A cantora e compositora mineira DENISE REIS está lançando seu segundo disco, "Alfândega", demonstrando maturidade e personalidade.
Classificada como "garganta mágica" pelo mestre Tito Madi e decretada como "fadada ao sucesso" por Jô Soares, Denise volta às lojas, oito anos depois do CD "Chá de Hortelã com Caviar"(1998), com um trabalho sofisticado e de sonoridade contemporânea.
Produzido pela própria Denise, ao lado do percussionista Marcos Suzano e do violonista Marcelo Nami, "Alfândega" começa a chamar a atenção pelo trabalho gráfico, a cargo do craque Guili Seara, com direção de arte de Mateus Valadares e arte final de Túlio Linhares, a partir de fotos de Miguel Aun.
Na seqüência, a toada funkeada "Berrante" traz um flerte com as raízes mineiras, com o acordeon de Chico Chagas dialogando com os violões de Denise e Nami e a percussão de Suzano, criando um clima envolvente para a voz da cantora ficar à vontade para seduzir com tranqüilidade.
A terceira faixa é uma das melhores releituras já feitas para "Negro Gato", de Getúlio Cortes, onde Denise se esbalda em um de seus diferenciais, o trompete feito com a boca, inspirado em Miles Davis e Freddie Hubbard.
"Perseguição" traz o clima de embate entre a polícia e os camelôs, com direito a sons autênticos registrados pela compositora na introdução.
Depois de "Perseguição", pausa para o lirismo de "Par Ou Ímpar", delicado tema romântico valorizado pelo violoncelo do craque Lui Coimbra.
Dedicado a Paulinho da Viola, o samba "Coração a Capela" nasce clássico, envolvente, numa cadência bonita que lembra o mestre autor de "Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida".
A bossa de Jobim é a referência para "Um Certo Azul" com um verso que já fica na memória na primeira audição: "tenho medo de um amor desse tamanho".
Um samba funk inspirado vem na seqüência. "Luciana" é séria candidata a hit, com levada irresistível e a voz de Denise demonstrando agilidade e malícia.
A parceria com Renata Thurler, responsável por oito faixas do disco, começou com "Palhaço", com cores românticas e tratamento urbano e inspirado, com boa trama de acordeon, percussão e violões.
"Miss Celie´s Blues", tema composto por Quincy Jones para o filme "A Cor Púrpura" de Steven Spielberg, é um dos pontos altos do show de Denise. Aqui ela registra a música em grande estilo, com destaque para o solo de trompete vocal.
Com letra de Ronaldo Serruya, a faixa título encerra o disco. Inicialmente batizada de "Pequena Tentativa de Redimir as Mulheres", é uma pérola de humor e atitude ("morre, mas morre de inveja"), alinhada com o conceito do disco, baseado, segundo a própria cantora, em "nossas bagagens musicais, nossas referências mixadas e traduzidas por nós".
Com 18 anos de carreira, Denise Reis chega, com "Alfândega", à maturidade, com um disco de cores firmes e plurais, adequado à sua voz de temperatura tropical e técnica mágica.
*por Kiko Ferreira
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Irene – Denise Reis e Renata Thurler
02 - Berrante – Denise Reis e Renata Thurler
03 - Negro Gato – Getúlio Cortes
04 - Perseguição – Denise Reis e Renata Thurler
05 - Par ou Impar – Denise Reis e Renata Thurler
06 - Coração a Capela – Denise Reis e Renata THurler
07 - Um Certo Azul – Denise Reis e Renata Thurler
08 - Luciana – Denise Reis e Renata Thurler
09 - Palhaço – Denise Reis e Renata Thurler
10 - Miss Celie’s Blues – Quincy Jones/ Rod Temperton/ Lionel Richie
11 - Alfandega – Denise Reis e Renata Thurler
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Denise Reis - Chá de Hortelã com Caviar (1998)
“DENISE REIS é jovem e canta com uma voz de verdadeira cantora veterana. Interpreta lindamente, dá colorido a sua maneira de cantar, embeleza qualquer canção. Suas cordas vocais não desafinam nunca e sua garganta é privilegiada. Diria até; sua garganta é mágica.”
(TITO MADI)
As palavras de Tito Madi traduzem, com toda propriedade, o perfil da mineira Denise Reis, mineira de Belo Horizonte, que começou seus estudos de violão aos 10 anos. Ingressou no coral Julia Pardini ainda com 14 anos e foi imediatamente convidada a participar de uma tournée pela Europa em 1986. Foi conquistando aos poucos seu espaço na noite mineira, tendo sempre boa receptividade por parte do público e da crítica. E grande parte dessa receptividade se fez devido à imitação de um trompete que ela faz usando somente a voz e os lábios. A partir daí, seu timbre foi se aperfeiçoando cada vez mais escutando grandes trompetistas como Freddie Hubbard, Miles Davis, dentre outros. Participou do projeto “Verão Angra” em Angra dos Reis ao lado de nomes como: Milton Nascimento, Wagner Tiso, Paralamas do Sucesso e outros.
Com dezesseis anos de carreira, nove deles vivendo no Rio de Janeiro, essa grande intérprete, que já deixou sua marca em Belo Horizonte vem fazendo o mesmo na capital carioca.
Com todo o talento e criatividade que vêm marcando a sua trajetória, a convivência com o hibridismo carioca não passou desapercebida e estimulou a cantora e instrumentista a também compor.Gravou seu primeiro CD em 1998, intitulado “Chá de Hortelã com Caviar”, numa mistura que toca na mesma vitrola Rita Lee e Villa Lobos, além de nomes como Ivan Lins, Gonzaguinha, Guinga, dentre outros, com produção musical de Leandro Braga e participações especiais de Zé Nogueira, Guinga e Luciana Rabello.
E não tardou para que o talento como compositora fosse reconhecido. Denise Reis foi destaque no Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo de Televisão no ano 2000. Segundo alguns críticos de música e vários jornais nacionais, "foi a única boa revelação do Festival - é perfeita !", diziam. Tanto que, embora não tenha levado "Pára-quedas" (Denise Reis/Guerá Fernandes) para a final, levou sua voz e sua presença de palco, concorrendo ao Prêmio de Melhor Intérprete.
Em dezembro de 2002, a cantora foi uma das entrevistadas e atração musical da noite no Programa do Jô, exibido pela Rede Globo, com significativa repercussão: foram mais de 7.000 e-mails entre congratulações, pedidos de discos e convites para shows e mais de 10.000 visitas ao site. Nas palavras do próprio Jô Soares, Denise, além de uma das pessoas mais musicais por ele já ouvidas, está "fadada ao sucesso".
Após a entrevista no Jô, já se apresentou em programas como “É Show”, de Adriane Galisteu, Amaury Jr. e ainda no Esporte Espetacular da Rede Globo, quando foi uma das atrações no Grande Prêmio de Motovelocidade do Rio de Janeiro.
Em 2003, a cantora realizou apresentações em Lisboa/Portugal e ainda em cidades como Porto Alegre, Macapá, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sempre com significativa repercussão
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Abre alas ( Ivan Lins/ Vítor Martins)
02 - Chá de Hortelã com Caviar (Denise Reis)
03 - Bem me quer (Rita Lee / Roberto de Carvalho)
04 - Minha Neblina (Denise Reis / Guerá Fernandes)
05 - Palavra de Mulher (Chico Buarque)
06 - Rio X (Edu Kneio / Mou Aguiar)
07 - Trenzinho do Caipira (H. Villa Lobos / Ferreira Gullar)
08 - Conversar Comigo (Guinga / Eduardo Gudin)
09 - É (Gonzaguinha)
(TITO MADI)
As palavras de Tito Madi traduzem, com toda propriedade, o perfil da mineira Denise Reis, mineira de Belo Horizonte, que começou seus estudos de violão aos 10 anos. Ingressou no coral Julia Pardini ainda com 14 anos e foi imediatamente convidada a participar de uma tournée pela Europa em 1986. Foi conquistando aos poucos seu espaço na noite mineira, tendo sempre boa receptividade por parte do público e da crítica. E grande parte dessa receptividade se fez devido à imitação de um trompete que ela faz usando somente a voz e os lábios. A partir daí, seu timbre foi se aperfeiçoando cada vez mais escutando grandes trompetistas como Freddie Hubbard, Miles Davis, dentre outros. Participou do projeto “Verão Angra” em Angra dos Reis ao lado de nomes como: Milton Nascimento, Wagner Tiso, Paralamas do Sucesso e outros.
Com dezesseis anos de carreira, nove deles vivendo no Rio de Janeiro, essa grande intérprete, que já deixou sua marca em Belo Horizonte vem fazendo o mesmo na capital carioca.
Com todo o talento e criatividade que vêm marcando a sua trajetória, a convivência com o hibridismo carioca não passou desapercebida e estimulou a cantora e instrumentista a também compor.Gravou seu primeiro CD em 1998, intitulado “Chá de Hortelã com Caviar”, numa mistura que toca na mesma vitrola Rita Lee e Villa Lobos, além de nomes como Ivan Lins, Gonzaguinha, Guinga, dentre outros, com produção musical de Leandro Braga e participações especiais de Zé Nogueira, Guinga e Luciana Rabello.
E não tardou para que o talento como compositora fosse reconhecido. Denise Reis foi destaque no Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo de Televisão no ano 2000. Segundo alguns críticos de música e vários jornais nacionais, "foi a única boa revelação do Festival - é perfeita !", diziam. Tanto que, embora não tenha levado "Pára-quedas" (Denise Reis/Guerá Fernandes) para a final, levou sua voz e sua presença de palco, concorrendo ao Prêmio de Melhor Intérprete.
Em dezembro de 2002, a cantora foi uma das entrevistadas e atração musical da noite no Programa do Jô, exibido pela Rede Globo, com significativa repercussão: foram mais de 7.000 e-mails entre congratulações, pedidos de discos e convites para shows e mais de 10.000 visitas ao site. Nas palavras do próprio Jô Soares, Denise, além de uma das pessoas mais musicais por ele já ouvidas, está "fadada ao sucesso".
Após a entrevista no Jô, já se apresentou em programas como “É Show”, de Adriane Galisteu, Amaury Jr. e ainda no Esporte Espetacular da Rede Globo, quando foi uma das atrações no Grande Prêmio de Motovelocidade do Rio de Janeiro.
Em 2003, a cantora realizou apresentações em Lisboa/Portugal e ainda em cidades como Porto Alegre, Macapá, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sempre com significativa repercussão
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Abre alas ( Ivan Lins/ Vítor Martins)
02 - Chá de Hortelã com Caviar (Denise Reis)
03 - Bem me quer (Rita Lee / Roberto de Carvalho)
04 - Minha Neblina (Denise Reis / Guerá Fernandes)
05 - Palavra de Mulher (Chico Buarque)
06 - Rio X (Edu Kneio / Mou Aguiar)
07 - Trenzinho do Caipira (H. Villa Lobos / Ferreira Gullar)
08 - Conversar Comigo (Guinga / Eduardo Gudin)
09 - É (Gonzaguinha)
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Corta Jaca (2005)
O Corta Jaca foi criado em 2003 a partir de encontros de amigos que se reuniam para tocar choro na casa do flautista Marcelo Chiaretti.
Freqüentando os bares e rodas de choro em BH, o grupo se inspirou nessa linguagem musical praticada por excelentes músicos da cidade.
Formado pelos instrumentistas Agostinho Paolucci (violão de sete cordas), Alaécio Martins (trombone), Eduardo Macedo (cavaquinho), Juliana Perdigão (clarineta), Lúcia Campos (pandeiro) e Marcelo Chiaretti (flauta e arranjos), o Corta Jaca vem trilhando, há cinco anos, um caminho próprio, revelando o choro como um gênero em que erudito e popular se integram no mesmo universo musical.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Maxixando (Eduardo Macedo)
02 - Água com Gás (Maurício Carrilho)
03 - Amandinha (Agostinho Paolucci)
04 - Santa Olímpia (Rui Kleiner)
05 - Camargo (Gustavo H. Monteiro)
06 - Os Matutos (Eduardo Macedo)
07 - Vagalume (Geraldinho Alvarenga)
08 - 16 de Janeiro (Maurício Carrilho)
09 - Bailei na Curva (Agostinho Paolucci)
10 - Amor e Medo (Zequinha de Abreu)
11 - Batuque Triste (Carmem S. Vasconcellos)
12 - Gaúcho (Chiquinha Gonzaga)
13 - Primeiro Nós (Pixinguinha)
Freqüentando os bares e rodas de choro em BH, o grupo se inspirou nessa linguagem musical praticada por excelentes músicos da cidade.
Formado pelos instrumentistas Agostinho Paolucci (violão de sete cordas), Alaécio Martins (trombone), Eduardo Macedo (cavaquinho), Juliana Perdigão (clarineta), Lúcia Campos (pandeiro) e Marcelo Chiaretti (flauta e arranjos), o Corta Jaca vem trilhando, há cinco anos, um caminho próprio, revelando o choro como um gênero em que erudito e popular se integram no mesmo universo musical.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Maxixando (Eduardo Macedo)
02 - Água com Gás (Maurício Carrilho)
03 - Amandinha (Agostinho Paolucci)
04 - Santa Olímpia (Rui Kleiner)
05 - Camargo (Gustavo H. Monteiro)
06 - Os Matutos (Eduardo Macedo)
07 - Vagalume (Geraldinho Alvarenga)
08 - 16 de Janeiro (Maurício Carrilho)
09 - Bailei na Curva (Agostinho Paolucci)
10 - Amor e Medo (Zequinha de Abreu)
11 - Batuque Triste (Carmem S. Vasconcellos)
12 - Gaúcho (Chiquinha Gonzaga)
13 - Primeiro Nós (Pixinguinha)
Coral Nossa Senhora do Rosário - Queremos Navegar (2007)
Em Queremos Navegar o Coral Nossa Senhora do Rosário, de Araçuaí, canta a alegria de viver. E como diz Tadeu Oliveira “viver a alegria de forma simples, humilde e coletiva”. São músicas que resgatam os cânticos das lavadeiras da beira do rio, as cantigas dos tropeiros e canoeiros, moradores do Vale e a religiosidade popular.
É uma mistura de rezas, batuques, folias e rodas, mas também mostra a rebeldia do negro fugidio e a resistência indígena. Mostra a força de um povo, que apesar das dificuldades, canta tornando o árido do norte mais fraterno.
Este CD é um verdadeiro mergulho nas águas dos rios Araçuaí e Jequitinhonha.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Senhora do Rosário – Coral Nossa Senhora do Rosário
02 - Queremos Navegar –Informante – Ana Vieira de Oliveira
03 - Douradinha – Coral Nossa Senhora do Rosário
04 - Balé Francês – Informante – Madalena Cirina de Jesus
05 - Cobra Danada – Coral Nossa Senhora do Rosário
06 - Ô Veia – Informante – Madalena Cirina de Jesus
07 - Bendito de Nossa senhora da Conceição – Coral Nossa Senhora do Rosário
08 - Ô D. Elza – Informante – Madalena Cirina de Jesus
09 - Todo Molhado – Coral Nossa Senhora do Rosário
10 - Mágoa de Canoeiro – Informante – Maria Machado Gonçalves
11 - Cana Verde – Informante – Ana Vieira de Oliveira
12 - Beira-Mar de Leonora – Informante – Laurinda Oliveira Santos
13 - Proa da Barca – Informante – Ana Vieira de Oliveira
14 - Sabiá – Coral Nossa Senhora do Rosário
15 - Roda de Valentino – Informante – Ana Vieira de Oliveira
16 - Casinha de Bambuê – Informante – Madalena Cirina de Jesus
17 - Folias – Coral Nossa Senhora do Rosário
Todas as músicas deste CD são de Domínio Público
É uma mistura de rezas, batuques, folias e rodas, mas também mostra a rebeldia do negro fugidio e a resistência indígena. Mostra a força de um povo, que apesar das dificuldades, canta tornando o árido do norte mais fraterno.
Este CD é um verdadeiro mergulho nas águas dos rios Araçuaí e Jequitinhonha.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Senhora do Rosário – Coral Nossa Senhora do Rosário
02 - Queremos Navegar –Informante – Ana Vieira de Oliveira
03 - Douradinha – Coral Nossa Senhora do Rosário
04 - Balé Francês – Informante – Madalena Cirina de Jesus
05 - Cobra Danada – Coral Nossa Senhora do Rosário
06 - Ô Veia – Informante – Madalena Cirina de Jesus
07 - Bendito de Nossa senhora da Conceição – Coral Nossa Senhora do Rosário
08 - Ô D. Elza – Informante – Madalena Cirina de Jesus
09 - Todo Molhado – Coral Nossa Senhora do Rosário
10 - Mágoa de Canoeiro – Informante – Maria Machado Gonçalves
11 - Cana Verde – Informante – Ana Vieira de Oliveira
12 - Beira-Mar de Leonora – Informante – Laurinda Oliveira Santos
13 - Proa da Barca – Informante – Ana Vieira de Oliveira
14 - Sabiá – Coral Nossa Senhora do Rosário
15 - Roda de Valentino – Informante – Ana Vieira de Oliveira
16 - Casinha de Bambuê – Informante – Madalena Cirina de Jesus
17 - Folias – Coral Nossa Senhora do Rosário
Todas as músicas deste CD são de Domínio Público
Consuelo de Paula - Negra
Consuelo de Paula lança Negra, seu primeiro DVD Gravado ao vivo no Teatro Polytheama de Jundiaí, NEGRA revela novas nuances na trajetória musical de Consuelo de Paula.
Expressa a pulsação, a alegria e a sensualidade sugeridas pela cor vermelha. Através da voz Consuelo cria um espetáculo que sugere uma seqüência de quadros de um filme único e envolvente.
O resultado é um trabalho sensorial, caloroso, que guarda a delicadeza já presente nas obras anteriores. Dão corpo e expressão a essa nova sonoridade os músicos Dante Ozzetti (violão), Zeca Assumpção (contrabaixo acústico), Heloísa Fernandes (piano), Sérgio Reze (bateria), Ari Colares (percussão), Fábio Tagliaferri (viola de arco), Zezinho Pitoco (clarinete).
Elias Andreato, responsável pela direção cênica, criou um cenário e uma iluminação que favorecem a percepção dos contrastes e da força interpretativa de Consuelo.
"O trabalho da mineira Consuelo de Paula se destacou na passagem do século XX para o século XXI...cantora de referência de um sonho de pureza da nossa música, Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo... O trabalho de Consuelo é o trabalho de uma artífice da canção, é o resultado de uma elaboração profunda... Um talento maior da canção popular, que se apresenta como universal".
Preço – R$40,00
Faixas
01 - Estandarte
02 - Bem-me-quer
03 - Vestido vermelho
04 - Visita
05 - Presença
06 - Água doce no mar
07 - Reencontro (Maria e José)
08 - Folia/Fitas
09 - Piedra y camino
10 - Vida
11 - Pedra Coral
12 - Oito Pontas
13 - Ciranda de anoitecer
14 - O sereno e o sabiá
15 - Pássaro Lunar
16 - Canção rendada
17 - Caicó
Expressa a pulsação, a alegria e a sensualidade sugeridas pela cor vermelha. Através da voz Consuelo cria um espetáculo que sugere uma seqüência de quadros de um filme único e envolvente.
O resultado é um trabalho sensorial, caloroso, que guarda a delicadeza já presente nas obras anteriores. Dão corpo e expressão a essa nova sonoridade os músicos Dante Ozzetti (violão), Zeca Assumpção (contrabaixo acústico), Heloísa Fernandes (piano), Sérgio Reze (bateria), Ari Colares (percussão), Fábio Tagliaferri (viola de arco), Zezinho Pitoco (clarinete).
Elias Andreato, responsável pela direção cênica, criou um cenário e uma iluminação que favorecem a percepção dos contrastes e da força interpretativa de Consuelo.
"O trabalho da mineira Consuelo de Paula se destacou na passagem do século XX para o século XXI...cantora de referência de um sonho de pureza da nossa música, Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo... O trabalho de Consuelo é o trabalho de uma artífice da canção, é o resultado de uma elaboração profunda... Um talento maior da canção popular, que se apresenta como universal".
Preço – R$40,00
Faixas
01 - Estandarte
02 - Bem-me-quer
03 - Vestido vermelho
04 - Visita
05 - Presença
06 - Água doce no mar
07 - Reencontro (Maria e José)
08 - Folia/Fitas
09 - Piedra y camino
10 - Vida
11 - Pedra Coral
12 - Oito Pontas
13 - Ciranda de anoitecer
14 - O sereno e o sabiá
15 - Pássaro Lunar
16 - Canção rendada
17 - Caicó
Concreto – Aquele que Tem (2001)
Lançado em 2001, o disco “Aquele que tem” é o segundo trabalho de estúdio dos mineiros do Concreto. A formação daquela época contava com Marcelo Loss (Baixo e vocal), Túlio de Paula (Guitarra e Voz), Adriano Fidélis (Guitarra) e Márcio Walter (bateria).
O disco foi distribuído pelo selo carioca Tamborete e teve uma participação mais do que especial. O baterista do Skank, Haroldo Ferreti, foi o responsável pela produção de duas faixas.
Muito peso, riffs interessantes e bastante agitação. Tais características já se tornam evidentes na primeira faixa do álbum, que já é até vídeoclipe. A guitarra de Túlio surge potente e dá inicio à canção “O medo”, que apresenta uma sonoridade um pouco diferente do primeiro disco da banda lançado em 1998 – mais cadenciado e com canções mais direcionadas ao hard rock clássico.
“Aquele que tem” é a faixa-título do CD e mostra bem a evolução da banda, com um arranjo cheio de modernidade. Aqui se tem uma balada bem melódica e que comprova a incrível criatividade de Túlio, um dos grandes guitarristas de Minas Gerais. A banda se mostra bastante criativa e não se deixa presa a inflüências do passado.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - O Medo ( Concreto)
02 - Aquele que tem (Concreto)
03 - O Chá (Concreto)
04 - A Imagem (Concreto)
05 - Ondas Tranquilas (Concreto)
06 - Cria Dor (Concreto)
07 - O Mais às Vezes Sorri (Concreto)
08 - Cheiro de Almas (Concreto)
09 - O Meio (Concreto)
10 - Se o Sol Amanhecer (Concreto)
11 - The Sun (Concreto)
O disco foi distribuído pelo selo carioca Tamborete e teve uma participação mais do que especial. O baterista do Skank, Haroldo Ferreti, foi o responsável pela produção de duas faixas.
Muito peso, riffs interessantes e bastante agitação. Tais características já se tornam evidentes na primeira faixa do álbum, que já é até vídeoclipe. A guitarra de Túlio surge potente e dá inicio à canção “O medo”, que apresenta uma sonoridade um pouco diferente do primeiro disco da banda lançado em 1998 – mais cadenciado e com canções mais direcionadas ao hard rock clássico.
“Aquele que tem” é a faixa-título do CD e mostra bem a evolução da banda, com um arranjo cheio de modernidade. Aqui se tem uma balada bem melódica e que comprova a incrível criatividade de Túlio, um dos grandes guitarristas de Minas Gerais. A banda se mostra bastante criativa e não se deixa presa a inflüências do passado.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - O Medo ( Concreto)
02 - Aquele que tem (Concreto)
03 - O Chá (Concreto)
04 - A Imagem (Concreto)
05 - Ondas Tranquilas (Concreto)
06 - Cria Dor (Concreto)
07 - O Mais às Vezes Sorri (Concreto)
08 - Cheiro de Almas (Concreto)
09 - O Meio (Concreto)
10 - Se o Sol Amanhecer (Concreto)
11 - The Sun (Concreto)
Cláudio Mourão – Cumaé (2004)
Natural de Belo Horizonte, Cláudio Mourão faz parte do grupo de compositores-cantores mineiros que temperam a mineiridade, com desafios melódicos e refinamento harmônico universais. Suas influências parecem trilhar os mesmos caminhos da maioria dos músicos mineiros de sua geração: Beatles, MPB, Bossa Nova, Pop, Rock Progressivo, Instrumental, Clube da Esquina, entre outras.
Mas suas composições refletem, principalmente, a música belorizontina dos anos 70 e 80, numa época de eclosão da música mineira, com o aparecimento de vários artistas que buscavam um lugar ao sol, ao lado do já reconhecido Clube da Esquina.
Seus primeiros contatos com a música deram-se no próprio ambiente familiar, por sua casa passaram quase todos os músicos que hoje fazem parte da história contemporânea da música mineira.
Seu irmão, o baixista Gerdson Mourão, um dos pioneiros nas gravações independentes em Minas, co-fundador da banda da Banda Arca de Noé, com o amigo Fernando Oly, foi também um atuante produtor musical nas décadas de 70/80, formulando e implantando projetos importantes, como o Maria Fumaça e o Concerto Pra Terra Mãe, projetos que ajudaram a plantar as primeiras sementes da hoje riquíssima e vigorosa produção musical independente em Minas.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Cumaé ( Cláudio Mourão / Rogério Mourão)
02 - Pala ( Cláudio Mourão / Rogério Mourão)
03 - Anjo ( Roberto Pimentel ( Zara)/ Cláudio Mourão)
04 - A era de aquário (Cláudio Mourão / Marco Antônio Coutinho)
05 - Imagem (Rogério Mourão / Ronaldo Venturini/ Roberto Pimentel ( Zara)/ Gerdson Mourão)
06 - Sete cores (Cláudio Mourão/ Roberto Pimentel ( Zara)/ Kimura Schetino)
07 - Os mistérios da paixão (Cláudio Mourão/ Paulinho Pedra Azul)
08 - Sol no jardim (Cláudio Mourão/ Kimura Schetino)
09 - Sentimento de artista ( Arsil Mourão)
10 - Os mistérios da paixão (Cláudio Mourão/ Paulinho Pedra Azul)
Mas suas composições refletem, principalmente, a música belorizontina dos anos 70 e 80, numa época de eclosão da música mineira, com o aparecimento de vários artistas que buscavam um lugar ao sol, ao lado do já reconhecido Clube da Esquina.
Seus primeiros contatos com a música deram-se no próprio ambiente familiar, por sua casa passaram quase todos os músicos que hoje fazem parte da história contemporânea da música mineira.
Seu irmão, o baixista Gerdson Mourão, um dos pioneiros nas gravações independentes em Minas, co-fundador da banda da Banda Arca de Noé, com o amigo Fernando Oly, foi também um atuante produtor musical nas décadas de 70/80, formulando e implantando projetos importantes, como o Maria Fumaça e o Concerto Pra Terra Mãe, projetos que ajudaram a plantar as primeiras sementes da hoje riquíssima e vigorosa produção musical independente em Minas.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Cumaé ( Cláudio Mourão / Rogério Mourão)
02 - Pala ( Cláudio Mourão / Rogério Mourão)
03 - Anjo ( Roberto Pimentel ( Zara)/ Cláudio Mourão)
04 - A era de aquário (Cláudio Mourão / Marco Antônio Coutinho)
05 - Imagem (Rogério Mourão / Ronaldo Venturini/ Roberto Pimentel ( Zara)/ Gerdson Mourão)
06 - Sete cores (Cláudio Mourão/ Roberto Pimentel ( Zara)/ Kimura Schetino)
07 - Os mistérios da paixão (Cláudio Mourão/ Paulinho Pedra Azul)
08 - Sol no jardim (Cláudio Mourão/ Kimura Schetino)
09 - Sentimento de artista ( Arsil Mourão)
10 - Os mistérios da paixão (Cláudio Mourão/ Paulinho Pedra Azul)
Cia. Burlantins - O Homem que Sabia Português - Músicas da Opereta (2003)
Com direção de Chico Pelúcio e música e libreto de Tim Rescala, a peça discorre sobre a história de Barreto (Maurício Tizumba), um dedicado mestre de português, tímido, quarentão e solteirão, que finalmente decide se casar. É então que ele coloca um anúncio no jornal para conseguir uma companheira. Por um acaso do destino, Cráudia (Marina Machado), uma doméstica à procura de emprego, engana-se de endereço e bate à porta do professor que se encanta por ela. Os dois conversam distraidamente, sem perceberam que falam de assuntos diferentes: ela do emprego e ele do casamento.
A confusão aumenta quando aparece Lígia (Regina Spósito), candidata a boa esposa, moça fina, culta e educada, que atende a todos os pré-requisitos do professor. Mas Lígia só tem um probleminha: é desbocada. Nas entrelinhas, surge Inácio (também interpretado por Maurício Tizumba), o mais querido e popular do bairro, que confunde Lígia com a empregada e se apaixona por ela.
A partir daí, a trupe dá continuidade a narrativa de uma forma envolvente e sedutora, mesclando música e interpretação, ao apresentar músicas líricas e populares, conservando o estilo dos operetas de rua. O espetáculo segue com muita leveza e comicidade, expondo as diferenças sociais e culturais, que acabam por desaparecer diante da força arrebatadora do amor, contata a partir do clássico e o popular.
Com um título que homenageia Lima Barreto, que sofreu na própria pele as adversidades do preconceito social, a “O Homem que sabia português” procura recuperar o caráter essencialmente popular do gênero operístico, perdido ao longo dos anos. “Essa opereta põe em prática a velha máxima de que os contrários se atraem, mostrando que a sabedoria está no equilíbrio, na soma de riquezas e na união de valores aparentemente excludentes.
É uma opereta de rua e também de teatro. A partir dos contrastes entre a cultura erudita e a cultura popular, quatro personagens, de classes sociais bastante distintas, misturam-se numa história com leveza e a comicidade de um vaudeville”, explica Tim Rescala
Preço – R$20,00
Faixas
01 - O que é uma opereta (Tim Rescala)
02 - Ária do solteirão (Tim Rescala)
03 - Din-don (Tim Rescala)
04 - Á procura de um amor (Tim Rescala)
05 - Dueto Lígia e Cráudia (Tim Rescala)
06 - Um sonho meu (Tim Rescala)
07 - Faz-tudo Inácio (Tim Rescala)
08 - Ultrajada (Tim Rescala)
09 - Ai, professor (Tim Rescala)
10 - Trio recitativo (Tim Rescala)
11 - Os homens são todos iguais (Tim Rescala)
12 - Onde estão nossos amores? (Tim Rescala)
13 - Trio final (Tim Rescala)
14 - O que foi a opereta (Tim Rescala)
A confusão aumenta quando aparece Lígia (Regina Spósito), candidata a boa esposa, moça fina, culta e educada, que atende a todos os pré-requisitos do professor. Mas Lígia só tem um probleminha: é desbocada. Nas entrelinhas, surge Inácio (também interpretado por Maurício Tizumba), o mais querido e popular do bairro, que confunde Lígia com a empregada e se apaixona por ela.
A partir daí, a trupe dá continuidade a narrativa de uma forma envolvente e sedutora, mesclando música e interpretação, ao apresentar músicas líricas e populares, conservando o estilo dos operetas de rua. O espetáculo segue com muita leveza e comicidade, expondo as diferenças sociais e culturais, que acabam por desaparecer diante da força arrebatadora do amor, contata a partir do clássico e o popular.
Com um título que homenageia Lima Barreto, que sofreu na própria pele as adversidades do preconceito social, a “O Homem que sabia português” procura recuperar o caráter essencialmente popular do gênero operístico, perdido ao longo dos anos. “Essa opereta põe em prática a velha máxima de que os contrários se atraem, mostrando que a sabedoria está no equilíbrio, na soma de riquezas e na união de valores aparentemente excludentes.
É uma opereta de rua e também de teatro. A partir dos contrastes entre a cultura erudita e a cultura popular, quatro personagens, de classes sociais bastante distintas, misturam-se numa história com leveza e a comicidade de um vaudeville”, explica Tim Rescala
Preço – R$20,00
Faixas
01 - O que é uma opereta (Tim Rescala)
02 - Ária do solteirão (Tim Rescala)
03 - Din-don (Tim Rescala)
04 - Á procura de um amor (Tim Rescala)
05 - Dueto Lígia e Cráudia (Tim Rescala)
06 - Um sonho meu (Tim Rescala)
07 - Faz-tudo Inácio (Tim Rescala)
08 - Ultrajada (Tim Rescala)
09 - Ai, professor (Tim Rescala)
10 - Trio recitativo (Tim Rescala)
11 - Os homens são todos iguais (Tim Rescala)
12 - Onde estão nossos amores? (Tim Rescala)
13 - Trio final (Tim Rescala)
14 - O que foi a opereta (Tim Rescala)
Cia. Burlantins - A Sombra do Sucesso – Músicas da Opereta (2002)
Esta foi a idéia inicial para a criação da Cia. Burlantins, de Belo Horizonte. Fundada em 1996 e dirigida atualmente por Regina Spósito e Maurício Tizumba, a Cia. Burlantins tem em sua trajetória os espetáculos cênico-musicais "O homem da gravata florida", com Regina Spósito e Marina Machado, dirigido por Chico Pelúcio, a premiada opereta "O homem que sabia português", com música e libreto de Tim Rescala, direção de Chico Pelúcio e no elenco Regina Spósito, Maurício Tizumba, Marina Machado e Jussara Fernandino e a opereta "À sombra do sucesso", com Maurício Tizumba, Regina Spósito e os convidados Jussara Fernandino, Amaury Vieira e Alexandre de Sena. Percorrendo ruas, praças, parques, fábricas, universidades, festivais de teatro e outros eventos, a Cia. vem democratizando a sua arte ao desenvolver projetos artísticos de pesquisa musical e proporcionar o acesso gratuito do público aos seus espetáculos.
É um dos grupos mais respeitados no cenário artístico nacional. Vem desenvolvendo ao longo dos anos uma pesquisa em torno da integração da música junto ao teatro e a dança, sempre com apresentações de rua.
"Os primeiros grupos que percorriam o país eram conhecidos como Volantins ou Burlantins."
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tá na hora da novela (Tim Rescala)
02 - Notícias (Tim Rescala)
03 - O passado me condena (Tim Rescala)
04 - Fadinho, meu fado madrinho (Tim Rescala)
05 - Cinderela gay (Tim Rescala)
06 - No camarim do Fadinho (Tim Rescala)
07 - Perseguição nas ruas (Tim Rescala)
08 - Notícias 2 (Tim Rescala)
09 - Uma idéia genial (Tim Rescala)
10 - Eu sou um sucesso (Tim Rescala)
11 - Flash- Back (Tim Rescala)
12 - Ascenção e queda de um diretor geral (Tim Rescala
13 - Vingança (Tim Rescala)
14 - Me mataram (Tim Rescala)
15 - Quem manda aqui sou eu (Tim Rescala)
16 - Quem manda aqui sou eu 2 (Tim Rescala)
17 - Quem matou glória May? (Tim Rescala)
18 - Televisão (Tim Rescala)
É um dos grupos mais respeitados no cenário artístico nacional. Vem desenvolvendo ao longo dos anos uma pesquisa em torno da integração da música junto ao teatro e a dança, sempre com apresentações de rua.
"Os primeiros grupos que percorriam o país eram conhecidos como Volantins ou Burlantins."
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tá na hora da novela (Tim Rescala)
02 - Notícias (Tim Rescala)
03 - O passado me condena (Tim Rescala)
04 - Fadinho, meu fado madrinho (Tim Rescala)
05 - Cinderela gay (Tim Rescala)
06 - No camarim do Fadinho (Tim Rescala)
07 - Perseguição nas ruas (Tim Rescala)
08 - Notícias 2 (Tim Rescala)
09 - Uma idéia genial (Tim Rescala)
10 - Eu sou um sucesso (Tim Rescala)
11 - Flash- Back (Tim Rescala)
12 - Ascenção e queda de um diretor geral (Tim Rescala
13 - Vingança (Tim Rescala)
14 - Me mataram (Tim Rescala)
15 - Quem manda aqui sou eu (Tim Rescala)
16 - Quem manda aqui sou eu 2 (Tim Rescala)
17 - Quem matou glória May? (Tim Rescala)
18 - Televisão (Tim Rescala)
Churrus – The Greatest Day (2007)
Churrus é uma banda mineira, fundada em 2004 por Tulio Panzera. Mais tarde outros integrantes foram agregados a banda e sua sonoridade foi se definindo.
Tem forte influência de bandas americanas da cena low-fi e britânicas da cena indie, tais como: Teenage Fanclub, Wilco, Pernice Brothers, Beulah, Guided by Voices, Jesus and Mary Chain e Pavement.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - 01 – A While
02 - Seemed
03 - Where´s the Moon?
04 - By your Side
05 - Lily Girl
06 - Don´t do it Again
07 - Hear About
08 - Ever Young
09 - Wormholes
10 - My School
11 - Someday
12 - It´s up to You
13 - Drag me Away
14 - Shakedown
15 - Please, let me know
Todas as músicas são de autoria de Panzera
Tem forte influência de bandas americanas da cena low-fi e britânicas da cena indie, tais como: Teenage Fanclub, Wilco, Pernice Brothers, Beulah, Guided by Voices, Jesus and Mary Chain e Pavement.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - 01 – A While
02 - Seemed
03 - Where´s the Moon?
04 - By your Side
05 - Lily Girl
06 - Don´t do it Again
07 - Hear About
08 - Ever Young
09 - Wormholes
10 - My School
11 - Someday
12 - It´s up to You
13 - Drag me Away
14 - Shakedown
15 - Please, let me know
Todas as músicas são de autoria de Panzera
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Chico Amaral – Singular (2007)
Quem passa pela Rua Sabino Barroso, no Bairro Cruzeiro, em Belo Horizonte, pode ouvir um som de saxofone se esgueirando solitariamente pelas frestas de uma garagem. Quem tiver a curiosidade de olhar para dentro dessa caixa acústica improvisada, vai encontrar ninguém menos que o instrumentista Chico Amaral, exercitando o dom que o coloca entre os principais talentos da cidade.
Para desenvolver a musicalidade que lhe é peculiar, precisou de horas e horas de garagem (hábito que, de fato, mantém até hoje) e agora, maduro artisticamente, apresenta seu primeiro disco solo, batizado Singular. Quem está acostumado a pensá-lo sempre como o quinto Skank vai conhecer a sensibilidade do músico para o jazz (estilo que ele burila pelas noites da cidade) e reencontrar a sua faceta de letrista.
“Esse disco tem uma carcaterística predominante, que é a composição. É mais para mostrar isso que para apresentar performances. Tem performances, mas de um jeito leve. Até chegar nesse disco, fui procurando meu caminho. Demorei a encontrar meu caminho autoral, a descobrir o que fazer com o sax, com as letras. Se esse disco veio na hora errada, deveria ter vindo depois.
O que amadurece um trabalho é a seqüência que vem depois”, afirma Chico Amaral. Ele diz que Livramento, disco que gravou em 2002 com Flávio Henrique, foi o início dessa descoberta. Aos 50 anos, o músico diz que envelhecer é “ótimo”: “Maturidade. Simplicidade. Ficamos cada vez mais objetivos. Artisticamente, tenho mais segurança, mais confiança”.
*por Eduardo Girão Tristão, Estado de Minas
Preço – R$25,00
Faixas
01 - Singular – Chico Amaral
02 - Sambage à Trois – Chico Amaral
03 - Sobe o Verão – Chico Amaral e Roberto Guimarães
04 - Tempo de Samba – Leo Minax e Chico Amaral
05 - Maio – Chico Amaral
06 - Duas Marias
07 - Panamericana – Chico Amaral
08 - Tateando – Chico Amaral
09 - Boca – Chico Amaral e Leo Minax
10 - Borboleta – Chico Amaral
11 - Balancim – Chico Amaral
12 - Lobo – Chico Amaral
13 - Bodas – Chico Amaral
Para desenvolver a musicalidade que lhe é peculiar, precisou de horas e horas de garagem (hábito que, de fato, mantém até hoje) e agora, maduro artisticamente, apresenta seu primeiro disco solo, batizado Singular. Quem está acostumado a pensá-lo sempre como o quinto Skank vai conhecer a sensibilidade do músico para o jazz (estilo que ele burila pelas noites da cidade) e reencontrar a sua faceta de letrista.
“Esse disco tem uma carcaterística predominante, que é a composição. É mais para mostrar isso que para apresentar performances. Tem performances, mas de um jeito leve. Até chegar nesse disco, fui procurando meu caminho. Demorei a encontrar meu caminho autoral, a descobrir o que fazer com o sax, com as letras. Se esse disco veio na hora errada, deveria ter vindo depois.
O que amadurece um trabalho é a seqüência que vem depois”, afirma Chico Amaral. Ele diz que Livramento, disco que gravou em 2002 com Flávio Henrique, foi o início dessa descoberta. Aos 50 anos, o músico diz que envelhecer é “ótimo”: “Maturidade. Simplicidade. Ficamos cada vez mais objetivos. Artisticamente, tenho mais segurança, mais confiança”.
*por Eduardo Girão Tristão, Estado de Minas
Preço – R$25,00
Faixas
01 - Singular – Chico Amaral
02 - Sambage à Trois – Chico Amaral
03 - Sobe o Verão – Chico Amaral e Roberto Guimarães
04 - Tempo de Samba – Leo Minax e Chico Amaral
05 - Maio – Chico Amaral
06 - Duas Marias
07 - Panamericana – Chico Amaral
08 - Tateando – Chico Amaral
09 - Boca – Chico Amaral e Leo Minax
10 - Borboleta – Chico Amaral
11 - Balancim – Chico Amaral
12 - Lobo – Chico Amaral
13 - Bodas – Chico Amaral
Celso Moreira - Autoral (2007)
Celso Moreira nasceu em Guanhães e descende de uma família que sempre cultivou o gosto pela música, a exemplo de seu pai, Rivadávia Moreira e do irmão, o guitarrista e compositor Juarez Moreira.
Em 1968, mudou-se para Belo Horizonte, onde conheceu Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Wagner Tiso e Milton Mascimento. Desde então, desenvolveu uma bem sucedida carreira de músico, enquanto elaborava parcerias musicais com nomes importantes da MPB, como Fernando Brant e Murilo Antunes.
No ano de 2007, gravou e lançou "Celso Moreira Autoral", seu primeiro álbum solo, contendo doze faixas de músicas próprias, acompanhado por grandes artistas mineiros, como André “Limão” Queiroz, Milton Ramos, Christiano Caldas, Kléber Alves e Ricardo Fiúza, com apoio da Lei Roaunet e patrocínio da CEMIG, do BDMG Cultural e da Seguradora Minas Brasil.
Celso Moreira é, essencialmente, autodidata, mas foi aluno de Nelson Farias e Sérgio Benevenutu, estudando harmonia e improvisação. Atualmente é professor de harmonia, guitarra e violão, contando com um elenco significativo de alunos, o que contribui para credenciá-lo a workshops e oficinas musicais.
Prêmios recebidos: Troféu “Faísca” 1992 como músico mais atuante do ano. Neste período, acompanhou Milton Nascimento em turnê pelo Brasil e pela Espanha com a ‘’Missa da América Negra’’. Em 2001, foi um dos quatro músicos que receberam o prêmio BDMG – Instrumental.
No ano de 2006, saiu novamente vencedor do prêmio BDMG – Instrumental, que teve como desdobramento dois shows no SESC Pompéia de São Paulo, um show em Belo Horizonte, no Teatro Sesiminas, um show no Teatro Municipal de Nova Lima, além da participação no Festival Internacional de Jazz (Tudo é Jazz) em Ouro Preto. Celso foi vencedor do Prêmio Marco Antonio Araújo BDMG Cultural como Melhor Disco Instrumental de 2007/2008.
Preço – R$25,00
Faixas
01 - O mundo das Artes
02 - Bate Papo
03 - Contra o Vento
04 - Choro pra Alice
05 - Romântica
06 - Frevo
07 - Lira do bem Querer
08 - João, Radamés y Garoto
09 - Asa Delta
10 - Chorinho
11 - Valsa para Helena
12 - Cores
Todas as composições são de Celso Moreira
Em 1968, mudou-se para Belo Horizonte, onde conheceu Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Wagner Tiso e Milton Mascimento. Desde então, desenvolveu uma bem sucedida carreira de músico, enquanto elaborava parcerias musicais com nomes importantes da MPB, como Fernando Brant e Murilo Antunes.
No ano de 2007, gravou e lançou "Celso Moreira Autoral", seu primeiro álbum solo, contendo doze faixas de músicas próprias, acompanhado por grandes artistas mineiros, como André “Limão” Queiroz, Milton Ramos, Christiano Caldas, Kléber Alves e Ricardo Fiúza, com apoio da Lei Roaunet e patrocínio da CEMIG, do BDMG Cultural e da Seguradora Minas Brasil.
Celso Moreira é, essencialmente, autodidata, mas foi aluno de Nelson Farias e Sérgio Benevenutu, estudando harmonia e improvisação. Atualmente é professor de harmonia, guitarra e violão, contando com um elenco significativo de alunos, o que contribui para credenciá-lo a workshops e oficinas musicais.
Prêmios recebidos: Troféu “Faísca” 1992 como músico mais atuante do ano. Neste período, acompanhou Milton Nascimento em turnê pelo Brasil e pela Espanha com a ‘’Missa da América Negra’’. Em 2001, foi um dos quatro músicos que receberam o prêmio BDMG – Instrumental.
No ano de 2006, saiu novamente vencedor do prêmio BDMG – Instrumental, que teve como desdobramento dois shows no SESC Pompéia de São Paulo, um show em Belo Horizonte, no Teatro Sesiminas, um show no Teatro Municipal de Nova Lima, além da participação no Festival Internacional de Jazz (Tudo é Jazz) em Ouro Preto. Celso foi vencedor do Prêmio Marco Antonio Araújo BDMG Cultural como Melhor Disco Instrumental de 2007/2008.
Preço – R$25,00
Faixas
01 - O mundo das Artes
02 - Bate Papo
03 - Contra o Vento
04 - Choro pra Alice
05 - Romântica
06 - Frevo
07 - Lira do bem Querer
08 - João, Radamés y Garoto
09 - Asa Delta
10 - Chorinho
11 - Valsa para Helena
12 - Cores
Todas as composições são de Celso Moreira
Celio Balona – Trilhas (2005)
O CD do multiinstrumentista mineiro Célio Balona, traz músicas compostas para trilhas de cinema (Filme: “Um Amor tão Leve”), documentários, projetos (“Nano Aventura Unicamp”), programas de TV (Série “Anita Garibaldi” - RBS TV), espetáculos de dança (“Corpo Escola de Dança”), etc.
A variedade de estilos e arranjos é um ponto muito positivo do Cd, mostrando toda a criatividade do músico em suas composições.
Célio Balona toca piano acústico, sintetizadores, acordeon, vibrafone e programação de bateria eletrônica.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tango (Célio Balona)
02 - Campo dos Sonhos (Célio Balona)
03 - Savanah (Célio Balona)
04 - Hot Summer (Célio Balona)
05 - Sereias, Baleias e Golfinhos (Célio Balona)
06 - Batuk (Célio Balona)
07 - Um Amor Tão Leve (Célio Balona)
08 - Tad Baley (Célio Balona)
09 - Anita e Garibaldi (Célio Balona)
10 - La Vereda (Célio Balona)
11 - Catira (Célio Balona)
12 - Raisa e Rafael (Célio Balona)
13 - Sanfona e Berimbau (Célio Balona)
14 - Choro Antigo (Célio Balona)
15 - Beiramar (Célio Balona)
16 - Forró (Célio Balona)
17 - Jurerê Beach (Célio Balona)
18 - Scat Cat (Célio Balona)
19 - Nano Aventura 1 (Célio Balona)
20 - Nano Aventura 2 (Célio Balona)
21 - Happy Hour (Célio Balona)
A variedade de estilos e arranjos é um ponto muito positivo do Cd, mostrando toda a criatividade do músico em suas composições.
Célio Balona toca piano acústico, sintetizadores, acordeon, vibrafone e programação de bateria eletrônica.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tango (Célio Balona)
02 - Campo dos Sonhos (Célio Balona)
03 - Savanah (Célio Balona)
04 - Hot Summer (Célio Balona)
05 - Sereias, Baleias e Golfinhos (Célio Balona)
06 - Batuk (Célio Balona)
07 - Um Amor Tão Leve (Célio Balona)
08 - Tad Baley (Célio Balona)
09 - Anita e Garibaldi (Célio Balona)
10 - La Vereda (Célio Balona)
11 - Catira (Célio Balona)
12 - Raisa e Rafael (Célio Balona)
13 - Sanfona e Berimbau (Célio Balona)
14 - Choro Antigo (Célio Balona)
15 - Beiramar (Célio Balona)
16 - Forró (Célio Balona)
17 - Jurerê Beach (Célio Balona)
18 - Scat Cat (Célio Balona)
19 - Nano Aventura 1 (Célio Balona)
20 - Nano Aventura 2 (Célio Balona)
21 - Happy Hour (Célio Balona)
Caxi Rajão – Violão Amigo (2005)
Violão Amigo - Caxi Rajão - “Violão Amigo” traz uma coletânea de novas composições do músico Caxi Rajão, onde os ritmos brasileiros continuam imperando. Presença especial da “marujada” de Conceição do Mato Dentro/MG.
Através do disco, ao lado do violão de Caxi, passeiam flauta, corne inglês, flugelhorn, violino, violoncelo, piano elétrico, viola clássica, trompete e outros tantos instrumentos. Este CD inclui ainda, “Tema para Joaquina”, do filme “Vinho de Rosas”.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Marujazz (Caxi Rajão)
02 - Arraial dos macacos (Caxi Rajão)
03 - Barro-oco (Caxi Rajão e Maria Bragança)
04 - Lagoa dourada (Caxi Rajão)
05 - Nas montanhas (Caxi Rajão)
06 - Choro de vó (Caxi Rajão)
07 - Tema para Joaquina (Caxi Rajão)
08 - Violão amigo (Caxi Rajão)
Caxi Rajão - O Vinho De Rosas - Trilha Sonora Do Filme (2006)
A trilha sonora do filme “Vinho de Rosas” procura evidenciar o que há de mais intenso e belo na trama. As composições acompanham sentimentos mutantes vividos pelas personagens, como sofrimento, dor, alegria, dúvida, tristeza e realização.
A harmonia dos instrumentos nos convida a um passeio ao século XVIII. Produção e direção musical de Caxi Rajão, especialmente convidado pela cineasta Elza Cataldo para dar sonoridade às imagens do roteiro.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
02 - Tema Para Quitéria Rita (Caxi Rajão)
03 - És Marília, Meu Arcanjo (José de Souza Aragão)
04 - Solo Violoncelo - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
05 - Canto Gregoriano 2 (Anônimo)
06 - Canto Gregoriano 1 (Anônimo)
07 - Tema Irmã Escolástica (Caxi Rajão)
08 - Solo De Percussão (Sérgio Silva)
09 - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
10 - Glória (J.J.E. Lobo de Mesquita)
11 - Cum Sancto Spiritu (J.J.E. Lobo de Mesquita)
12 - Ária Xii (Tomaz Antônio Gonzaga)
13 - Minueto (Carlos Seixas)
14 - Sonata Para Órgão Em Sol Maior (Carlos Seixas)
15 - Tema Bárbara Heliodora Solo 2 (Caxi Rajão)
16 - Tema Bárbara Heliodora Solo 1 (Caxi Rajão)
17 - Tema Bárbara Heliodora Solo 3 (Caxi Rajão)
18 - Solo De Percussão 2 (Sérgio Silva)
19 - Hymn Of Cherubim (Peter Tchaikovsky)
20 - Karitas Habundat (Hildegard Von Bingen)
A harmonia dos instrumentos nos convida a um passeio ao século XVIII. Produção e direção musical de Caxi Rajão, especialmente convidado pela cineasta Elza Cataldo para dar sonoridade às imagens do roteiro.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
02 - Tema Para Quitéria Rita (Caxi Rajão)
03 - És Marília, Meu Arcanjo (José de Souza Aragão)
04 - Solo Violoncelo - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
05 - Canto Gregoriano 2 (Anônimo)
06 - Canto Gregoriano 1 (Anônimo)
07 - Tema Irmã Escolástica (Caxi Rajão)
08 - Solo De Percussão (Sérgio Silva)
09 - Tema Para Joaquina (Caxi Rajão)
10 - Glória (J.J.E. Lobo de Mesquita)
11 - Cum Sancto Spiritu (J.J.E. Lobo de Mesquita)
12 - Ária Xii (Tomaz Antônio Gonzaga)
13 - Minueto (Carlos Seixas)
14 - Sonata Para Órgão Em Sol Maior (Carlos Seixas)
15 - Tema Bárbara Heliodora Solo 2 (Caxi Rajão)
16 - Tema Bárbara Heliodora Solo 1 (Caxi Rajão)
17 - Tema Bárbara Heliodora Solo 3 (Caxi Rajão)
18 - Solo De Percussão 2 (Sérgio Silva)
19 - Hymn Of Cherubim (Peter Tchaikovsky)
20 - Karitas Habundat (Hildegard Von Bingen)
Cataventoré – Cataventoré (2009)
Entre as muitas expressões musicais do Brasil, destacam-se as bandas de pífanos, uma tradição profundamente enraizada no país. Estes grupos são a fonte de inspiração para o trabalho do
Cataventoré que iniciou sua carreira no ano 2000, em Belo Horizonte, trazendo para os palcos uma mistura de flautas, rabeca e percussão. Esta combinação proporcionou a fórmula para uma performance animada e dançante, que o grupo realiza com sua própria linguagem e repertório, baseados em gêneros e ritmos brasileiros como o baião, samba, maracatu e chorinho.
O nome da banda surgiu inspirado na obra “Catavento Toré”, uma escultura do artista pernambucano Nhô Caboclo.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Saudade de Caruaru – Daniel Magalhães e Carlos Santos
02 - Pife Torto – Egildo Vieira
03 - Pau-Brasil – Marcelo Chiaretti e Daniel Magalhães
04 - Sapucaia - Daniel Magalhães
05 - Cataventoré - Marcelo Chiaretti e Carlos Santos
06 - Samba do Bambu – Carlos Santos e Daniel Magalhães
07 - No Terreiro – Juliana Pautilla
08 - Tubaião – Mateus Oliveira
09 - Choro Esquenta Mulher – Raimundo Anicete
10 - Forró do Cantinho – Marcelo Chianetti
Cataventoré que iniciou sua carreira no ano 2000, em Belo Horizonte, trazendo para os palcos uma mistura de flautas, rabeca e percussão. Esta combinação proporcionou a fórmula para uma performance animada e dançante, que o grupo realiza com sua própria linguagem e repertório, baseados em gêneros e ritmos brasileiros como o baião, samba, maracatu e chorinho.
O nome da banda surgiu inspirado na obra “Catavento Toré”, uma escultura do artista pernambucano Nhô Caboclo.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Saudade de Caruaru – Daniel Magalhães e Carlos Santos
02 - Pife Torto – Egildo Vieira
03 - Pau-Brasil – Marcelo Chiaretti e Daniel Magalhães
04 - Sapucaia - Daniel Magalhães
05 - Cataventoré - Marcelo Chiaretti e Carlos Santos
06 - Samba do Bambu – Carlos Santos e Daniel Magalhães
07 - No Terreiro – Juliana Pautilla
08 - Tubaião – Mateus Oliveira
09 - Choro Esquenta Mulher – Raimundo Anicete
10 - Forró do Cantinho – Marcelo Chianetti
Cartoon - Estribo (2008)
Em uma noite digna do clássico rock’n roll , em que até a neblina deu o ar místico da sua graça no Hard Rock Café (Belo Horizonte), a banda Cartoon apresentou mais um impecável show em ocasião do lançamento do seu terceiro disco independente e autoral: Estribo.
O novo trabalho da banda mineira encerra uma brilhante trilogia que viajou pelo sistema auditivo e seus três ossículos, ou discos, responsáveis pela audição humana (Martelo, Bigorna e o próprio Estribo) em busca da equalização aprimorada do rock e da qualidade absoluta do som. A idéia do novo trabalho gira em torno das emoções e conflitos de um jovem músico que, assim como Beethoven, fica surdo devido à paralisia de um minúsculo osso do ouvido chamado Estribo.
O isolamento e o sofrimento causados pela surdez, levam-no então, a questionar toda a sua existência e a empreender uma viagem fantástica, na qual a cada passo ele supera seus medos e dificuldades em direção a um glorioso final. Uma jornada conceitual aprovada com louvor! O que soava pretensioso no primeiro disco do Cartoon, que arregalou os olhos do público para um novo som frente a estagnação da indústria fonográfica e ganhou status grandioso com o segundo trabalho, a ópera rock Bigorna, concluiu-se de forma brilhante e coerente. O novo disco mescla baladas e ritmos (como o blues) a potentes solos e harmonias providenciais, pontuados com instrumentos como o Sitar, o Esraj e a Gaita, e explorando rifes virtuosos que invadem os ouvidos e acertam em cheio a memória e a alma dos amantes do gênero.
A banda transformou o conceito do disco em músicas hipnotizantes que vêm com os ácidos acordes de “The Car Crash” e os rifes de “Father”, ou ainda, com a tonelada de batidas descarregadas pela excelente forma do baterista Bhydhu em “Treatment With Mercury” e “Thor’s Hammer”.
Já os cuidadosos arranjos e harmoniosos vocais que se tornaram características da banda, desfilam toda a sua graça em “Crossings and Crosses”, “Velut Luna” e “Remember”, que ainda resgatam as influências progressivas do Cartoon. As ótimas “God Speed”, “Heaven’s My Home” e “The Storm Before The Silence” mostram que a banda é capaz de surpreender a cada faixa, mesclando no mesmo percurso a sensibilidade, densidade, bom humor e competência que pode oferecer.
Por Samuel Borges
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Thor’s Hammer – Khykho
02 - The Storm Before the Silence – Khadhu
03 - Father – Khykho e Khadhu
04 - Crossings and Crosses – Khadhu
05 - The Car Crash – Khykho e Khadhu
06 - Heaven’s my Home – Khadhu
07 - Treatment with Mercury – Khykho
08 - Remember – Khadhu
09 - Velut Luna – Khykho
10 - God Speed! – Khadhu
O novo trabalho da banda mineira encerra uma brilhante trilogia que viajou pelo sistema auditivo e seus três ossículos, ou discos, responsáveis pela audição humana (Martelo, Bigorna e o próprio Estribo) em busca da equalização aprimorada do rock e da qualidade absoluta do som. A idéia do novo trabalho gira em torno das emoções e conflitos de um jovem músico que, assim como Beethoven, fica surdo devido à paralisia de um minúsculo osso do ouvido chamado Estribo.
O isolamento e o sofrimento causados pela surdez, levam-no então, a questionar toda a sua existência e a empreender uma viagem fantástica, na qual a cada passo ele supera seus medos e dificuldades em direção a um glorioso final. Uma jornada conceitual aprovada com louvor! O que soava pretensioso no primeiro disco do Cartoon, que arregalou os olhos do público para um novo som frente a estagnação da indústria fonográfica e ganhou status grandioso com o segundo trabalho, a ópera rock Bigorna, concluiu-se de forma brilhante e coerente. O novo disco mescla baladas e ritmos (como o blues) a potentes solos e harmonias providenciais, pontuados com instrumentos como o Sitar, o Esraj e a Gaita, e explorando rifes virtuosos que invadem os ouvidos e acertam em cheio a memória e a alma dos amantes do gênero.
A banda transformou o conceito do disco em músicas hipnotizantes que vêm com os ácidos acordes de “The Car Crash” e os rifes de “Father”, ou ainda, com a tonelada de batidas descarregadas pela excelente forma do baterista Bhydhu em “Treatment With Mercury” e “Thor’s Hammer”.
Já os cuidadosos arranjos e harmoniosos vocais que se tornaram características da banda, desfilam toda a sua graça em “Crossings and Crosses”, “Velut Luna” e “Remember”, que ainda resgatam as influências progressivas do Cartoon. As ótimas “God Speed”, “Heaven’s My Home” e “The Storm Before The Silence” mostram que a banda é capaz de surpreender a cada faixa, mesclando no mesmo percurso a sensibilidade, densidade, bom humor e competência que pode oferecer.
Por Samuel Borges
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Thor’s Hammer – Khykho
02 - The Storm Before the Silence – Khadhu
03 - Father – Khykho e Khadhu
04 - Crossings and Crosses – Khadhu
05 - The Car Crash – Khykho e Khadhu
06 - Heaven’s my Home – Khadhu
07 - Treatment with Mercury – Khykho
08 - Remember – Khadhu
09 - Velut Luna – Khykho
10 - God Speed! – Khadhu
Cartoon - Martelo (1999)
“Martelo chega para abalar as estruturas do rock convencional e do repetitivo ‘pop rock’. O disco é um resumo dos últimos quatro anos da banda e suas onze músicas – todas em português com a exceção da faixa ‘First Lake Conclusion’ – martelam idéias na constituição de uma mensagem de mudança, criticando o estado atual das coisas e o que a banda chama de ‘involução espiritual e cultural’, através de diferentes metáforas.
As letras tratam de assuntos ligados à sociedade, seus problemas e soluções, sempre com o bom humor característico do estilo ‘cartooniano’. A música é uma mistura inusitada de rock progressivo com música brasileira, hard rock e música clássica. O trabalho vocal é excelente e muito explorado, recriando um som que lembra os grandes grupos dos anos 70.
Na faixa 8, ‘Lágrimas de Vidro’, ouve-se a participação de Renato Savassi, da banda Cálix, na flauta; na última faixa, ‘Fechadura’, Khadhu utiliza dois instrumentos indianos, o esraj e o sitar, mostrando um princípio de influência da música indiana no som da banda.
Outro diferencial que mostra o cuidado com que o disco foi produzido é o encarte, que conta com doze páginas ilustradas à mão pelo desenhista Renato Tirrê, trazendo todas as letras e uma surpresa na página central – um origami com as quatro personalidades do Cartoon, em forma de duendes, saltando para fora do papel – uma impecável produção gráfica (…)”.
Fonte: Revista Rock News, 2001.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Abertura ( Khadhu e Vlad)
02 - Duendes ( Khadhu)
03 - Tenho todos os galhos da minha árvore voltados para o Sol ( Khadhu)
04 - Estagnação ( Khadhu)
05 - O amor ( Khadhu)
06 - A verdade sobre os Incas ( Khadhu)
07 - Abre seu olho, irmão ( Khadhu)
08 - Lágrimas de vidro ( Khadhu, Boxexa)
09 - Tempo ( Khadhu, Vlad, Boxexa e Bhydhu)
10 - First Lake Conclusion ( Khadhu)
11 - Fechadura ( Vlad e Khadhu)
As letras tratam de assuntos ligados à sociedade, seus problemas e soluções, sempre com o bom humor característico do estilo ‘cartooniano’. A música é uma mistura inusitada de rock progressivo com música brasileira, hard rock e música clássica. O trabalho vocal é excelente e muito explorado, recriando um som que lembra os grandes grupos dos anos 70.
Na faixa 8, ‘Lágrimas de Vidro’, ouve-se a participação de Renato Savassi, da banda Cálix, na flauta; na última faixa, ‘Fechadura’, Khadhu utiliza dois instrumentos indianos, o esraj e o sitar, mostrando um princípio de influência da música indiana no som da banda.
Outro diferencial que mostra o cuidado com que o disco foi produzido é o encarte, que conta com doze páginas ilustradas à mão pelo desenhista Renato Tirrê, trazendo todas as letras e uma surpresa na página central – um origami com as quatro personalidades do Cartoon, em forma de duendes, saltando para fora do papel – uma impecável produção gráfica (…)”.
Fonte: Revista Rock News, 2001.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Abertura ( Khadhu e Vlad)
02 - Duendes ( Khadhu)
03 - Tenho todos os galhos da minha árvore voltados para o Sol ( Khadhu)
04 - Estagnação ( Khadhu)
05 - O amor ( Khadhu)
06 - A verdade sobre os Incas ( Khadhu)
07 - Abre seu olho, irmão ( Khadhu)
08 - Lágrimas de vidro ( Khadhu, Boxexa)
09 - Tempo ( Khadhu, Vlad, Boxexa e Bhydhu)
10 - First Lake Conclusion ( Khadhu)
11 - Fechadura ( Vlad e Khadhu)
Carlos Lucena – Jogo do Jogo (2006)
"Jogo do jogo", o mais recente trabalho de Carlos Lucena, abraça a sutileza e mergulha no bom gosto e na qualidade. Bem instrumentalizado, reunindo músicos de primeira grandeza, o disco é sonoro e imaginativo como o artista.
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Sem Medo de Amar – Carlos Lucena
02 - Jogo do Jogo – Carlos Lucena
03 - Solidão nas Estrelas – Carlos Lucena
04 - Revivência – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
05 - Rádio Relógio – Carlos Lucena
06 - Boa Esperança – Carlos Lucena
07 - Vela Perdida – Carlos Lucena
08 - Encontrando a Rainha – Carlos Lucena
09 - Viventes – Carlos Lucena
10 - Oscilações da Vida 2 – Vida Que Vem E Que Vai – Carlos Lucena
11 - A Dança das Águas – Carlos Lucena
12 - Recado Para Um Amigo Solitário – Paulinho Pedra Azul
Carlos Lucena - Brisa aos Homens (1997)
Houvesse no mundo um dicionário onde pudéssemos encontrar a definição, o sinônimo, que adjetivasse as pessoas, estabelecendo significado conceitual para a existência humana, certamente encontraríamos, no caso de Carlos Lucena, musico mineiro contemporâneo ao Clube da Esquina, que formou talentos como Paulinho Pedra Azul, Lô Borges, Milton Nascimento e Beto Guedes, todos seus parceiros de trabalho, alguma coisa tal como: “Ser iluminado. Luz. Parecido com ou igual a: ...”
Das suas cifras musicais, nas canções que entoa, poderíamos também subtrair o seguinte conceito: “ Toda força viva que assim/ toma forma oculta no viver/ para reger a orquestra do saber/ e despertar no reino do Sem-fim./ Dono de poderes naturais:/ Salamandras, anjos e vegetais./ É o poder de Deus que vive mais/ na magia etérea dos astrais./... Vida! É um beija-flor pousar no meu jardim./ Uma fada azul que entrou dentro de mim./ Tomou conta do meu ser./ Fez amor comigo no Sem-fim.”
“Menestrel da Nova Era”, Carlos Lucena transita, sem se importar na sua musica com questões banais de mídia ou modismos, entre o que é provável e improvável no mundo metafísico.
Parece, empunhando o seu violão modelo AK-47 “Kalashnikov”, municiado por cordas vocais pacifistas, desfiar, com táticas ligadas diretamente a tudo aquilo que é carmico e cósmico, no declarado amor que externa, por tudo o que é rítmico ou acústico, o “status quo” de um homem densificado de futilidades, no tanger da vida moderna, desconcatenada de quês e porquês ?
Com seus acordes, encantadoramente, faz ecoar do seu instrumento mágico musicalidade somente admissível aos que tem acuidade ligada ao Olímpio.
Transitando por mundos onde vigoram sonoplastias oriundas, desde o samba canção de raiz, até o romantismo apaixonado de um homem que, a todo momento, declara indefectível amor pelo planeta e pela existência humana, metaforizada na forma de uma mulher inatingível, passa por regionalismos, que vão do Vale do Jequitinhonha e Heitor Vila Lobos, até os Alpes Suíços, circunvizinho de Bethowen e Mozart, em linguagem melódica universal.
Na sua simplicidade complexa, Carlos Lucena é o “Senhor dos Arranjos” que anunciam um mundo ainda porvir:
Realmente, imagem humana, e “Ser Maiúsculo”, que somente podem ser enxergados pelos que possuem sensibilidade auditiva em seus corações.
Este é, um pouco, no dicionário fugaz da vida, o conceito imediato de Carlos Calmete Lucena: Retidão de caráter, em um mundo curvilíneo. Significado de vida, “Sem medo de amar”.
Por: Pettersen Filho
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Clara – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
02 - Romântica – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
03 - Diamantes – Carlos Lucena
04 - Brisa aos Homens – Carlos Lucena
05 - Nada Demais – Carlos Lucena e Luís Lauar
06 - Meu Cantar – Carlos Lucena
07 - A Dança das Folhas – Carlos Lucena
08 - Olhos da Lua – Carlos Lucena e Lô Borges
09 - Pomar dos Deuses – Carlos Lucena
10 - Raízes do Franco – Carlos Lucena e Mozart Mello (Instrumental)
11 - Uma Canção Na Estrada do Sol – Carlos Lucena
12 - Viventes – Carlos Lucena
13 - O Canto Dos Deuses – Carlos Lucena
14 - Do Céu Da Cabeça – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
15 - Plataforma Dos Cristais – Carlos Lucena
Das suas cifras musicais, nas canções que entoa, poderíamos também subtrair o seguinte conceito: “ Toda força viva que assim/ toma forma oculta no viver/ para reger a orquestra do saber/ e despertar no reino do Sem-fim./ Dono de poderes naturais:/ Salamandras, anjos e vegetais./ É o poder de Deus que vive mais/ na magia etérea dos astrais./... Vida! É um beija-flor pousar no meu jardim./ Uma fada azul que entrou dentro de mim./ Tomou conta do meu ser./ Fez amor comigo no Sem-fim.”
“Menestrel da Nova Era”, Carlos Lucena transita, sem se importar na sua musica com questões banais de mídia ou modismos, entre o que é provável e improvável no mundo metafísico.
Parece, empunhando o seu violão modelo AK-47 “Kalashnikov”, municiado por cordas vocais pacifistas, desfiar, com táticas ligadas diretamente a tudo aquilo que é carmico e cósmico, no declarado amor que externa, por tudo o que é rítmico ou acústico, o “status quo” de um homem densificado de futilidades, no tanger da vida moderna, desconcatenada de quês e porquês ?
Com seus acordes, encantadoramente, faz ecoar do seu instrumento mágico musicalidade somente admissível aos que tem acuidade ligada ao Olímpio.
Transitando por mundos onde vigoram sonoplastias oriundas, desde o samba canção de raiz, até o romantismo apaixonado de um homem que, a todo momento, declara indefectível amor pelo planeta e pela existência humana, metaforizada na forma de uma mulher inatingível, passa por regionalismos, que vão do Vale do Jequitinhonha e Heitor Vila Lobos, até os Alpes Suíços, circunvizinho de Bethowen e Mozart, em linguagem melódica universal.
Na sua simplicidade complexa, Carlos Lucena é o “Senhor dos Arranjos” que anunciam um mundo ainda porvir:
Realmente, imagem humana, e “Ser Maiúsculo”, que somente podem ser enxergados pelos que possuem sensibilidade auditiva em seus corações.
Este é, um pouco, no dicionário fugaz da vida, o conceito imediato de Carlos Calmete Lucena: Retidão de caráter, em um mundo curvilíneo. Significado de vida, “Sem medo de amar”.
Por: Pettersen Filho
Preço – R$20,00
Faixas
01 - Clara – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
02 - Romântica – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
03 - Diamantes – Carlos Lucena
04 - Brisa aos Homens – Carlos Lucena
05 - Nada Demais – Carlos Lucena e Luís Lauar
06 - Meu Cantar – Carlos Lucena
07 - A Dança das Folhas – Carlos Lucena
08 - Olhos da Lua – Carlos Lucena e Lô Borges
09 - Pomar dos Deuses – Carlos Lucena
10 - Raízes do Franco – Carlos Lucena e Mozart Mello (Instrumental)
11 - Uma Canção Na Estrada do Sol – Carlos Lucena
12 - Viventes – Carlos Lucena
13 - O Canto Dos Deuses – Carlos Lucena
14 - Do Céu Da Cabeça – Carlos Lucena e Cristiano Salazar
15 - Plataforma Dos Cristais – Carlos Lucena
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