quinta-feira, 18 de julho de 2019

Marina Araújo - Sem Pressa Pra Amar (2017)

O projeto, definido pela cantora como sendo um pedacinho dela, contém 6 faixas, totalmente autorais, que mostram toda a musicalidade de Marina Araújo como cantora, compositora e violinista. “Reza”, “Não Demora”, “Nunca Tem Fim”, “Sem Pressa Pra Amar”, “Par Perfeito” e “Mais”, são os títulos das canções que compõem o EP gravado no estúdio Natrilha, produzido por Felipe Fantoni e Márcio Brant (FM Produções Artísticas), e fazem parte do repertório do show que apresentará o novo trabalho ao público. As letras falam sobre romantismo e retratam histórias de amor diversas, entre a felicidade de um relacionamento e a tristeza de um desencontro, com destaque para a canção que dá nome ao álbum.

Preço – R$20,00

Faixas:
01 - Nunca Tem Fim
02 - Sem Pressa Pra Amar
03 - Mais
04 - Par Perfeito
05 - Não Demora
06 - Reza

Todas as músicas de Marina Araújo

Mauro Rodrigues e A Musicosfera - Cru, Cozido e Repartido (2018)

A Musicosfera é resultado de um longo processo de interação musical, que se iniciou por volta de 2004, no âmbito da Escola de Música da UFMG. Mauro Rodrigues (flauta), Rafael Martini (piano), Pedro “Trigo” Santana (contrabaixo) e Antônio Loureiro (bateria/percussão), desenvolveram um trabalho juntos tendo como base as composições de Mauro Rodrigues. Nessa formação mais camerística experimentou-se interações ousadas e profundas nas performances, especialmente no que tange a improvisação. “Musicosfera” é uma alusão à intensa atmosfera de interação que se fazia sentir nas performances (ensaios e/ou apresentações).
Essa envolvente musicosfera tem sido uma referência importante no desenvolvimento da vida artística destes músicos. Este show se construiu essencialmente na encruzilhada de passagem do legado musical, entre um músico mais velho e os mais novos. Dessa interação surgiu algo que é significativo para todos e surpreendentemente novo e vivo. Trata-se de um tipo de interação em que o pai se torna o filho e o filho se torna o pai.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 - Chamada
02 - Amigos
03 - Iphigenia-Inocência
04 - Iphigenia-Sacrifício
05 - Água e Pedra
06 - Sarabande - Bach Am (Adaptação)
07 - Bouree - Bach Am (Adaptação)
08 - Promenade Fm
09 - Marcha da Saudação
10 - Tema Curto
11 - O Fio D'Água e A Serpente
12 - Promenade Dm
13 - Caminhos do Silêncio
14 - Tangolomango

Todas as composições de Mauro Rodrigues

Felipe de Oliveira - Coração Disparado (2018)

Felipe de Oliveira conta que “Coração Disparado” (Under Discos) é um disco sobre amor, mas numa perspectiva que não é convencional. “As pessoas não vão encontrar nenhuma música romântica, mas, sim, reflexões sobre a mediação das relações amorosas sob várias perspectivas. Algumas apaixonadas, outras pessimistas, outras otimistas, críticas, ácidas, relacionamento abusivo, violência doméstica, ficar com várias pessoas, ficar com uma só, enfim, aprender a amar”, diz.

Para o músico,  dentro do amor, as situações e contextos são diversos no disco. “Sobre sonoridade, meu compromisso sempre foi com a música brasileira. Dessa vez, nós nos aproximamos de uma estética mais world music, sem nos prender a um só estilo. Eu classificaria como Nova MPB, embora haja ainda muitas coisas que o conectam à MPB tradicional, que é minha paixão. Acho que nos preocupamos em trabalhar essa dualidade, entre o moderno, mas sem perder as raízes”, adianta.

Sobre a escolha do nome do álbum e espetáculo, “Coração Disparado”, Felipe de Oliveira diz que se inspirou em um poema recitado por Maria Bethânia  no show “Drama Terceiro Ato” e na obra de Adélia Prado, que tem um livro com o mesmo nome. “A palavra disparado tem três significados: o disparo de arma, o disparo de acelerado, e também ousado. Esse disco tem uma sonoridade moderna e original. Ousada, diferente de tudo que eu já havia feito no palco”, explica.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Samba da Redenção - Dé de Freitas e Guilherme Borges
02 - Eu Sonhei Com Você - Sérgio Oliveira
03 - Xotimamoeiro - Renato Pessoa
04 - Chorinho Para Não Gaguejar - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
05 - Fé Menina - Deh Mussulini
06 - Outra História - Pedro Santos
07 - Adeus Maria - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
08 - A  Casa dos Mil Cordões Azuis - Guilherme Borges e Guilherme de Freitas
09 - Noite Sem Fim - Dé de Freitas e João Vitor Rocha
10 - Cidade - Phil Albuquerque
11 - Vamos Deixar Que Se Misture - Dé de Freitas, João Vitor Rocha e Laura Catarina

Campos Rosa - Na Verdade (2018)

O álbum, 100% autoral, é composto por letras e melodias criadas pelo próprio cantautor, que versam sobre questões existenciais, relacionamentos, dor, amor, natureza e descobertas. A concepção de ‘Na Verdade’ teve início em 2014, quando Campos Rosa começou a ter ideias para as melodias. “Geralmente, tenho a ideia inicial de uma melodia e, a partir daí, vou experimentando, criando. A letra costuma vir no final”, explica o artista, que amadureceu o trabalho e, após pouco mais de três anos, apresenta ao público o resultado: um disco de pop elegante e original, composto por canções palatáveis e radiofônicas, com influências que vão do samba ao pop rock, passando pela música mineira e o rock alternativo, com pitadas de psicodelismo e elementos que remetem a Clube da Esquina, Beatles e Nando Reis.

O disco de 12 faixas contou com um time de músicos talentosos. As guitarras foram gravadas por Noah Haas, músico americano radicado no Brasil, que traz influências do jazz e do soul. A cozinha é composta pelo baixista Diego Mancini, formado pela Los Angeles College of Music, e pelo baterista Pedro Ramalho, cuja bagagem musical confere ao disco uma pegada mais brazuca. Leonardo Marques assina a produção do projeto. “Decidi gravar com o Léo depois de escutar o trabalho solo dele e os álbuns do Transmissor. Curti demais os timbres e os arranjos clean: acho que casam bem com o meu som”, explica o músico. “Na Verdade” também conta com as participações de Marcos Sarieddine (teclado), Ygor Rajão (trompete) e Rodrigo Garcia (violoncelo). Campos Rosa conduz com maestria o vocal, violão e guitarra.


Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Algodão
02 - Uma Canção
03 - Imperfeito
04 - Nós Dois
05 - Na Verdade
06 - Quando Eu Sonhava
07 - Nunanane
08 - Te Querer
09 - Sem Motivo
10 - Ritmo de Fé
11 - Violeiro
12 - Luz do Sol

Todas as músicas de Campos Rosa

Aldrin Gandra - Quadrado Azul (2018)

ALDRIN GANDRA ATUA A MAIS DE 15 ANOS NO CENÁRIO MUSICAL DE BELO HORIZONTE.
JÁ ATUOU EM DIVERSAS BANDAS E PROJETOS DE DIVERSOS ESTILOS MUSICAIS.
JÁ PARTICIPOU COMO VIOLONISTA NA ORQUESTRA DE VIOLÕES DO PALÁCIO DAS ARTES E DA BANDA MERLIN ESPERANTE QUE JÁ TEVE O TRABALHO DISTRIBUÍDO EM MAIS DE 60 PAÍSES.
JÁ TEVE RECONHECIMENTO DE SEU TRABALHO AUTORAL POR FERNANDO BRANT E ROBERTO MENESCAL.
O ARTISTA LANÇA SEU PRIMEIRO CD AUTORAL "QUADRADO AZUL" QUE MOSTRA SUAS COMPOSIÇÕES AUTORAIS QUE RETRATAM TEMAS QUE PASSAM POR PAISAGENS, AMOR E PROVOCAÇÕES A RESPEITO DAS MAZELAS HUMANAS.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Fazenda - Aldrin Gandra
02 - Falsas Psicologias - Aldrin Gandra
03 - O Mar É Tudo - Aldrin Gandra
04 - A Ilha - Aldrin Gandra
05 - Trem Estação da Noite - Aldrin Gandra
06 - Estradas - Aldrin Gandra e Cláudio Faria
07 - Quem Sabe Um Dia - Aldrin Gandra
08 - Baby - Aldrin Gandra
09 - Quadrado Azul - Aldrin Gandra
10 - Vai Ser Diferente - Aldrin Gandra
11 - Andando Na Baía - Aldrin Gandra
12 - Vôo Livre - Aldrin Gandra
13 - Minha Namorada - Aldrin Gandra
14 - Com Está Você - Aldrin Gandra

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Roger Deff – Etnografia Suburbana (2019)

Não há dúvidas de que Roger Deff é uma das figuras mais importantes da cena do rap de Belo Horizonte. O MC divide com o irmão Ricardo HD os vocais do Julgamento, uma das primeiras bandas a misturar rock e rap em Minas Gerais. Após mais de uma década de carreira junto à banda, o cantor prepara-se, agora, para lançar seu primeiro disco solo. Intitulado “Etnografia Suburbana”, o álbum está sendo gravado no estúdio Giffoni e tem previsão de lançamento para maio.

Viabilizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo que terminou na semana passada, o disco traz oito faixas inéditas, frutos da experiência do MC com diversos parceiros musicais. “Em 2014, o Julgamento entrou em um hiato e decidi que precisava continuar meus trabalhos.
Então, resolvi iniciar o trabalho solo. A ideia inicial era gravar um disco com o guitarrista Daniel Saavedra, mas aí uma galera veio somando”, relembra. “A banda que se formou tinha Gustavo Caetano na bateria, Daniel na guitarra, Flávio Machado como DJ e Celton Oliveira no baixo. Depois, vieram Ricardo Cunha (guitarra), Edgar Filho (bateria) e Michelle Oliveira (backing vocals)”, completa.

Deff conta que, a partir daí, o grupo foi criando músicas de uma forma muito orgânica. “Eu levava as letras e a galera desenvolvia as músicas em cima do meu. Passado um tempo, vi que já tinha um material legal e decidi registrar esse processo em um disco físico. Então, veio a ideia de ‘Etnografia Suburbana’”.
Para o MC, o nome do álbum traz dois sentidos que guardam relação direta com sua caminhada. “Se a gente fosse fazer um estudo etnográfico da população negra, ele seria essencialmente suburbano e periférico, porque a população negra está nesse lugar simbólico e geográfico. Além disso, é também um estudo meu, sonoro, sobre esses grupos periféricos que compõem a população negra. Uma etnografia suburbana a partir do som”, explica. “E um estudo feito por um sujeito periférico e urbano, um MC, sem a menor pretensão acadêmica”, completa.

Por esse recorte, Deff conta que o álbum passeia por estilos musicais de origem negra e periférica, tais como maracatu, samba, reggae, ska, funk e soul. O rap, matriz do trabalho com o Julgamento – cujo trabalho mais recente, “Boa Noite”, foi lançado em 2018 – serve como “ferramenta para a narrativa central”.

O MC conta ainda que o disco tem participações de nomes como Douglas Din e Richard Neves, e celebra o sucesso do crowdfunding. “O resultado foi satisfatório e o processo todo bem interessante. Afinal, o Julgamento tem público formado, mas eu não. Então, a campanha foi importante para envolver e me aproximar das pessoas”, finaliza.
Por Lucas Buzatti

Preço – R$25,00

Faixas:
01 - Etnografia Suburbana – Roger Deff e Celton Oliveira
02 – O Mesmo Processo - Roger Deff
03 – Corpo Estendido - Roger Deff e Douglas Din
04 – O Aspecto - Roger Deff
05 – Vida que Vem - Roger Deff e Celton Oliveira
06 – Bem pra Quem? - Roger Deff e Ricardo HD
07 – Ladeira - Roger Deff e Flávio Renegado
08 – Eu vi Zumbi nem Florescer - Roger Deff e Michelle Oliveira

terça-feira, 30 de abril de 2019

Julia Branco – Soltar os Cavalos (2018)

Vocalista de Todos os Caetanos do Mundo, banda mineira que recentemente entrou em recesso por tempo indeterminado após nove anos em cena, Julia Branco lança o primeiro álbum solo entre junho e julho. Produzido por Chico Neves, o disco deu origem a dois trabalhos distintos, mas complementares porque ambos integram o mesmo projeto.

Julia Branco, cantora que há anos também trabalha como atriz, sempre escreveu, mas ainda não tinha transformado a própria escrita em música no tempo em que esteve à frente da banda Todos os Caetanos do Mundo. No álbum solo Soltar os cavalos, no entanto, ela assina as onze composições do repertório inteiramente autoral, sozinha ou com parceiras como Letícia Novaes (em 30 anos), Mariana Volker (em Cheia de dobras) e com Luiza Brina.

Integrante da banda Graveola, Brina é coautora de quatro músicas (Peixes, Meu corpo, Quero ser livre e a já mencionada Cheia de dobras), além de ter co-arranjado o disco e assinado as harmonias dele. O álbum Soltar os cavalos traz ainda, entre outros nomes, parcerias de Julia com o produtor Chico Neves, que se junta – após mais de dez anos fora dos palcos – à banda da artista nos shows de lançamento do disco.

Essa banda é um trio composto por Chico Neves, Luiza Brina e a própria Julia Branco, que chegou a pedir músicas para compositores antes de ser incentivada por Neves a gravar o próprio cancioneiro.
por Mauro Ferreira

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Sou Forte – Julia Branco
02 – Estrela - Julia Branco, Lucia Castello Branco e Chico Neves
03 – Quero ser Livre - Julia Branco, Samuel Bueno, Chico Neves e Luiza Brina
04 – Eu sou Mulher - Julia Branco, Luiz Rocha e Adriano Goyatá
05 – 30 Anos - Julia Branco e Letícia Novaes
06 – Peixes - Julia Branco e Luiza Brina
07 – Presta Atenção - Julia Branco
08 – Eu Toco – Julia Branco, Fernanda Branco Polse e Chico Neves
09 – Meu Corpo - Julia Branco, Fernanda Branco Polse, Chico Neves e Luiza Brina
10 – Coisas – Julia Branco e Chico Neves
11 – Cheia de Dobras – Julia Branco, Mariana Volker e Luiza Brina

sábado, 29 de setembro de 2018

Wilson Dias – Nativo (2018) CD Duplo

“Nativo”, o 7o. disco do cantor, compositor e violeiro Wilson Dias, coroa a sua maturidade. Com 55 anos, esse artista do mítico Vale do Jequitinhonha, confirma o pensador português Boaventura de Sousa Santos: sabe de sua própria existência, aprendeu a partir de si e para consigo mesmo. Cancioneiro e instrumental, “Nativo” é um álbum duplo cuja sonoridade nos oferece as memórias mais profundas de nossa ancestralidade.

Preço – 38 reais

Faixas:
CD 01:
01 – Nativo - Wilson Dias
02 – Alumia - Wilson Dias e João Evangelista
03 – Rala Coco - Wilson Dias
04 – Encantos de Minas - Wilson Dias
05 – Alma de Rio - Wilson Dias e João Evangelista
06 – Punhadim - Wilson Dias
07 – Arco da Lua - Wilson Dias e João Evangelista
08 – Maraô - Wilson Dias
09 – Caboclinha - Wilson Dias
10 – Prosa Mineira - Wilson Dias
11 – Verde Jurema - Wilson Dias
12 – Boi do Piauí - Wilson Dias e João Evangelista
13 – Boi Brasil - Wilson Dias e João Evangelista

CD 02:
01 – Baiãozim Riguilido
02 – Cumurutatá
03 – Choro Matuto
04 – Vôo da Tanajura
05 – Zé Coco Barroco
06 – Cabriola
07 – Freviano
08 – Fuso
09 – Desafio a Fio
10 – Canoa

Todas as composições são de autoria de Wilson Dias, exceto “Choro Matuto”, de Wilson Dias e Rodrigo Salvador

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Rafael Macedo e Pulando o Vitrô – Microarquiteturas (2018)

Rafael Macedo se reinventou e trouxe novos conceitos com o álbum microarquiteturas (assim mesmo, tudo em letras minusculas). O músico gravou o álbum ao lado da banda Pulando o Vitrõ, na qual fez parte com o lançamento do álbum QUASE EM SILÊNCIO (2009). Nos shows de microarquiteturas, Rafael também toca com o grupo.

A maior parte do repertório do álbum foi composto exclusivamente por Rafael, há não ser duas canções em parceria com Lucas Ruas e Rafael Pimenta, além de uma peça instrumental. Curiosamente, parte dessas composições foram iniciadas em 1999, e carregam em sua sonoridade uma mistura indo da música brasileira, passando pelo pop norte-americano até o concerto da Europa Ocidental.

“Vocês escutarão algo se esculpiu em longo tempo, com ânsia em estado de suspensão. Há, nessas faixas, muito do que, para nós, custou dois meses passando em dois segundos; muito do que foi dúvida tornado certeza”, diz Macedo, com poesia.
O lançamento é da nova gravadora Rocinante.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 – Do Be
02 – Moeda
03 – Hoje eu Acordei Estranho
04 – Outro Retrato
05 – Canto Troncho
06 – Delírios
07 – Vivi
08 – Essa não É
09 – De Lá
10 – Alguma Coisa Acontecendo
11 – Godot e o Grito ( Ainda Assim, Uma Espécie de Solidão)

Luísa Mitre – Oferenda (2018)

Em 'Oferenda', Luísa Mitre apresenta um repertório de composições instrumentais autorais que explora a linguagem do piano brasileiro em gêneros como o choro, o forró, o samba-choro, o samba-de-roda, dentre outros.

O trabalho é marcado por uma sonoridade acurada, equilibrando o refinamento da música de concerto e o balanço da música popular brasileira, em arranjos criativos elaborados para seu Quinteto, formado por piano (Luísa Mitre), vibrafone (Natália Mitre), flauta (Marcela Nunes), baixo (Camila Rocha) e bateria (Paulo Fróis). O disco conta também com a participação de Abel Borges.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Valsa da Espera
02 – Chegada
03 – Oferenda
04 – Intuitivo
05 – Rodeando
06 – A Fuga do Tatu
07 – Partida

Todas as músicas por Luísa Mitre

Leo Moraes – Dia Verde Escuro (2018)

Leo Moraes, um dos principais agitadores culturais do país se lança em carreira solo com o disco “Dia Verde Escuro”, álbum profundamente pessoal, composto, arranjado, e produzido na intimidade da sua casa e do seu estúdio. Nascido na Califórnia (EUA) e crescido em Minas Gerais, Leo é veterano na música e possui mais de 20 anos de carreira, divididos majoritariamente entre as bandas Valsa Binária e Gardenais.

Os Gardenais estrearam com “Sucessos Inéditos”, álbum produzido por Marcelo de Paula, baixista do Virna Lise. O disco rendeu turnê nacional pelo festival Conexão Telemig Celular e à época chamou a atenção do requisitado produtor Kassin, que na sequência assinou, junto de Berna Ceppas a produção do segundo álbum da banda, “Lindo Triste Mundo”. Gravado no mesmo estúdio e ao mesmo tempo de “4”, derradeiro disco do Los Hermanos, o álbum promoveu a amizade entre os integrantes e a banda abriu, posteriormente, o show de lançamento do “4” em Belo Horizonte.

O Valsa fez ampla circulação pelo Brasil, teve marcante presença nos sites especializados e publicou dois discos, “Valsa Binária” (Selo Membrana, 2011) e “10” (Selo Membrana, 2015). Atualmente está com suas atividades pausadas.

Preço – R$25,00

Faixas:
01 – Incrível
02 – Biel
03 – Domingo o Pesto
04 – Dois
05 – Fahrenheit
06 – Aquela Voz
07 – A Turba
08 – Ódio
09 – Esperança
10 – O Barco
Todas as músicas e letras por Leo Moraes, exceto Biel, letra por Leo Moraes e fernando Persiano.

Cromossomo Africano – Eutu Ubuntu (2018)

O álbum Eutu Ubuntu (2018) reforça ainda mais a sonoridade musical híbrida do grupo, passeando pelos diversos gêneros que formam a música negra no mundo. O trabalho apresenta um Cromossomo Africano mais maduro e mais seguro em experimentar.

Nome forte da cena black belo-horizontina, o combo Cromossomo Africano retorna com seu terceiro trabalho de estúdio: o álbum Eutu Ubuntu. O título reforça a mensagem de união e de reconhecimento na alteridade, mensagem presente no discurso da banda. Segundo a vocalista Michelle Oliveira o neologismo Eutu significa “a junção do eu com o outro numa pessoa só”, enfatizando a força do diálogo e a importância de nos reconheceremos nos nossos pares. A palavra ganha força ao lado do termo “Ubuntu”, palavra africana de origem zulu que significa “sou porque todos nós somos”.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Ubuntu – Michelle Oliveira
02 – Primitive – Ricardo Cunha
03 – Renovar – Ricardo Cunha
04 – Cromo Soma – Michelle Oliveira
05 – Qual É? - Michelle Oliveira
06 – Xampu - Michelle Oliveira e Lucas Ucá
07 – Asa para o Pé – Marcelo Kavalim
08 – Cromo Sou (De Cores Somos) - Michelle Oliveira
09 – Breu - Michelle Oliveira
10 – Mãe África, Pai Tambor – Ricardo Cunha
11 – Grooves Gerais – Ricardo Cunha
12 - #NãoPassaráNaPista – Ricardo Cunha

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Thiago Rabello – Venha (2017)

Se sua geração acredita que tudo é para ontem, Thiago Rabello, de 25 anos, busca outro caminho no disco Venha, fruto de três anos e meio de trabalho.

“Não é muito comum levar três anos e meio num trabalho. Há aquele desejo de urgência de lançá-lo o mais rápido possível, mas aí você lança e, quando começa a ouvi-lo, pensa que poderia ter feito diferente. Quando você dedica o máximo possível a um trabalho, demora mais para encontrar os defeitos”, argumenta Thiago.

A ideia de gravar o disco surgiu no fim de 2013, quando ele voltou a Belo Horizonte depois de morar em São Paulo e se dedicar à banda In Box, voltada para o público jovem. O grupo, que tocava na cena underground e em grandes eventos, suspendeu temporariamente as atividades. Thiago, então, resolveu apostar na carreira solo. Um dos incentivos veio do pai, o pianista José Namen. “Ele me disse: ‘Como você compõe desde novo, deveria investir no seu trabalho’”, relembra.

Namen e Marcelinho Guerra produziram o álbum, que conta com as participações de Nelson Faria (guitarra), Felipe Continentino (bateria), Frederico Heliodoro (baixo), Marco Lobo (percussão) e Aloízio Horta (baixo), além do próprio Namen (arranjos e piano) e as cantoras Mariana Nunes e Jéssica Lima.

Preço – R$25,00

Faixas
01 – Venha – Thiago Rabello
02 – Viver - Thiago Rabello
03 – Terra Nossa - Thiago Rabello
04 – Energia - Thiago Rabello
05 – Consiência - Thiago Rabello
06 – Gratidão - Thiago Rabello e Daniel Fina

André Rocha – Paso (2014)

O primeiro álbum do músico André Rocha - já conhecido e premiado na cena instrumental mineira junto com os grupos Ramo e Madeirame - desvela um processo longo e minucioso de expansão envolvendo artista, instrumento e obra. Iniciado há cinco anos como uma pesquisa acadêmica, o projeto envolveu a descoberta e construção de novos instrumentos, a busca por estéticas musicais híbridas e a transferência de criação para outras linguagens artísticas. Entre os parceiros estiveram o cineasta Ivan Abreu, que documentou o processo e o fotógrafo Rodrigo Zeferino, que buscou a tradução do conceito de “Paso” para o plano das imagens. O álbum foi gravado pelo engenheiro de som Pedro Durães e envolveu sessões em espaços não convencionais como uma igreja do Santuário Nossa Senhora da Piedade.


André Rocha é violonista, compositor e foi aluno do escocês Paul Galbraith, o criador e pioneiro do Violão Brahms no mundo. Em sua carreira, André se destaca pela busca de uma sonoridadede de sutilezas, nuances e provocações, enraizada na cultura do Brasil e na sua tradição de música instrumental. Dedica-se à criação de composições originais, transcrições e arranjos de importantes músicos brasileiros que, como ele, movem-se no terreno intermédio entre a produção elaborada e a forte raiz popular, entre eles Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Tom Jobim, Cláudio Santoro, Villa-Lobos e Marlos Nobre.

Preço – R$60,00

CD 01
01 – Ao que...
02 – Os Povos
03 – Primeiro Apontamento
04 – Cordão de Ouro
05 – Ecos: Procurando
06 – Ladeira Tiradentes
07 – Calma

CD 02
01 – Ária das Bachianas Brasileiras n. 5
02 – Claríssima
03 – Prelúdio Intuição
04 – Ecos: Indagando
05 – Ecos: Ansiando
06 – Outonal I – Calma
07 – Outonal II – Outros Estados
08 – Prelúdio
09 – Intuição
10 – Paulistana n.1

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Beth Avelar – Pulsação (2018)

Beth Avelar, compositora e intérprete, é mineira de Belo Horizonte. Já nos tempos de colégio demonstrou sua tendência artística, tendo participado de festivais de música com composições próprias, tocando e cantando. Fez o curso de Comunicação Social na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. Em 1979, participou da montagem da peça teatral Saltimbancos, no papel da Gata. O espetáculo foi apresentado em várias cidades do interior do Estado. Depois de concluir a faculdade, em 1980 mudou-se para São Paulo.

Nesse mesmo ano conheceu o publicitário Marcus Pereira, responsável por criar um selo musical que divulgava as canções regionais do país. Marcus trabalhou na elaboração de um LP com canções mineiras interpretado por Beth. O disco chegou a ser todo gravado, mas não foi concluído devido ao falecimento do publicitário. Durante muitos anos a cantora ficou afastada do meio artístico, dedicando-se a outras atividades. Retornou à música só em 2011, ao apresentar-se na Livraria Arjuna tocando e cantando sambas, bossa nova e blues.

Em 2012, gravou um EP produzido por Diogo Cardoso também com o mesmo repertório, que foi lançado no bar Café Paon, em 2013. Nesse ano, tocou com a mesma banda do EP no bar All Of Jazz. Em 2014, apresentou-se no Bar e Restaurante Vitae, em Barcelona. Em 2015, conheceu o compositor, intérprete e produtor Paulo Barroso, que a incentivou a gravar um CD de canções inéditas, incluindo composições da própria cantora, além de algumas releituras. Da afinidade entre os dois surgiram quatro parcerias que foram incluídas no projeto.

Nasceu assim, em 2016, o repertório do CD Pulsação, que contém, além das parcerias com Barroso, que também produziu o disco, três canções da própria compositora, uma em parceria com Paulo Costta - compositor baiano radicado em Paris -, uma da dupla Lê Dantas e Cordeiro, uma de Conrado Pera e Arnaldo Afonso, e quatro releituras: Simplesmente, de Paulinho Nogueira; Anabela, de Mário Gil e Paulo César Pinheiro; Cruzada, de Tavinho Moura e Márcio Borges e, finalmente, Passageiro, de Roberto Riberti.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Ton Sur Ton – Paulo Barroso e Beth Avelar
02 – Foste Tu – Lê Dantas e Cordeiro
03 – Sambinha em Si - Paulo Barroso e Beth Avelar
04 – Anabela – Mário Gil e Paulo Cesar Pinheiro
05 – Pulsação - Paulo Barroso e Beth Avelar
06 – Simplesmente – Paulinho Nogueira
07 – Receita de Bolo - Paulo Barroso e Beth Avelar
08 – Cruzada – Tavinho Moura e Márcio Borges
09 – Questão de Sentimento – Beth Avelar
10 – Passageiro – Roberto Riberti
11 – Valsa Nova - Paulo Barroso e Beth Avelar
12 – Além da Lenda – Conrado Pera e Arnaldo Afonso
13 – Beagá – Beth Avelar

Samy Erick - Rebento (2018)

Rebento é a soma de estilos e influências pelos quais Samy Erick navegou em sua carreira, em uma leitura inédita e íntima de sua trajetória musical. Ao lado dos amigos Gladston Vieira, na bateria, Aloísio Horta, no contrabaixo, Breno Mendonça no saxofone, Wagner Souza, no trompete, Christiano Caldas, no piano, Serginho Silva na percussão e Alexandre Andres, na flauta, o músico explora as múltiplas e sofisticadas possibilidades da música instrumental.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 – Devaneio
02 – Choro de Maria
03 – Sol e Lua
04 – Roditi
05 – Fronteira
06 – Esfinge
07 – Outro Lugar
08 – Baaka
09 – Lampião e Maria Bonita
10 – Lagoa Negra

Todas as músicas são de autoria de Samy Erick

Robson Santos - De repente (2016)

Uma mistura de MPB, R&B, reggae, samba, rock e baião compõem o CD "De Repente", o sexto álbum do carioca mais que mineiro, Robson Santos. Com influências de nomes como Djavan e Milton Nascimento, Robson definiu seu próprio estilo na MPB, o que pode ser conferido em suas canções. Santos aprende e se beneficia de suas influências, mas ele não é submetido a elas. Em todas as faixas, muita criatividade, bom gosto e leveza.

O CD "De Repente" conta com direção musical de Adriano Campagnani e participações especiais de Wilson Sideral, Filó Machado, Mariana Nunes e grupo Amaranto. MPB é o ingrediente principal em "De Repente", mas outros estilos integram a produção, com resultado surpreendente, atraente e leve aos ouvidos. O CD tem 18 faixas e conta com a direção musical e arranjos de Adriano Campagnani.

Preço - R$28,00

Faixas:
01 - 107 - Robson Santos
02 - Acontece - Robson Santos
03 - Água de Ir - Robson Santos
04 - Fiscal - Robson Santos
05 - Água de Cristal - Robson Santos e Adriano Campagnani
06 - Terço de Anzóis - Robson Santos
07 - Terça - Robson Santos
08 - De Repente - Robson Santos e Deangelo Silva
09 - Labirintos - Robson Santos
10 - Horas Azuis - Robson Santos
11 - Sunday With You - Robson Santos
12 - Como um Raio - Robson Santos e Deangelo Silva
13 - Casas e Esquinas - Robson Santos
14 - Figa - Robson Santos
15 - Camará - Robson Santos
16 - Terra - Robson Santos
17 - Maré - Robson Santos
18 - Pedro - Robson Santos

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Veronez - Narciso Deu Um Grito (2018)

Depois de ganhar destaque com o projeto “Não Sou Nenhum Roberto”, em que revisita o repertório de Roberto e Erasmo, Veronez percebeu a necessidade de gravar um disco para fazer seu trabalho circular, inclusive fora de Belo Horizonte. O cantor mergulhou, então, no garimpo de composições para a construção do repertório de “Narciso Deu Um Grito”, que tem como fio condutor o carnaval.

O resultado, que tem a produção musical de Ygor Rajão, é um repertório assinado por nomes de destaque da cena mineira - de Marku Ribas a Milena Torres, de Luiz Gabriel Lopes a Brisa Marques -, cujas composições se transformam na interpretação singular e apaixonada de Veronez.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Na Trilha - Milena Torres
02 - Narciso - Milena Torres
03 - Nunca Vi - Marku Ribas e Paulo Coelho
04 - Aquele Rockzim - Luiz Gabriel Lopes e José Luís Braga
05 - Isso - Admar Fernandes
06 - Oxumaré - Milena Torres
07 - Ventilador - Di Souza e Sílvia Lima
08 - Quero Ser Rita Lee - Brisa Marques
09 - Solta O Espartilho (Hino da Corte Devassa) - Lira Ribas, Ana Reis, Cristiano Cunha, Gregório Pimenta, Ethei Braga, Fernando Barcellos e Marcelo Veronez
10 - Naufragar - DehMussulini e Amanda Prates

Serginho Silva - De Verdade (2018)

Referência em percussão na música mineira, Serginho Silva se destaca nos palcos há mais de três décadas. Sua apurada técnica possibilita seu trânsito em estilos diversos da música popular, consagrando-o um dos músicos mais completos e versáteis da cena brasileira.

Além de acumular parcerias de sucesso com Milton Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Elza Soares e Renato Teixeira, já mostrou seu talento em países europeus como França, Alemanha, Itália, Espanha, Lituânia e Bélgica.

Preço – R$28,00

Faixas:
01 - Agente 00 Silva - Gilvan de Oliveira
02 - Palhaçada - Haroldo Barbosa e Luiz Reis
03 - Bonina - Serginho Silva e Marcelo Jiran
04 - De Verdade - Serginho Silva e Bruno Vellozo
05 - Degradê - Sergin Motta
06 - Júlia - Marcílio Sanches Chacal
07 - Choro de Maria - Samy Erick
08 - Da Cor do Pecado - Bororó
09 - Saudades do Led Zep - Gilvan de Oliveira
10 - Eu e Maria - Serginho Silva e Sérgio Motta
11 - O Capote - Serginho Silva e Gilvan de Oliveira
12 - Estrela Na Testa - Sergin Motta

Lula Ribeiro – O Amor é Sempre Assim (2018)

Com mais de trinta anos de carreira, o cantor e compositor Lula Ribeiro, começou sua carreira artística em Aracaju (SE), participando de shows com outros artistas sergipanos. Fazem parte de sua discografia, os discos “Cajueiro dos Papagaios” (1986); “Janeiros” (1993), “O Sono de Dolores” (1996), “Muito Prazer” (1999), “Algum Alguém” (2002), e “Palavras que não dizem tudo”, lançado também em DVD, em 2008. Neste trabalho Lula contou com as participações de Paulinho Moska e Luiz Melodia.

O CD “O Amor é Sempre Assim” é composto por 12 canções inéditas autorais de Lula Ribeiro em parceria com compositores amigos como Zeca Baleiro, Paulinho Pedra Azul, Alexandre Nero, Pierre Aderne, além de Vander Lee (in memorian) e Gabriel Moura, e outros. A única regravação é Céu de Santo Amaro de Flavio Venturini e Bach.

Preço – R$30,00

Faixas:
01 – O Amor é Sempre Assim – Lula Ribeiro e Gabriel Moura
02 – Maré Cheia – Lula Ribeiro e Luiz Felipe Leprevost
03 – Do que Você se Esqueceu – Lula Ribeiro e Luiz Felipe Gama
04 – Nos Trilhos – Lula Ribeiro e Paulinho Pedra Azul
05 – Rua da Amargura – Lula Ribeiro e Zeca Baleiro
06 – Caverna - Lula Ribeiro e Zeca Baleiro
07 – Aquela Valsa - Lula Ribeiro e Luiz Felipe Gama
08 – E Aí? – Lula Ribeiro, Pierre Aderne e Flávio Renegado
09 – Só Porque eu não sei Nadar - Lula Ribeiro e Pierre Aderne
10 – Carne Tua – Lula Ribeiro e Alexandre Nero
11 – Céu de Santo Amaro – Flávio Venturini / Bach
12 – Sai Dor – Lula Ribeiro e Vander Lee
13 – Na Ôreia – Lula Ribeiro e Chico Pires