quarta-feira, 22 de maio de 2013

Tempo Plástico - Fazendo A Lata Velha Voar (2013)

Para qualquer artista, o processo de criação de uma obra está intimamente ligado a isto. Jogar a tinta em uma aquarela e ordená-la de uma forma lógica (ou não). Cortar metros de celulóide e descartar sequências inteiras de um filme. Rabiscar, mudar palavras, rasgar pedaços e inutilizar páginas de um escrito. Tudo é cortado, colado, mutilado, refeito, reinventado. O exercício constante da produção artística é uma tentativa de se imprimir à obra um caráter novo, ainda que ele passe pelo velho.

Na música, isso fica mais evidente. O compositor, o cantor, o instrumentista, todos usam suas sensibilidades a favor da reinvenção e, ao mesmo tempo em que pisam numa areia movediça de sentimentos, amadurecem neste processo, enxergando o cipó cada vez mais próximo. Artistas na acepção do termo, os cinco integrantes do Tempo Plástico sempre souberam disso e, ao iniciarem o processo de gravação de "Fazendo a Lata Velha Voar", seu primeiro disco, colocaram suas verdades à prova, iniciando um processo que os reinventaria não só como músicos, mas como pessoas.

Este processo de reinvenção sempre fez parte do dia-a-dia da banda, que começou com um núcleo de três pessoas (Fabio Gruppi, Cláudio Moreira e Eduardo Drummond) ainda nos corredores da Faculdade de Comunicação da PUC-MG, onde dividiam a editoria de um jornal de poesias ("O Riso Vertical"). O passo seguinte - a criação de uma banda - foi natural, visto que Eduardo e Cláudio já exerciam este ofício juntos, com outros colegas. O ponto comum, nesta época, era o amor pelos sons psicodélicos com uma pitada de barulho. Deste início, em 2007, até o momento atual, foram tantas mudanças que eles mesmos chegam a dividi-las em três fases. A "Tempo Plástico 1" seria este nucleo inicial. A "Tempo Plásico 2" já seria o quarteto, com a adição de Felipe Prado no baixo, enquanto a atual seria a "Tempo Plástico 3", com entrada de Thiago Viana para ocupar o posto de segundo guitarrista e contribuindo de maneira definitiva para a nova orientação do som da banda: mais centrado em riffs, com menos presença de teclados, uma espécie de marca registrada da banda até então.

Esta terceira reivenção da banda coincidiu com a gravação do disco. Ao entrarem no Estúdio Ultra, o agora quinteto sabia muito bem o que queria: recomeçar. Praticamente todo o material composto anteriormente foi descartado e, com exceção de alguns riffs, as 12 canções que figuram no álbum, foram compostas entre outubro e dezembro de 2011, enquanto eles descobriam que a vida em estúdio era bem mais prazeirosa do que imaginavam. Se antes os riffs eram recheados de notas e os instrumentos se misturavam, agora a ordem era simplificar e separar. Os teclados foram praticamente deixados de lado e a presença da segunda guitarra mostrou ser a decisão acertada, vindo de encontro com esta simplificação do som. O Tempo Plástico agora soava mais direto, conciso e cru. Ou, se preferirem, mais rock.

As letras também sofreram uma mudança brutal nesta nova fase. Se antes os temas eram mais sombrios e refletiam as angústias dos letristas, agora a ordem era que eles fossem mais positivos e diretos, por mais que as angústias ainda estejam presentes nas entrelinhas. Do sentimento de estar em casa em qualquer lugar de Yellow Líquido" à mineiridade de "Libertas", as novas letras fazem alusão ao dia-a- dia da banda, a vontade de fazê-la acontecer, ao tempo em que isso se dá, à memória, à amizade e à despretensão. Em inglês ou em português, estes sentimentos universais são comuns aos cinco integrantes da banda e, combinados,produzem um material coeso, visceral e referencial para a geração da qual fazem parte. Sem fronteiras, sem barreiras, sem amarras.

"Fazendo a Lata Velha Voar" também não teria sido possível sem o envolvimento crucial do produtor Barral Lima, que não só fez sugestões que mudaram o caminho do Tempo Plástico como os instigou a procurar diferenciais dentro de suas almas. Foram dele os incentivos para que descartassem letras por inteiro, mudassem riffs, colocassem mais peso nas guitarras e deixassem os teclados de lado. Também foi ele quem sugeriu que a banda adotasse um quinto integrante nesta nova fase. Tudo isso secundado por Henrique Soares, o responsável pela gravação propriamente dita e pela mixagem do trabalho.

Finalmente, a masterização. Parte fundamental do processo de confecção de um disco, é frequentemente descrita por músicos como aquele momento em que o som ganha peso e forma. Por isso, a preferência foi para um dos estúdios mais famosos do mundo - o Sterling Sound - e o engenheiro escolhido foi Ted Jansen, responsável, entre outros, por "Diamond Eyes", dos Deftones; "Nation", do Sepultura; "Stone Temple Pilots", do Stone Temple Pilots e "Black Gives Way to Blue", do Alice In Chains.

Um verdadeiro "tour de force". Talvez este seja o termo para definir esta conjunção de fatores e competências que resultaram em "Fazendo a Lata Velha Voar". De um lado, uma banda sintonizada com o século 21 e como o mundo em que vivemos. De outro, profissionais experientes e gabaritados que encorparam o som, o modernizaram e transformaram o trabalho em um dos grandes discos de rock surgidos nas Minas Gerais nos últimos anos.

Preço – R$15,00

Faixas:
01 - Yellow Líquido - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
02 - Enquanto O Mundo Não Vem - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
03 - Kerouac - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
04 - Gift - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
05 - Se Quiser Saber - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
06 - Lafaiete - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
07 - No Tempo Certo - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
08 - Passe - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
09 - Maia-Noite - Cláudio Moreira e Fábio Gruppi
10 - Choosing A Way - Fábio Gruppi e Felipe Prado
11 - Electric Bird - Cláudio Moreira, Felipe Prado e Thiago Viana
12 - Libertas - Cláudio Moreira, Eduardo Drummond e Fábio Gruppi   

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ivan Fonseca - Equilíbrio (2012)

Esse CD representa em notas musicais o trabalho de 18 anos de estudos técnicos, pesquisas harmônicas e redescobrimentos diários com a preocupação em colocar para fora a peculiaridade de se ver o mundo. Desde que nascemos (ou mesmo antes), vamos nos tornando seres únicos no modo de pensar, agir e isso nos faz ser muito úteis em nosso dia a dia, pois nós músicos quando nos expressamos, irradiamos ao mundo não notas musicais, mas sim uma energia solidária para fortalecer e auxiliar em horas difíceis, ser  lembrado em momentos de alegria e que essa energia nos volte ainda mais forte por  ter contribuído para um mundo melhor.

Por ser um trabalho “TEMÁTICO” ou seja, todas as músicas tem um tema especifico, as canções levam a quem as escuta a lugares diferentes, sensações diversas e climas exóticos como o amor por alguém que você detesta ou a repudia por uma situação que te faz feliz. Esse trabalho não por ser o primeiro, mas por ter sido todo escrito por mim, Ivan Fonseca, não só as cordas, mas  todos os sons que aqui se encontram, se tornou uma agradável realização e  isso é sentido em cada faixa nas emoções explícitas em cada uma.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - 4 Na Ruína
02 - Por Trás dos Olhos
03 - Brucutu
04 - Diversidade dos Carismas
05 - Mineirinho
06 - destino
07 – Química

Todas as músicas e arranjos compostos por Ivan Fonseca

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Código B - O Lutador (2013)

Após 8 anos do lançamento de “Seguindo em Frente”, o Código B está de volta com “O Lutador”, seu terceiro álbum, produzido pela própria banda nos estúdios da Cada Instante Produções.

“A ideia era fazer um disco de rock, meio que ‘ao vivo no estúdio’, em poucos takes, com poucos retoques”. Para isso, a banda optou por concentrar nas próprias mãos a maior parte de todo o processo de concepção; desde a composição e produção até a mixagem das faixas. Durante as gravações, o compromisso de serem honestos e fiéis ao que realmente tinham vontade de fazer e dizer, mesmo que para isso, uma certa dose de ousadia fosse necessária.

Além de 9 músicas inéditas, o álbum ainda conta com “Mais Uma Vez”, conhecida do público desde 2008, quando foi lançada com grande aceitação nas rádios. No repertório, músicas que refletem a maturidade conquistada em quase 10 anos de banda, mantendo os refrões fortes e cativantes característicos em todos os trabalhos do Código B.

Da levada estilo anos 60 da primeira faixa “Meu Mundo” à viajante faixa final “O Que Se Vê”, o álbum passeia por momentos que vão do romantismo de “Se Eu Voltar” até o peso de músicas como “O Lutador”, “Seu Caos” e a quase progressiva “Quem Sempre Quis”.
Os vocais vigorosos do Bauxita, somados às performances enérgicas da tradicional trinca “guitarra, baixo e bateria” de Rique Azevedo, João Bustamante e Pedro Rangel (que se reuniu ao grupo após 5 anos, para a produção deste novo trabalho), continuam sendo a marca registrada da sonoridade do quarteto.

As letras são retratos da vida de um verdadeiro lutador, que mesmo em tempos de crise e encontrando obstáculos pelo caminho, não se deixa abater e segue firme, sempre em busca de conhecer e superar a si mesmo, para realizar sonhos e conquistar objetivos.
Tudo isso faz com que “O Lutador” seja um disco para ser apreciado por todos, sem moderação.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Meu Mundo - Rique Azevedo, pedro Rangel, Érika Thomaz e Marcela Balardin
02 - O Lutador - Rique Azevedo e Pedro Rangel
03 - Se Eu Voltar - Rique Azevedo e Pedro Rangel
04 - Seu Caos - Rique Azevedo e Pedro Rangel
05 - Não Vou Esperar - Rique Azevedo e Liah Soares
06 - Quem Sempre Quis - Rique Azevedo e Pedro Rangel
07 - Mais Uma Vez - Rique Azevedo, Felipe Barreto e Bolo
08 - O Que Foi Antes - Rique Azevedo e Liah Soares
09 - Já Não Sei - Rique Azevedo, Pedro Rangel e Fernanda Mello
10 - O Que Se Vê - Rique Azevedo, Pedro Rangel e João Bustamante 

Joaci Ornelas, Chico Lobo, Wilson Dias, Bilora, Gustavo Guimarães e Pereira da Viola - VivaViola - Viva A Cantoria (2013)

O Projeto Vivaviola que reúne os músicos mineiros Bilora, Chico Lobo, Gustavo Guimarães, Joaci Ornelas, Pereira da Viola e Wilson Dias, lança seu segundo CD, com texto de apresentação do jornalista e pesquisador Carlos Felipe Horta, foi gravado no período de Setembro de 2012 a Janeiro de 2013 e contou com o patrocínio da Vivo através da Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais.

Tematicamente as composições abordam paisagens da cultura mineira, religiosidade e festas populares e o sentimento humano. Estes temas são abordados com sensibilidade artística e com ares de renovação criativa. Musicalmente é composto de diversos ritmos brasileiros como: toadas, modas, guarãneas, batuques e calangos, tratados de maneira singular preservando as origens, mas incorporando novos elementos da música contemporânea.

A propósito do sentimento coletivo do grupo, o jornalista e escritor Carlos Felipe descreve no texto de apresentação do CD: “Como viola atrai viola, num visgo que ninguém sabe explicar, eles se juntaram. Muitas vezes. Nas conversas de amigo, nos saraus de poesias, nos palcos da vida, nos fuzuês de chão batido, nas saudações dos santos e nos encantamentos guardados dentro da alma, só aflorando quando o coração já não aguenta mais.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - VivaViola (Viva A Cantoria) - Bilora, Joaci Ornelas e João Evangelista Rodrigues
02 - Dá Licença Pra Folia - Bilora, Joaci Ornelas, Gustavo Guimarães e Wilson Dias
03 - Brasil Violeiro - Chico Lobo e Tadeu Martins
04 - No Cumbuco do Balaio - Joaci Ornelas
05 - Deus é Violeiro - Wilson Dias e João Evangelista Rodrigues
06 - O Meu Fraco é A Viola - Pereira da Viola e João Evangelista Rodrigues
07 - Vazante - Bilora
08 - Estrela do Cerrado - Gustavo Guimarães
09 - Nobreza - Wilson Dias e João Evangelista Rodrigues
10 - Carta Bonita - Pereira da Viola e João Evangelista Rodrigues
11 - Sertão Urbano - Bilora
12 - Flor de Bemquerer - Joaci Ornelas
13 - Ande A Viola Me Levar - Gustavo Guimarães
14 - Ciranda de Reisado - Chico Lobo e João Evangelista Rodrigues
15 - Viola de Mutirão - Wilson Dias e João Evangelista Rodrigues  

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Priscila Magella – A Barranqueira (2013)

Cantora e compositora há 13 anos, nascida e criada em Pirapora/MG, sempre teve a veia musical muito presente em sua vida desde a infância, influenciada por sua mãe e seu tio músico, Geraldo Magela.

Cantou em vários projetos, ao lado de Marku Ribas, Paulinho Pedra Azul, abriu Show de Oswaldo Montenegro e vários artistas consagrados. Cantou no projeto Manuelzão, Campanha Sul de Minas, festival em Itanhém SP, Festival na cidade do Guará I em Brasília.

Seu trabalho pretende intensificar a cultura do Norte de Minas e de seu Sertão.
Priscila Magella retoma em suas composições uma enorme vontade de mostrar o outro lado desse Estado de MG que poucos conhecem.

A cantora sempre esteve ligada ao Rio São Francisco onde intitula sua casa, e por isso canta música barranqueira que nada mais é que feita as margens do Rio São Francisco mas sua paixão pelas melodias levou a diversificar seu repertório e assim sua voz passeia nas músicas de grandes nomes da MPB.
Gravou seu primeiro disco por nome de "A Barranqueira" com várias composições e muita mistura boa.

Eclética, une versatilidade, simpatia, talento e desenvoltura no palco, fazendo diversos tipos de shows, desde um intimista violão e voz até grandes espetáculos.
"O Palco é minha casa e a música minha Vida"

Preço – R$15,00


Faixas:
01 – Poeta Errante – Priscilla Magella
02 – Rock Xote da Rosa – Magela
03 – Paladinos do Sertão – Magela
04 – Cangaceiro – Priscila Magella, Walyd e Cecílio Battera
05 – Menino Barranqueiro – Magella
06 – Sensual – Magela
07 – O Que Você Negou – Priscilla Magella
08 – Caneta do Sertão – Magela
09 – Barranqueiros – Priscila Magella e Felipe Fil
10 – No Instante do Amor – Paulo Vieira
11 – Pião de Trecho – Magela
13 – Segura O Peixe – Pepeh Paraguassu

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Daniel Jr. – Daniel Jr (2012)

A tendência artística vem da infância. A iniciação musical ocorreu ainda na adolescência, em Pirapora-MG, no ambiente familiar com apoio dos pais. Influenciado pela coleção de discos que eles possuiam, aprendeu sozinho a tocar violão e teclado dentre outros instrumentos e desde então não parou mais.

Assim nasceu o talento criativo do artista, que participou de vários grupos musicais e festivais de música popular, com premiações em alguns deles.

Em 2012 Daniel Jr. apresenta seu novo trabalho: o cd "Daniel Jr" traz no repertório músicas inéditas do cantor, releituras, e parcerias com as poetisas piraporenses Dóris Álvares e Ilzerita Rodrigues na música "À tua espera", além da regravação da música "Segredo e Mistério" do respeitado produtor musical Marcos Gauguin e do cantor mineiro Zebeto Corrêa.

E assim, Daniel Jr, cantor, compositor, multi-instrumentista segue seu caminho musical, observando o mundo, cantando e contando em prosa e verso os casos de amor, as histórias do cotidiano, as reflexões do dia a dia e as belezas da vida.

Preço - R$20,00

Faixas:
01 – Só Pode Ser Amor
02 – A Seguir Cenas
03 – Eu Só Fico Pensando Em Você
04 – Eternamente Teu
05 – Um Minuto Pra Ser Feliz
06 – Minha Deusa
07 – Desejo
08 – Á Tua Espera
09 – Dentro de Nós
10 – Teu Amanhecer
11 – Segredo e Mistérios
12 – Nosso Mundo

Todas as composições de Daniel Jr.          

Tião Vieira – Se Houver Amanhã (2009)

Tião Vieira, no melhor que a expressão possa significar, é um sujeito que queima e assopra. Ele queima com o pirógrafo e assopra com a música. Explico-me: é que o cara é um craque na arte da pirogravura em couro cru – aliás, subsiste da profissão – e manda ver, em bons ventos, sua música.

Como compositor e intérprete, o camarada dá no couro pra valer. E com muito senso de observação, irreverência, criatividade, espontaneidade. Tanto é assim, que de suas performances musicais ninguém sai indiferente. Até porque o camarada é também um tremendo dum maluco beleza, tem várias faces, é cênico e, por que não dizer?, cínico. Isso mesmo.

Afinal – e isto eu vi várias vezes – , quando pedem pra ele um “toca Raul”, que virou bordão em tudo quanto é show, o Tião, cinicamente, toca Tião.
Mais? Não posso falar. Então, é ouvir
*por Valter Braga - Compositor e gestor cultural 

Preço – R$20,00

Faixas
01 – Algo Faltou – Tião Vieira
02 – O Revolucionário – Tião Vieira
03 – Cada Um Cada Um – Tião Vieira
04 – Gira Gíria – Tião Vieira
05 – Se Houver Amanhã – Tião Vieira
06 – Super Heróis – André Luís e Tião Vieira
07 – Criança – Tião Vieira
08 – Sossego – Tião Vieira
09 – Mistérios – Tião Vieira
10 – Não Posso Falar – Tião Vieira
11 – Contraste – Tião Vieira
12 – Saldo Negativo – Tião Vieira
13 – Nua – Tião Vieira
14 – Decepção – Tião Vieira
15 – Vida – Tião Vieira

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pablo Castro – Anterior (2013)

Tendo como principal realização artística o disco “A Outra Cidade” em parceria com Kristoff Silva e Makely Ka, elogiado por várias referências musicais, como José Miguel Wisnick, Chico Amaral, Luiz Tatit, Marcus Vianna, Arthur Nestrovski, entre outros, o músico tem se dedicado a finalizar seu primeiro disco solo.

Intitulado “Anterior”, o CD conta com 13 faixas e a participação de mais de 50 músicos, que apresentam um trabalho de arrojo e ousadia musical, no qual o cantor e compositor atuou como arranjador e diretor musical, além de arranjos de Rafael Martini, João Antunes e Thiakov, a produção musical também foi compartilhada com Fabrício Galvani e Thiakov. “Anterior”, a canção título é uma reflexão interrogativa que não pretende responder, mas sim provocar, a interpretação do ouvinte. No fim do disco, a canção A Banda dos Descontentes, longe de querer dar essa resposta, pelo menos sugere alguns caminhos tortos, mas abertos. Pra se ter uma idéia mais clara, só ouvindo o disco!

As composições se situam em um panorama de diversidade e dialogam com as ricas tradições da música popular brasileira, passeando por toadas, baiões, valsas, sambas e linguagens internacionais, como o roque, o pop, o jazz, de modo que todos os elementos são articulados pela canção, universo em torno do qual a criatividade de Pablo Castro sempre girou.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – Anterior – Pablo Castro
02 – Caminho Aberto – Pablo Castro
03 – Baião Nosso de Cada Dia – Pablo Castro e Luiz Henrique Garcia
04 – Baião Oriental – Pablo Castro e Luiz Henrique Garcia
05 – O Grande Verão – Pablo Castro e Kristoff Silva
06 – Moby Dick – Pablo Castro e Luiz Henrique Garcia
07 – Interlúdio – Pablo Castro
08 – A Feira – Pablo Castro e Luiz Henrique Garcia
09 – Adeus do Ator – Pablo Castro e Luiz Henrique Garcia
10 – Samba do Apocalipse – Pablo Castro e Makely Ka
11 – O Sétimo Selo – Pablo Castro
12 – O Fim do Mundo – Pablo Castro
13 – A Banda dos Descontentes – Pablo Castro  

terça-feira, 23 de abril de 2013

Renato Caetano – Que Viola é Essa? (2010)

A mistura de estilos é o que pretende o violeiro e professor de viola de 10 cordas Renato Caetano. Descendente de família com tradições caipiras aprendeu a tocar violão com seu tio aos nove anos de idade e, durante seu aprendizado musical, conheceu vários estilos, dentre eles o Regional, o Popular, Rock, Jazz e Blues. Tornou-se um guitarrista de rock e blues, mas em 1998 conheceu o instrumento que viria a marcar de forma definitiva sua carreira musical, fazendo pulsar a tradição familiar: a Viola Caipira.

Sua carreira de violeiro se iniciou em 1999, com o Trio Verso e Viola, onde tocava semanalmente no Restaurante Rancho Fundo. De 2000 a 2002 participou como ator e violeiro do Grupo de contação de Histórias “Conta e Encanta”, com quem se apresentou na sala Juvenal Dias, além de vários outros locais como o Festival de cultura do Colégio São Francisco de Assis.

Atualmente acompanhado por uma banda, a fusão de estilos conseguiu finalmente fincar âncora em seu novo show “Que Viola é essa”, no qual apresenta releituras de clássicos caipiras e de canções do, assim chamado, Rock Rural, tentando fazer uma união entre esses dois universos, além de apresentar canções de sua própria autoria. Essa nova roupagem já está dando frutos, pois em 2008 foi convidado a fazer três apresentações na terra-mãe da viola de 10 cordas: Portugal. Com a presença na platéia do Embaixador do Brasil em Portugal, Renato Caetano se apresentou na cidade de Lisboa, em eventos da SETUR-MG, e obteve uma ótima acolhida.

Outro fruto dessa estrada é o primeiro CD que também se intitula “Que Viola é essa?”. Nele, as influências do blues e do rock fincam raízes, juntamente com as dos violeiros Tião Carreiro e Almir Satter e de ícones do folk brasileiro, como Zé Rodrix e Renato Teixeira. O clássico e o moderno, o tradicional e o inusitado se encontram e se complementam na estrada violeira de Renato Caetano.

Preço – R$20,00

Faixas
01 – Caboclinho Bão – Renato Caetano
02 – Tao - Renato Caetano
03 – Caminhada - Renato Caetano
04 – Lagoa do Guarda-Mor - Renato Caetano
05 – Menininha – Edson Moraes e Tata Sympa
06 – 1001 - Renato Caetano
07 – Chora Viola – Tião Carreiro e Lourival dos Santos
08 – Riachinho - Renato Caetano
09 – O Pacto – Renato Caetano
10 – Ao Léo - Renato Caetano
11 – Sina de Violeiro - Renato Caetano e Adilson Raposo Junior
Faixa Bonus – Caçada no Barreiro – Zezinho de Zé Bejo

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O Violão de Petrônio Santos – Petrônio Santos e convidados

O produtor Gutemberg Santos resgata a obra violonística de Petrônio Santos, espécie de lenda musical no interior de Minas, fadado, até então, a permanecer num inaceitável anonimato artístico.

Com participações especiais de Túlio Mourão, Adriano Campagnani, Gabriel Guedes, Patrícia Ahmaral, Neném, Zazá, Serginho Silva, Jailton Nunes, Paulinho Tomás e Ricardo Fiúza, o violão de Petrônio Santos se enriquece, transforma-se numa combinação sonora original, reflexiva e contemporânea.

Por uma questão de isolamento artístico pode-se dizer, a grosso modo, que as 6 cordas de Petrônio soam como natureza virgem diante do primeiro olhar. Em suma, novidade. Ao menos é o que se deduz ao ouvir a maioria das 12 composições deste CD, selecionadas a partir da década de 80.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Ecos de Bagdá
02 – Olhar de Ludiana
03 – Sereias das Águas de Furnas
04 – Caixa de Parafusos
05 – Tambor
06 – Retalhos de Valsa
07 – Mula Madrinha
08 – Choro para Ravel e Godofredo Guedes
09 – Ernesto, O Nazareth
10 – Galo Cego
11 – A Bela Esquecida Na Pampulha
12 – Às Violas e Cantorias de São José e Dores 

Orquestra Bossa Jazz - Edson Soliva (2012)

A orquestra Bossa Jazz, sob regência do maestro Edson Soliva, interpreta de forma muito especial as obras do renomado compositor Pacífico Mascarenhas.

R$20,00

Faixas:
01 – O Show Vai Começar
02 – Começou de Brincadeira
03 – For Emily
04 – Pode Ser
05 – Da Sua Própria Voz
06 – Pouca Duração
07 – O Vento Que Soprou
08 – Amo Você
09 – Lua Narcisa

Todas as composições de Pacífico Mascarenhas

Márcio Iacovo – 2005

Marcio Iacovo apresenta nesse CD de estréia que concebido ao final de 2005, tem a proposta de levar ao público um pouco da arte deste músico, sempre fortemente embasado na música brasileira e que reflete sua original concepção musical, estética e artística. É um trabalho quase inteiramente autoral em que o músico nos leva a um passeio por seu singular universo interior.

As originais releituras de dois clássicos da música brasileira, "Chovendo na Roseira" de Tom Jobim e "1 x 0" de Pixinguinha, além de uma versão de "Tudo que eu não consegui dizer com palavas" do respeitado guitarrista, compositor e produtor Torcuato Mariano, completam esta interessante viagem musical.

Além da banda Gato de Balaio com a qual Marcio Iacovo desenvolve um trabalho de música brasileira, o disco conta com a participação de grandes amigos músicos. Marcos Nimrichter, Waltenir Estevão, Luis Sobral, Ricardo Calafate, Roardo Bernardo e Ivan Meyer contribuem de forma significativa para fechar a idéia musical de um disco paradoxalmente sofisticado e ao mesmo tempo direto e simples.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – Se Você Vem – Márcio Iacovo
02 – Chovendo na Roseira – Tom Jobim
03 – Zig – Omar Fontes Jr.
04 – Valsa Para Luiza – Márcio Iacovo
05 – Primavera – Márcio Iacovo
06 – 1 x 0 – Pixinguinha e Benedito Lacerda
07 – Por Quê? – Márcio Iacovo
08 – Correnteza – Ian Iacovo e Márcio Iacovo
09 – Tudo Que Eu Não Consegui Dizer Com Palavras – Torcuato Mariano
10 – Noite Na Roça – Márcio Iacovo

O Pacto – Um Poema Musical – Geraldo Vianna e Jackson Antunes (2013)

Este CD foi desenvolvidos por Geraldo Vianna baseado na remota lenda de pactos com o demônio que permeia a história da humanidade. Para isso, o músico buscou informações na literatura universal, textos e teses de doutorado atuais, além das estórias e lendas do cotidiano de violeiros de todo o Brasil.

Com uma abordagem de cunho filosófico, o texto nos conduz à reflexão de paradigmas que norteiam a vida nos tempos atuais, com seus modismos sociais e valores materiais e estéticos. Para Geraldo, o texto trata-se de uma crítica a si mesmo e à condição do artista no mundo atual.

Na música, o compositor utiliza elementos dos ritmos tradicionais da viola caipira, associados à melodia e harmonia modernas, em contraponto com a instrumentação erudita da flauta (Renato Savassi) e violoncelo (Sérgio Rabello).

Tratados como música de câmera, os instrumentos se completam em funções que fogem dos padrões tradicionais. O texto é interpretado pelo ator Jackson Antunes que também participa do CD.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Abertura
02 – De Olhos Fechados
03 – Texto
04 – Lua Cheia
05 – Texto
06 – Tudo Será Seu
07 – texto
08 – Ele Estava Lá
09 – Texto
10 – O Pacto
11 – Texto
12 – No Vale das Sombras
13 – texto
14 – Levando A Vida
15 – Texto
16 – Perdido
17 – Texto
18 – Primeiras Águas

Obra de Geraldo Vianna

Kiko Klaus (Eiê!) – (2013)

Pernambucano radicado em Belo Horizonte, o cantor e compositor Kiko Klaus se destaca na cena mineira e nacional como um dos mais criativos e originais de sua geração.

Lançou em 2005, o elogiado CD Mesmalua, em parceria com o guitarrista colombiano Carlos Jaramillo e em 2008, seu primeiro CD solo, O Vivido e o Inventado, recebendo cotações máximas de veículos como o jornal O Globo e revista Rolling Stone Brasil.

O jornal Estado de São Paulo selecionou com um dos 15 melhores lançamentos do ano. Em 2013, o artista lança seu primeiro DVD, um documentário/show onde conta um pouco de sua história e convida amigos para dividir canções.

Um registro visceral de canções dos dois álbuns, onde a música de Kiko Klaus mostra um de seus melhores e mais instigantes momentos.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – A Hora
02 – Pra Me Encontrar
03 – O Samba Chora
04 – A Terra Come
05 – Paranóia
06 – A Flor
07 – A Caminho do Mar
08 – Mr. Egoman
09 – O Que Não Tem
10 – Partida
11 – Cada Maneira
12 – Varanda
13 – Avenida
14 – Sua vez
15 – Isaura

Todas as composições de Kiko Klaus

Kiko Klaus - O Vivido e o Inventado... (2008)

Vindo da criativa cena recifense, Kiko Klaus valeu-se da bagagem multicultural acumulada ao longo de dez anos de carreira e a experiência nacional e internacional para entrelaçar diferentes elementos musicais em “O Vivido e o Inventado”. Familiarizado ao ambiente dos estúdios e à rotina da produção, Kiko se guiou pela linha da MPB e criou um álbum essencialmente mestiço.

O disco traz elementos da cultura pernambucana, como a ciranda, o samba de roda, o xote, a música armorial, o maracatu e o ambiente percussivo dos terreiros de umbanda e candomblé. São raízes que aparecem miscigenadas, de forma orgânica, à música flamenca, ao rock e a referências às harmonias mineiras. Essa presença da cultura espanhola no disco é fruto da vivência de Kiko em Barcelona e outras cidades da Espanha, quando compartilhou experiências com artistas protagonistas da renovação na cena contemporânea daquele país, como Macaco, Ojos de Brujo, Amparanoia e Manu Chao.

O CD foi gravado entre Recife, Belo Horizonte e São Paulo. Embora tenha sido produzido, composto e arranjado por Kiko, contou com fundamental contribuição do baterista da Nação Zumbi, Pupilo; da percussionista dos Mutantes, Simone Soul; do violoncelista Fabiano Menezes e do baixista Alfredo Bello. Em BH, colaboraram alguns dos seus parceiros, como o baterista André “Limão” Queiroz, os baixistas Felipe Fantoni e Beto Lopes, o percussionista Lenis Rino, o oboísta e arranjador Carlos ED e o guitarrista Egler Bruno.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - A Hora – Kiko Klaus
02 - O Samba Chora – Kiko Klaus
03 - A Caminho do Mar – Kiko Klaus e Wagner Merije
04 - Pra me Encontrar – Kiko Klaus
05 - Varanda - Kiko Klaus e Wagner Merije
06 - Aurora – Kiko Klaus
07 - Caminhão – Wagner Pã
08 - Sua Vez – Kiko Klaus
09 - Altar – Kiko Klaus
10 - O Que não Tem – Kiko Klaus
11 - Paranóia – Kiko Klaus
12 - Mr. Egoman – Kiko Klaus

Duo Instrumentalis – Militza Franco e Souza (Flauta) / Maurício Veloso (Piano)

A flautista Militza Franco e Souza e o pianista Maurício Veloso se conheceram na Escola de Música da UFMG, nos anos 80, e desde essa época apresentam-se juntos.

Como Duo Instrumentalis, participaram das principais séries de música erudita em salas de concerto da capital mineira e no interior, com destaque para Manhãs Musicais (Fundação de Educação Artística), Viva Música (Escola de Música da UFMG), Concertos de Outono e Concertos de Primavera (Conservatório UFMG), Segunda Musical (Assembleia Legislativa de MG) e 40º Festival de Inverno da UFMG (Diamantina).

O duo também já se apresentou no exterior.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 – En Bateau – Claude Debussy
02 – Romances op.94 para flauta e piano – Robert Schumann
03 – Cena de Orfeu – Christoph W. Gluck
04 – Sonata em Lá menor “Arpeggione” – Franz Schubert
05 – Morceau de Concours – Gabriel Fauré
06 – Sonata em Mi Maior – J. S. Bach
07 – Duas Melodias, para Flauta e Piano – Oiliam Lanna

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Grupo Galpão – Till, A Saga de Um Herói Torto (2010)

Texto: Luís Alberto de Abreu
Direção: Júlio Maciel

Adaptação para o teatro de rua da peça "Till", de Luís Alberto de Abreu, o espetáculo "Till, a Saga de um Herói Torto" é a 18ª montagem do Galpão.

Preço – R$35,00

quarta-feira, 10 de abril de 2013

André Águia e Convidados – A Música do Novo Brasil (2011)

CD - Preço R$20,00

DVD - Preço R$30,00

Do Norte de Minas chegam boas notícias! Depois dos terremotos e da terrível seca, vem do norte “A música do Novo Brasil”.
Esse é o título do show que virou um CD e DVD do cantor e compositor André Águia e vários convidados, sendo todos do Norte de Minas.

A gravação aconteceu em outubro de 2011 no Coliseum de Santa Bárbara, um casarão que abrigou por muitos anos uma fábrica de tecidos no Vilarejo do município de Augusto de Lima/ MG.

O projeto contou com a presença de grandes talentos da música norte mineira, mas principalmente, deixou uma mensagem de que é preciso acreditar na mudança do país para melhor, com mais oportunidades, sem corrupção e com a música sendo valorizada por sua essência.

André Águia, idealizador do projeto, nasceu em Belém do Pará, mas chegou ainda criança em Minas, mais precisamente no extremo norte, na cidade de Porteirinha, quando começou toda sua história. Passou por Montes Claros, também por Belo Horizonte nos anos 90, sendo que, neste cenário independente participou de bandas como “O Verso” 96/2000 e “Ozorríveis” 2000/2004, ambas com álbuns lançados.

Com a volta para Montes Claros em 2006, novas parcerias e a redescoberta do grande potencial musical da região, inspiraram a realização do show reunindo uma trupe interpretando canções autorais, que se transformou no CD e DVD “A Música do Novo Brasil”.

Definitivamente, “A Música do Novo Brasil”, não se apresenta como uma nova música do Brasil e nem tem essa pretensão, pois algumas dessas canções têm quase 20 anos, e os artistas já estão nessa estrada há um bom tempo. Na realidade esse trabalho é o registro de um momento que mostra toda plenitude de artistas e canções, por muitos desconhecidos, mas autênticos, contundentes e perseverantes. Artistas que se identificam com outros tantos espalhados por todos os cantos e que fazem “A Música do Novo Brasil”.


Faixas:
01 – Vidraça Suja – André Águia
02 – Luzes da Cidade – Elthomar Santoro Jr.
03 – A Tempestade e O Lírio – André Águia e Christian Maia
04 – Como Na Lenda de Uma Linda Canção – Eltomar Santoro Jr.
05 – Relampeia – André Águia
06 – Desde seu Desdém – Eltomar Santoro Jr.
07 – A Flor do Rio – André Águia
08 – Juazeiro – André Águia
09 – Vai – André Águia
10 – Atente-se – André Águia
11 – Pulsante – André Águia
12 – Uma Escada Para O Céu – André Águia e Léo Lopes
13 – A Vida Nos Faz – André Águia e Léo Lopes
14 – Nívea – Léo Lopes e Murilo Antunes
15 – Amor, Amém, Amar – Elthomar Santoro Jr.

Wilson Lopes e Beto Lopes – Nossas Mãos (Homenagem ao Clube da Esquina) – 2005

Neste segundo volume do projeto Nossas Mãos, Wilson e Beto Lopes passeiam pelo vasto repertório do Clube da Esquina.
O disco apresenta uma seleção de pérolas dignas do talento de Milton Nascimento e cia., e está longe do óbvio que permeia a maioria dos discos do gênero, favorecendo hits sem esquecer, no entanto, canções menos conhecidas de cada autor.
Sem apelos para playback ou outras técnicas de estúdio, Wilson e Beto passeiam pela riqueza harmônica, melódica e rítmica do Clube

R$25,00

Faixas:
01 – Travessia – Milton Nascimento
02 – Pedras Rolando – Beto Guedes
03 –Beijo Partido – Toninho Horta
04 – Cy – Tavinho Moura e Fernando Brant
05 – O Trem Azul – Lô Borges e Ronaldo Bastos
06 – Sempre Viva – Lô Borges e Márcio Borges
07 – Paixão e Fé – Tavinho Moura e Fernando Brant
08 – Prato Feito – Toninho Horta e Ronaldo Bastos
09 – Amor de Índio – Beto Guedes e Ronaldo Bastos
10 – Nada Será Como Antes – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

Wilson Lopes e Beto Lopes – Nossas Mãos (Homenagem A Toninho Horta) – 2008

O álbum Nossas Mãos - Homenagem a Toninho Horta, da sequência ao projeto de duo de violões dos irmãos Wilson e Beto Lopes.
Este terceiro volume apresenta uma seleção de repertório Toninho Horta, músicos em todos os lugares admiram as canções de Toninho Horta. Toninho é considerado como um dos compositores brasileiros mais sofisticados harmonicamente.
Como guitarrista, ele é um dos maiores no mundo. E o duo Lopes realmente entendeu suas harmonias em suas formas mais íntimas.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Vôo dos Urubus – Toninho Horta
02 – Infinite Love – Toninho Horta
03 – Raul – Toninho Horta
04 – Gershwin – Toninho Horta
05 – Céu de Brasília – Toninho Horta e Fernando Brant
06 – Francisca – Toninho Horta
07 – Caso Antigo – Toninho Horta, Ronaldo Bastos e Fernando Brant
08 – Duas Guitarras no Aqui, Ó! – Beto Lopes e Toninho Horta
09 – Viver de Amor – Toninho Horta e Ronaldo Bastos
10 – Nossas Mãos 2 – Wilson Lopes, Toninho Horta e Beto Lopes