terça-feira, 11 de outubro de 2011

Túlio Mourão – Em Oferta / Canções (2011)

Com uma trajetória de mais de três décadas, que inclui seis álbuns solo, diversos outros em colaboração, várias trilhas para cinema e dança, músicas gravadas por nomes como Maria Bethânia e Milton Nascimento, além de intensa atuação como produtor e arranjador, é quase surpreendente que Túlio Mourão, em sua discografia, conte com um único álbum dedicado às canções - e que, por deficiência de estrutura da gravadora que o lançou, mal chegou a circular. Desejoso de cobrir essa lacuna, ele lança, agora, "Em Oferta" - disco para o qual aglutinou vários parceiros letristas e as cantoras Luiza Lara e Fran Curi, para dar voz às suas composições. O show de lançamento acontece hoje, na praça da Liberdade, com a participação dos diversos convidados que também marcam presença no álbum, como Titane, Gê Lara, Anthonio, Vander Lee e Pedro Morais.

Essa faceta das canções é muito importante na minha carreira, tenho músicas gravadas por grandes nomes da MPB. A alternância entre o instrumental e a canção sempre aconteceu na minha vida, até pelo fato de eu também fazer trilhas de filmes, o que me obriga a ser um compositor plural, diz, acrescentando que pretendeu, agora, alargar o círculo de letristas com que atua.
Convidei vários novos parceiros, como o Chico Amaral, o Márcio Borges, que é meu amigo, temos trabalhado juntos, mas ainda não tínhamos ainda nenhuma composição, e o Murilo Antunes, com quem venho ensaiando uma parceria há muito tempo, mas que só agora chegou às vias de fato, aponta.

Túlio destaca que a turma de que se cercou para realizar "Em Oferta" é quase toda de artistas com os quais vem desenvolvendo projetos.
Tenho um duo de voz e piano com o Vander Lee e também tenho trabalhado com a Titane, estamos em fase de gravação de um disco, chamado ‘Recital’, com músicas garimpadas por ela das tradições do interior mineiro, diz.
Ele adianta que, no show de logo mais, vai interpretar "Em Oferta" praticamente na íntegra e também outros temas de que gosta, com seus convidados.
Com a Titane, eu faço uma música que vai estar nesse nosso disco conjunto, chamada ‘Idolatrada’, e com o Vander Lee, faço ‘Sem Compromisso’, do Geraldo Pereira, por exemplo, revela.
Daniel Barbosa, Jornal 'O Tempo'

Preço – R$25,00

Faixas
01 – Em Oferta – Túlio Mourão
02 – A Semana Inteira - Túlio Mourão e Chico Amaral
03 – Mar Interior - Túlio Mourão e Fernando Brant
04 – Feriado - Túlio Mourão e Murilo Antunes
05 – Noturno - Túlio Mourão e Marcio Borges
06 – Sem Cabimento - Túlio Mourão e Ricardo Nazar
07 – Promessa de Maio - Túlio Mourão
08 – Paraíso dos Mortais - Túlio Mourão
09 – Água, Pai e Céu - Túlio Mourão
  

Joe Smith – Amigos do Silêncio (2011)

Personagem da década de 1960, época em que a música norte-americana predominava no mercado brasileiro, Joe Smith está de volta à cena – agora brasileiríssimo –, depois de três lendários LPs lançados pela MGL Minas Gravações Ltda, que se transformaria na Bemol. Cria dos proprietários da primeira gravadora mineira – os irmãos Afrânio e Dirceu Cheib e Célio Luiz Gonzaga –, o sargento, que tocava na Banda de Música do Departamento de Instrução da Polícia Militar, foi alçado à carreira solo aos 27 anos, conquistando fãs em BH. Mesmo depois de ter a verdadeira identidade revelada por um radialista, Joe continuou tocando e gravando.

“Foi tipo assim uma novidade”, conta Getúlio Naziazeno, de 71 anos, hoje capitão aposentado da PM. Na época, ele também integrava o incensado Gemini 7, famoso conjunto de baile da capital mineira. “Dirceu gostou da minha maneira de tocar sax e acabou me convidando para gravar com eles”, relembra o saxofonista – rebatizado Joe Smith pelos empresários por influência do sucesso de músicos como o mineiro Moacyr Silva (1940-2002), que gravava com o pseudônimo de Bob Fleming.

“O sax do Getúlio era e é muito bonito. Simpático, nós colamos a cara dele na capa do LP. Imediatamente foi para as paradas de sucesso da cidade, tocando só música americana”, diz Dirceu Cheib. Segundo ele, a revelação da verdadeira identidade do músico “caiu como uma bomba”.

“Quando descobriram que se tratava de um sargento da PM, foi um escândalo”, revela Dirceu. Mas isso não influenciou as vendas: cerca de 3 mil cópias de Sax exotic foram comercializadas em 1967. Nos dois anos seguintes, ainda como Joe Smith, o instrumentista gravaria os LPs Sensaxional (1968) e Sax internacional (1969), sob forte influência do jazz e das big bands.

Mais de quatro décadas depois, a Bemol traz o personagem de volta à cena com o CD Amigos do silêncio – O retorno de Joe Smith, viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Se na época havia facilidade de liberação de músicas internacionais para gravação no Brasil, atualmente, a situação se modificou devido à rigidez da legislação dos direitos autorais. Daí a opção pelo repertório com faixas de Ernesto Nazareth (Brejeiro) e Noel Rosa (Palpite infeliz, Último desejo e Com que roupa), já sob domínio público, além de Siciliana, de Bach. Os amigos Célio Balona (Flor de verão e Dama da noite) e Silvio Nascimento (Enfim) contribuíram com composições inéditas.

“O sax do Getúlio, que tocou na noite, é muito bonito”, elogia Dirceu Cheib. Ele chegou a gravar o então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) no LP JK em serenata. O político mineiro redigiu o texto no próprio estúdio para falar da importância da seresta no estado.

“O som do Getúlio é muito bonito e natural”, diz o flautista Mauro Rodrigues, que fez arranjos e direção musical do disco que marca a volta de Joe Smith ao mercado. “Quando comecei a tocar, ele já tinha um som bonito. Era referência”, recorda Mauro, que só conheceu os LPs do saxofonista mais tarde. “São álbuns legais. Mesmo dentro de uma concepção mais comercial, foram muito benfeitos”, conclui o flautista.
Ailton Magioli - EM Cultura

Preço – R$20,00

Faixas
01 – Brejeiro – Ernesto Nazaré
02 – Flor de Verão – Célio Balona
03 – Palpite Infeliz – Noel Rosa
04 – Último Desejo – Noel Rosa
05 – Enfim – Silvio Nascimento
06 – Com que Roupa – Noel Rosa
07 – Dama da Noite – Célio Balona
08 – Siciliana – J.S.Bach

Rodrigo Nézio e Duocondé Blues (2009)

A banda do interior de Minas Gerais, Rodrigo Nézio & Duocondé Blues, lança seu primeiro CD. Com quatorze faixas inéditas, o disco mostra todas as faces do blues, desde as já conhecidas baladas choradas, até um boogie woogie com uma batida meio tribal, passando claro pelo não tão velho mais sempre bom rock 'n' roll, com a cozinha no chão, recheado de solos de guitarra e com um vocal bem pesado, como exige o estilo.

O disco ainda conta com uma 15º música, uma versão no estilo Robert Johnson de "The Jump" (Faixa 05 do disco) que nos manda uma mensagem "Hurry up man, because the train just passes once and doesn't wait...".

Preço – R$20,00

Faixas
01 - No more Chance – Rodrigo Nézio
02 - Do Something – Rodrigo Nézio
03 - Tell me you can´t live without me – Rodrigo Nézio
04 - It´s a question of… - Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
05 - The Jump – Rodrigo Nézio
06 - Almost There – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
07 - Longing Blues – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
08 - Dusty Ride – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
09 - Inner – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
10 - Get yourself a Life – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
11 - Leave this reckless Life – Getúlio Torres e Rodrigo nézio
12 - Stop – Rodrigo Nézio
13 - I´m gonna take the next Train – Getúlio Torres e Rodrigo Nézio
14 - The Jump – Rodrigo Nézio
15 - Lost Time – Rodrigo Nézio

Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí – Pra Nhá Terra (2008)

Tom Jobim iria amar. E não só pela participação especial de Milton Nascimento. Mas porque o novo CD do grupo teatral mineiro Ponto de Partida com o coral Meninos de Araçuaí trata do tema que ele amava: a natureza. Mais uma vez, esta bem-sucedida reunião de mineiros mostra que sua ação é mais do que um projeto social com crianças carentes do Vale do Jequitinhonha: é teatro, é música e é qualidade.

É cultura para quem faz e assiste. Com elementos que vão atrair as crianças — bichos, sons, imagens, alguns personagens engraçados e outros assustadores —, o CD versa sobre os maus-tratos à natureza, sem ser panfletário ou chato. Pelo contrário: nas letras, nos arranjos e no tema, ouvi-lo é um prazer. E completa o clima o encarte com os desenhos de Martha Barros que, como o pai, o poeta Manoel de Barros, adora conversar com “nhá terra”. Para ouvir melhor a natureza.

Preço – R$30,00

Faixas

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Eminência Parda – Impressões de Viagem (2009)

Fazendo um inventário de um dos períodos mais ricos da música brasileira, "Impressões de Viagem - Brasil 70", centra foco nos artistas que fizeram a ponte entre o espírito e a musicalidade do rock e a MPB: Mutantes, Secos e Molhados, Raul Seixas, Clube da Esquina (Milton e Lô), os nordestinos (Ednardo, Alceu e Zé Ramalho), e MPB contestadora (Sérgio Sampaio e Chico Buarque) e os tropicalistas, Caetano e Gil.

Com arranjos pautados pela originalidade, a banda revisita algumas das suas principais influências num verdadeiro trabalho de recriação que compartilha com os originais a liberdade criativa, a irreverência, a fluência instrumental e o desprezo pelos padrões do mercado.

Preço – R$20,00

Faixas.
01 - Tropicália – Caetano Veloso
02 - Eu quero é botar meu bloco na Rua – Sérgio Sampaio
03 - Back in Bahia – Gilberto Gil
04 - Amor – João Apolinário e João Ricardo
05 - Tudo o que você podia Ser – Lô Borges e Márcio Borges
06 - Roda Viva – Chico Buarque
07 - Panis et Circenses – Caetano Veloso e Gilberto Gil
08 - Avohai – Zé Ramalho
09 - Pavão Misterioso – Ednardo
10 - Gita – Raul Seixas e Paulo Coelho
11 - Nada será como Antes – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos
12 - Assim Assado – João Ricardo
13 - Agalopado – Alceu Valença

Mariana Nunes – A Luz é Como a Água (2009)

Em um conto do vencedor do prêmio do Nobel de Literatura, Gabriel Garcia Márquez, a cantora mineira Mariana Nunes buscou referências e encontrou o nome de seu primeiro disco solo, "A Luz é como a Água".

No conto "A Luz é como a Água", do clássico livro "Doze Contos Peregrinos", de Garcia Márquez, duas crianças aproveitam a ausência dos pais para inundarem o apartamento de luz e navegarem entre os móveis da casa. Inspirada por esta imagem poética, Mariana Nunes convidou os compositores mineiros Flávio Henrique e Makely Ka para criarem juntos a faixa-título de seu primeiro trabalho solo. Em onze músicas, a intérprete se mostra fiel à MPB, mas passeia pelos sons do Nordeste, de Minas Gerais, de São Paulo e cria também forte interlocução com os timbres da América Latina.

Nas composições escolhidas para o disco, Mariana conta um pouco de sua história. "A Violeira", de Jobim e Chico Buarque, ganha ares autobiográficos. "Coração Civil", de Milton Nascimento e Brant, tem uma versão delicada e pessoal. A cantora ainda se lança com coragem na interpretação de Assum Branco (gravada anteriormente por Caetano, José Miguel Wisnik e Mônica Salmaso) e se diverte em "Rositas de Maiz", canção popular de Cuba, absorvida por ela durante uma turnê recente pela Ilha. O poema "Mortal Loucura", de Gregório de Matos, musicado por José Miguel Wisnik, com participação de Artur Andrés (Uakiti), fecha o disco com competência.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Sirena de la Tierra – Flávio Henrique
02 - A Violeira – Tom Jobim e Chico Buarque
03 - A Luz é como a Água – Flávio Henrique e Makely Ka
04 - Coração Civil – Milton Nascimento e Fernando brant
05 - Polícia. Bandido, Cachorro, Dentista – Sérgio Sampaio
06 - Rave no Sertão – Flávio Henrique
07 - Assum Preto – José Miguel Wisnik
08 - O Colibri – Flávio Henrique e Vander Lee
09 - Cecília – Luiz Cláudio Ramos e Chico Buarque
10 - Rositas de Maiz – F. Henrique, V. Santana, J. Perdigão e T. Mercador
11 - Mortal Loucura – Wisnik e Gregório de Matos
12 – Capulito de Alleli – Rafael Hernandez

Gustavo Maguá – Vol. 1 (2011)

O CD traz participações especiais e marca momento precioso na carreira de um dos principais artistas da nova geração da música mineira.

O álbum, que leva o curioso título “Volume I” - expressão muito usada nas décadas de 60 e 70 - conta com 11 canções selecionadas entre as mais de 50 composições próprias, que foram criadas desde o início de sua carreira. Gustavo Maguá assina a maioria delas (9), que foram compostas em parceria com outros jovens e importantes artistas da nova música mineira, como: Flávio Renegado, Paulinho Motta, Rafael Pondé, Ricardo Acácio, Thiago Dibeto.

Dono de um talento com 29 anos Maguá como é mais conhecido soube aproveitar o que tem de melhor e que nem sempre os jovens de sua geração souberam, cresceu ouvindo Jorge Benjor, Chico Buarque, Gilberto Gil e outros mestres da MPB.

E foi nas várias vertentes da música brasileira, que ele buscou a inspiração para a produção de seu primeiro trabalho. O resultado é um disco autoral, suingado marcado pelo samba rock, balanço, com uma batida contemporânea do pop, próprio da nova geração. E com o diferencial que é a alegria e descontração de suas letras, ele retrata expressões cotidianas com molejo.

 “Junto com César Santos, co produtor e engenheiro de som do disco, escutei alguns discos da década de 70 no qual tivemos várias influencias para conseguirmos a sonoridade ideal do projeto”

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Lero Lero  - Gustavo Maguá e Paulinho Motta
02 - A Noite é uma Criança pra quem vive nela – Gustavo Maguá, Thiago Dibeto e Rafael Pondé
03 - Homenagem ao Mané – Gustavo Maguá
04 - Samba pra João – Gustavo Maguá e Renegado
05 - Casa de Marimbondo – Rai Medrado
06 - Drible da Vaca – Vitor Santana e Celso Viáfora
07 - Samba do Apagão – Gustavo Maguá e Ricardo Acácio
08 - Assim eu vou – Gustavo Maguá e Thiago Dibeto
09 - Tato nem Paladar – Gustavo Maguá e Paulinho Motta
10 - Plano B – Gustavo Maguá e Paulinho Motta
11 - Ouro do Jardim – Oleives

Esfera Band – Realidade (2011)

BANDA MINEIRA DE ROCK N ROLL ANOS 70, ESTILO BLACK SABBATH PURO INICIO DE CARREIRA.
FORMAÇÃO DA BANDA
RICARDO CUNHA - GUITARRISTA
CLAUDIO GOMES - BATERISTA
ANDERSON VACA - BAIXISTA
ANISIO DRUMMOND - VOCALISTA

Preço – R$20,00

Faixas
01. A Montanha Mágica
02. A Semente
03. Instrumental
04. Jeremias
05. Estranho Mundo
06. Realidade
Bonus Tracks:
07. Caipora (Instrumental)
08. Tempo Infiel (Instrumental)
Arranjos e Letras – Cláudio Gomes

Duas Noites - Belo Horizonte: Uma Trilha Sonora Possível (2011)

"Belo Horizonte - Uma Trilha Sonora Possível" é o primeiro trabalho do projeto Duas Noites, concebido por João Eduardo, músico integrante da banda Cinco Rios. Neste álbum, o compositor mineiro dá asas a uma narrativa subjetiva de um dia passado na cidade de Belo Horizonte, alternando faixas instrumentais com canções cujos temas dão notícia do desconforto e melancolia urbanos. O projeto gráfico de Tiago Capute, construído sobre um ensaio fotográfico, dá vida e corpo às ideias musicais do trabalho.

O álbum é uma trilha sonora imaginária de Belo Horizonte: daí o nome, já que é apenas uma trilha sonora possível dentre tantas outras. Além dos integrantes da Cinco Rios, acompanham o trabalho os músicos César Gilcevi, poeta e letrista da extinta banda Carolina Diz, responsável pela letra da música "Cinco da Tarde", e Gato Jair, vocalista da banda O Último Número, que interpretou o personagem cantando seus descaminhos na mesma faixa.

A amarração proposta das faixas é apenas uma sugestão, uma possibilidade narrativa dentre outras, e não extingue a possibilidade de várias outras leituras possíveis. Afinal, esta trilha sonora busca, na verdade, um filme onde possa se completar: ela será lançada como um convite a criadores dedicados ao audiovisual, para que se apropriem dela e a usem livremente em seus trabalhos, ou até mesmo criem curta-metragens, vídeos e filmes inspirados nas músicas e na atmosfera urbana que perpassa todo o trabalho.

Para que isto seja possível, todas as faixas serão lançadas sob uma licença Creative Commons, que permite a utilização sem prévia autorização do autor. É uma forma de disponibilizar o trabalho e estimular o diálogo com criadores de cinema e vídeo. O convite está aberto a todos e a intenção é estimular a criação aberta e descentralizada.

Preço – R$20,00

Faixas
01 – Minha Maior Dor (prelúdio)
02 – Transito
03 – Música Triste
04 – Dando Voltas
05 – Da Janela do Décimo Terceiro Andar
06 – Um Prédio
07 – Cinco da Tarde
08 – Freetless
09 – Já é Noite
10 - Da Janela do Décimo Terceiro Andar (noite)
11 – Duas
12 – Volta pra Casa

Músicas e Letras João Eduardo exceto Cinco da Tarde – parceria com César Gilcevi

Cinco Rios – Ecos da Cidade (2006)

Cinza é a cor intermediária entre o branco e preto. Em diversas culturas é a cor associada à tristeza e a temas fúnebres. No senso comum, ao olharmos pela janela e constatarmos o céu cinza, logo lembramos de tempestade, de chuva e de dia nublado. Aqui, em Belo Horizonte, o cinza não é somente uma cor, é também a realização de um sonho e a música de trabalho da banda mineira Cinco Rios.

Formada pelos violonistas e guitarristas João Eduardo e Tiago Capute, pelo baterista Fabrício Galvani, pelo baixista Bruno César e pelo pianista e vocalista Maurício Silva Jr. a banda possui um estilo melancólico e poético, que beira entre a MPB, o pop e o rock. A Cinco Rios, na visão dos integrantes da banda, é uma confluência de vários estilos musicais, experiências pessoais e tem diversas influências como Radiohead, Nick Cave, REM, Coldplay, Wilco, Legião Urbana e Los Hermanos.

"Ecos da cidade" é o nome do álbum de estréia da Cinco Rios que nasceu há cerca de cinco anos. Realizado no estúdio Casa Antiga, o disco de estréia conta com 13 faixas. As canções do álbum revelam a sonoridade melancólica e, ao mesmo tempo, um som mais urbano característico da banda. Ao ouvir o som deles, temos a sensação de transitar entre os relato das angústias e esperanças da vida nos grandes centros -, e o tom soturno de guitarras, violões, baixo e piano devidamente afinados com os "ecos da cidade".

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Contracanto - Maurício
02 - Cinza - Maurício/ João
03 - A Cidade Cai - João )
04 - Murmúrio - João/ André/ Maurício/ Fabrício
05 - Canção de Ninar - João
06 - Distantes - João
07 - A Volta - João
08 - Letra - Cinco Rios
09 - Letra por Letra - João
10 - Sede  -João
11 - Novembro - João
12 - A Prisão - João
13 - Vem a Chuva... - João

Cinco Rios - Todas as Janelas do Dia (2011)

"Abro a janela da frente: o dia começa aqui, no resto do meu café".
Um dia, Cinco Rios
De dentro de casa, o mundo sempre parece distante. Paredes e portas determinam o limite da nossa intimidade, onde só deixamos entrar aqueles que queremos. A janela é o meio de um contato com o exterior que permite que vejamos sem nos expormos totalmente. É possível se esgueirar e tentar, de fora, prescrutar o que acontece dentro de uma casa estranha, mas a cena que se vê será sempre um recorte mínimo do universo que existe ali. Uma briga, uma comemoração, uma conversa alegre, um carinho, um choro solitário... Mas é somente para quem vive ali dentro que um mosaico de todas esses e mais outros inúmeros momentos compõem o quadro da existência singular humana.

Da mesma forma, de dentro desse universo, o mundo, a cidade é vista como uma ressonância do que vai ali. Porque não existe objetividade absoluta enquanto nós estamos imersos num mar de sentimentos impossível de ser completamente abarcado. E são esses sentimentos que nos direcionam na leitura, sempre singular, do mundo.

É assim que eu traduzo a experiência da audição do novo álbum da banda Cinco Rios, Todas as janelas do dia. Um trabalho que compõe um mosaico de emoções tão humanas, tão reais, que podem ressoar em qualquer um. As músicas, que aparentemente são janelas muito diferentes umas das outras - umas que dão para o burburinho da rua, outras que dão para a escada de incêndio, para uma fuga rápida - são pequenas cenas de uma vida que pode ser a minha. Cada composição, assinada por diferentes músicos da banda, traz uma singularidade de arranjos, de melodias, de timbres instrumentais e vocais, de letras, de ideias que, juntas, refletem uma construção muito maior, onde o teatro da vida é recriado.

Ou, como o nome da banda sugere, onde acontece a confluência das cinco individualidades que integram a banda. Maurício e João dividem os vocais principais, alternando, de forma inteligente e prazerosa, doçura e força, alegria e desespero, tristeza e raiva. A bateria precisa do Fabrício, as linhas de baixo bastante melódicas do Bruno e os violões e guitarras-base do João são um alicerce firme onde se erguem os belíssimos pianos e teclados do Maurício e a guitarra sempre surpreendente e marcante do Capute. É desse conjunto, bem construído, que podemos revisitar nossa própria intimidade ou olhar o mundo que se apresenta diante da nossa janela.

Neste trabalho, a banda logrou aquela unidade que todas as bandas procuram para seus álbuns, coisa difícil de se alcançar. Todas as janelas do dia é um álbum equilibrado, coeso, sem ser tematicamente pobre. A melancolia de "Cinza", do álbum Ecos da cidade não se perdeu, está em "Vê", faixa que abre o álbum, assim como na belíssima "Noir", de veia jazzística. No entanto, a raiva e a angústia de "Letra por letra", também do álbum anterior, foi potencializada em "A hora fria" - minha predileta! -, "Um dia" e "O Náufrago", esta última com um fim arrebatador: gritos, distorção e um trecho final de arrepiar. Para contrabalançar, "Manhã veloz" - música já anteriormente divulgada - traz uma leveza e um lirismo que realmente emocionam.

Não vou abrir todas as janelas agora. Mas gostaria de dar um destaque ao excelente trabalho de produção musical do Fabrício Galvani, baterista da banda. Gravado em fita magnética, como nos velhos tempos!, o som trouxe à frente a naturalidade e a humanidade da execução musical. A mim, muito me agrada escutar o pedal do piano acústico, a percussão da palheta sobre as cordas, um bumbo de bateria quase tão natural quanto ao vivo.

Todas as janelas do dia, da banda Cinco Rios, é essa janela aberta que permite iluminar o interior e de onde nós podemos olhar o exterior. Não deixe de escutar.
Por Leonardo Ramos

Preço – R$20,00

Faixas
01 – Vê – Mauricio Guilherme
02 – Saga - Mauricio Guilherme
03 – A Hora Fria – João Eduardo
04 – Volta pra Casa - João Eduardo
05 – Manhã Veloz – Tiago Capute e Mauricio Guilherme
06 – O Mundo Cala - Tiago Capute e João Eduardo
07 – Ao Sol - Mauricio Guilherme
08 – Noir - Tiago Capute e Mauricio Guilherme
09 – Ver o dia Passar – João Eduardo, Mauricio Guilherme e Fabricio Galvani
10 – Um Dia - Tiago Capute e João Eduardo
11 – O Naufrago - João Eduardo, Fabricio Galvani e Tiago Capute
12 – O Quarto Vazio - João Eduardo

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Paulo Lobão - Lendas (2007)

Lendas – a história de todos nós é um CD produzido e composto por Paulo Lobão. As canções fazem parte do Espetáculo e retratam os mitos folclóricos com Saci Pererê, Mula Sem Cabeça, Boitatá, Lobisomem, Jurupari, Uirapuru, Curupira, Cabra Cabriola através de sonoridades, letras e melodias bastante interessantes e criativas.
O CD tem a participação de grandes músicos instrumentistas de Minas Gerais e também de intérpretes como Rubinho do Vale, Vander Lee, Marina Machado, Raquel Filogônio e Geovanne Sassá (Grupo Tambolelê).
Lendas procura através de canções e textos conscientizar os ouvintes a respeito da preservação das florestas e também da nossa cultura.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - LENDAS (ABERTURA)
02 - PARA CONTAR
03 - OLHA A MULA
04 - É O LOBISOMEM
05 - CABRA CABRIOLA
06 - ASSIM SE PASSA...
07 - O RIO TEM IARA
08 - A FLORESTA DO CURUPIRA
09 - O SACI
10 - JURUPARI
11 - O BOITATÁ
12 - UIRAPURU CANTOR
13 - LENDAS

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Monte Pascoal – Quarteto de Saxofones (2009)

Grupo mineiro responsável por um dos melhores trabalhos instrumentais do estado na atualidade, o pulo do gato do quarteto está na formação: quatro saxofones (soprano, alto, tenor e barítono) interpretando peças eruditas e populares.

“Pela experiência que ganhamos tocando para diversos tipos de público e em locais diferentes, uma coisa nos impressiona muito: o vigor do saxofone, o peso sonoro enorme que ele tem. Nosso som tem suingue e agrada bastante”, afirma Flávio Macedo, que integra o quarteto ao lado de Ivan Egídio, Vinícius Augustus e Dilson Florêncio.

O grupo também conta com Eduardo Campos, que responde por bateria, pandeiro, zabumba e vibrafone.

Preço – R$25,00

Faixas
01 - 20 de Fevereiro – Hermeto Pascoal
02 - 1 x 0 – Pixinguinha e Benedito Lacerda
03 - Tributo a Piazzolla – Renato Goulart
04 - Cais – Milton e Fernando Brant
05 - Suíte Tribal - Renato Goulart
06 - Nossa Senhora do Livramento – Flávio Henrique
07 - O Pequeno Negro – Claude Debussy
08 - Baião de Lacan – Guinga e Aldir Blanc
09 - Valsa Seresteira - Renato Goulart
10 - Bye Bye Brasil – Roberto Menescal e Chico Buarque
11 - O Circo Místico – Edu Lobo e Chico Buarque
12 - Monte Pascoal- Flávio Henrique

Tavito – Tudo (2009)

Aos 13 anos de idade, ganhou seu primeiro violão. Autodidata, logo em seguida começou a participar de serenatas e a atuar em festas em sua cidade natal, além de compor suas primeiras canções.

É companheiro de geração de Milton Nascimento e de outros músicos mineiros, como Toninho Horta, Tavinho Moura e Nelson Angelo. Em 1965, conheceu Vinicius de Moraes, que se encantou com a sua performance ao violão.

Foi, então, convidado pelo poeta para acompanhá-lo em alguns shows pela cidade de Belo Horizonte (MG). Cursou o 1º ano de Desenho Industrial na Universidade Mineira de Arte, mas abandonou os estudos decidindo-se pela profissão de músico.

O novo CD do Tavito apresenta músicas próprias e composições/parcerias de Luiz Carlos Sá, Rocknaldo, Alexandre Lemos, Gilvandro Filho, Zé Rodrix e Ney Azambuja.
Como faixa especial, Rua Ramalhete (reloaded)

Preço – R$25,00

Faixas
01 - 1969 (O beijo do Tempo) – Tavito e Gilvandro Filho
02 - O dia em que nasceu o nosso Amor – Tavito e Luiz Carlos Sá
03 - Embora – Tavito e Alexandre Lemos
04 - Uma banda em Sampa – Tavito e Rocknaldo
05 - O primeiro Sinal – Tavito e Ney Azambuja
06 - Gostosa – Tavito
07 - Tudo - Tavito e Alexandre Lemos
08 - Aquele Beijo - Tavito e Ney Azambuja
09 - A Grande Sorte - Tavito e Luiz Carlos Sá
10 - Um Certo Filme - Tavito e Rocknaldo
11 - As Meninas – Tavito e Élder Braga
12 - Hoje ainda é dia de Rock – Zé Rodrix
13 - Minas de Encanto – Tavito
14 - Rua Ramalhete (Reloaded) – Tavito e Ney Azambuja

Tadeu Franco – Pop Roça (2008)

Pop Roça é mais uma prova do talento de Tadeu Franco como compositor. O que o inspira a batizá-lo com este simpático e sugestivo nome, é o jeito brejeiro de se fazer rock e baladas sem sair de Minas.

Tadeu mostra seu lado rockeiro em algumas faixas como: "Por um triz", "Quando é que eu como", "Calendário". É romante quando faz "Girassol sem Luar", "O mesmo prato". "Janeira" é uma folia de reis adaptada por ele com toques de jazz dados por Beto Lopes e Chico Amaral, sem abandonar o caipirismo da viola de André Siqueira

Preço – R$25,00

Faixas
01 - POR UM TRIZ
02 - JANEIRA
03 - AQUELA MULHER
04 - POP ROÇA
05 - QUANDO É QUE EU COMO
06 - GIRASSOL SEM LUAR
07 - DO JEITO QUE VIER
08 - CALENDÁRIO
09 - O MESMO PRATO
10 - BRASILEIRA
11 - ÁGUAS CLARAS
12 - NÃO TEM CHORO, NEM VIOLA

Quebrapedra (2008)

A banda qUEbRApEdRA foi formada em 2001, por jovens músicos e compositores mineiros em torno da música e da canção brasileira, lançando um olhar particular e renovador sobre esse gênero, com a proposta de realmente surpreender os ouvidos atentos apresentando uma estética diferenciada e arranjos surpreendentes que aliam rigor técnico à liberdade criativa.

Todos os seus componentes, conhecedores do repertório da música popular brasileira, focalizam seu interesse na canção em seus vários aspectos, tanto em sua gênese composicional, mantendo um trabalho autoral envolvendo os membros do grupo, todos eles músicos profissionais e letristas, quanto na investigação interpretativa de canções do repertório de compositores consagrados como Tom Jobim e Egberto Gismonti, privilegiando a fatia menos conhecida e pouco divulgada da produção desses compositores.

O trabalho composicional envolve canções assinadas pelos integrantes do grupo qUEbRApEdRA e por alguns de seus membros em parceria com músicos e escritores da nova geração que vêm se destacando no cenário artístico-cultural mineiro e nacional.

A pesquisa do grupo considera a relação letra-música como alicerce direcionador das composições, tomando como base toda a história da canção brasileira, suas particularidades e potencial em consolidar diálogos. Diálogos que envolvem as diferentes áreas artísticas, como a música e a literatura, bases da construção cancioneira, e as artes plásticas, participante do processo de edificação e estruturação do pensamento formal e poético do grupo, mas sem esquecer do diálogo mais importante, que se dá quando a obra serve ao mesmo tempo como produto e único meio real de comunicação entre seus feitores e o público fruidor, objetivo final de todo e qualquer objeto artístico. No som do grupo, são claramente audíveis referências a importantes e conhecidos capítulos da produção cancioneira e instrumental brasileira e internacional, que apontam para nomes como Elis Regina, Edu Lobo, Egberto Gismonti e Hermeto Pascoal, mas que também chamam a atenção para linguagens mais ou menos íntimas do grande público como o jazz, a improvisação, o samba e a música tradicional brasileira.

As matrizes do grupo são assim desveladas, mas sempre apresentadas com força, delicadeza, exatidão e exuberância, marcas inconfundíveis do grupo. No palco, Leonora Weissmann (voz), Rafael Martini (piano, violão e voz), Pedro Maglioni (baixo), Mateus Oliveira (bateria e percussão) e Edson Fernando (bateria e percussão), apresentam um som coeso, pesado e ao mesmo tempo sutil. Nesses anos, seus integrantes vêm colecionando prêmios, elogios da crítica e do público, e se apresentado nos mais importantes espaços de Minas Gerais. Um dos dez ganhadores do Conexão Telemig Celular 2005 Novos Movimentos da Música Mineira, um dos mais importantes prêmios da música mineira, o grupo qUEbRApEdRA teve uma faixa incluída no disco do projeto e realizou um show no teatro Francisco Nunes, obtendo um grande retorno por parte da crítica especializada de vários lugares do país e por parte do seu grande público. Mantendo trabalhos individuais e paralelos, os cinco músicos do qUEbRApEdRA também possuem extensos currículos individuais, recheados de prêmios importantes e trabalhos de grande notoriedade.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Além Mar – Rafael Martini e Leonora Weissmann
02 - Abacate - Rafael Martini e Leonora Weissmann
03 - Santo Forte / Equilibrista – Kristoff Silva e Makely Ka
04 - A Roda – Renato Motha
05 - Roda Gigante – Antonio Loureiro e Dudu Nicácio
06 - Nem ao menos uma Flor - Rafael Martini e Leonora Weissmann
07 - Breve - Rafael Martini e Leonora Weissmann
08 - Samba no Ponto – Rafael Martini e Alice Bicalho
09 - Em Todo Caso – Pedro Maglioni e Leonora Weissmann
10 - Impagável – Rafael Martini e Makely Ka
11 - Presença – Rafael Martini, Pedro Maglioni e Leonora Weissmann
12 - Firmamento – Felipe José

Grupo Ramo – Ramo (2009)


Ramo é a união do trabalho de cinco jovens compositores, instrumentistas e arranjadores na criação de uma música instrumental viva e criativa, no encalço de um novo sopro para a música do nosso tempo.

Tocando composições de seus integrantes, o grupo desenvolve uma linguagem que alia liberdade de improvisação a ousadia composicional. É Formado por Daniel Pantoja (flautas), Felipe José (violoncelo, flauta e violão), Rafael Martini (piano e violão), Frederico Heliodoro (contrabaixo) e Antonio Loureiro (bateria), compositores premiados em alguns dos mais importantes concursos de música instrumental do Brasil.

O grupo, premiado pelo prêmio Pixinguinha (FUNARTE), acaba de gravar seu primeiro disco, ao lado do guitarrista e violonista André Rocha, com a direção musical de Benjamim Taubkin e oficinas com Itiberê Zwarg.

Preço – R$32,00

Faixas
01 - Mosquito – Antonio Loureiro
02 - Corre Loló, que ta na Hora – Rafael Martini
03 - Cão Andaluz – Daniel Pantoja
04 - Benesse – Felipe José
05 - Sis Tar – Daniel Pantoja
06 - Junho – Frederico Heliodoro
07 - Samba Irmão – Felipe José
08 - Ao que... – André Rocha
09 - Volúpedes - Antonio Loureiro
10 - José no Jabour – Rafael Martini


Roger Dee e Acla – Malucofonia (2009)

O projeto Malucofonia, idealizado e produzido pelo DJ Roger Dee tem a idéia de misturar ritmos brasileiros e universais com scratchs e samplers, sob a “lei” da liberdade musical, amparada pela livre expressão típica do canto do rap.

O CD “Malucofonia” foi realizado através da lei estadual de incentivo à cultura e gravado com toda qualidade que oferece o estúdio da banda Jota Quest.

Todas as bases eletrônicas foram produzidas por Roger Dee, em beats que flertam e fazem fusões com samba, congado, afoxé, ritmos cubanos, jazz, música barroca e trip-hop.

Preço – R$15,00

Faixas
01 - Na Palma da Mão – NUC
02 - Linha do Tempo – Luciano e Sérgio Pererê
03 - Guinada Repentina – Ruibarbo
04 - Insônia – Divisão de Apoio
05 - Oryp – Roger Dee
06 - Eu quero uma Dama – Diamondog e Cubanito
07 - Beija-Flor e Carcará – Shabê
08 - Águas de Março Versão periferia – Julgamento
09 - Abominável mundo Novo – Matéria Prima
10 - Os Alto-Falantes – Roger Dee e Sérgio Scliar

Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro - Rosário Embolado (2008)

Uma mistura dos ritmos do Congado com música instrumental, MPB e Samba. Assim pode ser definido o CD Rosário Embolado, o segundo do cantor, compositor e instrumentista Mauricio Tizumba com o grupo Tambor Mineiro.

Sem perder a tradição, o CD assume uma linguagem mais diversificada musicalmente. Enraizadas no som dos tambores de Minas, as faixas apresentam fortes marcas do Congado.

Preço – R$20,00


Faixas

01 - Fruto de Oliveira – Mauricio Tizumba
02 - Pererê - Mauricio Tizumba
03 - Campanha em Campanha - Mauricio Tizumba
04 - Nana vem Ver - Mauricio Tizumba
05 - Mar de Lágrimas - Mauricio Tizumba e Alan Rocha
06 - Uma Reza, Um Lamento – Domínio Público
07 - Coisa n 4 – Moacir Santos
08 - 1888 – Domínio Público
09 - Rosário Embolado – Sérgio Pererê
10 - Noite de Chuva – Paulo Santos e Mauricio Tizumba
11 - Tambor Mineiro - Mauricio Tizumba

Faixa Bônus – Querubim – Sérgio Pererê e Mauricio Tizumba

Mauricio Tizumba - Mozambique (2003)


O CD Mozambique busca trabalhar a conscientização das pessoas quanto à importância da preservação do meio ambiente, estimulando-as a adotar uma postura mais responsável e participativa em aspectos ligadas à reciclagem do lixo, ao respeito à natureza e a adoção de novos paradigmas e comportamentos que venham contribuir para da melhoria da qualidade de vida da sociedade atual e das gerações futuras, em um desenvolvimento sustentável.

Dentro desta visão, com a mesma alegria, bom humor e irreverência que marcam todo seu trabalho, Maurício Tizumba apresentará o repertório contendo músicas que abordam temas ligados à natureza e a responsabilidade de cada indivíduo em preservar a diversidade biológica e os sistemas que sustentam a vida.

Preço – R$20,00

Faixas
01 - Devagar com o Andor
02 - Menina Mineira
03 - Canto de Moçambique 1
04 - Casa Aberta
05 - 2003
06 - Bicho do Mato
07 - Vinheta gunga
08 - Carol e o filho da Atriz
09 - Terra de Montanha
10 - Povo bom
11 - Canto de Moçambique 2