
12 - Minha Viola - Leyde e Laura
13 - Meu Rancho Ao Pé da Serra - Jackson Antunes & Decão
14 - A Viola Caipira - João Mulato & Douradinho
15 - O Brasil Com S - Valdo & Vael
16 - A Lenda do Rio Abaixo - Gedeão da Viola & João Pedro
17 - Improvisos de Recortados - Rodrigo Azevedo

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Marina Araújo - Sem Pressa Pra Amar (2017)

O projeto, definido pela cantora como sendo um pedacinho dela, contém 6 faixas, totalmente autorais, que mostram toda a musicalidade de Marina Araújo como cantora, compositora e violinista. “Reza”, “Não Demora”, “Nunca Tem Fim”, “Sem Pressa Pra Amar”, “Par Perfeito” e “Mais”, são os títulos das canções que compõem o EP gravado no estúdio Natrilha, produzido por Felipe Fantoni e Márcio Brant (FM Produções Artísticas), e fazem parte do repertório do show que apresentará o novo trabalho ao público. As letras falam sobre romantismo e retratam histórias de amor diversas, entre a felicidade de um relacionamento e a tristeza de um desencontro, com destaque para a canção que dá nome ao álbum.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Nunca Tem Fim
02 - Sem Pressa Pra Amar
03 - Mais
04 - Par Perfeito
05 - Não Demora
06 - Reza

Todas as músicas de Marina Araújo

Mauro Rodrigues e A Musicosfera - Cru, Cozido e Repartido (2018)

A Musicosfera é resultado de um longo processo de interação musical, que se iniciou por volta de 2004, no âmbito da Escola de Música da UFMG. Mauro Rodrigues (flauta), Rafael Martini (piano), Pedro “Trigo” Santana (contrabaixo) e Antônio Loureiro (bateria/percussão), desenvolveram um trabalho juntos tendo como base as composições de Mauro Rodrigues. Nessa formação mais camerística experimentou-se interações ousadas e profundas nas performances, especialmente no que tange a improvisação. “Musicosfera” é uma alusão à intensa atmosfera de interação que se fazia sentir nas performances (ensaios e/ou apresentações).
Essa envolvente musicosfera tem sido uma referência importante no desenvolvimento da vida artística destes músicos. Este show se construiu essencialmente na encruzilhada de passagem do legado musical, entre um músico mais velho e os mais novos. Dessa interação surgiu algo que é significativo para todos e surpreendentemente novo e vivo. Trata-se de um tipo de interação em que o pai se torna o filho e o filho se torna o pai.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Chamada
02 - Amigos
03 - Iphigenia-Inocência
04 - Iphigenia-Sacrifício
05 - Água e Pedra
06 - Sarabande - Bach Am (Adaptação)
07 - Bouree - Bach Am (Adaptação)
08 - Promenade Fm
09 - Marcha da Saudação
10 - Tema Curto
11 - O Fio D'Água e A Serpente
12 - Promenade Dm
13 - Caminhos do Silêncio
14 - Tangolomango

Todas as composições de Mauro Rodrigues

Felipe de Oliveira - Coração Disparado (2018)

Felipe de Oliveira conta que “Coração Disparado” (Under Discos) é um disco sobre amor, mas numa perspectiva que não é convencional. “As pessoas não vão encontrar nenhuma música romântica, mas, sim, reflexões sobre a mediação das relações amorosas sob várias perspectivas. Algumas apaixonadas, outras pessimistas, outras otimistas, críticas, ácidas, relacionamento abusivo, violência doméstica, ficar com várias pessoas, ficar com uma só, enfim, aprender a amar”, diz.

Para o músico,  dentro do amor, as situações e contextos são diversos no disco. “Sobre sonoridade, meu compromisso sempre foi com a música brasileira. Dessa vez, nós nos aproximamos de uma estética mais world music, sem nos prender a um só estilo. Eu classificaria como Nova MPB, embora haja ainda muitas coisas que o conectam à MPB tradicional, que é minha paixão. Acho que nos preocupamos em trabalhar essa dualidade, entre o moderno, mas sem perder as raízes”, adianta.

Sobre a escolha do nome do álbum e espetáculo, “Coração Disparado”, Felipe de Oliveira diz que se inspirou em um poema recitado por Maria Bethânia  no show “Drama Terceiro Ato” e na obra de Adélia Prado, que tem um livro com o mesmo nome. “A palavra disparado tem três significados: o disparo de arma, o disparo de acelerado, e também ousado. Esse disco tem uma sonoridade moderna e original. Ousada, diferente de tudo que eu já havia feito no palco”, explica.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Samba da Redenção - Dé de Freitas e Guilherme Borges
02 - Eu Sonhei Com Você - Sérgio Oliveira
03 - Xotimamoeiro - Renato Pessoa
04 - Chorinho Para Não Gaguejar - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
05 - Fé Menina - Deh Mussulini
06 - Outra História - Pedro Santos
07 - Adeus Maria - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
08 - A  Casa dos Mil Cordões Azuis - Guilherme Borges e Guilherme de Freitas
09 - Noite Sem Fim - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
10 - Cidade - Phil Albuquerque
11 - Vamos Deixar Que Se Misture - Dé de Freitas, João Vitor Rocha e Laura Catarina

Campos Rosa - Na Verdade (2018)

O álbum, 100% autoral, é composto por letras e melodias criadas pelo próprio cantautor, que versam sobre questões existenciais, relacionamentos, dor, amor, natureza e descobertas. A concepção de ‘Na Verdade’ teve início em 2014, quando Campos Rosa começou a ter ideias para as melodias. “Geralmente, tenho a ideia inicial de uma melodia e, a partir daí, vou experimentando, criando. A letra costuma vir no final”, explica o artista, que amadureceu o trabalho e, após pouco mais de três anos, apresenta ao público o resultado: um disco de pop elegante e original, composto por canções palatáveis e radiofônicas, com influências que vão do samba ao pop rock, passando pela música mineira e o rock alternativo, com pitadas de psicodelismo e elementos que remetem a Clube da Esquina, Beatles e Nando Reis.

O disco de 12 faixas contou com um time de músicos talentosos. As guitarras foram gravadas por Noah Haas, músico americano radicado no Brasil, que traz influências do jazz e do soul. A cozinha é composta pelo baixista Diego Mancini, formado pela Los Angeles College of Music, e pelo baterista Pedro Ramalho, cuja bagagem musical confere ao disco uma pegada mais brazuca. Leonardo Marques assina a produção do projeto. “Decidi gravar com o Léo depois de escutar o trabalho solo dele e os álbuns do Transmissor. Curti demais os timbres e os arranjos clean: acho que casam bem com o meu som”, explica o músico. “Na Verdade” também conta com as participações de Marcos Sarieddine (teclado), Ygor Rajão (trompete) e Rodrigo Garcia (violoncelo). Campos Rosa conduz com maestria o vocal, violão e guitarra.


Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Algodão
02 - Uma Canção
03 - Imperfeito
04 - Nós Dois
05 - Na Verdade
06 - Quando Eu Sonhava
07 - Nunanane
08 - Te Querer
09 - Sem Motivo
10 - Ritmo de Fé
11 - Violeiro
12 - Luz do Sol

Todas as músicas de Campos Rosa

Aldrin Gandra - Quadrado Azul (2018)

ALDRIN GANDRA ATUA A MAIS DE 15 ANOS NO CENÁRIO MUSICAL DE BELO HORIZONTE.
JÁ ATUOU EM DIVERSAS BANDAS E PROJETOS DE DIVERSOS ESTILOS MUSICAIS.
JÁ PARTICIPOU COMO VIOLONISTA NA ORQUESTRA DE VIOLÕES DO PALÁCIO DAS ARTES E DA BANDA MERLIN ESPERANTE QUE JÁ TEVE O TRABALHO DISTRIBUÍDO EM MAIS DE 60 PAÍSES.
JÁ TEVE RECONHECIMENTO DE SEU TRABALHO AUTORAL POR FERNANDO BRANT E ROBERTO MENESCAL.
O ARTISTA LANÇA SEU PRIMEIRO CD AUTORAL "QUADRADO AZUL" QUE MOSTRA SUAS COMPOSIÇÕES AUTORAIS QUE RETRATAM TEMAS QUE PASSAM POR PAISAGENS, AMOR E PROVOCAÇÕES A RESPEITO DAS MAZELAS HUMANAS.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Fazenda - Aldrin Gandra
02 - Falsas Psicologias - Aldrin Gandra
03 - O Mar É Tudo - Aldrin Gandra
04 - A Ilha - Aldrin Gandra
05 - Trem Estação da Noite - Aldrin Gandra
06 - Estradas - Aldrin Gandra e Cláudio Faria
07 - Quem Sabe Um Dia - Aldrin Gandra
08 - Baby - Aldrin Gandra
09 - Quadrado Azul - Aldrin Gandra
10 - Vai Ser Diferente - Aldrin Gandra
11 - Andando Na Baía - Aldrin Gandra
12 - Vôo Livre - Aldrin Gandra
13 - Minha Namorada - Aldrin Gandra
14 - Com Está Você - Aldrin Gandra